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Válvula de Escape! Uma Defesa – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião – 06 Setembro 016.

 

2016 – 09 – 06 Setembro – Válvula de Escape! Uma defesa – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

Válvula de Escape! Uma Defesa.

Acho que vou explodir, doutor!

Outros: – Não aguento mais, vou chutar o balde! – Ou eu acabo com esse relacionamento ou ele acaba comigo! – Ou vai ou racha! – Agora vamos pro pau, pro que der e vier!

Certamente o intrépido e sobrevivente leitor conhece várias expressões como essas em que o autor está no seu limite. Qual é o limite? O limite de cada pessoa está dentro da sua pessoalidade e de cada situação que está submetido. Aquilo que é muito grave para uns, é uma bobagem ou algo de menor valor para outros. Somos criaturas ‘iguais’ como os dedos das mãos. Desde a criação original estamos evoluindo. Vários mecanismos de defesa são primários, isto é, estão conosco desde a moldagem inicial no barro ou na lama. Perceba alguns que insistem em permanecer na lama, chafurdando no barro. Não vamos estreitar a crônica dissecando os mecanismos biológicos, da química e dos hormônios que nos levam para um ou outro caminho. Saibamos que nosso corpo, essa máquina maravilhosa que ginga, dança, ri, vota e chora tem suas habilidades de enfrentar as agressões e as adversidades, sempre buscando o equilíbrio e a cura.

Crônicas & Agudas

Quando a inventividade humana, séculos atrás, criou o motor a vapor aperfeiçoou com uma válvula de escape ou de alívio para quando a pressão se tornava excessiva e tornasse a explosão uma saída para o excesso. Os reatores nucleares que estão no extremo mais distante dessas criações humanas, também mantiveram ‘válvulas de escape’. As máquinas submetidas ao estresse da atividade produzem energias, que excessivas, devem ser aliviadas para evitar a sua explosão. Explosão é fim. Fim é morte. Cenário – uma singela panela de pressão presente na maioria das casas e inestimável nas cozinhas. A cozinheira coloca o feijão, água e os eteceteras e fogo nela. Em pouco tempo um vapor começa a assoviar pela válvula na tampa. Essa válvula chega a girar numa dança premonitória. A cozinheira intui, percebe que a pressão interna é poderosa. O que faz? Com algum instrumento ergue a válvula para liberar mais rapidamente a pressão excessiva. Abaixa o fogo. Retira a panela do fogão e leva-a a pia e abre a torneira com água fria sobre a panela. A temperatura de cocção abaixará e o vapor se condensará em água novamente. E volta ao fogão. Se nada disso acontecer sob o comando da cozinheira, ou a válvula superior estiver defeituosa, as panelas possuem válvulas secundárias como selos de segurança que se abrirão para escoar o excesso perigoso da pressão. Se nada disso funcionar – a panela explodirá como uma bomba. Quem já viu esse cenário e suas vítimas pode melhor aquilatar os riscos. Tudo isso vale para o ser humano: hipertensão, imunidade deprimida, câncer e outras moléstias.

Cr & Ag

Nosso corpo é uma intrincada e formidável panela de pressão. O estresse existe para nos preparar para o combate e a preservação da vida e da espécie, mas sendo excessivo em intensidade e tempo causará danos e riscos. Instintivamente buscamos nossas válvulas de escape para abaixar esse fogo interno e sua pressão. Cada criatura a sua maneira, mas sempre buscando o alívio pela alegria, pelo amor, etc. A oração e a fé são válvulas eficientes e geradoras de magníficas forças internas reais e multiplicadoras. O lazer estabiliza quando a criatura humana se desliga das solicitações que o comprimem. Eis um jogo de futebol, um churrasco, um passeio, um livro, um trabalho artesanal, etc. Atividades pessoais que alegrem e aliviem sua alma. Sem descuidar das alegrias familiares e tribais. Devemos entender essas necessidades vitais – nossas e dos outros. A mulher que precisa fazer as unhas, o cabelo, cuidar seu corpo, a maquiagem, a visita não abusiva ao salão de beleza não se constitui gasto por si e sim um investimento na autoestima e na estabilização emocional. Observe-se. Observe ao seu redor, respeite as suas necessidades como as dos outros. Jamais enverede pelo caminho funesto do alívio químico maligno. Eventuais medicações que um médico que o ame e respeite podem auxiliar como o gesso para uma perna quebrada. “Todos os caminhos conduzem à Roma”, mas nem todos levam a uma vida plena e saudável para corpo, mente e espírito. Observe e respeite as válvulas de escape.

 

Poema – Projeto Sinergia

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Semana Farroupilha!

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