Placenta: o hábito de comê-la pós-parto se populariza.
Fonte Univadis.
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Polêmica envolvendo celebridades traz o assunto à tona; benefícios de ingestão de placenta não são provados cientificamente
Nos últimos dias, Bela Gil foi o centro de uma polêmica: a ingestão de placenta. Outras celebridades, como Kim Kardashian e January Jones também revelaram ter comido o órgão. A placentofagia é uma prática comum nos Estados Unidos e tem ganhado popularidade no Brasil nos últimos anos. Mulheres que adotaram a prática contam que os benefícios são força e recuperação pós-parto.
A placenta, formada por tecidos dos óvulos e responsável por manter o bebê vivo dentro da barriga da mãe, fornece nutrientes e oxigênio para que ele respirar. Além disso, o órgão também libera hormônios, como a progesterona e o estrogênio. Segundo estudos científicos, a placenta é rica em ferro, vitaminas B6 e E e ocitocina, componente importante na produção de leite e recuperação do útero após parto.
É disso que vem a crença de que ingerir placenta faz bem à saúde, pois os nutrientes passariam para a mãe. Porém, apesar de cada vez mais comum a ingestão, não há estudos comprovando benefícios disso para a saúde da mãe. Enquanto isso, a placenta tem sido ingerida de diferentes formas, sendo as mais comuns: batê-la no liquidificador junto a uma vitamina de frutas, comê-la crua temperada com ervas e especiarias ou em forma de cápsula.