EDS OLIMPIO
Viamão – RS
Crônicas & Agudas
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Chapecoense – Força Chape
30 nov 2016 Deixe um comentário
Vantagens ou Benefícios Sociais! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 15 Novembro 2016.
23 nov 2016 Deixe um comentário
2016 – 11 – 15 Novembro – Vantagens ou Benefícios Sociais – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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Vantagens ou Benefícios Sociais!
A eleição de Trump tem um viés pouco observado pelos comentaristas, principalmente por segmentos identificados com o populismo ou como fizeram no Brasil – aquilo que é teu é nosso, um bem social, e aquilo que é nosso é somente nosso apesar das fontes criminosas tão bem iluminadas na Operação Lava-Jato. Pergunte a uma pessoa se ela é contra que “carentes ou pobres”, “minorias ou prejudicados históricos”, e tantos outros grupos recebam vantagens ou algum tipo de benefício social. Estatísticas mostram que as pessoas são favoráveis a que os outros (como a si mesmos) recebam vantagens. No entanto, a pergunta que nunca ou raramente fazem: – você ainda quer ou tem condições de tirar da sua mesa, do seu trabalho, da sua família, do seu lazer, enfim de sua vida e dos seus familiares mais do que já entrega voluntariamente ou mais daquilo que os governos que lhe sugam? Assim o entendimento e a aceitação poderão mudar. Veja como uma simples pergunta de outro ângulo gerará um silêncio e um esforço mental para aceitar ou não.
Crônicas & Agudas
O interior do país americano sinalizou com a classe média das grandes cidades que há um limite para que os políticos continuem tirando cada vez mais de quem trabalha e dar para quem não trabalha ou quer emprego com pouco trabalho ou para quem entra na tua casa sem autorização e necessita ser amplamente assistido. Há espertezas e vigarices em muitas vantagens. O brasileiro não obsidiado pelo populismo começa a se dar conta disso. De cada três pessoas que andam de ônibus em Porto Alegre, uma viaja gratuitamente e as outras duas pagam a mais para aquela ter essa vantagem. Qualquer empregado poderia estar recebendo o dobro de seus patrões para trabalharem, mas o governo suga tudo isso que desaparece nos péssimos serviços públicos e na roubalheira. Numa triagem inicial quase 50 mil pessoas recebem o Bolsa Família indevidamente no Rio Grande do Sul, informa a imprensa. E no Brasil?
Cr & Ag
“Tirar dos ricos para dar aos pobres” – é outra canalhice que ainda prospera depois da queda do muro de Berlim. Veja a prosperidade e o crescimento dos antigos satélites dominados pelos exércitos soviéticos, que a cada ano os países melhoram suas economias e a autoestima. O PT que simbolizou e nos fez acreditar nas suas virtudes morais e éticas com as luzes socialistas ou comunistas está enredado na teia que urdiu na maior organização criminosa e política que conhecemos. Vemos vereadores criando leis locais que isentam esses ou aqueles, geralmente gestadas para benefício de algumas criaturas e as demais vão no tsunami da vantagem. Legal poderá ser, mas é moral? Creio que a maioria não passa por aquela simples interrogação inicial, jamais feita à luz da razão. Somente o imposto de renda nos vampiriza com quase 30% dos proventos de nosso trabalho. Muitos não legalizam seus segundos, terceiros ou outras tantas atividades para escaparem de fúria sanguinária do leão. Além disso quantos impostos e taxas, etc, somos tungados no dia a dia? Pense nisso quando restringir a escola, os remédios, o plano de saúde e até a comida na sua casa.
Cr & Ag
Assim também as corporações faliram os Estados. Direitos adquiridos e vantagens sociais para todos os supostos merecimentos encontram um político safado, ignorante, aproveitador ou descompromissado com o futuro de todos e logo terá um Judiciário, também abarrotado de privilégios (como o Legislativo), para dar guarida. E aí está o sonho de consumo profissional de tantos – um emprego público que seja uma boquinha rica com o mínimo de trabalho e acumular direitos e esquerdos. Conhece alguém que se encaixa nesse formato? Jamais generalizamos. E quem se ofender ou se sentir magoado é porque certamente colocou o chapéu e tocou na ferida. Os conscientes estão saturados, cansados, esgotados dessa espoliação viral e continuada. Os safados sempre acham que devemos compulsoriamente pagar e contribuir com mais e sempre mais. Sinta e observe como as mesmas criaturas exigem que você não possa exercer o direito de defesa contra os assassinos, estupradores e aos piores criminosos e continue uma presa fácil da criminalidade de um Estado quase ausente para te proteger e os direitos humanos são mais dos bandidos do que do cidadão honesto e trabalhador e que ainda sustenta várias dessas deformidades sociais.
Super Lua – Consciência Negra e nossa Humanidade – Dia Mundial da Prematuridade – Angústia de uma Médica – Aquisição de Crônicas & Agudas
15 nov 2016 Deixe um comentário
Rescaldo do Inverno! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 09 Novembro 2016
13 nov 2016 Deixe um comentário
2016 – 11 – 09 Novembro – Rescaldo do Inverno – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão
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Rescaldo do Inverno!
Outono caem as folhas e sobem as roupas para os andares mais altos dos roupeiros. A indumentária de verão vai para escaninhos longe de nossas vistas. E baixam as roupas mais pesadas e os cobertores para o Inverno. Há que respeitar ao soberbo vento Minuano e ao clima de sobreviventes que ainda tentamos nos acostumar. Eis que o inverso acontece nas franjas da Primavera, que como toda prima é bela e luminosa. Perfumada e convidativa para um passear descompromissado com o clima e um bater de asas libertadoras das casas com cheiro de umidade e mofo. Vem o encantamento com aquela camisa que nem lembrava mais, com a calça azul que ganhei de Natal e com a camisa de grife que poupei e poupei para os dias especiais. Quem não passa ou vive assim? Como as aves, nós mamíferos e outros reptilianos trocamos penas e escamas.
Crônicas & Agudas!
Nada é tão belo e livre que não apareça um sérgio moro da realidade e aponte o dedo indicador de onde pisamos na bola. E condenar a engaiolarmos muitos de nossos prazeres no hotel de Curitiba da boca fechada e das ousadias alimentares, senão orgias gastronômicas. Uma amiga propagandista farmacêutica contou-me que estava experimentando com respiração contida, barriga chupada, pensando em tirar algumas costelas como a famosa artista ou preparar-se para a melindrosa e dramática cirurgia de redução de boca, quando seu hábil esposo apareceu: – Meu bem, as roupas encolheram. Esses tecidos sintéticos não são de confiança, também eles quebraram a Petrobras! Que alento. Esse é um modelito de marido que muitas mulheres pediram ao Criador. A autoestima (dela) sofreu um sacalão positivo, um ‘up’ no ‘love is all’.
Cr & Ag
Pois a esposa estava colocando várias calças sobre a cama para escolher uma para determinado evento. Passei o dia fugindo da briga de provar as calças como o diabo fugindo da cruz e o Lula do Moro – ele novamente! Acendeu-se uma luz vermelha, pois a amarela havia acendido muito tempo antes e em pleno inverno. E apagou ou queimou pela exaustão. Eu passava pelo quarto e as calças me olhavam com ar inquisidor, pensei em recorrer ao Supremo para algum embargo infringente (ou que droga signifique isso) me safar dessa. Não iria funcionar. Anoiteceu. E lá na cama, como a guarda do Palácio de Buckingham, as calças continuavam impávidas. Hora de dormir. Ou trocava de cama ou partia para o tudo ou nada. Seria no jargão do pau de dar em doido uma trocação total. E nos atracamos, sabendo do resultado final. Nada incerto como a pauleira de Hillary Clinton e Donald Trump. Havia passado quase em jejum absoluto durante o dia. Meditei para queimar as gorduras das travessuras. Estava meio desidratado, evitei de tomar meus 2 litros de água de coco. E por falar nisso peço que não espalhem, tomei dois purgantes. Não entrou coco, mas saiu muito…
Cr & Ag
Ainda esperava que algum paciente solicitasse uma consulta de emergência depois do futebol das 22 horas. Nada! Nem um ‘help’ no WhatsApp. Queimei um balde de adrenalina. Minhas suprarrenais quase desapareceram. Babava cortisol. Estresse do cão da Dilma e da mulher do Cunha. Parti para o abraço com a resignação de condenado da Lava-Jato. Devolvi o que pude. Com dor e cólicas. Experimentei a primeira, a segunda, a terceira e uma pausa para secar o suor gélido. Estava 3 a zero para as calças. Fui para a quarta e quinta – quase deu empate. Me sentia o Colorado descendo para a Segundona assassinado pelo Roth e asseclas. A calça azul, presente de Natal, me tirou lágrimas gordurosas. Usei uma ú-ni-ca vez. Eis que dei um vamos parar por aqui, essa é a última do mohicanos. Quando o botão da cintura casou com a fenda do outro lado, foi como a primeira vez (ou seria a última?), soltei um aliviado ou vitorioso Ahaaa! Taí, essa é a única que não encolheu! Não se fazem mais roupas como antigamente. E antes que algum afobadinho e espertinho acuse: – Não tenho pneus! Somente alguma estepe para os momentos de necessidade e ousadia. – Beleza Edinho! Escutei meu anjo de guarda dando força.
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