DIA DO DOADOR DE SANGUE!

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Dia do Médico Homeopata! .

 

21 Novembro

DIA DO MÉDICO HOMEOPATA

Dia Nacional da Homeopatia

… Reconhecimento

… Respeito

… Gratidão

11 - 21 Novembro - Médico Homeopata - Dia Nacional do

Amanhã de manhã! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 17 Novembro 2020.

 

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Amanhã de manhã!

 

O enclausuramento também trouxe a redescoberta do outro. Há quem reaprendeu a valorizar, garimpar qualidades, descobrir portos seguros para ancorar suas emoções e novos caminhos para desbravar certos corações, por vezes duros e empedernidos.

Encontrar belezas e aprender o alfabeto das letras de carinho e entendimento. Como marinheiros em solo firme. Como nascem dois em um, a síntese, uma fusão que deve ser consentida e aprimorada. Respeito e compreensão num território fechado e pequeno, para a maioria dos mortais.

 

Na crônica Nada será como antes, os sentimentos e emoções despertas incentivam buscar novos horizontes nas mesmas embarcações. A música assim também reaviva, desperta, mobiliza, quando não cutuca e agudiza sentimentos letárgicos ou sonolentos.

A beleza (da outra ou do outro) não está lá fora (somente), pode e geralmente está muito mais próximo do que sentimos nas atribulações da vida competitiva.

 

[Amanhã de manhã / Vou pedir o café para nós dois / Te fazer um carinho e depois / Te envolver em meus braços / E em meus abraços / Na desordem do quarto esperar/
Lentamente você despertar / E te amar na manhã…]

 

Roberto Carlos? Sim. Com poesia e música dele e do Erasmo. Como tantas pérolas que embalam e tamborilam em corações por décadas. Nada será como antes na alegria ou na dor. Há a nossa escolha. Sairemos mutilados ou renascidos?

Há casais que encontram um equilíbrio em seu relacionamento com suas vidas estruturadas em locais diversos, diferentes. “Juntos, eles brigam como cão e gato” – dizia a amiga. Juntos eles podem e devem se redescobrir. O rio da vida, as águas da existência são rápidas e o tempo não arregla ou perdoa.

 

[…Amanhã de manhã / Nossa chama outra vez tão acesa / E o café esfriando na mesa /
Esquecemos de tudo / Sem me importar / Com o tempo correndo lá fora
Amanhã nosso amor não tem hora / Vou ficar por aqui…]

 

Amanhecer juntos. Escutar a respiração dela ainda sonolenta. O braço que abraça. A mão que acaricia e os dedos que se enroscam. Deixe o café esfriar. Deixe o tempo correr lá fora, pois ‘nosso amor não tem hora’. A vida que se esfumaça no tropel do ter muito mais do que se necessita, para logo ali ser pranteado por ausentes. E deixa-se isso passar?

 

[…Pensando bem, amanhã eu nem vou trabalhar / Além do mais temos tantas razões pra ficar / Amanhã de manhã / Eu não quero nenhum compromisso / Tanto tempo esperamos por isso / Desfrutemos de tudo / Quando mais tarde / Nos lembrarmos de abrir a cortina / Já é noite e o dia termina / Vou pedir o jantar…]

 

Estrelas. Lua. Sol. O tempo deixa de ser senhor e passa a nos servir. Pensando bem, trabalhar em casa aflorou sentimentos, que se cultivados com afeto e respeito, somente flores e bênçãos trarão. Um universo que não é tanto do trabalho, dos filhos e da família, do cão ou do gato. São partes importantes, mas há o núcleo duro, o cerne, onde tudo começou. Começou com os dois – a semente inicial. Há quem esqueça, postergue, adie ou renegue!

 

[…Nos lençóis macios / Amantes se dão / Travesseiros soltos / Roupas pelo chão / Braços que se abraçam / Bocas que murmuram / Palavras de amor enquanto se procuram…]

 

Está aqui dentro de nós a capacidade e a habilidade em encontrar a beleza e a Luz nas adversidades. Também está no nosso íntimo relegar aquilo próximo e vaguear buscando felicidade e o furor da paixão lá fora. Veja que ‘apaixonar-se’ há sentido duplo – alegria e dor!

 

O cronista não se arvora de guru ou mestre. Ele escreve primeiro para si. Sim, ele busca a sua visão, o seu entendimento dos meandros da vida e assim evoluir. Pelo menos, melhorar!

 

Somos cronistas e escritores das nossas vidas. ‘Amanhã de manhã’ – e você?

 

2020 – 11 – 17 Novembro – Amanhã de manhã

Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Projeto Crônicas & Agudas! .

 

Lúcia Barcelos - 2020.11 - Nos olhos do tempo

Lúcia Barcelos - Flores - 2020.10

Neiva Remião - 2020.11.17

Dia Internacional de Combate à DPOC!

DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À DPOC

   Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

                    15 NOVEMBRO

… Iniciativa. Conscientização. Atitude férrea!

Hoje é dia de eleição no nosso país. Dia de escolha

dos caminhos da nossa terra. Todo dia é dia de

escolher o caminho da nossa vida. Nada se faz e realiza

sem respirar bem!

Há muito tempo realizo campanhas pelo Fumo Zero. Anexei uma série de imagens do tipo que uso. Amigos têm usado essas imagens (algumas muito impactantes) para seu trabalho, família e amigos. Temos que arregimentar mais guerreiros para essa luta permanente. Nessa família de Crônicas & Agudas estão amigos da indústria farmacêutica que dispõe de armas poderosas para a doença instalada, mas nossa meta é evitar, sempre que possível, esse estágio.

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06 - 2 Junho - Dia do PneumologistaMed Broncoscopia

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“Nada será como antes”! Edson OLimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 10 Novembro 2020.

 

2020- 01 - Jornal Opinião - Cabeçalho da Coluna para BLOG

 

“Nada será como antes”!

 

Em algum momento você já teve uma música pipocando na sua cabeça. Ou melhor, um fragmento de alguma música que insiste em tamborilar na sua mente. Você se surpreende de assoviar ou cantarolar aqueles versos e se descobre desconhecendo ou não recordando o resto da letra ou partitura musical.

Certas vezes, você associa aquela estrofe ou mínima porção musical com algum evento. Ou lhe retorna a imagem do cantor que a interpreta. Mesmo que haja diversos intérpretes, aquele é o que martela e você repete. E repete. Outras vezes, aqueles versos se associam com alguma coisa do seu afazer, da sua labuta e de alguma fase de vida, algum amigo ou até a sua terra.

 

[… Num domingo qualquer, qualquer hora / Ventania em qualquer direção / Sei que nada será como antes, amanhã / Que notícias me dão dos amigos / Que notícias me dão de você…]

 

Lembra Milton Nascimento? Pois é, para mim eles batem com a pandemia/pandemônio que estamos vivenciando dentro dos extremos de terror que nos impuseram goela abaixo. Deformando, adulterando nossa percepção da realidade e criando vírus letais no olhar da pessoa amada, no singelo abraço de gratidão ou nalguma homenagem, como um aniversário. Quanto mais nas diversas pessoas ao nosso redor.

Os filhos que não abraçam os pais, os netos que se distanciam dos avós e com a barreira virtual do carinho de uma professora! Que notícias reais tenho dos meus amigos que não sejam farrapos de WhatsApp? Que notícias eu tenho da pessoa que eu admiro, respeito e sua presença ilumina nossos ambientes físicos e as salas semivazias da nossa alma? Isso terminará? A terapêutica renegada pelos doutores do apocalipse e a vacina sintetizada somente-Deus-sabe-como? Certamente, nada mais será quanto era antes que nos impuseram a peste e a imposição oficial.

 

Crônicas & Agudas.

 

Outra letra música tem martelado, inclusive nas madrugadas, orando por amigos que se despediram ou enfermos em alguma unidade de saúde sem o carinho e o afeto regenerador e salutar das sua pessoas amadas. Vem a imagem do cantor riograndense Leopoldo Rassier e o poder da sua mensagem em apenas alguns versos:

 

[… Ah, sim / No peito em vez de medalhas / Cicatrizes de batalhas / Foi o que restou para mim…]

 

E o refrão desafia o tempo e traz a imagem dos profissionais de saúde numa luta titânica contra a enfermidade, contras as carências crônicas de um  sistema de saúde sangrado por corrupção e incompetência e contra a medicina que se vangloria negando alternativas ou marcando no cabo da arma as cruzes dos sepultados. Mortos que serão pranteados à distância por amigos e familiares. As piores cicatrizes não são aquelas tatuadas pela dor na carne sofrida. As mais graves marcarão indelevelmente a  alma. E o que restará? Cicatrizes de batalhas.

 

Crônicas & Agudas

 

O mais maligno e predador vírus, a bactéria ou fungo mais devastador não estão somente nos pequenos seres. Infelizmente eles habitam corações e proliferam nos encastelados que vivem uma realidade que não é a nossa humanidade real.

A sombra somente existe pela ausência da Luz. A escuridão não é uma entidade própria além da falta completa da Luz. Como melhorar ou como evoluir a nossa Luz para afastar as sombras da nossa vida? Isso não lhe preocupa? E quanto aos seus filhos, familiares e amigos?

Talvez algum verso esteja pulsando na sua mente em algum momento. Entenda que ele assim se apresenta para lhe impulsionar para o bem. Ou para o mal. Sua, somente sua, será a escolha do entendimento e do caminho. E aquilo que cultivar, vai colher!

2020 - 01 - Cabeçalho inferior da Coluna para BLOG 

 

2020 – 11 – 10 Novembro – Nada será como antes

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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