Amigos de Crônicas & Agudas – Vera Silva
22 mar 2016 Deixe um comentário
em Crônicas & Agudas - O Livro!
Amigos de Crônicas & Agudas – Dr. Waimberg
22 mar 2016 Deixe um comentário
em Crônicas & Agudas - O Livro!
Implantes dentários e os antidepressivos. Medicina para todos. www.edsonolimpio.com.br
18 mar 2016 Deixe um comentário
Antidepressivos podem ser a causa da falha de implantes dentários. Fonte Univadis
O uso de antidepressivos pode comprometer a função de implantes dentários. A razão, de acordo com pesquisadores da Universidade de Buffalo (Nova York), se baseia nos efeitos colaterais que afetam o metabolismo ósseo. Estes achados foram apresentados na 45ª conferência anual da Associação Americana de Pesquisa em Odontologia (American Association for Dental Research, AADR) em Los Angeles.
Os efeitos colaterais do medicamentos incluem osteoporose, acatisia, bruxismo e boca seca, todos os quais afetam o processo de cicatrização dos implantes. Devido ao fato de que cada vez mais pacientes relatam o uso de antidepressivos, os pesquisadores decidiram procurar por potenciais conexões entre os medicamentos e a falha dos implantes.
A pesquisa verificou que o uso de antidepressivos aumentou o risco de falha do implante em quatro vezes. Cada ano de uso de antidepressivos duplicou o risco de falha.
Depois de analisar dados de prontuários médicos de pacientes da UB Dental Clinic em 2014, os pesquisadores observaram que 33 por cento dos pacientes que apresentaram falha de implantes usavam antidepressivos. No caso dos pacientes que não apresentaram falha, apenas 11 por cento usavam o medicamento.
Para que um implante cicatrize adequadamente, deve haver a formação de osso novo ao redor dele para fixá-lo no lugar, disse a investigadora principal Sulochana Gurung. A equipe decidiu que a comunidade odontológica e o mundo deveriam estar cientes disso, e entende a necessidade de uma análise mais aprofundada
Dificuldade de engolir comprimidos – a criança! Medicina para todos. www.edsonolimpio.com.br
18 mar 2016 Deixe um comentário
Fonte SnifDoctor.
Atenção: os textos aqui publicados são ilustrativos e indutores que cada paciente e familiares ou responsáveis jamais prescindam do seu médico. O médico saberá orientar e resolver as dificuldades.
Eds Olimpio
A criança tem dificuldades para engolir os comprimidos? Há ajuda para isso!
Muitas crianças têm uma dificuldade imensa para engolir comprimidos. Não importa se é uma vitamina ou uma aspirina. A pílula inevitavelmente fica alojada na garganta e a criança entra em pânico. Algumas engasgam com qualquer coisa maior que uma uva passa. “A maioria das crianças começa a engolir comprimidos a partir dos 10 anos. E cerca de 20-40% são incapazes de engolir uma pílula do tamanho padrão ou de uma cápsula, de acordo com um estudo publicado na revista Pediatrics”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.
Segundo os autores do estudo, a idade não afeta realmente a capacidade de engolir uma pílula. Um adolescente pode ter tantos problemas como uma criança de 5 anos. A questão está relacionada à ansiedade e às associações negativas com o medicamento. Muitos nunca superam o problema. 40% dos adultos americanos têm dificuldades para engolir comprimidos, embora a maioria não tenha problemas com alimentos ou líquidos. 80% alega que não gosta da sensação de ter uma pílula presa em sua garganta, 48% dizem que os remédios têm um sabor ruim e 32% alegam que as pílulas provocam vômitos.
Um estudo com 1.051 adultos, publicado no European Journal of Clinical Pharmacology, produziu um número semelhante: 30% tinham dificuldades para engolir comprimidos e quase 10% pararam de tomar os medicamentos em função dessa dificuldade. “A pílula é uma substância sólida. Nós aprendemos que temos que mastigar algo que é sólido. É preciso uma mudança mental para relaxar a garganta e ser capaz de engolir algo que tememos que possa nos levar a um engasgo”, explica o médico.
Embora alguns medicamentos possam ser tomados na forma líquida, esmagados, outros com liberação retardada e alguns com determinados revestimentos não podem ser esmagados ou divididos. E como cada pessoa tem uma dificuldade para ingerir um remédio, é preciso analisar caso a caso. “Às vezes, um paciente muito doente tem que tomar diversas medicações e o “problema” são suas emoções. Outro paciente pode apresentar um medo de asfixia ou uma ansiedade generalizada. E ainda há outros que podem ter um reflexo de hipersensibilidade e vômito”, conta Chencinski.
Outras razões fisiológicas podem incluir ainda a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE); a esclerodermia, um acúmulo de tecido cicatricial que pode enfraquecer o anel inferior do esôfago; e uma aversão ao sabor dos comprimidos. "Questões emocionais ou ansiedade, em geral decorrentes de uma experiência do passado devem também ser levadas em consideração", defende o médico.
Como superar essa dificuldade?
Os autores do estudo, publicado na revista Pediatrics, revisaram pesquisas sobre o ato de engolir comprimidos e determinaram que várias técnicas – terapia comportamental, pulverizador da garganta com sabor, copos de engolir comprimidos, instruções verbais e postura correta da cabeça – podem ajudar as crianças, a partir de 4 anos, a engolir os medicamentos mais facilmente. As mesmas técnicas também poderiam auxiliar os adultos.
“Uma criança pode experimentar, por exemplo, beber primeiro a água ou o suco, seguido pela pílula – ou o contrário. Com crianças mais novas, histórias com instruções também podem ajudar, como imaginar que a língua é uma onda de água, a pílula é o surfista e a pílula monta o toboágua na piscina (estômago)”, exemplifica o médico.
Copos de engolir comprimidos, vendidos em farmácias e online, ajudam o usuário a "beber" a pílula – o copo é preenchido com fluido e a pílula é colocada em um reservatório de modo que o líquido e a pílula se misturem apenas na boca.
Um estudo de 2014 com 151 adultos de até 85 anos, publicado no The Annals of Family Medicine, informou que o chamado “método da garrafa” pode ser bem eficaz para alguns. O comprimido é colocado na língua, os lábios são bem fechados em torno da abertura de uma garrafa de plástico e o comprimido é ingerido em um movimento de sucção rápida para superar a fase voluntária da deglutição. A abordagem "inclinar-se para frente" também ajuda muito e trabalha com pessoas que evitam as cápsulas: “coloque a cápsula em sua língua, tome meio gole de água e incline o queixo para a frente ao engolir”.
“Os pesquisadores não testaram os métodos em crianças, mas não há razão para acreditar que eles possam não funcionar com elas, porque as propriedades físicas das pílulas são, obviamente, as mesmas, independente da idade do paciente”, conta o médico, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
Outra dica para engolir a pílula é colocá-la num pedaço de pão e engoli-la, técnica que pode ajudar muito as crianças. “Mentalmente, ela sabe que o pão é macio, não é difícil, por isso não parece tão assustador para engolir”, afirma o pediatra.
Glaucoma e Alimentação. Medicina para todos! www.edsonolimpio.com.br
18 mar 2016 Deixe um comentário
Risco de glaucoma cai 20% com alimentação adequada
Fonte SnifDoctor
Estudo conduzido na Harvard Medical School (Estados Unidos) chegou à conclusão de que comer verduras diariamente pode baixar o risco de desenvolver glaucoma em 20% ou mais ao longo dos anos. Ao contrário da catarata, que é uma doença ocular que leva à cegueira reversível, a perda de visão por glaucoma é irreversível e atinge um milhão de brasileiros. De acordo com o oftalmologista Dr. Renato Neves, o glaucoma está relacionado com a pressão ocular. “Quanto maior a pressão do olho, maior também é a chance de ocorrer lesão do nervo óptico e consequente perda do campo visual. Essa doença faz com que as fibras do nervo óptico sejam danificadas lenta e progressivamente, criando pontos cegos que não podem ser recuperados”.
A gravidade do glaucoma faz com que estudos como o de Harvard sejam fundamentais – já que a doença pode ser prevenida. A equipe liderada pela médica Jae Kang acompanhou 64 mil pacientes entre 1984 e 2012 (Nurses Health Study) e outros 41 mil pacientes entre 1986 e 2014 (Health Professionals Follow-up Study). Todos os homens e mulheres avaliados tinham mais de 40 anos, mas nenhum tinha glaucoma no início do estudo. Depois de 25 anos de acompanhamento, 1.500 pessoas desenvolveram glaucoma. Divididos entre cinco grupos que consumiam verduras e saladas em intensidades diferentes, aqueles que incluíram mais folhas verdes na dieta diária se beneficiaram muito mais. “O glaucoma é influenciado pelo fluxo de sangue no nervo óptico. Uma substância chamada óxido nítrico desempenha um importante papel na regulação do fluxo sanguíneo. Como as saladas e verduras contêm nitratos – que são precursores do óxido nítrico – elas fazem muito bem à visão”.
Em São Paulo, Neves é um grande defensor da “dieta para os olhos”. “O óxido nítrico induz o relaxamento muscular próximo aos vasos sanguíneos e origina a vasodilatação. Sendo assim, desde a infância as pessoas deveriam incluir muitas verduras, saladas e frutas no prato. Ainda que mais estudos sejam necessários para se chegar a uma conclusão definitiva, esse é o tipo de aconselhamento que só faz bem à saúde, sem efeitos adversos”. O médico também defende abandonar velhos hábitos que fazem mal à saúde, reduzir o consumo de carboidratos e de carne vermelha, de sal e açúcar, bem como cortar gordura trans e embutidos da dieta.
“De modo geral, tudo o que faz mal à saúde e à boa forma como um todo também prejudica a visão. Do ponto de vista da saúde ocular, é possível ingerir alimentos que de fato contribuem para enxergar bem", explica. A seguir, os alimentos campeões em termos de benefícios:
Cenouras e alimentos de cor laranja
“É de conhecimento popular que comer cenoura faz bem aos olhos. E é verdade. Tanto cenouras quanto as demais frutas e legumes de cor alaranjada. Isso porque o betacaroteno, que é um antioxidante natural, é uma das formas indiretas de se obter a vitamina A que contribui para a retina funcionar sem problemas. Vale ressaltar que tanto a cenoura quanto a abóbora contêm também muita vitamina C – ótimo para a saúde em geral”.
Folhas verdes
“Saladas de folhas verdes são uma ótima opção não só para o verão, mas para todo o ano. Afinal, principalmente as verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres. Por conter luteína e zeaxantina, contribuem bastante para reduzir o risco de degeneração macular e catarata. Além disso, esses dois poderosos antioxidantes contribuem para diminuir o desconforto com relação ao brilho, melhoram o contraste e também podem aumentar o alcance visual”.
Ovos
“Além de também ser uma fonte privilegiada de luteína e zeaxantina, a gema contém zinco, que contribui igualmente para reduzir o risco de degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Como os danos oxidativos à retina são um relevante fator de risco para a DMRI, esse tipo de antioxidante pode, então, prevenir danos celulares e a perda gradual da visão”.
Frutas vermelhas e cítricas
“Essas frutas são ricas em vitamina C – que também tem um papel fundamental na prevenção de doenças oculares. Por serem poderosos antioxidantes, atuam na prevenção de doenças oculares e também impedindo a progressão de doenças já instaladas, como o glaucoma. De todo modo, além de adotar uma dieta rica nesse tipo de alimento, é importante consultar um especialista e fazer o tratamento indicado”.
Peixes
“Ricos em ômega-3 e ômega-6, os peixes que fazem bem à saúde ocular são aqueles geralmente servidos em restaurantes asiáticos: salmão, atum, truta, além de anchovas e cavala. Por conterem ácido graxo, atuam na prevenção da Síndrome do Olho Seco. Mas, como também são ricos em vitaminas A, B6, B12, C, D e E, além de minerais, oferecem outros tantos benefícios à saúde ocular e à saúde geral como um todo”.
Fontes:
http://www.webmd.com/eye-health/news/20160114/green-leafy-vegetables-each-day-may-help-keep-glaucoma-at-bay
Flávio Vieira. No. 104. A Unimed e Nós precisamos dele.
16 mar 2016 Deixe um comentário
Respeito e admiro aos demais colegas médicos e amigos candidatos à Unimed, mas peço uma atenção e um voto especial ao Dr. Flávio da Rocha Vieira. E não somente por conhecê-lo desde a juventude e ao seu pai ilustre médico viamonense, Dr. Wenceslau, ou a sua mãe e irmãos. Ou familiares. Ou a sua bela vida profissional de médico Gineco-Obstetra, diretor do Hospital de Caridade de Viamão (quantas saudades nos deixou!) ou a sua atividade nos órgãos de classe e na Unimed. Um breve relato. Estava com a filha internada na UTI em Fortaleza com quadro hepático grave que poderia redundar em transplante hepático. Meu irmão Dr. Eduardo Dias Lopes após contato com o Flávio em poucas horas disponibilizou toda a estrutura da Unimed com UTI aérea para remoção para Porto Alegre e foi sua atuação que trouxe nossa filha para cá e tudo se encaminhou pelo melhor. Qual o valor que você dá para isso? Nós temos eterna gratidão para quem nos ampara e principalmente aos nossos filhos nas necessidades. Certamente votarei em outros colegas amigos e capazes para compor a nominata necessária, mas o Flávio Vieira é alguém que se pode confiar por tudo que já fez e mostrou e principalmente na adversidade.
Amiga de Crônicas & Agudas. – Março 2016
16 mar 2016 Deixe um comentário
em Crônicas & Agudas - O Livro!
Dona e Mãe Zulmira Andrade.
16 mar 2016 Deixe um comentário
em Crônicas & Agudas - O Livro!, Medicina para Todos
Amigas de Crônicas & Agudas.–Mãe Zulmira e Maria Luiza
16 mar 2016 Deixe um comentário
em Crônicas & Agudas - O Livro!
Por motivos de saúde no lançamento do livro – desejava estar bonita na foto – a Dona Zulmira, ou Mãe Zulmira somente agora veio encantar-nos em imagem.
Do alto de seus quase 90 anos de idade, sempre com esse rosto de Amor e conforto, Dona Zulmira, que além de amiga da minha falecida mãe carregou-me no colo, é conhecida como a Mãe Zulmira de muitos viamonenses e pessoas de outras paragens. É certamente a mais antiga benzedeira viva e ainda ativa aqui na Primeira Capital de Todos os Gaúchos. Sua energia e seu amor incondicional auxiliou (e auxilia!) milhares de mães e crianças. E adultos. A saúde e o peso dos anos já não lhe permite que “ao amanhecer do sol, quando abri a janela, a Dona Zulmira estava sentada num cupim ali na frente da casa. Eu perguntei para ela se alguém a tinha chamado e informado da doença de nossa filha. Ela disse que não, mas que tinha acordado de madrugada muito angustiada e sonhando com a criança”. Esse singelo relato de uma das pessoas que estão em sua vida. Daí tantos “filhos” que ela tem. Jamais pediu algo em retribuição para si ou para outra pessoa. Pessoa carente e já relatada por mim com outras de sua nobre estirpe como “as lavadeiras do Arroio Mendanha” onde cresci e brinquei até sair da cidade para continuar os estudos e retornar. Jamais as dificuldades pessoais impediram que realizasse a sua missão de amor e de fé. Ela continua em muitos lares, como o nosso, e tem a gratidão e o amor de todos que cruzaram a sua existência. A minha querida comadre Dra. Varlete Caetano conseguiu arrancar do governo o seu direito à aposentadoria. O caro viamonense Antoninho Ávila reformou-lhe a casa. E assim é amparada pelas pessoas que ama e por seus filhos naturais, como a querida Maria Luiza. Gotas de orvalho na flor que é para compensar o amor que ela nos dedica.
Outro livro seria necessário para iniciar os relatos de pessoas agradecidas à Dona e Mãe Zulmira Andrade!