O hábito do Cachimbo e a Boca Torta! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 02 Março 2021.

 

Bom dia, espero que Você esteja com Saúde e

suportando a situação econômica.

Obrigado por me receber e Crônicas & Agudas

 – O hábito do Cachimbo e a Boca Torta!

Busque tratamento aos primeiros sintomas.

Uma legião crescente de médicos buscam

o arsenal terapêutico disponível e não se

conformam que a Saúde seja vencida pelo vírus,

política, ideologia ou pelo conformismo.

.

Cuide-se!

Cuide da sua família!

Oremos juntos!

Que a Luz Divina seja a sua intuição!

clip_image001

O hábito do Cachimbo e a Boca Torta!

 

clip_image003clip_image004

O hábito do Cachimbo e a Boca Torta!

 

 

Cachimbo! A que você associa o cachimbo? Você vai desenrolar uma lista enorme de pessoas e usos que representam a utilização do cachimbo desde a esportiva, passando pelos tratados de paz (cachimbo da paz), também pelo inferno das drogas, chegando aos ritos religiosos. Inteligência e sagacidade – Sherlock Holmes. Força – Popeye. Erudição – Sartre. Religiosidade – tribos ameríndias e africanas. Estratégia e poder militar – General MacArthur. Confeccionado com os mais diversos materiais, dos mais simples aos mais valiosos.

 

O século XX alçou o charuto ao ápice – de Churchill ao Fidel, do poder à mística. Estudantes de Medicina, ansiosos por novos saberes e varar horizontes do milenar ofício, recebiam dos mestres a pérola: “Veja se está cachimbando!”. Os doentes acordados ou comatosos, cercados da angústia dos familiares, que respirassem pela boca com desvio de seu eixo ou comissura labial, de “boca torta”, teriam um “derrame” ou AVC – Acidente Vascular Cerebral. E com os olhos esbugalhados examinavam todas as bocas, enquanto subliminarmente torciam seus lábios – “cachimbando”!

 

Crônicas & Agudas

 

Além do diagnóstico diferencial de episódio pitiático/conversivo (nervos), revela-se uma paralisia facial. A origem está na face dos fumantes crônicos de cachimbos. O cachimbo, com seu peso maior que o cigarro, está destinado a um dos cantos da boca e ali permanece longas horas. Bach usava e até compôs sobre seu “amigo”. Escritores usam-no para “melhorar” sua caminhada nas letras, como JRR Tolkien.

 

Até o nosso Saci se apresenta com seu cachimbinho típico. Esse uso prolongado, lentamente deforma a boca do usuário. Entortando-a. Toda satisfação tem um custo, por vezes, bem elevado – da boca aos pulmões e demais órgãos do corpo.

 

Crônicas & Agudas

 

Daí vem a expressão da sabedoria popular: “O hábito do cachimbo deixa a boca torta”. Que varre em seus sentidos mais amplos a analogia, metáforas e alegorias, sempre ilustrando e animando as criaturas a observarem seu entorno. Há situações em que essa utilização abrange um “espírito de corpo”, como os criminosos que são “aposentados” com seus plenos “direitos”.

 

Há quem saia da toga e vá para a touca com a vida frouxa e flutuando nas mordomias pagas por que trabalha com honestidade, privando a si e sua família. A fumaça fedorenta, que nada tem de um blend Virgínia, revela a podridão de pessoas e instituições deformadas – ‘a derrama’, lembre.

 

Crônicas & Agudas

 

Você sabe e tem a certeza de que há “brasileiros mais brasileiros que outros”. Há “eles e nós” – parodiando a criminalidade. O “hábito do cachimbo” faz o pessoal “fura-fila da vacina” sentir que é seu direito e obrigação dos outros lhe privilegiar. Afinal, você e eu temos que saber que sua prole e ele são melhores do que nós (ironia!). E muito mais importantes para o universo.

 

Os profissionais do Samu (do SAMU!) tem a mesma necessidade de serem vacinados que… O jovem sadio de 25 anos que está num desses nichos ideológicos? Estranho? Não. É o hábito do cachimbo. Somente um país “doente” elege tantos “doentes” de bocas tortas.

 

Crônicas & Agudas

 

Os primeiros dentes nascem por volta do 6º mês de vida. Em tese, já pode largar a teta da mãe. Há quem idolatre a teta eterna. Mamar e sugar! Sugar babando na boca torta, mas sugando tudo que puder, como sanguessugas ou vampiros.

 

Tecem reais e falsos elogios e odes aos guerreiros do front da pandemia, mas continuam com mordomias e salário integral pago pelo vampirizado contribuinte, curtindo ou num “festerê” sem fim, não auditado, mas anunciado.

 

Trabalhar? Somente com “bandeira branca, meu amor” – apenas parecida com a letra da música de Dalva de Oliveira.

 

A pandemia talvez mude a nossa percepção de votar e coragem de enfrentar.

 

 

2021 – 03 – 02 Março

O hábito do Cachimbo e a Boca Torta

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Inclusão de novos Amigos ou saída da lista de Crônicas & Agudas:

Passe um WhatsApp para 51 997 076 297.

clip_image006

 

clip_image007 

1 comentário (+adicionar seu?)

  1. Avatar de pe3488 pe3488
    mar 06, 2021 @ 10:21:04

    Gratidao .

    Responder

Deixe um comentário