Perversão e Arte! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 03 Outubro 2017.

 

Perversão e Arte!

Nero, o imperador, incendiou Roma enquanto fazia a sua música. Tudo pela “sua arte”. Tudo pela arte? Os espetáculos mortais e degradantes das arenas romanas inspiraram “a arte” e depois os circos. A putrefação moral que arrasou a economia brasileira e tornou a corrupção numa prática de partidos políticos e da administração do Estado exterioriza-se pelas mesmas vertentes e bocas que tem tratado a criminalidade de pior e mais cruel espécie em “coitadinhos” e vítimas da “elite e do capitalismo”. São símbolos identificados como defensores da bandidagem da mais perigosa espécie de gente, pelo menos por aqueles não obsidiados, como seus eleitores.

É essa mesma gente que defende a destruição da família e a guerra social mascarando com direitos humanos. Assistimos cenas escatológicas travestidas de arte na exposição do Banco Santander. Pago com dinheiro extorquido de quem trabalha sob a fachada de impostos e similares. “Tudo arte”! Nem a imagem de sodomia e felação com pungência racial causou prurido nesses “defensores dos direitos humanos”. Pais estão constrangidos a educar seus filhos, no entanto a “arte” desnuda a nudez ou a sordidez sob todas as luzes. Pela “arte” essa gente pode exteriorizar-se na sua nudez e nas suas taras e perversões. Logo pedófilos serão aceitos como artistas reacionários. A Justiça, sem generalizar, que deveria ser nossa protetora aparece como naquelas autoridades em São Paulo que liberam um tarado contumaz depois de 16 prisões. Contaram-me que uma delegada de polícia advertiu ser crime repassar o vídeo do tarado num supermercado de Porto Alegre. As pessoas honestas e responsáveis têm o compromisso de avisar, advertir e precaver as pessoas que amam dessas criaturas malignas que tanto permanecem livres ou quase. Quantos cidadãos esperam que outros criminosos executem as suas próprias leis, como nas penitenciárias, para que essas bestas sejam punidas? Vejam a lamentável situação que o cidadão está! Ter que esperar “justiça” de outros criminosos. É muito triste e vergonhoso. Talvez não para os defensores dessas bestas pervertidas.

CPERS – Greve – Educação!

Novamente um mês de greve do magistério do Rio Grande do Sul, numa rotina anual que está bailando há mais de 30 anos, ou décadas, num conflito de direitos.

                                 Vide Mauro Luiz Barbosa Marques e a greve histórica de 1979: http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1360875372_ARQUIVO_artigo.para.anpuh.2013.pdf). Alguma coisa não funciona, seja nas greves, seja na vida profissional ou para os alunos e suas famílias. Lamentamos e jamais generalizamos. Há o entendimento de que CPERS é sinônimo de greve. Há o entendimento de que a função de sindicato é confronto e ideologia. A qualidade da educação gaúcha é precária. Famílias privam-se para colocar seus filhos em escolas privadas, pois todo ano tem greve e a recuperação curricular é controvertida, difícil, senão falaciosa várias vezes. Como assim? Os marcadores da qualidade da educação têm melhorado no Rio Grande do Sul em si mesmo e na vergonhosa situação nacional em comparação com outros países?

Ou o CPERS não sabe fazer greve, ou o tipo de protesto está inadequado, ou já dava para saber que desde 1979 esse enfrentamento não dá o resultado é desejado. Há professores aposentados ou que se aposentarão por tempo de serviço sem resultados efetivos das greves. Algo está errado? Entendo e qualifico como o professor sendo dos mais nobres ofícios e fundamental na evolução da humanidade. Assim o professor merece todo nosso respeito e consideração e jamais compartilhamos da omissão de defendê-los ante as adversidades, inclusive nas salas de aula. O médico que errar continuamente seus diagnósticos e seus tratamentos perderá seus pacientes ou seu direito de ser médico. Se um engenheiro persiste em suas técnicas, mas seus prédios e pontes caem; se um advogado perde todas as suas causas durante décadas – que fazer? Em qualquer atividade humana é assim. Ou deveria ser! As greves do CPERS têm fracasso total ou parcial. A educação precária causará dor e derrota em alunos que no futuro enfrentarão um mercado de trabalho competitivo e a responsabilidade de amparar de suas famílias. Exceto se estivem em alguma atividade que dispense essas necessidades. Veja que respeitamos as greves legais, mas arguimos os resultados reais e duradouros e suas consequências.

2017 – 10 – 03 outubro – Perversão e CPERS – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão.

http://www.edsonolimpio.com.br

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