Inimigos & Cúmplices! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 20 setembro 2016.

 

2016 – 09 – 20 Setembro – Inimigos & Cúmplices – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Inimigos & Cúmplices!

Como sempre avisamos, jamais generalizamos. A mágoa ou a autoimputação dolorosa é pessoal de cada criatura e jamais se refere ao todo. Isso é fundamental antes de iniciar um tema chocante e mortal (nós – vítimas). Em várias oportunidades o jornalista e viamonense Rogério Mendelski divulga mensagens atribuídas ao ilustre desembargador Irineu Mariani. Como: – não faltam leis, faltam quem as execute na defesa do honesto; não precisa mudar a lei, precisa mudar a cabeça do juiz, etc. Há um sentimento e uma realidade explícita de que muitas vezes a balança pende favorável ao criminoso. E contra a sociedade. E contra as vítimas e seus familiares. Quem não ouviu: – a polícia prende e o juiz solta? Isso também vale para o delegado. A Brigada Militar, com suas dificuldades, é talvez a melhor polícia militar do país e seus comandantes expõe a chaga que aflige o dia a dia da ponta da corda, cidadãos e policiais. Criminosos acumulam dezenas de prisões e solturas incompreensíveis para quem está pagando a conta, o cidadão e contribuinte – as vítimas. Geralmente esses representantes da lei e responsáveis por devolver os criminosos às suas zonas de caça predatória para abaterem nova presas (pessoas honestas e indefesas) escoram-se e defendem-se num colete à prova de culpa de “leis defasadas”, “código penal do ano e década tal”. Como se no passado, lugar de criminosos na era a cadeia – muito mais que hoje.

Crônicas & Agudas

Lembra do tal “direito alternativo”. Lembra de um juiz que certa feita desapropriou uma propriedade (divulgado na imprensa) produtiva para o “bem social”, certamente da sua ideologia. A lei é interpretativa e todos sabem. A lei não é uma equação matemática exata, se assim fosse não precisaríamos dessa infinidade de cortes e recursos sujeitos a consciência, ideologia e interpretação pessoal de cada juiz. No entanto, se esses juízes e demais executores primassem por escolher a proteção da sociedade contra “essas leis ultrapassadas”, outros seguiriam juntos e logo haveria mudanças de leis e comportamentos. Assim, aos nossos sentidos, soa falsa ou cínica essa afirmação e uma defesa de alguém que para nós, as vítimas dos predadores, é “amigo” de criminoso. A imprensa está povoada de algozes de policiais, muitos travestidos de “defensores dos direitos humanos” e não dos humanos direitos, honestos e cumpridores da lei. Basta a força da lei vencer a lei da força para algum jornalista conivente exigir a cabeça do policial numa bandeja e sua absoluta execração pessoal e profissional. Essa virulência jornalística está exposta na terminologia ou no vocabulário que usam em defesa dos criminosos: ocupação e não invasão, membro da comunidade e não bandido, vítima da sociedade e não criminoso, menor carente e não menor bandido, etc. Quando a indignação é total contra a polícia que nos defende ou quando a campanha é explícita em impedir o cidadão de se defender e à sua família e propriedade, ali está um amigo, um cúmplice ou um coautor de algo ruim que certamente acontecerá. Ou já aconteceu!

Cr & Ag

Há políticos absolutamente identificados como protetores da bandidagem. O cinismo de certa deputada levou-a ao protesto e sofrimento pelo assassinato de uma jovem médica em Porto Alegre. Foi enxotada do local, pois para muitos de nós ela não defende pessoas, ela defende assassinos e criminosos, ela defende feras e o pior lixo social. Essa vertente acredita em cadeias desumanas ou superlotadas (nunca viram alguém da Lava-Jato ir para cadeia comum? – Devia haver igualdade), redução de pena, indultos e tantos descaminhos coniventes com a criminalidade. Lembram da assassina dos pais que recebe benefícios para sair da cadeia no “dia dos pais”. Isso é escarrar no rosto da sociedade honesta. Honesta! Não há ética, moral ou religiosidade que privilegie criminosos em detrimento dos justos. Precisamos identificar no dia a dia, nas escolas, nos convívios sociais, no trabalho, quem quer o nosso bem ou quem quer a nossa desgraça. Não é uma caça às bruxas, é uma tentativa de sobreviver e perpetuar a espécie humana decente, honesta, que trabalha, paga suas contas e é extorquido por impostos desviados e de raro retorno e que sustentam criaturas que se acham acima da humanidade ou num olimpo próprio.

 

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