Na Marca do Pênalti! 2. Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 20 março 2018.

 

Na Marca do Pênalti! 2

 

O

s desafios são diários, num comer para não morrer. Representa que o Prefeito André Pacheco está tentando e fazendo. Sempre será pouco para as necessidades, mas poderá ser muito diante das carências históricas assoladas por mentiras e a desolação ou o deserto de capacidades. Meu vizinho de jornal, o colunista Linguarudo, tem exercitado sua memória e exposto chagas de governos anteriores. Está correto! É necessário para um povo que esquece quem votou na eleição passada ou está camuflado para não ser identificado como eleitor da Dilma Golpe. Sem o banzé ou alarde de “Usina de Asfalto”, como no governo do Ridi, vai recuperando as ruas totalmente degradadas, como no entorno da Praça Júlio de Castilhos, Prefeitura e Câmara de Vereadores e cartão postal da cidade. A paisagem lunar, que derrubava motociclista, revelava que a administração pública deveria viver em algum outro lugar e jamais visitar ou circular em torno da praça principal. Essa face do malfadado descaso se corrigiu com meios-fios bem pintados, ruas recuperadas, melhora da sinalização (creio que as faixas de segurança logo estarão visíveis) e ainda uma pequena atuação da guarda de trânsito municipal.

Crônicas & Agudas

Certa mãe de numerosa prole foi acusada de “relaxada” e pouco arrumar a casa. Respondeu em tiro livre: “Dou banho e nenhum filho meu está de bunda suja!” Quando o problema é crônico e gigantesco, há necessidade de muito serviço e uma conscientização para que se possa evoluir e auxiliar. O mínimo seria cada criatura cuidar do seu próprio rabo e não sujar as ruas e abandonar seus terrenos ao lixo e ao matagal que invade as calçadas. Queremos uma Prefeitura que funcione no ritmo e na cadência da necessidade. Há muito se vê a necessidade de reformular métodos e criar metas de trabalho, produção e meritocracia para os funcionários. Os “Eles” querem a Prefeitura para se aboletar num cargo público sem os compromissos e obrigações da vida liberal. Há bons funcionários atravancados por algumas criaturas que desorganizam a vida do cidadão e contribuinte. Informatizar e reduzir burocracia. Ah! Os bons funcionários não sentirão dodói com a cutucada cidadã, pois relatam constrangimento pela atividade de alguns colegas.

Cr & Ag

O Linguarudo relembra o “171”, a falcatrua da campanha do Ridi e seus acólitos com o famigerado “Hospital Materno Infantil da Ana Jobim”. Essa turma é boa de enganação e de propaganda falsa e do convencimento alegando de que a “culpa é dos outros”. Eu estava ali no olho do furacão. Eu presenciei. Certa vez escrevi nesse luminoso espaço que “se Deus quisesse criaturas de direita ou de esquerda” os teria feito, aí conto com a imaginação do aguçado leitor. No entanto, Lula e seu pessoal martelam anos a fio de que há “eles e nós”. E dividiram as pessoas em grupos de cor, origem, castas e ideologias. E continuaram com a divisão por gênero, sendo acintosa ou “criminosa” a acepção de homem e de mulher. Nem a Bíblia estancou essa hemorragia ideológica de desestruturação do organismo social que falsamente brada por “igualdade”. Mas se resume em destruir as famílias e as estruturas para que das cinzas (ou do lixo) renasça o seu modelo de comunismo. Sabem que fracassará, mas querem se manter divindades acima do caos. Duvida? Ou a Lava Jato nada ensinou?

Gil Ferretti, também conhecido como o esposo da dona Zeli, pregava para ouvidos moucos durante a campanha eleitoral em que fui candidato que “o político está para servir ao povo durante seu mandato e jamais para ser servido”. Eu, como funcionário público e médico, sempre entendi assim também. Infelizmente, a formidável e acurada percepção do senhor Gil Ferretti é a grande e lamentável ausência na vida pública do cidadão brasileiro ungido pelo voto ou protegido pela eternização do cargo.

2018 – 03 – 20 março – Na Marca do Pênalti 2 – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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 P19 - Terror

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