Estelionatos – Edson Olimpio Oliveira – Jornal Opinião – 16 Outubro 2013

 

2013 – 10 – 16 Outubro 2013 – Estelionatos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

Estelionatos

“Estelionato: ato de obter, para si ou para outrem, vantagem patrimonial ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo em erro alguém mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.” Fonte – Dicionário Aurélio.

A editoria do Jornal Opinião resgata a memória do povo viamonense com os atos e promessas de governantes ou de aspirantes ao poder que não se realizaram. Ou jamais se realizariam. Esta crucial seção ainda não tem nome e leitores sugerem “Memória” ou “Estelionato do Voto”. Já ocorre entre os leitores conscientes e indignados um ranking de quem e de qual o partido é o campeão de mentiras, ilusionismo eleitoral e a tentativa deliberada de estelionato eleitoral. Ou como seria classificado quem promete ou anuncia com estrépito e pompa realizações sabidamente que seu governo não irá realizar?

Cr & Ag

E quem vem ponteando a artilharia? Até aqui a promessa reiterada do hospital e da usina de asfalto denotam capacidade “invejável” de faturar em proveito próprio. Sempre se acusa à escassa memória do eleitor em repetir seus erros e absurdos reelegendo as mesmas figurinhas viciadas no Executivo e no Legislativo. Perpetuam-se. E depois se queixam, mesmo sem lembrar em quem votaram na eleição anterior. E o casamento abjeto para a sociedade continua. Um chargista criou a imagem do “eleitor chifrudo” para caracterizar a traição premeditada do seu candidato. Chifrudo e manso. Tão mansinho que presenteia com sofá e cerveja ao seu candidato estelionatário. Ainda são figuras e metáforas com humor que bem retratam e espelham e cidadania violada, violentada e vilipendiada.

Cr & Ag

Uma anedota conta de “uma eleitora que foi à delegacia queixar-se de certo candidato que durante a campanha eleitoral foi a sua casa cinco vezes. Comeu seu bolo e sua ambrosia. Tomou seu café. Usou seu banheiro e a estuprou cinco vezes. Ao que o delegado espantado indagou: – por que somente agora a senhora veio queixar-se? A sua resposta: – é que ele tratou de voltar depois da eleição e não voltou mais!”.

Cr & Ag

Muitos eleitores fariam tudo que seus candidatos fazem se tivessem as mesmas oportunidades. Infelizmente. Vergonhosamente. Eis que nossas “lideranças” espelham a sociedade que os elegeu. Ou simplesmente os apoiou. E isso não é mera casualidade ou pruridos e cólicas da evolução social. Quando a impunidade grassa como a peste descontrolada, a educação de qualidade é uma quimera, a saúde é um pesadelo com os fantasmas escolhidos e marcados como culpados pelo governo, a segurança e a justiça pública privilegia e inventa caminhos para permitir ao criminoso ser “mais criminoso ainda” estamos diante de um projeto ideológico de “desconstruir” ou destruir para recomeçar das bases. As mesmas bases da ditadura cubana e do populismo ditatorial bolivariano – Venezuela, Equador, Bolívia e Argentina. Ou do império soviético e o estelionato nacional como a República Democrática (? – no absoluto comunismo) da Alemanha, antiga Alemanha Oriental e o poder bélico que subjugou povos e países. O grande poder do Mal está em fazer as pessoas pensarem no Diabo e no Inferno como simples fantasias. E principalmente em atribuir a sua culpa aos outros, sejam classes profissionais, países ou sistemas de vida. E de morte.

Rosto na Paisagem

Nem tudo é o que parece inicialmente.

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