Gravidez e Cozinhar o Ganso! Eds Olimpio. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 26 de Janeiro 2021.

 

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Gravidez e cozinhar o ganso!

 

Não se assuste se disser que homem engravida. Sem nenhuma mutação ou coisa de alienígena. Vamos devagar. Não engravida como a mulher, com quarenta semanas de heroísmo e resiliência única das mães. Há uma forma similar de gravidez que nos acomete em qualquer sexo. “Doutor está misterioso”, pensou.

O escritor “engravida” por um tema, uma crônica, um conto, uma poesia ou um doce romance, até com adoçante artificial. Seria uma metáfora? Aquela ideia relampeja em nossa cabeça, talvez agite o coração e montamos mentalmente, logo no papel ou no computador a sua estrutura. Preferencialmente com início, meio e fim.

Observe as fases da vida da pessoa, como a menopausa. Para muitas mulheres são batalhas constantes, guerrilhas contra adversários que sufocam em “calorões” ou torrentes de suor. Há as labaredas de alguma fornalha e jogam-se nas águas do chuveiro gelado ou despidas com ventiladores e ar condicionado em temperatura polar. Irritabilidade – “Sou outra pessoa, doutor. Não me reconheço mais”!

 

Crônicas & Agudas

 

Nós, homens, por melhor da boa vontade, jamais saberemos a realidade de uma gravidez ou de uma menopausa. Jogue-se para o extremo inicial – a menarca ou a primeira menstruação. Santo Deus! Alegria de se tornar uma mulher e ansiedades mil. Dessas fases, como da menopausa nascerá uma nova mulher. Mais bela. Mais completa. Mais ciente da sua força e da sua luz. Com mais amor e menos paixão. Mais serena e sempre companheira. Uma amiga com mais sabedoria e um currículo de lutas e vitórias, suplantando as quedas.

Na vida do homem há menos atribulações físicas desse formato e cardápio, suas batalhas são diferentes. Difíceis para ambos conforme suas capacidades e entendimentos e dos apoios que recebem.

Crônicas & Agudas

As habilidades de cozinhar foram mais femininas. O cozinheiro com largas habilidades é algo mais recente. Cozinhar – aí está o mérito da paciência. Do fazer cada coisa ao seu tempo. “Deus fez o mundo em seis dias e descansou no sétimo”! A comida além de ser gerada com amor e muito carinho observa tempos diferentes para cada tipo de alimento. Pratos diferentes. Pratos ao gosto dos filhos, do esposo e até da sogra. Olho de sogra e olho na sogra.

“Cozinhar o ganso” é a arte de fazer todo um preparo, desde deixar em cativeiro alguns dias antes do abate (limpeza), desfolhar a margarida, digo, depenar e outros eteceteras até à panela. E… Tempo! Quantas vezes, esse ganso velho, carne dura, horas a fio e a fogo e a arte de Jó – paciência! Tantas situações da vida temos que “cozinhar o ganso”, entende?

 

Crônicas & Agudas

 

É o exercício continuado da arte e técnicas da paciência. Foco e objetivos. Engravidar e partejar, de projetos a pessoas – metáforas e realidades. Tendemos atropelar o tempo. Tememos o tempo – “se não der tempo”.

O futuro a Deus pertence. Fazer o agora ser um presente para nós e na sequência para quem amamos ou, simplesmente, nos acompanham nessa jornada. Fácil? Não.

Acredite que você é capaz. Sem medo de engravidar de seus sonhos e fazer um mundo melhor. Ser resiliente e melhorar cada tarefa, não como sendo a derradeira, a última, mas a melhor que você possa ser e fazer no seu tempo.

Pense comigo!

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Compartilhando com Vocês!

Atravessamos mais uma fronteira na vida profissional.

Sou Médico Cirurgião Jubilado pela Sociedade de Cirurgia Geral do RGS – SOCIERGS.

Sou Especialista em Cirurgia Geral Jubilado pelo Conselho Regional de Medicina – CREMERS.

 

2021 – 01 – 26 Janeiro

Gravidez e Cozinhar o ganso

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Acima Vocês observaram alguns logos

criados para Turmas de Medicina

e de Odontologia.

 

Abraços e Gratidão pelo Carinho e Respeito

que me recebem!

 

Deus abençoe e proteja todos Vocês e

seus Familiares, Pacientes e Amigos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Medicina Integrativa * 23 Janeiro

 

Medicina Integrativa - 23 Janeiro

Reconhecimento.

Respeito.

Admiração.

O Ser Humano pleno!

O Conselho de Floki! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 19 Janeiro 2021.

 

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“Conselho: retire as pedras da sua bota!”

Floki – o construtor de barcos

 

Nas cenas finais do último episódio de Vikings, na NetFlix, Ubbe e Floki estão sentados ao entardecer numa praia solitária como o sol preparando-se para mergulhar no oceano. Estão na América, algo que historicamente aconteceu. Uma casualidade ou o capricho dos deuses colocou-os juntos novamente. O melhor amigo e contemporâneo de seu pai Ragnar que lhe diz estar a pouco tempo de sua morte para a aspirada Valhala. Ubbe pede-lhe um conselho. Como um filho, anseia que o pai lhe abra uma porta, ilumine seu caminho ou, pelo menos, lhe estenda algum mapa, oriente-o entre sofrimentos. A série é formidável. O jovem viking recebe do ancião a mensagem para a sua vida e daqueles que dele dependem: “Retire as pedras do seu sapato (ou bota)!

 

Crônicas & Agudas

 

Há sentimentos, mensagens, orientações que transcendem e estão escondidas nas frestas de algum escaninho ou de alguma caverna com a idade dos tempos. Nossa existência é uma jornada, uma caminhada com futuro incerto e passado irremovível.

 

O presente, o aqui e o agora, é da nossa responsabilidade, da nossa competência, das nossas aptidões, da nossa evolução pessoal e espiritual e, talvez, do imponderável de almeida – sorte ou azar!

 

A fé cria seus deuses ou navega n’alguma idolatria. Nenhuma caminhada, seja no sentido mais restrito ou literal do ensinamento de Floki, se dará (com muitas dores) com as pedras dentro da bota. Elas estarão lá em algum momento, ou no tempo certo para nos desafiar e estimular, certamente.

 

Crônicas & Agudas

 

O conselho não revela ou induz como evitar que as pedras entrem nas botas, mas é firme – “retire-as…” Quais são as tuas pedras? Pensemos juntos.

 

O leito, a cama é local de dormir, amar e curar-se. Também nascer e morrer. Jamais leve “as pedras” ou as ‘botas sujas’ para sua cama. Procure o sono em belas imagens e sonhos de realização.

 

Há uma técnica que ensina colocar uma folha em branco com uma caneta ao lado da cama e ao acordar-se, nos primeiro minutos, escrever as sete principais “pedras”. Repete-se o exercício por mais de uma semana. Então reúna as folhas e observe as “pedras” que se repetem e sua hierarquia. Há outros modelos do mesmo exercício. Para muitos, a identificação é o primeiro passo para enxergar e retirar “as pedras da bota”.

 

Crônicas & Agudas

Há quem, além de não retirar as pedras do seu calçado, insiste em furungar nas botas de outrem. Observe que nas viagens de avião há um protocolo sobre  colocação das máscaras de oxigênio que cairão sobre os passageiros em situação de gravidade ou risco: “Coloque primeiro a sua máscara e daí coloque ou ajude a colocar a máscara de outra pessoa”. Observe que temos que resolver o momento. Semear para o futuro.

 

A colheita depende do agora de cada um de nós. O ataque, a guerrilha contumaz de alguém sobre outra pessoa ou situação, revela seu caráter, sua personalidade e muito de suas deficiências.

 

Crônicas & Agudas

 

John Fitzgerald Kennedy, Presidente dos Estados Unidos: “ Não pergunte a América o que ela pode fazer por você, mas sim o que você pode fazer pela América”. Transmute esse ensinamento e coloque Brasil. Ou o Rio Grande do Sul? Ou sua cidade? Ou sua casa, seu lar e sua família? Há que se torne uma pedreira na “bota” dos outros. Quantas dessas “pedras” estão ao alcance dos nossos sentidos? E se você ou eu nos tornamos pedras no caminho ou nas botas até daqueles a quem amamos? Essa “pedra” pode, também, ser trabalhada e… opa! Uma esmeralda, um rubi ou um diamante.

 

A sua bota. A sua caminhada. A sua jornada de vida. E as pedras! Floki era o mais hábil construtor de barcos, que suportavam as maiores distâncias e tormentas mas não soube retirar “as pedras das suas botas”. E você? E nós?

 

 

 

2021 – 01 – 19 Janeiro – Conselho de Floki – o viking construtor de barcos

Eds Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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O Conselho de Floki!–Eds Olimpio – Crônicas & Agudas – Jornal opinião de Viamão – 12 Janeiro 2021.

Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão.

12 Janeiro 2021

 

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Negão do Picolé

 

Veraneávamos com os filhos-crianças na praia de Cidreira, na rua 2 próximo ao famoso Bar João. Era conhecida como “a praia dos viamonenses”. Ao contrário dos tempos tormentosos e preocupantes hoje sobrevividos, as crianças tinham a liberdade de brincar pela rua, pelas casas dos amiguinhos da vizinhança. O verão era mais longo para muitas famílias, sendo comum que as mulheres e os filhos ficassem no litoral enquanto os esposos provedores trabalhavam na cidade e no mês escolhido reuniam-se na alegria da família.

 

E alguns “direitos” infantis eram “sagrados”. Assim o puxa-puxa, o refrigerante, a bicicleta, o skate, as brincadeiras com horário flexível de terminar e o picolé. Verão e picolé. Verão, picolé e praia. Tudo a ver. Muitos picolés. À beira mar ou depois do almoço – desde que “limpado o prato” – e na tardinha quando o suor derramado em aluvião pelos rostos e nas camisetas encharcadas.

 

As lembranças das vidas dos filhos iluminam-nos. Seus personagens fantásticos sempre retornam de verões distantes e desanuviam em invernos da alma. Uma dessas criaturas maravilhosas era o “Negão do Picolé”. Espero que alguma patrulha não exija o “politicamente correto”, pois isso somente iria destoar a realidade bendita de simplicidade, humildade e amor. Ele, seus colegas de profissão e a criançada chamavam-no de Negão do Picolé. Jaleco branco limpíssimo, bermudas, chinelos de dedo, de meia idade e muito gordo, ainda com o carrinho da Kibon. Ali era o seu território de trabalho e de vida – um perímetro de ruas e à beira mar.

 

Conhecia cada uma das “minhas crianças”. Chamava-as pelo nome ou por alguma característica ou apelido. A nossa filha do meio, a Cynthia, era magrinha, branquela (loirinha) e menor entre as coleguinhas e usava óculos de “fundo de garrafa” – pesadas lentes de grau. Geralmente ficava para o final na disputa dos picolés. Quando chegava a sua vez:  “a minha branquinha vai querer o Chica-Bom?” – dizia afetuosamente. Seus olhos ficavam maiores que os óculos e certamente a saliva rolava entre seus dentes e a língua sentindo os sabores tão apreciados.

 

À tarde, numa grande área anexa a nossa garagem, várias meninas brincavam com suas Barbies e Bobys, embalando sonhos em seus braços e mentes. Algumas cozinhando nas panelinhas e cozinhas com fogões e ‘geladeirinhas’, outras vestindo e despindo a Barbie e seu namorado. As simulações de vozes imitando pais, avós e outros personagens desse mundo maravilhoso e intangível da imaginação infantil.

 

Eis que uma corneta soava ao longe. Como por mágica, muitas estacavam nas brincadeiras e erguiam as cabeças apurando os ouvidos. Alguma das meninas disparava para o avarandado frontal e dava o grito de alerta geral:  “o Negão do Picolé vem vindo!” Correria geral. Algumas traziam algum dinheiro que os pais deixavam em suas bolsinhas. Outras não. Cercavam em algazarra o Negão que rindo já as chamava pelos nomes e sabia suas predileções. E o dinheiro? Ninguém ficava sem seu picolé. Dizia: − “Depois tu ou tua mãe me paga, tá aqui teu picolé!”

 

A dignidade nem sempre veste gravata ou toga e nem está nos templos do saber e do poder. Nunca soube como ele fechava as contas com o patrão no final do turno de trabalho. Assim como nunca soube de alguém dar calote nessa pessoa formidável. Jamais aceitou pagamentos extras para seus picolés, vendia mais picolés. Acredito que o seu maior pagamento fosse a felicidade que distribuía e semeava.

 

Seu exemplo de honradez e amor faz-nos entender que esse Brasil assolado por canalhas de todos os matizes e classes sociais pode ter solução. Nós, aquelas pessoas, tivemos a felicidade de viver num ambiente de reconhecimento e respeito mútuo, onde todas as vidas e todas as pessoas importavam sempre. A cor da pele ou o “ano de fabricação” são fatos da lei de Deus. E méritos de cada em sua essência e com o orgulho dos justos de honra. Jamais daqueles de mente perversa e espíritos sombrios.

 

Na distância dos anos que o tempo impõe, nossos filhos são adultos e com suas famílias, mas as lembranças do Negão do Picolé traz risos e algumas lágrimas vertidas numa oração interior para aquele homem, aquela pessoa iluminada com que tivemos o privilégio de caminhar essa jornada de vida.  (Nota do Cronista. Crônica reeditada e adaptadas recebidas.)

2021 – 01 – 12 Janeiro – Negão do Picolé

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Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Vacinas, Tratamentos e Cães Perdigueiros! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 06 Janeiro 2021.

 

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Vacinas, tratamentos e os cães perdigueiros!

 

Já contei, mas não custa repetir para as melancias se acomodarem no balanço da carreta da informação e contrainformação. Esse causo é dito como verídico. Os envolvidos eram de tradicionais famílias da Viamão de antanho.

 

Três amigos (Carlos, José e Antônio – nomes fictícios) armavam outra caçada de perdizes no interior de Viamão City. Num faxinal onde o diabo perdeu as botas, pois as meias ele perdeu bem antes. Raros veículos motorizados, os caminhos somente com tração animal. Três carroças, cães perdigueiros, toda a tralha que os caçadores e pescadores intentam de levar. Algumas paradas de descanso com goles da purinha, torresmo e roscas de aipim. Também uma farofa de galinha de almoço. Pelas tantas da tarde, armaram a barraca na revessa de um capão de mato. Os cuscos, digo, perdigueiros apuraram o faro e alegres como guri em aniversário. As espingardas iniciaram o canto de alegria para os homens e de morte para as perdizes.

 

“Agora vamos dar uma trégua, sossegar e assar uma costela” – disse Carlito. Zeca trouxe um garrafão de vinho “de padre ou de missa”. “Mas que tal um carteado por perdiz? – puxou o Tonico. No jogo de pife-pafe e nos acampamentos apostavam seus “troféus”. Nos “finalmentes”, tudo ficava quase na mesma, mas a alegria era muita. O cansaço do dia, barriga cheia, os tragos na “purinha”, boa comida e bom vinho, os cachorros já dormiam no costado da barraca. O sono chegou de mansinho e logo atropelou. Sempre deixavam um candeeiro com fogo mínimo para que alguém levantasse na madrugada.

 

Crônicas & Agudas – Cr & Ag

 

O silêncio, eventualmente cortado por uma ave noturna ou um mugido do gado, Carlito acordou-se com a costela pedindo passagem e bater continência – se me entendem. Enfia a mão na sacola e saca um maço de papel comum (papel higiênico é moderno). Pega o candeeiro e busca uma boa árvore no mato, encostar-se e… Aliviar-se! Não chegou a arriar a calça quando o lusco-fusco apresentou uma enorme cobra preta. Num reflexo pegou um pau forte e matou o bicho. Enquanto evacuava encostado na árvore, olhava a serpente. Surge a ideia safada – o Zeca tinha pavor de cobras. Nem usava minhocas para pescar de anzol.

 

Acordou Tonico a armaram o plano. Enrolam a cobra aos pés do Zeca. Com um garfo de fritar peixe, deu-lhe uma estocada na perna. Acorda num berro de dor e com a marca da picada. Todos “acordam”. A cobra é estraçalhada. Zeca em pânico. O homem fica “mal barbaridade”. Não há tempo para voltarem à Viamão. Nenhum remédio. O “doente” agoniza. Tonico lembra de “um remédio feito com ervas e estrume seco de cachorro por um velho pajé índio” que seu bisavô conheceu. Zeca: “Façam logo antes que eu morra!” Reúnem vegetais, ervas das mochilas e fezes dos perdigueiros e água numa panela no fogo, cozinham. Talvez com a ideia de tirar o medo do amigo ou por troça mesmo, não contam a verdade. Eis que Zeca em “desespero e na agonia da morte” pega um pedaço do cocô e mastiga dizendo: “Vou me adiantar já que o remédio tá custoso de aprontar”. A trama é desfeita. Briga armada e amizades destruídas para sempre e por todos os familiares. E nas próximas gerações.

 

Você observa analogia, similaridade, semelhança do “Zeca picado de cobra” com certas pessoas nesses tempos sombrios e de dor adubada com pânico por “especialistas” e imprensa necrófila? Sem medicamentos ideais e plenamente confiáveis. O causo, humor, reflexões? Entre a cruz e a espada, com certeza. Única certeza!

 

 

2021 – 01 – 05 Janeiro – Vacinas, tratamentos e cães perdigueiros

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50 Anos de Medicina!

 

2021 - Caveira - Gaúcho 2

50 Anos de Medicina!

 

2021 - 50 Anos de Medicina e Cinco Estrelas

Médico Sanitarista! 02 Janeiro .

 

Reconhecimento.

Respeito.

Gratidão.

Médico Sanitarista - 02 Janeiro

 

Médico Saúde Pública - Arte de Jose Perez

Pontes da Vida e Novo Ano!

 

️PONTES DA VIDA e um NOVO ANO!
… Se Você me lê – vencemos mais essa travessia!
… Se Você está aqui – Desistir nunca foi sua opção!
… Se Você ainda respira e seu coração batuca em seu peito,  Você é um guerreiro e lutará Sempre!
… Se Você acordou nesse Novo Ano com Planos e Projetos – Você sempre será responsável por Você mesmo e pelo Universo que o acolhe e ama.
… Juntos somos muito mais! Disciplina. Amor. Humildade e Gratidão.
.         . Abraços
..️ Edson Olimpio Oliveira
.      Médico e Amigo

 

2021 - Ponte 3 Macacos Sábios - Japão - EdsOlimpio

2021 - Tempo - Minha responsabilidade

2021 * 50 Anos de Medicina

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