Bananalização & Banalização! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 10 Outubro 2017.

 

Bananalização & Banalização!

M

uitos tristemente nos rotulam e outros nos entendem como outra “republiqueta bananeira da américa latrina”, de corrupção, ladroagem e incompetência viral, sistêmica e de seitas políticas e messianismo ideológico. O emérito jornalista Rogério Mendelski, viamonense, usa o termo “bananão” para esse Brasil tão espoliado, roubado, surrado e apropriado pelo sindicalismo dito socialista e pelas corporações alojadas nas empresas que usam o teu e o meu dinheiro em seu proveito – vide Mensalão, Petrolão e Lava Jato, etc. Gritam contra os administradores públicos, desde que não sejam de sua ideologia, apesar de eleitos com o mesmo voto embananado de todos. A primeira opção de qualquer empregado descontente com o patrão ou com seu salário é negociar, a segunda e derradeira opção é trocar de emprego ou trocar de patrão – ouvi isso incontáveis vezes nas quase quatro décadas de plantonista de emergência do SUS, IPERGS, etc. Esse é o caminho de todos os simples mortais, exceto do pessoal que berra com a possibilidade de estatais se tornarem privadas. Contrassenso? Como plantonista nunca tive, como outros colegas médicos, direito às férias remuneradas, 13º. salário, insalubridade, adicional noturno, etc. Médico é diferente pois “fez juramento”!

Crônicas & Agudas

Eu cidadão não quero ser “dono” de postes ou de canos de água. Eu cidadão não quero ser “dono” de posto de gasolina nem da Petrobrás. Eu cidadão preciso de postos de saúde e postos policiais. Eu cidadão não preciso ser dono de banco (Banrisul e assemelhados). Eu cidadão necessito de bancos de sangue, bancos de transplante de órgãos e singelos bancos nas praças? Essa novela que as empresas privadas não funcionam como as estatais é demagogia e proteção dos privilégios dessas corporações. Greves e mais greves! Sem limites ou punições pelo abuso do “direito”. Existem greves assim na Ipiranga, na Shell, no Magazine Luiza, nas Lojas Renner, na Gerdau? Ou nas empresas dos Batistas ladrões, Wesley, Joesley e do Eike, Golden Boy do PT? A empresa tende a se equalizar com a saída dos descontentes e maus trabalhadores e incentivar e premiar os bons trabalhadores.

Cr & Ag

Sartori parcela os salários num estado que muitos ajudaram a falir. Devem reclamar. Mas aceitam que os outros poderes do Estado não sejam igualmente atingidos pela penúria gaúcha. A mídia informa que a tentativa de Sartori em aprovar a “lei do duodécimo” para que o Estado repassasse aos outros poderes na mesma proporção da arrecadação estadual foi tiroteada e derrubada pelos mesmos socialistas que incentivam as greves e o conflito. Escondem-se atrás de rótulos de “falta de transparência” e outras falsidades. Por que não envolver todos nas mesmas dificuldades de uns e na busca de solução geral? O cidadão um pouco atento “não entende”.

Cr & Ag

Piquetes bloqueavam o livre acesso dos doentes ao Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre. Um sindicalista “explicou”: “os piquetes são para orientar os pacientes”. “Orientar os pacientes” é a forma safada e criminosa de impedir ou dificultar que eu cidadão consulte ou salve a vida de filhos ou familiares. Eu cidadão não preciso ser dono de ônibus, preciso de saúde de qualidade, boas escolas e segurança para ir e vir e trabalhar. Sim, pois os cidadãos simples mortais não têm os privilégios, chamados de “direitos adquiridos”, dessa turma. O Estado grande e poderoso é útil para quadrilhas como a que ocupou e ocupa muito do Brasil nessas últimas duas décadas. Nem todo o socialista ou petista é um criminoso, apesar do seu partido ser identificado como organização criminosa com dezenas de membros julgados e condenados.

Repito sempre que jamais generalizamos. Eu cidadão devo enxergar e sentir, constatar e reagir e jamais se permitir o domínio por esse social-comunismo que usa e abusa de nós trabalhadores e funcionários públicos para alcançar seus objetivos de enriquecimento ilícito e perpetuação no ócio belicoso sempre criando inimigos externos para que a massa de manobra seja sempre útil e submissa.

2017 – 10 – 10 Outubro – Bananalização & Banalização – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

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