A dor que aprisiona – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 04 Novembro 2014.

 

2014 – 11 – 04 Novembro – A dor que aprisiona – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

A dor que aprisiona

 

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e “a dor ensina a gemer” também nos mostra os caminhos de humildade, de fé, de respeito e de mostrar-nos humanos e limitados. A dor é a manifestação de que algo não está bem com nosso corpo. É o sofrimento de algum órgão ou parte do corpo que nos avisa pela dor. No entanto quantas vezes a dor é a enfermidade principal. Mesmo secundária a alguma moléstia, enfermidade ou dano. A dor torna-se a entidade principal, preponderante, sufocante da vida e da liberdade da pessoa. Cada “pé conhece o sapato e local onde lhe aperta”, em outros termos, cada um sabe do seu sofrimento e da dor que lhe acompanha. É comum que o médico peça ao paciente para dar uma nota de 1 a 10 da “sua” dor e em muitas unidades de tratamento a medicação analgésica é disponibilizada por essa nota pessoal. Observe: nota pessoal. Cada pessoa tem os seus limiares de dor ou de suportar a dor. Aquilo absolutamente terrível para uns pode não ser para outros.

 

Cr & Ag

 

Há dores que ofendem ao corpo, outras que laceram a alma. Muitas tiram da pessoa a sua graça e alegria de viver e nesse balanço muitos se digladiam entre sentimentos negativos de vontade de morrer ou de antecipar a morte. Vendo na morte a saída honrosa (ou não) do brutal sofrimento. “Deus dá a cruz de acordo com as costas pode carregar” apregoa a fé cristã. Há momentos em que o sofrimento faz com que a pessoa na dor extrema do corpo lacerado e da alma abandonada perguntar: – “Pai por que me abandonaste!” – o mais puro e evoluído espírito que já singrou esse planeta de dor levantou os olhos aos céus e fez essa pergunta humana. Há que respeitar o sofrimento das pessoas e essa é a condição básica em ser médico. Na origem da palavra está a capacidade e necessidade de aliviar a dor e o sofrimento. Curar é secundário na escala, na hierarquia da dor.

 

Cr & Ag

 

Parece acontecer geralmente o contrário naqueles doentes que já passaram por diversos médicos e outros profissionais da saúde ou até da espiritualidade e infelizmente não encontraram o fim do sofrimento. Muitos desses profissionais, assim como até o sofredor, acham-no “desenganado”. Acumulam-se sacolas de exames, dezenas de receitas, peregrinação sem fim e a cruel companheira (a dor) permanece ao seu lado, na frente e atrás, dentro de si dia e noite, horas sem fim, azedando e tisnando o horizonte do sofredor. Quantas criaturas andam assim perambulando pelos consultórios, clínicas diversas, hospitais, templos religiosos e curandeiros? Quantas pessoas perdem a sua vida pessoal, familiar, profissional e social? E perdem até a fé na espiritualidade por se sentirem abandonados e minimamente aliviados do sofrimento. Essa fase derradeira espelha o pior da degradação da alma diante da dor.

 

Cr & Ag

 

A dor ensina que pudor é contingência da saúde. A enfermidade torna-nos devassáveis a quaisquer mãos, olhos e instrumentos que possam auxiliar no diagnóstico, no alívio do sofrimento e talvez na cura. E são as UTI esses templos que as horas se arrastam interminavelmente, como o companheirismo e irmandade do sofrimento e das visitas esperadas da morte. O lugar que é o último reduto da vida é também a antessala da morte. Travamos a batalha final da grandiosidade da vida e da morte, do valor da saúde e do entendimento que orgulho, riqueza e poder tornam-se meras secreções finais de uma alma sombria diante do retardado, mas inevitável a ser enfrentado, mesmo nos derradeiros momentos, com amor, gratidão e fé. 

Refém do Medo – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 28 Outubro 2014.

2014 – 10 – 28 OUTUBRO – Refém do Medo – Edson Olimpio Silva de Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

 

Refém do Medo

 

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 medo é uma manifestação natural, um sentimento intrínseco do animal que somos, uma defesa que nos avisa e protege do perigo ou de qualquer coisa que possa nos magoar ou ofender mental e fisicamente. O medo exercitou nossas habilidades e estratégias de sobrevivência entre os dinossauros, nas savanas africanas ou nas selvas de concreto e plástico. Esse é o medo que nos interessa e empurra-nos a evoluir, no entanto em quantas e diversas situações somos vítimas da manipulação interior e exterior desses medos. Evitaremos de aprofundar uma classificação psicológica dos graus do medo e vamos enveredar pelo caminho do medo que nos aprisiona, que nos laça e garroteia, que nos torna submissos e, pior ainda (muito pior!), submissos àqueles que nos manipulam nas brechas das nossas fraquezas.

 

Cr & Ag

 

A mulher que é espancada frequentemente está nesse cenário do medo que constrói fantasias e armadilhas que buscam justificar para si e para os outros as surras que leva. Exemplos de desculpas: “eu tiro ele do sério”; “ele é muito bom, mas quando bebe…”; “está com problemas no serviço”; “ele puxou esse gênio da família dele”; e quantas outras atenuações. A sabedoria popular acredita que até apanhar “vicia” e lembra-se a anedota do português Manuel que morreu e deixou a Maria de viúva depois de quase cinquenta anos de surras. Contam que tempos depois da morte do Manuel os vizinhos escutavam barulhos de surras e a Maria gemendo. Pensaram inicialmente em fantasmas e assombrações até que vencendo seus ‘medos’ foram espiar pelas frestas da casa e viram a Maria jogando os tamancos do Manuel para o alto e aparando-os nas costas já bem lanhadas.

 

Cr & Ag

 

O medo do quarto escuro ou da escuridão faz a criança mais cautelosa e arisca. Logo esse medo pode se transporta para a escola nova ou para uma turma onde será vítima ou mentor do exercício do medo. O medo nas escolas ocupa um magnífico capítulo de variados matizes como o medo de tantos professores em querer disciplinar seus alunos diante do abuso de legislações oriundas da vontade exitosa de mentes que destroem a família, a moral e os pilares do convívio social. Isso não ocorre por mera casualidade, isso está dentro de um contexto em primeiro arrasar as estruturas naturais e vigentes na democracia para a seguir implantar (pelo exercício do medo) as ditaduras. Aumentam os temores de professores, que ainda são realmente professores, de atuarem para educar os jovens privilegiados e intoxicados pelas cotas.

 

Cr & Ag

 

Há cerca de 4 a 5 vezes mais seguranças privados no país do que soldados no Exército. Gasta-se bilhões na segurança privada, do cão ao alarme de penúltima geração. Isso cresce vertiginosamente pela absoluta sensação de insegurança (medo!) das pessoas honestas. As casas tornam-se jaulas que aprisionam o homem e permitem a liberdade das feras. “A Brigada prende e o delegado solta”; “o delegado prende e o juiz solta” – o resumo macabro de tudo isso é que o criminoso será solto. A poucos dias um “estuprador primário” preso em fragrante com seu comparsa foi liberado para “responder em liberdade o processo” pela “autoridade judicial”, noticiou a imprensa. Assim parece que o primeiro estupro é normal para quem o liberou.

 

Cr & Ag

 

Estou enviando essa crônica sem saber o resultado do pleito eleitoral e assim também não sei se o medo venceu ou…

As tormentas e Santa Bárbara – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 21 Outubro 2014.

2014 – 10 – 21 OUTUBRO – Oração de Santa Bárbara – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas

 

As tormentas e Santa Bárbara

 

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inha amada mãe Dora era católica e sua fé fez milagres. Como com este seu filho que estava “desenganado e mandado do hospital para morrer em casa” sendo essa passagem já conhecida de muitos que me acompanham nestes quase vinte anos de cronista. Estamos numa estação, a Primavera, caracterizada pelas tormentas com chuvas intensas, raios e trovoadas. A Primavera é daquelas damas bipolares e de intensa TPM, pois de um dia luminoso com as flores de cenário e os pássaros em alegre cantoria sendo os atores acompanhados de perfumes. Pois sem mais nem menos, o céu escurece e parece que vai desabar em nossas cabeças ou para lavar nossos pecados. Nasci e morei ali onde é a sede atual do PTB, junto à praça. E minha mãe nas tormentas distribuía panelas e latas para aparar as goteiras do telhado. Um lençol cobria o espelho da penteadeira para não atrair raios. Colocava os filhos sob a sólida mesa da cozinha para proteger caso o telhado desabasse. Queimava um ramo de palmeira abençoado no Domingo de Ramos e com o terço entre os dedos, orava. Guardo no coração essa imagem.

 

Cr & Ag

 

O Domingo de Ramos é o domingo anterior à Páscoa, Desde a véspera, o povo estava em preparativos. Logo uma grandiosa procissão e entre outras devoções, as crianças empunhavam um ramo de palmeira, que ao final na Igreja seria abençoado e guardado nas casas para ser usado nas tormentas atmosféricas. Não recordo da prece usada na época, mas busquei no doutor Google esta oração:

Oração de Santa Bárbara

“Santa Bárbara, que sois mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões, fazei que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não me abalem a coragem e a bravura. Ficai sempre ao meu lado para que possa enfrentar de fronte erguida e rosto sereno todas as tempestades e batalhas de minha vida, para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render graças a Deus, criador do céu, da terra e da natureza: este Deus que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a crueldade das guerras. Por Cristo, nosso Senhor. Amém”

 

Cr & Ag

 

Muitos conhecem o ditado popular de a criatura em desespero ou sob ameaça “somente se lembra da Santa Bárbara na hora de tormenta”. O Domingo de Ramos festeja a entrada magnífica de Cristo em Jerusalém, logo após ressuscitar Lázaro. E o mesmo povo alguns dias depois estaria crucificando-O. É uma festa importante na cristandade. No império russo cabia ao tzar encabeçar a procissão até à Igreja. A história da jovem Bárbara que se tornou santa é empolgante, como tantas outras da fé cristã.

 

Cr & Ag

 

Estamos sob uma severa tormenta política. Quanto menos dignidade e ética mais tentam destruir a honra alheia. Princípios de poder a qualquer preço imperam ante um projeto de nação, um modelo de país e de exemplos para as gerações atuais e seguintes. Oremos para que os melhores ganhem, mas oração sem a razão básica e elementar continuaremos elegendo o ruim. Que a próxima segunda feira seja de uma Primavera sem as tormentas e decepções que conhecemos. A busca do acerto em um novo erro é imensamente melhor do que persistir no erro antigo, chafurdando na vergonha dos escândalos intermináveis e do cidadão refém da bandidagem.

 

Parábolas ou Causos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 14 Outubro 2014

2014 – 10 – 14 OUTUBRO – Parábolas ou Causos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

 

Parábolas ou Causos

 

Cenário 1. Uma multidão de pessoas estava à beira de um rio traiçoeiro. Precisavam cruzá-lo de qualquer maneira. Poucos barcos e a maioria em mau estado. A elite governante atravessou embarcada numa bela lancha com incontáveis mordomias a bordo. Aos demais distribuíram latinhas para retirarem a água das canoas enquanto atravessavam remando. Alguém disse: – a estrada é ruim, mas tem uma ponte bem lá em baixo. A turma se dividiu, muitos embarcaram nas canoas sabidamente furadas e os demais foram pela estradinha buscar a ponte. A elite governante atravessou em festa o furioso rio. A maioria das canoas furadas naufragou pois os ocupantes não deram conta de esvaziar a água que teimava em entrar. O pessoal da suposta ponte passou trabalho na estrada mal cuidada pela elite governante, mas encontrou o pontilhão e atravessou o rio.

 

Cr & Ag

 

Cenário 2. O novato adentrou os portais do inferno e logo nos primeiros salões encontrou multidões mergulhadas em enormes piscinas de estrume. Mais fétido e cheio de moscas e vermes que você possa imaginar. O novato via aquele pessoal pedir que ninguém se mexesse pois as marolas de estrume logo lhes tapava a cabeça e entrava pela boca e narinas, mesmo estando nas pontas dos pés. Volta e meia alguém sussurrava: – Olha a onda! – e lá vinha mais estrume. Angustiado com a situação o novato perguntou-lhes porque não saiam dali e procuravam outro lugar. A resposta era sempre a mesma: – Neste estamos e conhecemos a merda há mais de uma década e vai que no outro é pior que aqui! – e ficaram ali. Logo nos pavilhões a frente o pessoal fazia bailes funk, bebia uísque 25 anos, comida rolava, mulheres cinco estrelas e tudo de bom, gostoso e luxúria total. E ali o novato ficou para ser seduzido e torturado.

 

Cenário 3. Três amigos viamonenses nos tempos de antanho foram caçar perdizes, cerca de um dia de viagem de Viamão – ou do Capelão. Nas carroças estavam as criaturas, seus cães perdigueiros e o resto da tralha. Um dos amigos tinha fobia. Pior ainda, terror mórbido por cobras. No anoitecer estava um deles defecando escorado num tronco de figueira quando passou-lhe perto uma enorme e roliça cobra preta. Certamente fugindo do cheiro dele. Mais depressa que um corisco, deu uma paulada na cabeça da cobra matando-a. Enquanto terminava a obra sua mente tecia um golpe no medroso amigo. Combinou com o outro. Após a janta e uma conversa apagaram os candeeiros e foram dormir. Esperaram que o medroso começasse a ressonar e deram-lhe uma garfada no pé após deitarem a cobra enrolada aos pés da cama. O medroso acordou-se num griteiro e acenderam um fósforo e viu-se a enorme cobra preta que logo foi triturada e amassada a pauladas pelos “fieis” amigos. Tomado pelo pânico de ter sido picado queria voltar, mas os cavalos estavam soltos no campo. Era choro e ranger de dentaduras e pivôs. Eis que um dos amigos falou que sabia de um antigo remédio que seu avô tomara em semelhante situação. O medroso exigiu que contasse apesar da sua negativa. Seria um chá com verdes e estrume de cachorro. Novamente chorando e com dor já paralisando a perna e outras partes do corpo, exigiu o chá com cocô de cachorro. E como a coisa custasse a ficar ponta na fervura, pegou algumas fezes mais endurecidas e começou a mastigas e comer “para adiantar o efeito”. Ao saber pelos amigos da onça da maldita brincadeira, quase deu morte na caçada e as famílias ficaram inimigas pelo resto dos tempos.

 

Cr & Ag

 

Deus escreve certo pelas linhas tortas que a humanidade traça. A leitura e os ensinamentos dos fatos e episódios da vida são da capacidade de cada criatura. Uma certeza – nem sempre os laureis acadêmicos e os títulos fazem as pessoas mais aptas ou mais nobres. Outra certeza – os vermes habitam e regozijam-se no lixo e nos restos da dor e do sofrimento de suas vítimas.

Peixes & Lágrimas – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 08 Outubro 2014

2014 – 10 – 08 Outubro – Peixes & Lágrimas – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

 

Peixes & Lágrimas

 

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ssim como muitos vocês amigos e-leitores dessa sempre magnífica e indispensável (meus trezentos leitores acham!) coluna estou intoxicado pela propaganda eleitoral. Os gases exalados ou eliminados soam como muitas siglas. Escrevo enquanto você ainda coloca o voto na urna eletrônica tão confiável quanto, quanto… Talvez o peixe panga? Não conhece o peixe panga? Você come peixe? Qual? Pois muitas pessoas perguntam ao médico sobre esse tal de “peixe panga” vendido nos mercados. Muitos já consultaram o doutor Google e trazem lendas urbanas ou realidades assustadoras. Os caminhos de uma vida mais saudável passam necessariamente pela mudança de hábito alimentar e a ingestas de peixes e frutos do mar estão nessas prioridades. Sabe-se que esse peixe é importado do Vietnam, sendo fundamental nas divisas econômicas daquele país. É vendido aqui no Brasil muito mais barato que a grande maioria dos outros.

 

Cr & Ag

 

Diz-se que os volumes importados são maiores do que 50% da maioria dos pescados nacionais. Muitos acreditam estar contaminados por metais pesados e outras substância tóxicas além de possuir um parasita com potencial danoso ao ser humano se consumido em carnes mal cozidas ou mal assadas. Alega-se que uma pesquisa da Proteste de 2012 não encontrou nada desabonador e que três missões do governo brasileiro visitaram o Vietnam e liberaram a importação e consumo. Aqui está o nó da questão. Há diferenças nos veículos e nos alimentos vendidos na comunidade europeia e nos Estados Unidos em relação ao Brasil. Para pior aqui. As nossas autoridades e o nosso governo são confiáveis? Ou não controlam ou dizem que nada sabiam. Não passam três meses sem que um novo escândalo do leite aconteça no Rio Grande do Sul. E quantas indústrias precisam ser fiscalizadas? E controlarão a produção num país do outro lado do mundo?

 

Cr & Ag

 

Lembrem-se das próteses de silicone francesas que usavam silicone ou outros produtos inadequados? Várias dezenas de milhares foram colocadas no Brasil. Deu em que além do prejuízo dos pacientes? E estavam autorizadas e liberadas pelo nosso governo. Ainda mais produtos vindos de um país socialista ou comunista na sua origem antiamericana. Esse governo preza mais a sua ideologia do que a saúde dos brasileiros. A mesma ideologia que sustenta ditaduras, como em Cuba, retirando da lei a avaliação real de “médicos” escravos trazidos para cá ou que discursa na ONU defendendo o terrorismo.

 

Cr & Ag

 

Há três tipos de lágrimas, segundo o Filósofo do Apocalipse: as lágrimas de dor, as lágrimas de alegria e as “lágrimas de crocodilo”. Há candidatos e cãodidatos. Você está derramando alguma lágrima? Qual delas? O que está ruim ainda pode piorar? Ou irá melhorar? Ou as lágrimas são pela absoluta perda de esperança nessas criaturas que buscam o poder pelo poder de locupletar-se e aos acólitos e partidos? Santa Catarina está em chamas aqui ao nosso lado. O caos da segurança pública! Onde não existem mais delinquentes ou bandidos e sim membros da comunidade em mais uma vergonhosa manipulação da mídia e do politicamente correto. País em que o governo valoriza mais o bandido julgado e condenado do que o cidadão que trabalhou e contribuiu toda sua vida para o INSS e para o Brasil… Vejam as aposentadorias do cidadão normal e trabalhador e compare com… Você sabe!

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