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“Cabeça de médico e cabeça de juiz e barriga de mulher – ninguém sabe o que vai sair”!
Esse é um antigo ditado ou provérbio popular. Eis que a Medicina facilitou no caso da “barriga de mulher” – a gravidez não é um mistério mais.
No entanto, “cabeça de médico e de juiz” – sempre há enorme diferenças de diagnóstico e de conduta. Fosse diferente, os pacientes não estariam rodando por vários consultórios e hospitais para alívio, cura ou tratamento de suas enfermidades. Na justiça, temos Cortes e tribunais para promulgarem a honra e o mérito do absurdo. O poder, de qualquer natureza, corroi e corrompe a natureza humana.
Nesses tempos sombrios da Peste Chinesa (mais uma), médicos querem que os outros façam, sejam expostos, não se efetuem tratamentos, exijam extorsivas comprovações desde que o enfermo não seja ele ou algum dos seus.