2016 – 12 – 27 Dezembro – Brigada Militar e a Bandeira do Rio Grande – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas
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A Brigada Militar e a Bandeira do Rio Grande!
As pessoas me perguntam de onde nasce essa simpatia pela Brigada Militar? É fácil, meus pais me ensinaram a simpatizar com quem merece respeito e gratidão. Isso traz consigo uma existência de trabalho e consideração pelo povo rio-grandense. Repito que respeito outras corporações e outras polícias. Não obscureço seus problemas, muitos da fragilidade humana, outros pelo treinamento inadequado, ainda pela ideologia de certos comandantes. Nas universidades da União Soviética, desde antes de Stalin, pregavam que “a ideologia é mais forte que o sangue”. Principalmente o sangue dos outros. Uma das “lendas” da Legalidade – contam que Brizola, sob a iminência de ataque aéreo e das tropas descidas principalmente no centro do país, recebeu o compromisso da Brigada Militar em enfrentar quem quisesse fazer qualquer mal aos rio-grandenses.
Crônicas & Agudas
Certas pessoas olham o “seu lado”. Muitos desafiam qualquer autoridade. Nas últimas décadas vimos lamentavelmente organizações com cores partidárias e vestimentas ideológicas fazerem greves, badernas, invasões e enfrentamentos prejudicando o todo, todos os lados. O manto da legalidade de um sindicato, uma ONG ou certos “movimentos sociais” mantém uma orquestração macabra de descrédito e demonização da Brigada Militar. Lembrem do brigadiano degolado, assassinado na avenida Borges de Medeiros numa dessas “manifestações”. Ali há algum monumento ao herói imolado pela fúria? Há professores que mostram publicamente essa sanha. Transmitem essa virulência aos alunos? Esse mesmo viés defeituoso se estabelece com formadores de opinião de toda ordem, como jornalistas, médicos e religiosos, por exemplo.
Cr & Ag
“A Brigada prende, mas eles logo estarão soltos! ” – Toada dolorosa. O aguerrido viamonense e jornalista Rogerio Mendelski, em seu programa na Rádio Guaíba revela ensinamentos primorosos atribuídos ao Desembargador Irineu Mariani. “Bons juízes consertam leis ruins, maus juízes destroem boas leis”, ou algo equivalente. A Brigada Militar faz aquilo que é do seu ofício sob todas as adversidades. Políticos identificados com a criminalidade (agora intestinamente contra Sérgio Moro e o Ministério Público Federal de Curitiba) aliam-se a falanges de “direitos humanos”. Direitos dos mais malignos e tortos da sociedade. Esses simpatizarão com a Brigada?
Cr & Ag
O corpo do brigadiano, repito, é a fronteira final, a última trincheira, a derradeira paliçada entre nós e a criminalidade conhecida e travestida. A maioria é “depois”, na delegacia ou na justiça que sempre tarda. Investigadores da Polícia Civil lamentam seu trabalho de risco desperdiçado pelas “solturas e frouxidão”. Precisamos mudar esse paradigma sinistro de desqualificar e atacar essa instituição. Precisamos de comandantes despidos da ideologia canhestra e sejam mais participativos da linha de frente com seus subordinados. Levemos os brigadianos para o dia a dia das pessoas, para dentro das escolas, como havia no longínquo Grupo Escolar Setembrina do meu tempo e das festas da civilidade. Precisamos do Brigadiano nas ruas auxiliando a mãe com o filho ou o idoso a varar uma rua de insanos ao volante. Precisamos do brigadiano também fora do combate aos criminosos para serem vistos e sentidos. E respeitados e admirados pela população. Também depende de cada um de nós cidadãos que trabalhamos e pagamos as contas (e as roubalheiras) fazer a Brigada Militar ser realmente a imagem viva da bandeira gaúcha.