A Saúde de todos Nós!
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á uma epidemia de programas de culinária para todos os gostos e desgostos na TV. Em certo programa de churrasqueiros, em algum lugar dos Estados Unidos, os participantes assavam carnes ao ar livre e lutando contra o relógio. Eis que um dos participantes, devia estar com a bexiga quase explodindo, saiu do seu lugar e foi aliviar-se “no mato”. Voltou rapidamente, uma água ligeira nas mãos, e dá-lhe mexer nas carnes e assar. Findo o tempo, os pratos prontos eram colocados sobre a mesa do júri para que provassem e dessem a sua nota. Nenhum dos jurados quis provar o prato daquele competidor e deixaram bem claro e definido que sua conduta de escassa higiene o desclassificava. Como sempre nessas criaturas primitivas, ofendeu-se e sentiu-se prejudicado. Um amigo, já falecido, e cozinheiro profissional me alertava, que “quem vive dentro de uma cozinha, dificilmente come o que ele não prepara ou alguém da sua restrita confiança”. As criaturas são geralmente refratárias e insolentemente resistentes às mudanças de hábitos, principalmente os perniciosos e nocivos.
Crônicas & Agudas
Tenho alertado que a qualidade dos profissionais que são partejados nas universidades brasileiras é cruel. Médicos também! Muito. Um jornalista na TV, em reportagem sobre o emprego dos estrangeiros migrados ao Brasil, aflorou um restaurante de “sushis”, outra epidemia, como se toda a comida oriental e principalmente “japonesa”(?) fosse te transformar num ninja ou num samurai de saúde e força. Eis que um africano, habilmente manuseando uma faca sobre um balcão, laminava peixe cru e com outro africano de auxiliar que amassava arroz e vegetais cortados preparava a dita (ou maldita) culinária. O homem tinha em curtíssimo tempo se tornado hábil e produtivo. Elogiado por sua rápida evolução, agora com “carteira assinada”. Luvas? Máscaras descartáveis? Gorros? Aventais limpos? Balcão com assepsia? Coisas básicas e elementares na higiene – visualmente ausentes. A origem dessas pessoas, africanos, haitianos e outros do quarto mundo, passam muito longe da higiene mínima e elementar. Naquele restaurante preparando comidas cruas, sem a cocção para matar o bicharedo, guardadas imaginem como e logo devoradas pelos adeptos e obnubilados pelo modismo, resultado previsível.
Cr & Ag
Certo médico, ao substituir a serviçal doméstica, padeceu de furiosa gastrenterite. “Por cima e por baixo era um caldo só”. A sua esposa treinava as iniciantes e tentava corrigir seus vícios originais. Notaram que a nova doméstica habitava o banheiro com exagerada atividade. Eis que revelou, “lá em casa tá todo mundo numa vomitadeira e numa caganeira de dar dó, tá assim um tempão”. Um sindicalista histriônico alegaria “perseguição do patrão ao humilde empregado”, “é a luta social cumpanheiro”. E você acredita na singela coincidência astral ou seria algo a mais? Puxando de memória lembro de inúmeros outros casos e inclusive nos plantões de pediatria. Tem gente que se preocupa em pegar doença dos estados baixos dos outros, jamais que os seus causem enfermidades nas outras pessoas.
Cr & Ag
Espera-se que um médico higienize suas mãos com a frequência necessária e com antissépticos adequados e que trabalhe cirurgicamente com máscaras descartáveis, luvas, aventais, ambiente cirúrgico estéril e vai por essa longa esteira de cuidados que separa a Medicina atual e necessária da simplória “cubanização” do sistema. Dona Dilma e seu Lula e assemelhados de todas as cores e ideologias querem e exigem o padrão Sírio-Libanês, por exemplo, mas para a saúde de todos nós defenestrados, desapropriados, extorquidos, violentados serve o padrão da demagogia criminosa. Observe o que pretende e aquilo que ousa enfrentar e comer. O desafio é constante e assustador, quando não fatal!
2017 – 09 – 12 Setembro – A Saúde de todos Nós – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião