Publico abaixo a edição 737 do Caro Amigo Exemplar, o Médico e Coronel do Exército Dr. Luiz Alberto Fernandes Soares, eterno Presidente da Sobrames – Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Pedimos desculpas por alguns defeitos gerados de copiar do original e inserir aqui. Somos eternamente agradecidos ao Dr. Soares pela sua permanente fidalguia e respeito com que sempre me tratou e a minha família. Agradeço-o também em meu livro Crônicas & Agudas.
Edição 737
Porto Alegre – RS, 04 fevereiro 2016
O tempo passa deixando saudade e nossa
caminhada vai escrevendo nossa
história
Apoio Cultural Permanente – Sobrames do Rio Grande do Sul
Leia nesta edição:
Sumário edição 737/fevereiro
Livro em lançamento
CRÔNICAS & AGUDAS
Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira
Momentos da história da literatura brasileira
Falecimento do Poeta Joaquim Osório Duque Estrada
Pesquisas e realizações editoriais
História da Família Martins Ribeiro
Poesia de Médico – Intimidade feliz
Três imagens fotográficas de Laf.
Livro em lançamento
CRÔNICAS & AGUDAS
Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira
Com imensa satisfação o Jornal Virtual dos Médicos Escritores recebeu exemplares da moderníssima edição do livro intitulado: CRONICAS & AGUDAS, de autoria do médico escritor Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira, gaúcho residente na cidade de Viamão, Rio Grande do Sul e conhecido médico cirurgião e popular escritor
com coluna permanente nos jornais da cidade.
Após algumas escaramuças nos últimos anos agora, com muita ternura chega às livrarias e as nossas mão tão importante obra.
A obra fora lançada em bela noite festiva em sua cidade com grade afluência de amigos e admiradores do nobre escritor. Carinhosamente fomos convidados com a feliz ternura reveste o querido amigo autor, mas por estarmos viajando não tivemos o prazer de ocupar espaço entre a seleta platéia que se fez presentes.
Agora com muita alegria, e felicidade, após manusearmos lendo as novas crônicas e relendo outras já conhecidas, temos a soberba ternura de comentar a obra composta d crônicas, a grande especialidade do distinto escritor.
Sem dúvida que ao longo das edições do JV, faremos comentários sobre outro viés. Uma primeira edição não será suficiente para levar aos médicos escritores do Brasil e exterior toda a grandeza do conteúdo.
Estrutura do conteúdo anatômico da obra
O livro tem o formato tradicional da mídia editorial. Dimensões 21×14. Miolo impresso em papel poli, amarelo cor de palha em gramatura 75. Texto em fonte 12, cor preta. Oferecendo excelente destaque sobre o papel escolhido.
O livro abriga 59 textos em estilo literário na semelhança de crônicas ocupando 248 páginas. A configuração estética e evidente tendo o editor o cuidado de começar sempre o novo texto em página par. Detalhes o nome do autor e da obra estão escritos, respectivamente nas paginas par e impar, em sentido vertical das páginas.
Maneira moderna e pouco usada pela mídia. Todos os títulos em caixa alta estão em negrito. A dimensão das crônicas convida a uma leitura seqüencial e ininterrupta de toda a obra.
Depois de começar é difícil de parar.
Ponto alto com grande relevância
As capas sempre se convertem em cartão de visita. Em Crônicas & Agudas não foge a regra. É belíssima em policromia tendo como base a cor vermelha com desenho moderno ilustrando a primeira capa e na segunda pequeno texto sobre fundo de cor laranja com o emblema da página que autor escreve no Jornal Opinião de Viamão que tem como caneta uma pena. Símbolo das escritas do pretérito. Está registrado no ISBN sob o código 978.85.366.4212-3.
Contexto das abas (orelhas)
Aba Esquerda tem a imagem fotográfica do autor acompanhada de fragmento de sua extensa e invejável vida literária e cultural.
Aba Direita continua o relato de sua sublime existência
A editora é SCORTECCI Editora – São Paulo
Nota: Na próxima edição comentários sobre a página de agradecimentos que se encontra na quinta da obra.
Momentos da história da
literatura brasileira
Autor da Letra do Hino Nacional brasileiro
Poeta JOAQUIM OSÓRIO DUQUE ESTRADA
Faleceu em 05 fevereiro de 1927
Joaquim Osório Duque-Estrada (1870-1927) nasceu em Pati do Alferes, então município de Vassouras, Rio de Janeiro, no dia 29 de abril de 1870. Filho do tenente-coronel Luís de Azeredo Coutinho Duque-Estrada e de Mariana Delfim Duque-Estrada. Era afilhado do general Osório o Marquês do Herval. Estudou as primeiras letras na cidade do Rio de Janeiro, nos colégios Almeida Martins, Aquino e Meneses Vieira. Matriculou-se em 1882 no Colégio Pedro II. ![]()
Em 1886, publicou o primeiro livro de versos, "Alvéolos". Começou a colaborar na imprensa, em 1887, escrevendo os primeiros ensaios como um dos auxiliares de José do Patrocínio na campanha da abolição. Em 1888, alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Jardim, entrando para o Centro Lopes Trovão e o Clube Tiradentes, onde foi o 2º secretário. Nesse mesmo ano, em dezembro, conclui o bacharelado em Letras.
Em 1989, foi para São Paulo, onde se matriculou na Faculdade de Direito. Nesse mesmo ano entra para a redação do Diário Mercantil. Abandonou o curso de Direito em 1891, para se dedicar à diplomacia, sendo nomeado o 2º secretário de legação no Paraguai, onde permaneceu por um ano. Regressou ao ![]()
Brasil, abandonando a carreira diplomática.
Entre os anos de 1893 e 1896, morou em Minas Gerais, onde escreveu "Eco de Cataguases". De volta ao Estado do Rio de Janeiro, trabalha como inspetor geral do ensino, bibliotecário e professor de francês, do Ginásio de Petrópolis. Em 1901, participa de um concurso para escolha da letra do Hino Nacional. Sua letra, julgada pelo Congresso, foi a vitoriosa mas, só foi oficializada no dia 6 de setembro de 1922. Em 1902, volta para a Capital do Império, onde é nomeado regente interino da cadeira de História Geral e do Brasil, no Colégio Pedro II.
Em 1902 publica o livro "Flora de Maio", com prefácio do poeta Alberto de Oliveira, onde reúne todas as suas poesias. Em 1905, deixou o magistério, voltando a colaborar na imprensa, em quase todos os jornais do Rio de Janeiro. Entrou para a redação do Correio da Manhã, em 1910, onde assumiu a direção, durante a ausência de Edmundo Bittencourt e Leão Veloso.
Em 1914 criou a seção de crítica, "Registro Literário", onde escreveu no Correio da Manhã até 1917. Entre os anos de 1915 e 1917, escreveu a seção no jornal Imparcial, e de 1921 a 1924, no Jornal do Brasil. Em 1918, publica o esboço histórico, "Abolição", com o prefácio de Rui Barbosa. Em 1924 publica o livro "Critica e Polêmica", onde reúne os trabalhos publicados nos diversos jornais.
Joaquim Osório Duque Estrada faleceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de fevereiro de 1927.
Obras de Joaquim Osório Duque Estrada
Alvéolos, poesia, 1886
A Aristocracia do Espírito, 1899
Flora de Maio, poesia, 1902
O Norte, impressões de viagem, 1909
Anita Garibaldi, ópera-baile, 1911
A Arte de Fazer Versos, 1912
Dicionário de Rimas Ricas, 1915
A Abolição, esboço histórico, 1918
Crítica e Polêmica, 1924
Noções Elementares de Gramática Portuguesa
Questões de Português
Guerra do Paraguai
História Universal
A Alma Portugue
Nota: Recordamos esse apaixonado poeta com muito carinho, pois, no início da década de 70 fomos aluno da Faculdade de Medicina de Vassouras e teivemos a oportundiade de visitar sua terra natal e conhecer o local onde nascera.
Pesquisas e realizações editoriais
História da Família Martins Ribeiro
Através da Ediame – Editora dos Autores Médicos, está em fase final de diagramação da mais nova obra sob a repsonsabilidade da Sobrames Rio Grande do Sul, intitulada HISTÓRIA DA FAMÍLIA MARTINS RIBEIRO.![]()
Trata-se de uma obra com mais de dez anos de pesquisa pela dificuldade de localização das fontes primárias que foram construidas há mais de 100 anos. A obra tem como artigo central básico uma carta de 32 páginas que fora ditada pela dona Anna Rufina de Almeida Ribeira, esposa do coronel da Guarda Nacional Diogo Martins Ribeiro, pai de 19 filhos, sendo que 13 chegaram a vida adulta e o segundo fora ARLiNDO MARTINS RIBEIRO, nascido em Prainha, hoje a cidade de Miracatu, Estado de São Paulo, que fora o pai do Dr. Eurico Branco Ribeiro. A carta fora ditada à sua filha Anita Ayres Ribeiro, tia do Dr. Eurico e guardada com muito carinho no museu
Municipal Pedro Laragnoit, da cidade de Miracatu, cuja cópia nos fora confiada há 10 anos pelo então diretor do museu Professor Paulo de Castro Larganoit, já falecido e nosso grande amigo.
O professor será homenageado nas páginas do referido livro.
A carta de Aninha, como era conhecida à época, está sendo apresentada em forma de diálogo, antecedida de farto comentário histórico e com muitas ilustrações e com fotografias daqueles lindos tempos.
Legenda: Duas imagens que estarão no livro.
1 – Reunião na Escola Diogo Ribeiro, em 2002, à direita o professor Paulo Laragnoit, esposa do prefeito e diretora da escola, ao fundo Laf. Soares.
2 – Professor Paulo Laragnoit e Laf. Soares frente o prédio da Escola Municipal Coronel Diogo Ribeiro.
Intimidade feliz
Para a intimidade feliz
que nosso amor guarda:
– Só tem uma explicação.
– Só tem uma maneira de ver.
– Só há um meio de entender.
estão implantadas
no espaço de nossa vida.
…Há muitos anos.
Pouco sabemos, até hoje,
de sua verdadeira história
Desconhecemos quando teve
o seu real início…
Uma convicção está definida:
– Os liames são antigos
Tão antigos como a essência
que exala da flor,
no momento primaveril.
-Tão constantes e belos
como as águas que descem
cristalinas das cachoeiras
– Tão cintilante quanto
a luz das estrelas.
Ele tem base sólida,
sobre o alicerce da paz,
que se eterniza
na pureza da felicidade.
Pinhal-15/2/99 – Laf.
Imagem Escolhida
Paisagem do entadecer em Gramado
Céus depois do arvoredo
Flores em lágrimas dos céus
Durante a jornada envolvida na fé raciocinada e na cultura da disciplina consciente sempre venceremos. Laf.
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