A Punhalada! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 11 Setembro 2018.

 

A Punhalada! (“La Puñalada”)

C

arregado nos braços do povo, Jair Messias Bolsonaro foi novamente apunhalado, mas dessa vez com uma faca assassina numa estocada covarde em seu abdômen. Seus detratores que não suportam a luz da verdade e a nobreza da democracia e não se contentaram em apunhalá-lo com mentiras e rótulos. Os cidadãos honestos, os trabalhadores que trabalham e o povo brasileiro que é diuturnamente apunhalado em seus direitos nas filas intermináveis da saúde anunciada e ausente, nas escolas que professam e disseminam virulentamente ideologias fracassadas, nos estudantes que querem estudar, nas donas de casa, nos cidadãos que buscam justiça num judiciário rápido e condescendente com ladrões emplumados e de gorjeio tão sedutor quanto demoníaco, nas estradas assassinas e  na violência desenfreada e protegida pela mídia dos direitos humanos dos criminosos.

Crônicas & Agudas

Jair Messias Bolsonaro representa, nesse tempo, o Brasil que não pode se mudar para o estrangeiro e não suporta mais as mentiras, a roubalheira e a ditadura da criminalidade albergada nas redações da imprensa e nas sombras das togas privilegiadas e distantes do Brasil que sangra. A verborreia criminosa tem apunhalado o Juiz Sérgio Moro e a Lava Jato e outros. A história lembra de um Júlio César apunhalado no Congresso. Em 8 de agosto de 1990, na Esquina Democrática de Porto Alegre (Av. Borges de Medeiros com Rua dos Andradas), um jovem soldado da Brigada Militar, Valdeci de Abreu Lopes, de 27 anos de idade, foi atacado e assassinado por uma falange do MST, com cinco ou seis homens agressores, sendo degolado a golpes de foice, sem ter demonstrado nenhuma atitude agressiva com a horda. Segundo o Vereador João Dib, os criminosos foram homiziados dentro da Prefeitura de Porto Alegre pelo Prefeito Olívio Dutra. A degola, a punhalada, o sangue derramado no asfalto ou nas pedras é a exteriorização agressiva e mortal da chamada esquerda? Ou há outro entendimento?

Cr & Ag

A milonga ou o tango argentino “La Puñalada”, soberbamente interpretada pelo exímio gaiteiro Edson Dutra do conjunto musical Os Serranos, pode ser o pano ou a música de fundo, quem sabe a trilha sonora ou o samba enredo das punhaladas que o povo brasileiro honesto e trabalhador que realmente trabalha tem sofrido. Todas elas se reuniram na cruel e fatídica punhalada do Adélio que se proclama “esquerdista”. Adélio representa aqueles que não suportam a democracia, ideias e pensamentos diferentes, manifestações que se sublimam em seus ídolos carregados em seus ombros e o combate ao crime. A punhalada incendiária que torrou a nossa história e sustenta um partido político e seus acólitos no poder de uma universidade abocanhando fortunas e o poder desmedido, mas criminosamente negligenciando um patrimônio do povo brasileiro e da humanidade.

Cr & Ag

Somos apunhalados quando os direitos dos criminosos suplantam, vencem e violentam os direitos dos cidadãos honestos. Somos apunhalados quando se defende um estuprador e sequer se lembra da vítima, geralmente uma mulher ou uma criança. Somos apunhalados quando não nos permitem o direito de defesa pessoal e da nossa família e propriedade e as forças policiais são suplantadas pela criminalidade. Somos apunhalados por taxas e impostos que sustentam presidiários, ladrões e assassinos do povo, muitos nutridos e com a couraça do foro privilegiado. Apunhalados por incompetentes que destroem a economia do estado e das empresas “não-amigas” sustentando privilégios e benesses e deixando esse legado fatal ao próximo governante. Oremos pelo Brasil e por Jair Messias Bolsonaro. Na terra do mártir Tiradentes, que o Messias seja mais do que nome, seja uma Luz e uma resposta do trabalhador que trabalha e carrega o Brasil com seu suor e sangue. Literalmente – Sangue!

2018 – 09 – 11 Setembro – A punhalada – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão – www.edsonolimpio.com.br

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