AD 76 MedCat–por Edson Olimpio

 

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Sono deficiente nos idos e aterosclerose cerebral – fonte Univadis – Noticias da Medicina–2016 Janeiro

 

Sono deficiente nos idosos associado a aterosclerose no cérebro

Maior fragmentação do sono aumenta em 27 por cento o risco de dano aos vasos sanguíneos.

Pode haver uma associação entre a baixa qualidade do sono nos idosos e a aterosclerose no cérebro. Isso foi indicado em um estudo canadense publicado na revista “Stroke”. Quanto mais frequente a interrupção do sono, maior o risco de dano aos vasos sanguíneos, diz o estudo.

Cientistas da Universidade de Toronto realizaram autópsias no cérebro de 315 pessoas (média de idade 90 anos, 70 por cento mulheres) que fizeram parte de pelo menos uma semana inteira de monitoramento, dia e noite, dos ciclos de sono-vigília ao longo da vida. Assim, foram avaliados o relógio circadiano e qualidade do sono. Entre os pacientes, 29 por cento tiveram acidente vascular cerebral e 61 por cento dano moderado a grave nos vasos sanguíneos do cérebro.

Achados mostraram que uma maior fragmentação do sono levava a um aumento de 27 por cento na gravidade da aterosclerose cerebral. Cada duas situações de despertar por hora aumentava em 30 por cento a probabilidade de sinais visíveis de falta de oxigenação no cérebro. Fatores de risco cardiovascular como IMC, tabagismo, diabetes, hipertensão ou outras doenças não causaram impacto.

“Porém, há diversos modos de visualizar esses achados: a fragmentação do sono pode comprometer a circulação do sangue para o cérebro, a má circulação do sangue para o cérebro pode causar fragmentação do sono, ou ambas podem ter como causa algum outro fator de risco subjacente”, explicou o autor do estudo Andrew Lim.

A observação de danos ao cérebro é importante porque não apenas contribui para maior risco de acidente vascular cerebral, como também para um comprometimento cognitivo e motor progressivo e crônico, destacaram os pesquisadores

Era uma vez… – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 19 Janeiro 2016

 

2016 – 01 – 19 Janeiro – Era uma vez – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Era uma vez…

 

D

iz a sabedoria popular que “recordar é viver novamente”. Para o bem e para o mal. Para a alegria e para a dor. Há a necessidade de transformar a dor de vivências passadas em ensinamentos evolutivos – aprender com a dor! O tempo é uma morfina poderosa e quantas dores físicas tornam-se alegrias esplêndidas? Usamos na linguagem coloquial, do dia a dia, do jogar a conversa fora, do bater papo e do gastar o português a expressão “é um parto” ou “é uma dor de parto”. A simbologia do parto como dor e sofrimento embala os inconscientes como algo que… somente uma mulher para aguentar! Quantas me diziam nos plantões varando as madrugadas no ancestral Hospital de Caridade de Viamão: – Com esse eu fechei a fábrica! Chegou pra mim! No entanto, lá estava ela novamente comigo em um novo plantão e o choro magnífico em sua vitalidade e beleza de um novo ser para o universo.

 

Crônicas & Agudas

 

Tenho três primos de nome Sílvio. Tem o Sílvio Boca, o Sílvio Tibirro ou Negrinho e o saudoso Sílvio Penico, precocemente falecido. É uma redundância afetiva, pois sempre será cedo demais alguém que amamos sair de nosso convívio. Essa semana um argentino esqueceu a mulher num posto de gasolina na estrada de Uruguaiana. Somente deu pela falta após uns 100 km rodados, com a polícia no seu encalço. Não me perguntem “onde fica o Alegrete” para saber o que deu na telha desse castelhano. Foi aí que lembrei do meu primo Sílvio Penico e uma de suas viagens para a praia no verão gaudério. A ERS (Estrada Ruim Sacanagem) 040 era um pouco pior do que agora com seu piso de terra e poeira de cuspir tijolos. Ficava-se costumeiramente ali onde hoje é a Padaria do Bianchi, chamava-se o ‘ponto de figueira’ da Petisqueira do Idalino negaceando uma carona. O ônibus Palmares era caro e… muito caro. A viagem durava umas 4 horas se a viatura aguentasse. Então o Penico e outro colega sudorento conseguiram carona numa chimbica (N.do C.: denominação genérica de camionete pré-sucata; fumbica, etc.) de um vendedor de bolachas e sua esposa inquieta e conversadeira. Idosos. O velho grudou o pé no assoalho e a camioneta pulava e saracoteava na buraqueira. Os dois rolando entre os sacos de bolachas. A velha querendo todo assunto e o velho já azedo com a mulher. Eis que ela começou a perguntar: – Que bicho é aquele marido?Garça, respondeu pelo rabo do olho. Depois da terceira “garça”, qualquer pergunta da mulher ele respondia de soco; – Garça! E assim foi essa balada até descerem na rodoviária do Calixto Allem, em Pinhal Beach. A interpretação teatral do Penico era algo que desbancaria o Cuoco na Globo. Ria-se de chorar!

 

Cr & Ag

 

Era um tempo em que se piscava o olho para ensaiar um namoro. E geralmente da piscadela d’ olhos ao contingenciamento (fui fundo nessa!) matrimonial era uma estrada longa. Muito longa! Uma viagem. O interlúdio dos lençóis exigia “até que a morte os separe”. Alegrias e dores. Dificuldades e realizações. Era uma época em que as mães sabiam quem eram os pais de seus filhos sem o teste de DNA e que droga era uma chimbica velha numa estrada poeirenta e sacolejante, mas com final feliz. E a Dilma era uma moça educadíssima, colega de minha irmã Shirley, e irmã do Delmar Fim-Fim.

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Estudo de Novos logos da AD 76 MedCat! Amigos para Sempre.

 

Em 1976-77 recuperei uma imagem da caveira do Pensador de Rodan que a equipe de estudantes da AD 76 (Associação de Doutorandos de 1976 da Fundação Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre) usou como escudo ou bandeira nas saudosas Gincanas Ipiranga. Adaptei com o uso de dentes para a Caveira sentar e usamos, eu e a Cledi, como logo de nossos receituários e papéis por muito tempo.

Resgatei a Caveirinha para usar como símbolo da AD 76, evoluímos como nome e agora com sobrenome: MedCat (Medicina da Católica) Continuamos evoluindo com a legenda Amigos para Sempre inspirados na música tema (Sarah Brighton e Jose Carreras) da Olímpiada da Espanha.

Somos das raras turmas médicas com identificação plena: nome, sobrenome, legenda e gravada no aço em placa comemorativa afixada na nossa faculdade – hoje Universidade da Saúde de Porto Alegre e música símbolo. 2016 serão 40 anos de graduação médica e 46 anos de Medicina em nossas vidas.

O design gráfico continuou ou evoluiu da arte de lápis e pincel com a instrutoria inicial e o encantamento do grande amigo Gilson Silva e sua magnífica arte e extrema boa vontade. Autodidata e curioso, mas persistente vamos tentando demonstrar nosso amor com a turma e com os amigos também assim. – Tainha Jordans.

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Cid Sérgio Guedes com Crônicas & Agudas–O Livro!

 

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A Hora e a História–de Demétrio Magnoli

 

A gravíssima situação econômica e moral do Brasil está nas colunas do doutor Magnoli em suas colunas jornalísticas. Leia!

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2016 - 40 Anos

Da crônica ao romance – de Ivani Rezende – Sugestão de Leitura

 

Sugestão de leitura para os iniciante e iniciados na prosa literária pela professora Ivani Rezende.

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Livros! – presentes de coração! – por Edson Olimpio Oliveira–10 Janeiro 2016

 

Mantendo a tradição de presentear amigos com livros, Vozes do Pertenon Literário VII será presenteado aos amigos e amigas que nos enviarem carta de próprio punho (preferencial) ou por e-mail (edsolimpio@hotmail.com) com dados pessoais e “por que eu quero o livro”. Os primeiros selecionados receberão o livro em seus endereços ou diretamente no consultório com ‘dedicatória e fotografia’. Quanto custa? Gratuito e com a alegria de abraço de amigo sincero!

Além de vários autores, eu apresento: “Digavar e sempre”; O poder da culpa; Mulher ou… e O Arigó e as Guampas – a Batalha da Faxina.

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Os Arigós e o Verão! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 12 Janeiro 2016.

 

Mantendo a tradição de embalar as férias e o verão com bom humor e pitadas de ironia, continuamos a saga da família Arigó. Busque no site: O Arigó e as Guampas e a Família Arigó.

2016 – 01 – 12 Janeiro – Os Arigós e o Verão – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Os Arigós e o Verão!

Saga Arigó: O Arigó e as Guampas e a Família Arigó – Vide Site

 

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s heroicos leitores dessa impávida coluna (seria uma falange romana ou uma guerrilha farrapa do Pinto Bandeira?) sentem saudades dos interinos que aqui se locupletam na doce arte de misturar palavras e muitas vezes não sair nada entendível. Os amigos Arigós estão nessa ordem, sempre por cima da carne seca. Os Arigós nunca serão “eles” ou “os outros” do Lula-Brahma. São os próprios! Lisos como muçuns ensaboados. Ladinos de dar nó em pingo d’ água. O cacique-mor dos arigós continua escapando do doutor Moro. E arigó “apreceia” muito o jornalismo, alguns são favoráveis dissimulados ao “controle social da mídia”, mistura de safadeza ideológica com censura. Há representante em Brasília – o Arigó Emissário Cloacal. Pois alguns desses amigos continuarão alimentando a voracidade dos nossos e-leitores no verão gaudério.

 

Cr & Ag – Arigó da Faxina

 

“Olá Edinho Cabeleira! Aqui é o Arigó da Faxina diretamente da maior praia de pelados do hemisfério sul, via WhatsApp. Estou escalando um Everest de lixo acumulado desde a entrada de ano (não confundir com ânus) do prefeito para entrevistar a mais bela veranista dessa orla aquática. Ela faz um selfie com o salva-vidas. Liçenca. Licença, orra! Sou da imprensa meu. Desafoga. Outro  salva vidas salva um coroa se afogando no chocolatão e a velha surtou e tá dando uma beribéri. Tudo bem. Estão rebocando o barrigudo pra cima da pilha de cascas de melancias. Olá lindeza, your name? – Caraca meu, tu é argentino? Sou ligadona em castelhano. Teu nome gatinha? – Dieneffer com dois efes, um ‘f’ de fantástica e outro de… faceira, sabe né sou quentérrima nas areias. Curtindo um sol maneiro aí mina? – Pô cara tu é argentino mesmo, que sol? Chove pacas há mais de duas ‘seismanas’, to até entendendo língua de sapo, hoje é que deu uma aliviada nesse caldo caindo no lombo das criaturas. Beleza conversar contigo. A faixa assim dependurada no pescoço não dá coceira? – Que coceira meu, sou de primeira, não como essas mocreias aí cheias de micoses e perebas. Beleza Di-e-ne-f-fer e aí quem essa anoa tatuada embaixo da tua bunda. Bah mina que anoa bombada! – Nãooo é anoa não, é o Viktor, com ka. É meu guarda costas, bunda e o resto. O Negão do Humaitá é o meu love e ele não dá refresco pro patrimônio dele. Conhece o perigo que me ronda – deslizando as munhecas cheias de anéis e pulseiras pelo corpito suntuoso. Ele é muito possessivo, mas chefe é assim, ninguém vai esgravatá no terreiro dele.” Nota do Editor: informam-nos que o Arigó deu entrada na UPA pela ambulância do Samu, pois num ato reflexo de intimidade, ousou na troca de beijinhos de despedida dar um amasso nos airbags da Dieneffer. Eis que o Viktor com Ka aplicou-lhe um rabo de arraia e golpes da arte marcial Wem Kieu Dou.

 

Crônicas & Agudas – Arigó da Tarumã

 

“Edinho, Edinho, alô, alô, alonso! Aqui é o Arigó da Tarumã em pleno protesto contra a despoluição do Lago. Eis que um povaréu encardido como fundilho de político e cansado de promessa como veterana encalhada sem macho, trocou de lado e impede que as caçambas da Prefeitura encostem às margens pantanosas do lago e o mosquital… O prefeito tentou discursar e negociar com a turma: – Povo da minha terra (queria encarnar o tio Brizola?)… Não avançou no papo furado como fundilho de funcionário do Sartori, pois recebeu uma chuva de dejetos que boiavam no lago e de cabeça e roupa emerdeada, saiu pela tangente como explicação da Fundação Lula. Sabe o vereador, cara bom barbaridade é um apaziguador nato assim como secretário da ONU veio manimenis assim: – Pô pessoal, vamo baixar a bola! Não prosseguiu. Manja o Zecão Boludo, aquele gringão da fruteira? Pegou o vereador pelos pezes e ameaçou jogar no meio do lago. A Brigada fugiu da raia por “falta de efetivo e viatura para deslocar”. Acusam superfaturamento e chamaram o japonês da Federal. Fui, mais eu vorto!rsrsrsrs”

Dizem as boas e afiadas línguas que “de médico, poeta e louco, cada um tem um pouco”…

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