O Policial também é um Filho de Deus! – Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 27 Junho 2017.

 

2017 – 06 – 27 Junho – O Policial também é um Filho de Deus – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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O Policial também é um Filho de Deus!

C

ausa estranheza a afirmação do título? Ou você é da espécie que acredita e prega que o policial, civil ou militar, seja um filho ou um enviado do Diabo para atormentar as pessoas? Hoje, dia 23 de junho, pela manhã, o rádio informa da morte de um policial civil de 39 anos de idade com um balaço na cabeça durante uma operação de rotina com ordem judicial na casa de traficantes de drogas aqui em Gravataí, região metropolitana de Porto Alegre. Esse homem, no fiel cumprimento de seu dever de proteger a sociedade, morreu nos braços da sua esposa, que também é policial civil e estava na mesma operação. Os policiais teriam sido recebidos à bala por cinco traficantes enquanto apresentavam o mandato judicial para a mulher que abriu a porta. Outro cidadão, mais um policial em defesa da sociedade honesta, onde segmentos não merecem viver livremente nessa sociedade, morre brutalmente. Durante essa manhã, não escutei nada além da crua notícia jornalística. Se fosse o contrário? Estaríamos crivados de “direitos humanos”, socialistas, movimentos sociais, parlamentares identificados e amantes de criminosos exigindo a imolação em praça pública do policial que “matou” o criminoso e “contra a violência policial”. Há pichações que pregam “policial bom é policial morto”. É a degradação absoluta da lei, da moral e da ética.

Crônicas & Agudas

É alarmante, em comparação com outras polícias no planeta, a matança de policiais no Brasil. Há jornalistas de visão tubular ou mente estreita, deformados pela lavagem cerebral durante a universidade ou adeptos da ideologia que visa destruir a família? São peças cruciais nessa rotina fatal? Jamais generalizo e basta escutar, ver e sentir que você verá a diferença entre o joio e o trigo. Ainda ferve na mídia o episódio da desocupação dos invasores no prédio público no Centro de Porto Alegre. Observam “violência policial”, “horário impróprio”, “crianças no local”, “noite fria”, “deputado do PT é detido” e outros eteceteras. Ninguém desdenha da necessidade de moradia digna para todo o cidadão e das crianças no local.  E o respeito às leis? Observe outras facetas não abordadas adequadamente: dois anos de negociações com os invasores sem que nenhuma alternativa a Justiça encontrasse para que saíssem espontaneamente do prédio; qual o currículo das criaturas invasoras, seu passado ou sua ficha policial? Certamente não eram somente seres angelicais que ali se acantonaram. Essas crianças eram filhos reais dos invasores ou trazidos de outros locais – fato conhecido em outros “movimentos sociais”? Se eram familiares, em que condições viviam? Ambiente promíscuo? Drogados, traficantes, ladrões? Com a anunciada judicialmente desocupação por que eram ali mantidas se já planejavam o enfrentamento físico? Outras perguntas estão penduradas no gancho sombrio da eterna partidarização e da ideologia, ansiando respostas reais e moralmente éticas.

Cr & Ag

Alguém é tão inocente que jamais viu ou soube do uso de crianças ou mulheres como escudos humanos? E não se precisa viajar ao Estado Islâmico – Isis, veja os assaltos à banco no Estado. A responsabilidade principal de expor menores às condições adversas ou insalubres é de quem prioritariamente? Dos pais e responsáveis ou de nós? Qualquer desocupação, retirada de invasores refratária a acordos é sempre pacífica ou há violência calculada, premeditada e talvez estimulada? Pense. Raciocine. Responda para si, pelo menos. Os invasores sempre usarão todos os meios materiais ou psicológicos e reagirão sempre. Qual a colaboração efetiva do humanista deputado (único no local?) durante os dois anos de negociação, buscou soluções reais e novas moradias, qual a sua atividade real durante o tempo de invasão e não somente na desocupação? Escudado no crachá de deputado pode obstruir e tentar impedir uma ordem judicial previamente conhecida e sabida? Ou a separação e respeito entre os poderes republicanos somente vale para os outros? Tantas dúvidas mais! E as respostas?

Novamente satanizaram a polícia. Demonizaram a Brigada Militar. Esse jogo é sempre executado com a conivência da ignorância ou com a participação ativa dos interesses malignos das facções que mergulharem o Brasil na pior crise da sua história? Talvez alguns preferissem os métodos de Fidel Castro, a “ponderação” do venezuelano Maduro ou a “complacência do imperador” da Coreia do Norte? Acredite – o policial é e sempre foi um filho de Deus como você e eu!

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