Crônicas & Agudas – Professora Marli Gama – Fev 16

 

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Zika vírus na urina e saliva. Fonte Univadis. By www.edsonolimpio.com.br

Fiocruz detecta presença de zika vírus em amostras de urina e saliva

 

Entre as medidas sugeridas estão: evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como escovas de dente e copos, e lavar mãos com frequência.

Ministério recomenda cautela, prevenção e reforços nas medidas de higiene, que evitem o contágio

O Ministério da Saúde recomenda “cautela e prevenção”, além de reforços nas medidas de higiene, para evitar o contágio pelo zika vírus. Entre as medidas sugeridas estão: evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como escovas de dente e copos, e lavar mãos com frequência. Essas são recomendação após o anúncio da Fiocruz de que o vírus foi encontrado de “forma ativa” na urina e na saliva de dois pacientes, com sintomas compatíveis à infecção. "Serão necessários outros estudos para analisar, por exemplo, qual o tempo de sobrevivência do vírus zika e, após passar pelos sucos gástricos, se tem capacidade de infectar as pessoas", diz a pasta.

O tema foi explorado pelo presidente da Fiocruz, Paulo Gadela, em coletiva de imprensa. Segundo ele, a descoberta do instituto, ligado ao Ministério da Saúde, “não faz com que nós digamos às pessoas que elas não podem ir para o Carnaval”.

Os cientistas observaram que o material coletado nas amostras contém a presença do vírus zika e foi capas também de provocar danos em células em testes de laboratório. Isso comprova atividade viral, embora seja necessário realizar pesquisas aprofundadas agora, que comprovem se, necessariamente há infecção através de fluidos.

"O fato de haver um vírus ativo com capacidade de infecção na urina e na saliva não é uma comprovação ainda, nem significa que necessariamente o será, que há possibilidade de infecção de outas pessoas de maneira sistemica através desses fluidos", diz Gadelha

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Crônicas & Agudas – O Livro e seus Amigos e Amigas – Fev 2016

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Medicina para Todos – Sífilis – fonte Univadis. Fevereiro 2016

 

Sífilis: crescimento de mais de três vezes em seis anos

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Sífilis triplica o contágio em período de seis anos

Doença vem acometendo mães e bebês cada vez mais

A sífilis é uma doença silenciosa e perigosa, que vem se espalhando pelo país, preocupando médicos e autoridades. Eles tentam superar a escassez do antibiótico mais usado no tratamento. O relatório, que leva a assinatura do diretor do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, detalha o crescimento, desde 2008, no número dos casos de sífilis em gestantes e em recém-nascidos e prevê um aumento do problema em 2016. No documento, recomenda-se a aquisição urgente de penicilina cristalina, medicamento usado para tratar bebês que foram infectados no útero materno, em falta no Brasil.

De acordo com nota lançada pelo Ministério da Saúde, o número de grávidas infectadas pela sífilis não chegou a 10 mil, em 2008. Já em 2012, houve 21.382 mil ocorrências (7,4 casos para cada mil nascimentos). No ano seguinte, esse número foi registrado em 28.226 diagnósticos, ou 9,7 para cada mil nascidos. Já os casos da doença em bebês, em 2008, foram registrados pouco mais de cinco mil casos de sífilis em bebês com menos de 1 ano de idade. Em 2013, foram 13.704 mil, e, no ano seguinte, 16.266 mil ocorrências. Isso mostra crescimento de mais de três vezes, em seis anos. Em 2016, a previsão é que ocorram mais de 22 mil novos casos de sífilis congênita

Amigos de Pelo! parte 2 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 23 Fevereiro 2016.

 

2016 – 02 – 23 Fevereiro – Amigos de Pelo 2 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Amigos de Pelo! – Parte 2

 

E

 os animais que estão em sintonia com a pessoa, captam e  sensibilizam-se como e por ela. Numa família, o cão escolhe o seu dono e amigo. É ‘aquele’! Pode ser legal com todos, ou quase, mas elege ‘aquele’. Alerte-se que isso não é uma regra geral, principalmente numa era em que os cães e tantos animais estão sofrendo com a ganância das pessoas. O mercado mundial dos animais de estimação movimenta bilhões de dólares anualmente. Uma formidável indústria. Mentes macabras criam novas espécies ou degeneram as existentes pela consanguinidade e drogas, por exemplo. Imaginem a reprodução humana entre parentes de sangue. Multipliquem ao logaritmo e assistam aos cães e outros animais gerados pelo interesse econômico e alimentados pelo amor transitório do modismo. Os cães de rua e os cães de mendigo são os sobreviventes da selva urbana, da guerra sem fronteira de um crescimento populacional desenfreado, predador e destruidor.

 

Cr & Ag

 

A senhora enferma na crônica anterior levou o cão da família para seu quarto e… precisaram fechar a porta para que ele ficasse lá dentro. Grunhindo e riscando a porta com as unhas. Ali certamente não será um local para ela continuar dormindo. Talvez vivendo. Há artefatos humanos e pessoas com habilidades de melhorar esses ambientes. De nada adiantaria ela continuar acossada por psicotrópicos. Quantos vivem assim? Há pessoas que trazem consigo essa energia ruim para outras pessoas e para animais. Há pessoas que te visitam e as lâmpadas queimam, o passarinho adoece, algo acontece com o cão e vem mau humor ou tristeza na casa e nas pessoas. Inclusive parentes e ‘amigos’.

 

Cr & Ag

 

E os gatos? Em várias culturas, como a egípcia, o gato recebia uma conotação mística, espiritual para o bem e para o mal. A cor do pelo do gato deixava-o com as bruxas ou queimava com elas nas fogueiras da Inquisição. O tempo de companhia menor que os cães e sua natureza mais independente e notívago faz do gato ‘um amigo na dele’. Principalmente em época carnavalesca quando o seu couro vale o melhor tamborim. No entanto, o gato da casa, o gato da família, o gato de seu dono ou dona percebe os fluidos etéreos com seus sentidos aguçados. Menos esses gatos degenerados também e de enfeite. Eis que o animal acorda, suas orelhas se movimentam num radar, sua cauda agita-se, seu pelo eriça-se, seus olhos arregalam-se olhando e acompanhando movimentos que sequer sentimos. Muitos acreditam que o gato transita entre o mundo visível e o invisível sentindo as essências da espiritualidade e captando energias que o cão não se apercebe em seu sono tranquilo. O Criador nos fez com habilidades diferentes para que nos completássemos, sejamos humanos ou animais. Ou vegetais. Vegetais? Sim as plantas reagem ao local e às pessoas. E às energias. Daí espécies protetoras ou estabilizantes como arruda, espada de São Jorge e comigo-ninguém-pode. Os florais tão intensamente usados estão nessa linha maior dos vegetais e suas energias curativas. Inclusive os minerais – a homeopatia está consolidada como ciência.

 

Cr & Ag

 

A via curta será sempre a mais longa. Mas a via longa será sempre a mais gratificante e iluminada. Ousamos desdenhar do que não conhecemos, já queimamos os diferentes, tememos o desconhecido, oramos e amparamos falsas divindades e relegamos ao abandono quem realmente nos ama. Recebemos um amor absolutamente desinteressado e pouco nos apercebemos. A mídia mostrou um cãozinho que foi para a porta do plantão de um grande hospital quando sua dona enferma internou-se. E somente saiu do local ao voltar com a dona para casa. No Japão há um monumento ao cão que esperou pelo dono na estação do trem diariamente, até morrer, tendo seu amigo morrido bem antes. Raras famílias não possuem suas histórias reais, mesmo sem se aperceber.

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Cavalo e cão - Parque Gaúcho

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CAVALO JOEY – FILME CAVALO DE GUERRA

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O GATO PRETO E A FEITIÇARIA

Gato amigo

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Medicina para Todos – “O sinistro da saúde” por Francisco Balestrim – Fonte SnifDoctor.com.br – Fevereiro 2016

 

O sinistro da saúde

Francisco Balestrin

Desordem, agonia, desalento. Um estado de calamidade pode ativar as mais extremas e subversivas condições humanas. No Brasil, todas elas definem o quadro da assistência e a realidade de milhões de usuários do sistema. Esse é o sinistro da Saúde. O produto final da importância que as atuais lideranças políticas atribuem ao setor: ou seja, nenhuma. Há pelo menos duas décadas, os cargos públicos da área são utilizados como trampolim e malabarismo de interesses políticos, o que transforma a Saúde em um picadeiro de pessoas incapacitadas ou ideologicamente comprometidas. Só que não há graça alguma nesse espetáculo de mau gosto.

Vivemos os efeitos de anos de banalidades, decisões equivocadas e discursos esquecidos imediatamente após a conquista de uma eleição. E, como não existe uma política nacional de Saúde, tampouco a sustentabilidade de medidas implementadas com êxito em administrações passadas, instala-se o retrato do absurdo. Uns chamam também de visão do inferno: vemos, por exemplo, a epidemia de doenças infectocontagiosas, que há muito tempo deveriam estar controladas, e o deplorável estado da saúde pública do Rio de Janeiro, provocado pelo desequilíbrio das finanças do estado e a má gestão dos recursos.

Não é apenas por ter o segundo maior orçamento da União que a Saúde se tornou uma vitrine para gente sem propósitos. Trata-se também de poder, influência e alcance. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), um dos braços do Ministério da Saúde, regulamenta os cuidados a 50 milhões de cidadãos, enquanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), outro alicerce do Ministério, controla tudo o que nos trata, veste, alimenta e sustenta. Isso significa que todo brasileiro, em algum momento da vida, terá contato e será impactado pelo que é feito lá em cima.

Em um momento de dificuldade tão grande como este, em que o desemprego se alastra por todo o País, a qualidade da assistência deveria estar no centro das políticas protetoras da população. No entanto, da perspectiva daqueles que se apressam e se corrompem para proteger a si mesmos, a saúde, apesar de vital, não lhes serve nem ao menos como ferramenta para manutenção do poder.

Hoje, a política adotada em nosso país é a do pão e circo, a mesma utilizada pelos antigos romanos para tapar os olhos da população em relação às mazelas e à pobreza a que eram submetidos. O fato é que a sociedade brasileira ainda não aprendeu a enxergar saúde como um bem coletivo. Quem sofre somos você, eu e, no máximo, as pessoas que se importam conosco. Do mesmo jeito, o investimento na área retorna individualmente, em forma de qualidade de vida, dignidade e capacidade produtiva exclusivas de cada indivíduo.

Contraditório, não? E, de nossas contradições, se alimentam as lideranças políticas.

Em um comentário recente para a rádio CBN, o jornalista Kennedy Allencar, ao opinar sobre os desastrosos rumos do Ministério da Saúde e do controle das epidemias da dengue e do zika vírus, disse: “Essas doenças são assuntos sérios demais para fingir que dá para ir empurrando esse problema com a barriga”. Não dá para empurrar um sinistro da Saúde com a barriga.

(O Ministério da Saúde adverte: não confunda ministro com sinistro da saúde).

Francisco Balestrin é Presidente do Conselho de Administração da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados) e Presidente eleito da Associação Mundial de Hospitais (IHF).

Crônicas & Agudas – O Livro!

 

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Jornal Virtual Médicos Escritores por LAF Soares, número 739–Palmeira, Paraná, e Viamão. Leia! Uma história que muitos viamonenses desconhecem.

 

 

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Edição 739

Porto Alegre – RS, 21 fevereiro 2016

O tempo passa deixando saudade e nossa

caminhada vai escrevendo nossa

história

Apoio Cultural Permanente – Sobrames do Rio Grande do Sul

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Leia nesta edição:

 

                                                Sumário edição 739/fevereiro

Noticia de última hora

PARTE PARA O MUNDO MAIOR

UMBERTO ECO, DE “O NOME DA ROSA

        Um diploma e uma medalha símbolos da

grandeza de sentimentos

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PALMEIRA

Histórias Jornalísticas do Tempo de Moço

Edições do Jornal “O CRUZEIRO”

Gratidão de sublimes amigos

Viajando com o Livro:

SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO

Dr. José Antonio Grings

 

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Noticia de última hora

PARTE PARA O MUNDO MAIOR

UMBERTO ECO, DE “O NOME DA ROSA”

 

 

            Familiares do Escritor Filósofo e semiólogo de 84 anos informou que o falecimento ocorrera sem sua residência, em Milão, Itália.

   Professor Umberto Eco falecera dia 19 de fevereiro por volta das 20,30 horas.

clip_image005 Nascido em Alexandria, Itália, em 1932, Eco foi um nome muito conhecido através de seus estudos de comunicação e semiótica, escreveu vários clássicos sobre o gênero.

 No final de 1963 lançou-se como romancista tendo como base a obra: Diário Mínimo. Tratava-se de uma coleção de textos sobre a conduta da imprensa.

    Em 1980 lançou-se como romancista tornou-se conhecido como o fabuloso livro: O NOME DA ROSA. Obra que se tornou o maior Best-seller histórico   de todos as gerações.

clip_image007      Na sequência de sua carreira literária luminosa vieram outros romances como> O Pêndulo de Fouccault em 1988. Depois A Ilha do Dia Anterior e mais uma  imensa fonte de grandes sucessos.

Seu livro mais recente é NUERO ZER0 EM 2015. Nas páginas do qual demonstra toda sua experiência como jornalista.

Deverá chegar ao Brasil apressadamente no próximo vôo partindo da Itália.

   A Sociedade Brasileira de Médicos Escritores e de História da Medicina, lamentam  tão grande espaço vazio para a literatura e a cultura do mundo globalizado, que hoje embala todos os sentimentos de todos os admiradores e amantes das letras.

O Mundo está de luto.  Laf.

 

 

 

        Um diploma e uma medalha –  símbolos

 da grandeza de sentimentos

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PALMEIRA

 

 

          Com imenso orgulho recordamos quando nossas íntimas ligações afetivas, históricas, culturais, literárias e de ternura tiveram início com a soberba cidade de Palmeira, com seu povo, com o carinho de suas ruas e avenidas – Emblemas da história do Paraná – com o emoldurado arquitetônico de sua igreja matriz e mais profundamente com o Instituto Histórico e Geográfico de Palmeira tangendo o coração e os amáveis sentimentos de seus habitantes especiais, leais, nobres que forjam a estrutura falante, o cerne da comunicação e atuam como perfume contagiante e provocante.

clip_image010       É verdade… pouco antes do ano de 2000 começamos a ouvir falar e a ter contato com sublimes personalidades da terra do Visconde de Guarapuava e toda a genealogia.

       Passaram-se os anos até que surgiu o primeiro contato frente a frente. Em 2002 conhecemos essa bela terra e travamos amável contato com a estimada amiga Vera Lúcia.

       Depois desse primeiro encontro nunca mais limitamos os meios de comunicação e a cada novo reencontro, mais se fortaleceram o senso de amizade e bondade. Dessa amizade cultural surgiram grandes pesquisas em comunhão com a sociedade Brasileira de Médicos Escritores e o Instituto Histórico e Geográfico, tendo como reduto de apoio e proteção o MUSEU HISTÓRICO DE PALMEIRA.

        Nasceram projetos em conjunto. Verteram livros de pleno acordo todos relacionados à sublime história de suas inesquecíveis personalidades.

        Percorrendo esse trilho de jornada, através da professora Vera Lúcia nos encontramos com outra dedicada, abnegada e atuante pesquisadora a Sra. Neusa Maria W. Sklasky que passou a ocupar pelo seu conhecimento, pela sua expressiva capacidade de pesquisar, remexendo jornais e livros amarelados pela tempestade do tempo. Hoje estamos conduzindo três obras em comum acordo com essa pesquisadora.

      Agora em pleno alvorecer de 2016 fomos surpreendidos pelas comendas que acabamos de ser agraciados.

Através da ternura, da sublime amizade da Professora Vera – Ocupante de vários clip_image012cargos e encargos importantes em sua terra natal – PALMEIRA fomos homenageados com o diploma:

HONORÍFICA ORDEM DA FREGUESIA NOVA

CRUZ NO GRAU DE OFICIAL com Medalha

 

     Para agradecer a manifestação de carinho e amizades dessas almas queridas e desses corações felizes e tingidos de afeto e humildade, só mesmo voltando à nobre Cidade de Palmeira que há muito mora em nosso coração e envolvê-las em ternuroso abraço.

       Nota: Na época fomos convidado para receber essas comendas, mas não pudemos estar presente.

   Amigos e amigadas de sempre e para sempre de joelho genuflexo agradeço tão imerecida, mas eloquente homenagem.

Aquele amigo de sempre para sempre. Laf.

 

 

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Perfil do Município

Histórico

 

No início do século XVIII, começam a ser distribuídas as cartas de sesmarias para portugueses e luso-brasileiros de Paranaguá, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As primeiras terras palmeirenses pertenceram a João Rodrigues de França.

A presença dos portugueses, aqui como colonizadores:

‘Primeiros europeus a se instalar nesta região do Novo Mundo’, foram bandeirantes, fazendeiros, tropeiros e comerciantes, trouxeram a língua e a fé cristã. Enfrentaram inúmeras dificuldades para criar estruturas básicas para a vida civilizada: primeiras habitações, igrejas, escolas. Abriram estradas; são o tronco da família palmeirense’. – (Marcus V. M. Machado – Ocupação e povoamento dos clip_image015Campos Gerais – 1999).

Do antigo caminho de Viamão, que vinha do Rio Grande do Sul em demanda à grande feira de Sorocaba – (SP) no trajeto do Campos Gerais, circuito dos índios Kaigangues, surgiu um pouso de tropeiros que ali aproveitavam as imensas pastagens para descanso e engorda do gado: Nasce a Vila da Palmeira. (N.Cronista: meu grifo)

Quem hoje caminha por Palmeira ainda pode sentir, mesmo tão distantes daqueles dias, um certo tom de bucolismo e nostalgia daquele tempo em que as imensas tropas de muares, bovinos e eqüinos eram levados para a feira paulista, destinados e distribuídos a abastecer o ciclo do Ouro nas Minas Gerais.

A cidade histórica de Palmeira, ainda conserva em muitos d seus prédios e residências e nas igrejas, os traços indeléveis do ciclo histórico e econômico como o tropeirismo.

As condições desfavoráveis da Freguesia de Tamanduá levaram o Vigário Antônio Duarte dos Passos a estabelecer uma nova Igreja onde hoje se encontra edificada a Igreja Matriz, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Palmeira, cujas terras foram doadas pelo Tenente Manuel José de Araújo, por vontade de sua mulher Dona Ana Maria da Conceição de Sá, por ato de 07 de abril de 1819 (data de aniversário do Município).

A população foi se transferindo para o povoado, nas cercanias do novo templo. A corrente de povoamento se avolumou a partir de 1878 com a chegada dos imigrantes russo-alemães, poloneses, italianos, ucranianos, árabes e mais recentemente os sírio-libaneses, japoneses e alemães menonitas entre outros povos.

Ainda hoje as centenárias fazendas como a Conceição, Palmeira, Padre Inácio, Alegrete, são testemunhas de uma época de muito fausto e riqueza.

A fé de seu povo é registrada em edificações como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, as Capelas de Nossa Senhora das Neves e do Senhor Bom Jesus do Monte, na localidade de Vieiras, onde o imigrante português Bento Luiz da Costa, erigiu um conjunto de 14 pequenas capelas para pagar as graças recebidas, com suas capelinhas de pedra em formato de cruz.clip_image016

Também foi em Palmeira o palco da única experiência anarquista na América Latina, a Colônia Cecília, na localidade de Santa Bárbara, pelos idos de 1890/94, liderados pelo Filósofo e Agrônomo Italiano, Giovanni Rossi, que aqui tentou implantar uma colônia anarquista, baseada nos ideais de liberdade.

Quase 200 anos já se passaram do seu surgimento, e Palmeira não se tornou uma cidade velha. Nas suas ruas, praças e recantos nos defrontamos com a história de um povo que tem suas raízes na imigração européia e tantos outros povos, mantendo seus costumes e tradições, formando assim um mosaico étnico, tal qual nosso Paraná.

Palmeira mesmo com as marcas do progresso, continua acolhedora e para muitos ‘Um recanto de felicidade’, pois ‘Os homens fazem sua própria história. Mas não a fazem sob circunstâncias de suas escolhas e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado’ (Karl Marx). Desta forma as gerações futuras terão sua identidade cultural assegurada e, conforme o dizer do Historiador Marcus Vinícius Molinari Machado – ‘Pelo passado presente nos reconhecemos coletivamente como semelhantes; nos identificamos como elementos restantes do nosso grupo e nos diferenciamos dos demais’. Assim os palmeirenses se propõem em fazer juntos, de Palmeira, uma terra acolhedora, capazes de gerar a disciplina, a riqueza e a prosperidade, vivendo e convivendo sempre com uma era de paz, de amor e de alegria, como um altar vivo e florido nos corações, conforme a reflexão do hino. E:

‘Se quisermos repensar a cidade, reconhecendo a sua importância cultural e econômica, advinda da convergência humana, é para o futuro que devemos olhar; a crença em um futuro sustentável que deve orientar a busca por uma melhor compreensão dos centros urbanos e das formas de construir e de reconstruí-los. Nessa perspectiva, o passado é apenas um espetáculo à parte’ (Brian Goodey).

Porém cuidar e tratar da memória com consciência é compor com historicidade a razão e a existência de um povo, que não deixará sequer uma lacuna de sua história, pois o zelo dispensado a todas as coisas foi feito com primor. Tenhamos certeza, que tudo isto valerá a pena. Assim é certo dizer: ‘Avalia-se a história e a cultura de um povo, pelo zelo dado aos seus pertences‘.

Palmeira hoje alicerçada na atividade agropecuária presencia nas últimas décadas do século XX o desaparecimento da atividade madeireira, para o aparecimento das propriedades que se desenvolvem em regime da economia familiar, prestação de serviços, agroindústria, cultivo de soja, milho, batata, fumo em grandes escalas, motivava pela eminência de novas e tantas oportunidades; por seu clima Histórico e Cultural, Rural e Natural, Étnico e Religioso, Palmeira ‘A Cidade Clima do Brasil é um lugar ímpar no mundo, conta com mais de 32 mil munícipes, trabalhando para o progresso desta terra onde os visitantes podem desfrutar de um clima ameno, belezas naturais, a tranquilidade e a hospitalidade de sua gente.

 

Artigo escrito por: Vera Lúcia de Oliveira Mayer

Coordenadora do Museu Histórico

Membro Efetivo do IHG

 

 

 

 

Histórias Jornalísticas do Tempo de Moço

Edições do Jornal “O CRUZEIRO”

 

 

              O jovem Eurico Branco Ribeiro desenvolvera suas pretensões jornalísticas muito cedo.

clip_image018   Em torno dos dez anos dera início a edição manuscrita de jornais que redigia na Fazenda Trindade, na cidade de Guarapuava, Paraná. A série de edições tivera nomes diferentes. Não costumava preparar muitas edições com o mesmo nome. Foram várias as denominações.

        O senso e o espírito de jornalista muito cedo se manifestaram no menino, no moço, no colegial e no ginasiano.  Desde muito tempo o jovem tivera pendores para editar um jornal. As suas edições tinham notícias, informações, pequenas histórias. O formato mais tradicional tinha quatro páginas em formato de página de livro.

     Além de redator era ao mesmo tempo o ilustrador de temas apresentados. Utilizava-se de caneta tinteiro com tinta azul e vermelha. clip_image020Era o criador dos cabeçalhos e das manchetes.

        Nossos mais de 10 anos de pesquisas já conseguimos reunir originais e cópias Xerox de alguns exemplares.

       Hoje vamos focalizar às últimas edições que encontramos. Trata-se da coleção, cujo jornal tinha a designação de “O CRUZEIRO”.

       Não sabemos quantas edições ou tiragem tivera essa coleção, até o momento localizamos três edições: 1, 3 e 4. Nessa série faltou o número dois.

       Cada edição tinha quatro páginas, tamanho folha de livro tradicional.

   Característica das capas: Título em letra maiúscula em tinta vermelha. Cada página dividida em quatro colunas separadas por linhas clip_image022horizontais e algumas com linhas verticais separando os assuntos.

    O cabeçalho ou logomarca eram todas semelhantes, continham o Anno, São Paulo, a data da edição e a ordem da edição.

  Sabemos que as primeiras edições foram escritas sob o bucólico espaço da Fazenda em Guarapuava, mas as edições que estamos focalizando foram preparadas e editadas em São Paulo frequentando o Curso Ginasial. Estava com 15 anos de idade. Residia na casa de sua tia Anita casada com Paulo Ayres, irmã de seu pai Arlindo.

    As três edições têm 12 páginas.

 

Legenda: Retiramos  a cor amarelada da página para facilitar a leitura e melhora visualizar o conjunto da edição.

 

                              Gratidão de sublimes amigos

 

Prezado Dr. Luiz Alberto Soares
       Nos sentimos agraciados pelo elogio que nos foi feito, principalmente por ter enaltecido a nossa Biblioteca Pública do Paraná, na edição 738 do jornal da SOBRAMES.
Para nós, é uma satisfação saber da importância da nossa contribuição durante estes anos, com informações relevantes às suas pesquisas, afinal esta é a nossa principal missão, disponibilizar conhecimento registrado no patrimônio bibliográfico paranaense a todos, cujo interesse é preservar e disseminar a identidade cultural do Estado.
Na oportunidade,  ressaltamos a grafia correta de nosso nomes:

  • Josefina Palazzo Ayres
  • Canísio Miguel Morch

Com relação à sua pergunta, até o momento não temos informações sobre os familiares de Pedro Ribeiro Macedo.
Sugerimos que na sua próxima vinda à Curitiba, faça uma pesquisa nos jornais da época do falecimento de Pedro Macedo, no acervo desta Divisão.
Cordialmente,

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Josefina Palazzo Ayres

Bibliotecária – Chefe da

Divisão de Documentação Paranaense

Biblioteca Pública do Paraná

(41) 3221-4965
bpparana@bpp.pr.gov.br

http://www.bpp.pr.gov.br.br

Rua Cândido Lopes, 133. Centro.

CEP 80.020-901 – Curitiba-PR

 

Viajando com o Livro:

SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO

Dr. José Antonio Grings

 

          O estimado médico cardiologista e escritor, atuando na cidade de Alegrete, Rio Grande do Sul – Dr. José Antonio Grings lançou a obra intitulada clip_image027SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO, em 2011. À época tivemos o prazer de recebê-la e comentá-la com muito orgulho e satisfação.

          Agora estamos envolvidos novamente com a importante obra, pois, o estimado amigo teve a gentileza de nos enviar uma caixa com vários volumes, através de sua querida filha que nos visitou sobraçando o pacote.

          Neste momento estamos viajando pelo Brasil juntamente com cada exemplar que remetemos aos presidentes de cada Regional da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.

         Entendemos como sendo um amável e rico presente que conduz em seu bojo, a seiva pura da sagrada literatura médica que brotara nos confins da fronteira dos pampas sulinos.

        Almejo que a obra seja recebida com carinho e alegria da mesma forma que a remetemos.

 

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Padecer do coração

 

Apesar de tudo não quero indulto.

Prefiro viver retido… Submisso

Sabendo que tenho grande compromisso

Do que viver sozinho em tumulto.

 

Prefiro as carícias do teu insulto

Que me prender com esse feitiço,

Do que ser indiferente com todo viço

E não ter proteção do teu belo vulto.

 

Podem até me chamar de masoquista

Diante da decisão por mim adotada.

Só não desejo é perder-te de vista.

 

Talvez, eu não tenha explicação!

Mas é melhor seguires tua estrada

Do que vir padecer do coração.

21/03/99

 

Retrato

 

Vejo no retrato. Figura retratada.

Uma imagem real que o tempo gravou.

Que tu não passavas de ingênua fada

Alegre… feliz… que o tempo conservou.

 

Revejo-te ao natural, modificada,

Hoje depois que muito já se passou.

Que és a mesma, apenas redesenhada

E conservas o jeito de quem sempre amou.

 

Foi com orgulho que olhei teu retrato.

Entendi que juntos nós envelhecemos

E que nossa existência correu de fato.

 

Pisamos espinhos… Fizemos histórias.

Caminhamos unidos e flores colhemos,

Consagrando as nossas boas vitórias.

21/03/99

 

 

Imagem Escolhido

 

 

Sob o silêncio da tapera

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Tapera – velho reduto assombrado

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Velhos galhos irmanados

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Fotos de Laf.

 

Sob à sombra silenciosa das taperas

habitam almas penadas. Laf.

 

F  i m

 

 

 

Amigos de Pelo 1! Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião – 16 Fevereiro 2016

 

2016 – 02 – 16 Fevereiro – Amigos de pelo 1 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Amigos de Pelo! – Parte 1

 

O

 cão está ao lado do ser humano há algumas dezenas de milhares de anos pelos caminhos e descaminhos do planeta. Observem um mendigo. Na sua pior solidão e abandono, quando parece que nem fagulhas de vida se interessam por ele, ali está um cão ao seu lado. Protegendo-o. Aquecendo-o física e espiritualmente. Você terá várias histórias cativantes que envolvem cães e pessoas. Outro dia no consultório uma paciente e sua filha falavam de como a mãe sentia-se mal, principalmente à noite. Piorava de suas queixas. Um desconforto doloroso e crescente. Até dormia melhor no sofá da sala. Eis que teve noite tão ruim que recorreu ao plantão local do SUS. Nem tudo que parece é real. A Medicina convencional faz diagnóstico rápido e tratamento mais rápido ainda, como numa linha de montagem que para esse governo dilmuviano médico e paciente nem precisam se entender conversando. A relação médico-paciente é o alicerce da Medicina real, que muitos médicos ainda ousam exercer no seu incomparável ofício. Sentia-se facilmente algo a mais que transtornava a senhora e sua família. Algo na casa? Algo no quarto dela?

 

Crônicas & Agudas – Cr & Ag

 

A simplificação leva ao tratamento incorreto ou meramente paliativo (por algum tempo) ou ao excesso da mistificação. A ignorância parece levar mais a Deus, no entanto, conduz muito mais à perdição. O acreditar no Sobrenatural de Almeida é da humanidade e muitos melhoram recebendo passes ou alguma suplementação espiritual. Ou recebendo energias externas para estabilizar as energias internas e no habitat. Os antigos construíam suas casas e cabanas nos locais em que os cavalos dormiam tranquilos e que ali pastavam e brincavam. É da tradição dos cavaleiros respeitarem o cavalo quando se renega a passar por certos locais ou deixarem o freio livre para que ele o conduza por locais adversos ou estando perdido. Por que? Não basta ser qualquer cavalo, deve ser o cavalo daquele cavaleiro. Sintonia. Harmonia de frequências. Quantos cavaleiros já escaparam de animais predadores e de tocaias assassinas?

 

Cr & Ag

 

Um homem que não respeita seu cavalo é um homem que não deve montar e sim ser montado. Então lá o homem antigo construía sua morada e para sua família. Mas ali também está o cão. E mais que o cavalo, o cão dorme ao lado do homem e de sua família. Come à sua mesa. Está sempre vigilante eriçando o pelo do lombo, apurando sua orelha, umedecendo seu focinho, cerrando seus caninos e rosnando em advertência. O homem antigo deixava o cão escolher o lugar para dormir no quadrilátero do que seria um lar e uma derradeira fortaleza. O lugar onde o cão dormia em paz ali seria seu quarto. E no quarto instalado se o cão gostasse de ficar ao lado ou sob a cama, tudo estaria bem. O contrário seria verdadeiro. Essa missão jamais se esgotava e se em algum tempo o homem ou o cavalo rejeitasse ou até adoecesse ali, o homem antigo abandonaria essa morada. Podemos conjeturar influências e interferências espirituais e estaremos adentrando o misticismo. Real e falso. Eis que a ciência descobriu energias, correntes de força invisível nos ambientes, sejam de depósitos minerais os mais diversos ou de correntes de água subterrânea. Genericamente como energias telúricas.

 

Cr & Ag

 

O que é bom pros rins pode ser ruim aos bofes”, diz a sabedoria popular. O que é ruim para uns pode não ser para outros. Veja certas músicas que acalmam e harmonizam perante outras que irritam, deprimem e trazem sentimentos dolorosos. Certas vezes nem te apercebes daquilo que escutas, mas a energia sonora está te cutucando para o bem e para o mal.

 

O tema estará na próxima coluna. Acompanha-me e viva melhor!

Imagens que falam por si!

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cão e garoto em coma

Menino em coma e seu cão nunca o abandona.

cão e o mendigo

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Cavalo - EQUINOTERAPIA 2

Equinoterapia – o amor que abre portas!

Câncer de Mama e as Fibras. Fonte Univadis. Janeiro 2016. Medicina para Todos. www.edsonolimpio.com.br

 

Alta ingestão de fibras na adolescência pode proteger contra o câncer de mama.

 

Estudo dos EUA mostra clara associação entre dieta na puberdade ou início da idade adulta e o risco de tumores.

A dieta consumida no início da idade adulta pode causar impacto no risco de câncer de mama. De acordo com um estudo dos EUA publicado na revista “Pediatrics”, a ingestão maior de fibras alimentares está associada a menor probabilidade de tumores de mama. Isso se aplica a todas as fibras encontradas nas frutas e nos vegetais.

O estudo, realizado pela Universidade de Harvard (em Cambridge, Massachusetts) incluiu 90.534 participantes do Nurses’ Health Study II. Em 1991, as mulheres (de 27 a 44 anos de idade) deram informações sobre sua dieta e atualizaram as informações a cada quatro anos. Além disso, elas também responderam a um questionário quanto ao comportamento alimentar na escola secundária. O consumo de fibras foi depois ajustado quanto a diversos fatores de influência e vinculado à ocorrência de carcinoma de mama.

Achados mostraram que mulheres que consumiam uma dieta com mais fibras no início da idade adulta tinham um risco de 12 a 19 por cento menor de câncer de mama – dependendo da quantidade de fibras consumida. Uma grande ingestão de fibras durante a adolescência foi associada a uma probabilidade 16 por cento menor de câncer de mama no geral e um risco 24 por cento menor de câncer de mama pré-menopausa.

De modo geral, os pesquisadores descobriram que a redução do risco era dependente de dose: a cada dez gramas adicionais de fibras diariamente (duas fatias de pão integral e uma maçã) consumidas no início da idade adulta reduzia a probabilidade de câncer de mama em 13 por cento. As fibras encontradas nas frutas e vegetais parecem ser especialmente benéficas.

Os autores especulam se as fibras podem ajudar a regular os níveis de estrogênio. O tecido mamário é particularmente influenciado por fatores ambientais durante a infância e a adolescência, e a dieta também parece ter uma função determinante, disse o principal autor Walter Willett

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