Série História da Medicina
A evolução da bicicleta como ambulância.
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Crônicas. Contos. Literatura. Jornalismo. Imagens e datas significativas.
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Série História da Medicina
Seriam soldados alemães ou prussianos em bicicletas duplas.
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Série História da Medicina
Soldados de bicicleta removendo ferido do campo de batalha. Há relatos de que os inimigos da guerra respeitavam, honra e ética, a retirada dos enfermos.
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Fragmentos da Pandemia!
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nteontem, 15 de maio, o Prefeito de Viamão, Sr. Russinho editou novo decreto na escalada da regulamentação das atividades da cidade. Observou-se uma distorção no funcionamento das academias de ginástica, que inviabilizaria o funcionamento e induziria demissões de funcionários e até o fechamento daquelas já esgotadas pelo chamado isolamento social pela peste chinesa. Conversei com o Professor e Advogado Andrey Negeliskii. Sensibilizado e observando o fato contatou o senhor Prefeito e seu grupo operacional. Isso era a manhã da sexta-feira. Logo à tarde emitiu-se novo decreto corrigindo e evoluindo positivamente o anterior. A integridade da saúde física e mental das pessoas passa pela atividade física, já declarada como essencial pelo Presidente do Brasil. A rapidez e o bom senso do Prefeito e sua equipe, como não ocorre com vários governantes no Brasil. É agradecer ao Dr. Andrey e ao Prefeito Russinho e sua equipe. Parabéns! Viamão está atenta.
Crônicas & Agudas
Viamão tem cerca de 300 mil resistentes (e residentes) e tem números na pandemia de fazer inveja a outras cidades. As falcatruas de compras de respiradores e novos leitos de UTI por governadores e prefeitos (jamais generalizo!) esconde algo que já mencionamos e apontou o Presidente do Simers no Pampa Debates. Quem vai operar esses respiradores? Quem vai operar esse universo de novos leitos de UTI? Façamos uma singela comparação – o dono da obra determina ao pedreiro que agora ele vai operar a grua (guindaste gigante) no 35º andar! É viável isso? É de bom senso? Vai funcionar? E os acidentes e intercorrências? Qualquer pessoa sabe que para formar um especialista leva-se tempo. Bom tempo! O médico exerce qualquer especialidade por ordem do juiz ou do governante ou ele deve ter feito uma especialização? Qualquer especialidade médica, depois dos 6 anos de graduação leva, no mínimo, mais dois ou três anos. Chama-se Intensivista o médico de UTI. Todo médico está apto num canetaço ou “pela vara” a tratar pacientes graves? Num cenário fantástico de se ter um universo de médicos habilitados, ainda temos que pensar nas substituições dos plantões e pela própria doença que os acomete frequentemente. Complicou mais? Lembra-se da opção estádios de futebol versus hospitais.
Cr & Ag
O povão acredita que deita numa cama de “hospital” e aparecem algumas criaturas de jaleco branco e umas máquinas em volta e está tudo resolvido? Durante os governos de Lula e Dilma (14 anos) se dobrou o número de escolas de Medicina do país – durante 500 anos de Brasil. Jamais se importaram com a qualidade dos médicos ali gerados, muitos com parto sem dor, sem provas, sem hospital escola, sem presença real, sem professores adequados e outros eteceteras. O furúnculo veio a furo com “os cubanos” – não comprovaram serem médicos ou estarem habilitados conforme nossa Constituição, sempre violentada. Isso é a realidade escamoteada. Vai-se para o discurso de pânico e carretas frigoríficas levando os defuntos – “estamos numa guerra”! Se estamos numa guerra declarada contra um inimigo que dizem conhecer – por que demonizar e impedir que as pessoas usem precocemente os medicamentos disponíveis? “Há discordâncias”! Alega-se. Se há discordância é porque uns concordam e outros não. E a Homeopatia? E a Acupuntura? Há concordância e plena aceitação e comprovação generalizada?
“Há tem que ter um termo de responsabilidade do paciente e assinatura do médico”! Para várias enfermidades, médicos usam cloroquina há quase um século e nunca se solicitou autorização do paciente. Sempre com a receita e a responsabilidade do médico – está na lei! O safado do Dr. David Uip, secretário de doença do safado Dória, se automedicava e contestava que as pessoas tomassem “exceto nos casos graves que o médico já está com o tubo na mão e vai enfiar no pulmão”. Médicos discordarem é comum, obstaculizarem tratamentos também. Está na história da Medicina. Muitas criaturas vivem numa redoma de poder e glória. Para si e os seus tudo! E para os outros? Somente depois de incontáveis estudos conclusivos e incontestável revisão numa peste chinesa de 6 meses? E você fica onde? Ninguém é obrigado, mas ninguém deve ser proibido? Ou como você entende para si e suas pessoas amadas se tiver que decidir?
2020 – 05 – 19 Maio – Fragmentos da Pandemia – Eds Olimpio – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão – http://www.edsonolimpio.com.br