Por convite da ótima profissional TATIELE em belo evento, um feliz reencontro com o casal NORO.
Enviado do meu smartphone Sony Xperia™
Crônicas. Contos. Literatura. Jornalismo. Imagens e datas significativas.
30 set 2016 Deixe um comentário
Por convite da ótima profissional TATIELE em belo evento, um feliz reencontro com o casal NORO.
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28 set 2016 Deixe um comentário
2016 – 09 – 27 setembro – O poder do padrão – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
O Poder do Padrão! – Ecos da alma.
Seremos prisioneiros de nossos padrões de comportamento, de nossos padrões de vida, súditos ou reféns de nossos paradigmas? Mesmo querendo e fazendo esforços, conseguiremos mudar algo que nos incomoda, que nos desgosta ou que nos aflige? Há várias correntes que analisam nossos padrões pelo “padrão” psicológico ou psiquiátrico. Outros analisam pelos modelos espirituais. Há correntes e fluxos para todos os gostos e desgostos. “Somos aquilo que somos! ” – dizia um entrevistado. “Quero fazer diferente, não quero fazer mais assim, mas não consigo! ” – queixa-se alguém. “Eu tenho livre arbítrio e eu decido o meu caminho! ” – afirma outro com convicção. “Deus tem um livro da vida de cada um e lá está tudo escrito, para o bem e para o mal! ” – retrucou entre um gole de cerveja e um naco sanguinolento de churrasco. Você se encaixa em alguma dessas correntes? Tanto faz? A verdade é que somos e executamos padrões de comportamento que nos tornam engrenagens de uma máquina e muitas vezes sair do modelo significa destruir aquela máquina ou construir uma nova. Ou ficar num limbo. Grande parcela da humanidade que acredita na reencarnação atribui a essa ida e vinda do espírito habitando tantos corpos e em tantas existências como uma maneira de mudar, romper estilos destrutivos e firmar modelos mais iluminados e superiores.
Crônicas & Agudas
Veja-se em coisas simples do seu dia a dia. Como acordar depois de dormir do mesmo modo e do mesmo lado da cama. Movimentos repetidos que faz e ao ir ao banheiro, fazer a sua higiene – escovar dentes, lavar-se, urinar e evacuar, o banho de chuveiro, tipo de xampu e creme dental, seu método de pegar e usar o papel higiênico. O desjejum obedece a um modelo e um ritmo que se repete. Observe como as pessoas e você sentam à mesa, uso dos talheres, do guardanapo. Ops! Você arrota e ronca como um leão? Ir para escola ou para o trabalho. Sinta como se repetem cada etapa. Confira como desde coisas singelas até as mais íntimas – tudo está dentro de um modelo, de um protótipo – o seu padrão. Mecanismos conscientes e inconscientes sempre ativados para nos manter dentro de um padrão com o mínimo de variações. Nosso corpo reage sempre assim, buscando uma homeostase, um equilíbrio que o mantenha vivo e saudável.
Cr & Ag
Em dietas, com muito esforço perdemos alguns quilos, depois estacionamos ou retornamos ao peso original. Ao emagrecer estamos rompendo ou dando elasticidade a um padrão que nosso corpo entende como ‘seu equilíbrio’. Quando perde peso, uma luzinha amarela acende com o ‘medo de adoecer’ ou pior ‘medo de morrer’. Aciona (o corpo) seus gatilhos para que a comida armazenada (como os pneus de gordura) fique disponível e se rebela – ‘não quero adoecer, enfraquecer e morrer’. Assim é que a pessoa precisa persistir para que o corpo entenda que ‘viverá melhor com menos peso’ até revoltar-se novamente. Muito do efeito sanfona está nessa visão e piorada pela decisão elástica da mente e do espírito daquele corpo.
Cr & Ag
Jamais aceitamos facilmente que estamos errados em alguma coisa. “Eu não, eu mudo quando estou errado! ” – estufa o peito com autoridade. É falso. A imensa maioria que precisa mudar até de opinião, precisa de esforço. Muito! Esforço para movimentar-se para outra posição ou outro polo. Isso gera desconforto e até dor. A dor de estar errado e aceitar o seu erro é difícil de encarar pessoal e publicamente sem buscar uma explicação, geralmente externa. Persistir no erro com convicção férrea é humano. Primitivo e até estúpido, mas ainda humano. A negação é a manifestação da mente e da alma refratária à evolução. Eis porque em tantas condições em que a verdade, a realidade e todas as evidências mostram a realidade, o ser humano tem enormes e severas ‘dúvidas’ ou nega-se a aceitar e mudar seu padrão e romper seus paradigmas.
28 set 2016 Deixe um comentário
Nota: Mensagem recebida da colega médica e escritora após XXVI Congresso da Sobrames.
Caros Congressistas
Sou Lúcia Edwiges Narbot Ermetice, de Campinas, dermatologista, formada pela UNICAMP, em 1969.
Estive com vocês durante o XXVI Congresso Nacional da SOBRAMES. Foi meu primeiro contato com esse grupo, e gostei muito de conhecê-los.
Gostaria de renovar o convite que fiz durante o Congresso, para que participem do Projeto de incentivo à leitura do Portal do Poeta Brasileiro, Um Tesouro chamado Livro.
Para isto, basta que no dia 30 de cada mês "esqueçam" um livro em local público – sala de espera, ponto de ônibus, balcão de estabelecimento comercial, banco de praça, carrinho de supermercado e o que mais a imaginação sugerir.
Deixo aqui o modelo de bilhete que costumo colocar no livro esquecido:
"Um Tesouro Chamado Livro
Projeto de Incentivo à Leitura do Portal do Poeta Brasileiro
Você encontrou um tesouro! Parabéns! ao terminar a leitura, deixe este tesouro em algum local público, para que outra pessoa possa desfrutá-lo também.
portaldopoetabrasileiro@gmail.com"
Convido-os também a conhecer o PPB e os outros Projetos que desenvolvemos, através do site http://www.portaldopoetabrasileiro.net.br. O PPB está aberto a quem dele queira participar.
Nosso IX Congresso de Poetas Brasileiros ocorrerá em Petrópolis, de 7 a 9 de Outubro próximos.
Atenciosamente
Lu Narbot
Diretora de Projetos do Portal do Poeta Brasileiro
20 set 2016 Deixe um comentário
2016 – 09 – 20 Setembro – Inimigos & Cúmplices – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
http://www.edsonolimpio.com.br
Inimigos & Cúmplices!
Como sempre avisamos, jamais generalizamos. A mágoa ou a autoimputação dolorosa é pessoal de cada criatura e jamais se refere ao todo. Isso é fundamental antes de iniciar um tema chocante e mortal (nós – vítimas). Em várias oportunidades o jornalista e viamonense Rogério Mendelski divulga mensagens atribuídas ao ilustre desembargador Irineu Mariani. Como: – não faltam leis, faltam quem as execute na defesa do honesto; não precisa mudar a lei, precisa mudar a cabeça do juiz, etc. Há um sentimento e uma realidade explícita de que muitas vezes a balança pende favorável ao criminoso. E contra a sociedade. E contra as vítimas e seus familiares. Quem não ouviu: – a polícia prende e o juiz solta? Isso também vale para o delegado. A Brigada Militar, com suas dificuldades, é talvez a melhor polícia militar do país e seus comandantes expõe a chaga que aflige o dia a dia da ponta da corda, cidadãos e policiais. Criminosos acumulam dezenas de prisões e solturas incompreensíveis para quem está pagando a conta, o cidadão e contribuinte – as vítimas. Geralmente esses representantes da lei e responsáveis por devolver os criminosos às suas zonas de caça predatória para abaterem nova presas (pessoas honestas e indefesas) escoram-se e defendem-se num colete à prova de culpa de “leis defasadas”, “código penal do ano e década tal”. Como se no passado, lugar de criminosos na era a cadeia – muito mais que hoje.
Crônicas & Agudas
Lembra do tal “direito alternativo”. Lembra de um juiz que certa feita desapropriou uma propriedade (divulgado na imprensa) produtiva para o “bem social”, certamente da sua ideologia. A lei é interpretativa e todos sabem. A lei não é uma equação matemática exata, se assim fosse não precisaríamos dessa infinidade de cortes e recursos sujeitos a consciência, ideologia e interpretação pessoal de cada juiz. No entanto, se esses juízes e demais executores primassem por escolher a proteção da sociedade contra “essas leis ultrapassadas”, outros seguiriam juntos e logo haveria mudanças de leis e comportamentos. Assim, aos nossos sentidos, soa falsa ou cínica essa afirmação e uma defesa de alguém que para nós, as vítimas dos predadores, é “amigo” de criminoso. A imprensa está povoada de algozes de policiais, muitos travestidos de “defensores dos direitos humanos” e não dos humanos direitos, honestos e cumpridores da lei. Basta a força da lei vencer a lei da força para algum jornalista conivente exigir a cabeça do policial numa bandeja e sua absoluta execração pessoal e profissional. Essa virulência jornalística está exposta na terminologia ou no vocabulário que usam em defesa dos criminosos: ocupação e não invasão, membro da comunidade e não bandido, vítima da sociedade e não criminoso, menor carente e não menor bandido, etc. Quando a indignação é total contra a polícia que nos defende ou quando a campanha é explícita em impedir o cidadão de se defender e à sua família e propriedade, ali está um amigo, um cúmplice ou um coautor de algo ruim que certamente acontecerá. Ou já aconteceu!
Cr & Ag
Há políticos absolutamente identificados como protetores da bandidagem. O cinismo de certa deputada levou-a ao protesto e sofrimento pelo assassinato de uma jovem médica em Porto Alegre. Foi enxotada do local, pois para muitos de nós ela não defende pessoas, ela defende assassinos e criminosos, ela defende feras e o pior lixo social. Essa vertente acredita em cadeias desumanas ou superlotadas (nunca viram alguém da Lava-Jato ir para cadeia comum? – Devia haver igualdade), redução de pena, indultos e tantos descaminhos coniventes com a criminalidade. Lembram da assassina dos pais que recebe benefícios para sair da cadeia no “dia dos pais”. Isso é escarrar no rosto da sociedade honesta. Honesta! Não há ética, moral ou religiosidade que privilegie criminosos em detrimento dos justos. Precisamos identificar no dia a dia, nas escolas, nos convívios sociais, no trabalho, quem quer o nosso bem ou quem quer a nossa desgraça. Não é uma caça às bruxas, é uma tentativa de sobreviver e perpetuar a espécie humana decente, honesta, que trabalha, paga suas contas e é extorquido por impostos desviados e de raro retorno e que sustentam criaturas que se acham acima da humanidade ou num olimpo próprio.
17 set 2016 Deixe um comentário
A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.
A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.
Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.
Não se sabe por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral.
Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.
As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.
Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.
17 set 2016 Deixe um comentário
2016 – 09 – 13 Setembro – 30 % – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
http://www.edsonolimpio.com.br
30%
“Não é 30% das receitas da exploração. É 30% de 25%. Ou 30%… de 30%, portanto não é 30%. Está entre 7,5% ou um pouco mais de 12%. Não se trata de 30%”. – Dilma Roussef.
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U |
m formidável cirurgião e professor, nos idos da década de 1970 na Enfermaria 36ª. da Santa Casa de Misericórdia para onde convergiam as mais difíceis e graves enfermidades malignas de esôfago que passariam aos seus cuidados e onde acadêmicos de Medicina, médicos-residentes se formariam cirurgiões ensinou-nos durante um round à beira do leito de um paciente terminal, após longa luta enfrentando o câncer: – Até na hora de morrer devemos ir com dignidade! A maioria que acreditou em Lula e no Partido dos Trabalhadores não teve felicidade com a situação da senhora Dilma Rousseff. Nem com os estragos que causaram ao pais. Imputam a Lula a frase: – Se eu indicar até um poste se elege! Foi absoluta verdade, tal o seu poder ante as massas. E o criador Lula escolheu um “poste” ante tantos notáveis do PT, desgostando-os. O próprio partido nunca engoliu a criatura. O criador protegia e mostrava os caminhos para sua criatura. Eis que aconteceu o previsto, a criatura distanciou-se de seu criador e aspirou uma autonomia que seria incapaz de manter. Assim completou-se outro estágio – de poste para criatura e de criatura para coisa.
Crônicas & Agudas
Não bastasse o PT estar na mira da polícia e nas grades da justiça, fulminando os fundadores e lideranças do partido desde o Mensalão e depois na Lava-Jato, Dilma esticou a corda, cresceram as unhas e aspirava carreira solo. Talvez a necessidade de demonstrar capacidade além dos acessos de fúria, da fala enrolada e do raciocínio confuso. Cavou sua própria sepultura e orquestrou sua saída inglória e continuamente perturbada. O partido e o criador fizeram o que se esperava deles – mostrar que não abandonavam seu militante mais importante e a necessidade do poder. Renegou a habilidade que seu criador sempre teve com os mais ferozes adversários de outras eras que se estampava em abraços e apertos de mãos muito mais que simbólicos. Dilma desafiou e afrontou justamente quem poderia encaminhá-la ao cadafalso do impeachment e comandava o Congresso.
Cr & Ag
O golpe foi Dilma desdenhar do seu criador e mestre. “Dilma é honesta, nunca roubou…” – até para a desonestidade deve haver uma inteligência diferenciada, mas ela roubou a confiança do seu criador e roubou as esperanças dos milhões de brasileiros que se iludiram ou acreditaram na imagem de “gerentona”. Lula nunca dirá publicamente, mas no seu interior e para os mais próximos ali está o castigo para quem aspira ser igual ou maior do que ele. Lula é muito maior que o seu partido e seu partido durante essas décadas foi incapaz de construir outra liderança que não esteja atrás das grades ou a caminho delas. Há o mérito de imolarem-se pela causa. Quando o PT desaparecer, como a estrela que já sumiu, restará Lula para a história. Para o bem e para o mal. Sobreviveu ao Mensalão, sobreviveu ao câncer, sobrevive à Lava-Jato, o partido confunde-se com uma organização mafiosa e numa cascata contínua novos escândalos criminosos desabrocham, mas Lula ainda é intocável. Continuará sendo?
Cr & Ag
O governo anterior e o atual dizem algo como 12 milhões de desempregados. Como os políticos “falam a verdade” acredita-se que passem dos 20 milhões de trabalhadores na amargura do desemprego e suas funestas consequências. E os “30%” da exploração da Dilma e do título da crônica nos toca e sangra como o valor que o imposto de renda nos suga e vai para a vala comum da roubalheira desenfreada, da saúde de fim de mundo, da educação piorando sempre e do caos que o país se tornou com um dos piores governos da nossa história. Há um golpe que nos faz trabalhar quase seis meses do ano somente para o governo e seu parasitismo. Eventualmente sobram insuficientes e escassos reais, os restos para nossas famílias de reais trabalhadores. A ingratidão pune e Dilma foi punida. Parcialmente, pois talvez a sua mente não tenha a capacidade de elaborar racional e equilibradamente sua trajetória e suas falhas, como os “30%”.