Dia do Hambúrguer! 28 Maio

 

Dia do Hambúrguer!

Em tempo de controle alimentar, dietas mil, penitência dietética, obesidade em disparada, controle do que entra e sai, falanges truculentas contra certas comidas… O Hambúrguer e o fantástico Xis são de um tempo agora em desgraça.

Alimentação controlada e de qualidade são necessárias para uma Vida mais saudável e longa.

Você sente falta ou saudade dessa Alimentação?

 

05 - 28 Mai Dia do Hambúrguer

As Travessias da Vida!

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As Folhas Douradas e o Outono! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 18 Maio 2021.

 

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As Folhas Douradas e o Outono |

| Dr. Belmar José Ferreira de Andrade

 

 

 

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

 

 

18

MAIO 2021

 

 

As folhas douradas e o Outono!

 

As estações fluem como a água do rio. Muitas vezes tentamos represá-la para nossas finalidades, ousamos secar suas nascentes, arbitramos o seu uso e envenenamos o seu conteúdo. O rio se debate e ganha sempre o apoio da mãe natureza, pelo degelo das montanhas nevadas, pela chuva intermitente e pela mão do homem consciente e grato.

O Outono se apresenta com as lambadas, talvez lambidas, do vento Minuano trazendo o frio dos cumes andinos e o hálito polar. Irmãos, das outras estações (Verão, etc), têm sua característica, goste dele ou não. Se você joga no time da cigarra (veja Fábula de Esopo – A formiga e a cigarra) que cantarola e curte uma vida com escassos compromissos, ou se você labuta no time das formigas, que se preparam para as maiores adversidades…

O Outono tem a nos ensinar. Agradecemos as colheitas do verão e a abundância da luz solar e das roupas despreocupadas, mas o Outono abriu a porteira.

 

Crônicas & Agudas

 

A BR 116 era, na época, a principal rota rodoviária ligando Porto Alegre ao resto do Brasil e, particularmente, à Serra. E Caxias do Sul com sua Festa da Uva entregava delícias cultivadas pelo amor, antes da necessidade. O trecho serrano era encordoado de plátanos. A finalidade não era somente para a beleza ou decorativa, costeava perigosos peraus e assim evitavam os mais graves acidentes.

O plátano (já plantamos alguns!) despede-se de suas folhas, que vão se desbotando e raiando fulgores de ouro. Ouro velho! Aqueles plátanos jovens, alguns, outros idosos e poderosos troncos com longos braços abanavam ao vento as folhas dourando um tapete transitório. Encantador!

O cinema nos encanta com o Canadá e o norte americano com suas florestas decíduas. Alguns chamam de folhas caducas. Observa analogia com nós, humanos e ‘caducos’ – independentemente da idade?

 

Crônicas & Agudas

 

As árvores despedem-se das suas folhas, concentram-se em raízes mais fortes e profundas, que lhes sustentem nos rigores do Inverno. As parreiras brindam-nos com suas deliciosas uvas, que eternizamos em vinhos, num abraço gustativo e para todos os sentidos do corpo e do coração à alma. Fala-se em “dormência do parreiral” no clima invernoso. Algo como uma hibernação do grande urso.

Outono é tomada de consciência e reavaliação de rotas e estratégias na jornada da vida. Desde a Antiguidade, a queda das folhas também é o preparo para o renascimento dentro do eterno ciclo de vida e de morte.

As despedidas inexoráveis são preparadas e a aceitação doutrinada. “Nada se perde, tudo se transforma”, mais que uma lei natural, a necessidade do mundo evoluir – de cada pessoa evoluir!

 

Crônicas & Agudas

 

Toda perda é dolorosa. Pior é a privação sem o derradeiro abraço. A perda mais sentida carrega o fardo do tempo em que fomos cigarras demais ou formigas desnorteadas – se me entendem.

Trabalhamos demais. Curtimos demais. Vivemos nosso mundo pessoal em demasia. O tempo fluiu e um dia o rio rompeu, a represa caiu e a água transbordou em lágrimas. O Outono nos prepara para o Inverno, do tempo inclemente ao sofrimento do espírito. É comum ouvir – “o tempo atual passa muito rápido”.

O nosso eixo interior, nosso GPS traça as rotas do coração e da elevação do espírito, mas os desvios nos cativam. Desbravamos estradas e acumulamos riquezas, que como as folhas de ouro, serão sopradas pelo vento. Cativamos e ansiamos possuir, quando, além nós mesmos, tudo nos pertence com parcimônia.

A pandemia se revela como um outono que flutua e namora, flerta as adversidades do mais cruel e tenebroso inverno da saúde vulnerável. Mas, como o Outono, insiste em nos preparar na medida das nossas possibilidades. Talvez como as formigas solidárias na alimentação, passando pelo trabalho e desaguando na espécie que se perpetua e evolui.

Que a vacina nos ajude a evoluir em amor e fraternidade, entendimento e valorização da vida e aos seus ciclos naturais. E ao correto e adequado enfrentamento dos males causados pela humanidade.

 

2021 – 05 – 18 Maio – Folhas douradas e o Outono – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

 

 

 

Professor Dr. Belmar José Ferreira de Andrade

 

Viamão perdeu um filho que adotou a Cidade.

A Medicina perdeu um Médico exemplar.

Todos perderam um Amigo!

No início da década de 70, século passado, a Medicina de Viamão acusou radicais mudanças com a chegada de vários colegas médicos, cobrindo áreas e especialidades que a cidade carecia e o único hospital (ainda único hoje!) necessitava. Formaram um time, se autodenominavam de Caixa Única, pois os proventos gerados pelo trabalho de todos no Hospital de Caridade eram por todos divididos em igualdade. Um desses desbravadores foi o “Dr. Belmar”, penúltimo dessa linhagem modificadora.

 

 

Logo se identificou com a cidade e seus amigos viamonenses. A integração foi rápida e assim o Dr. Belmar era o “meu cardiologista”. Homem educado e de porte físico avantajado até poderia destoar de sua afetividade, um bonachão que a todos tratou com carinho e desvelo.

Sua esposa Elenita, companheira ímpar na sua jornada de vida, “trabalhadeira e dedicada” inseriu-se na comunidade pela feliz conjunção do casal e pelas suas atividades profissionais. Como quando possuiu um restaurante no prédio do antigo Fórum de Viamão. Na cerimônia fúnebre de despedida, abraçando a Elenita, senti em seus olhos orvalhados de dor, da mulher forte, guerreira, única companheira e fiel amiga de todos os momentos. Um casal abençoado pelo Amor!

“Gaúcho dos quatro costados”, frequentemente pilchado com os mantos sagrados do tradicionalismo riograndense, parceiro de cavalgadas, proprietário rural na cidade, sempre afeito a uma boa conversa e alguns causos.

Manteve seus vínculos com as Universidades, como Professor e pesquisador e no núcleo de excelência no Hospital Mãe de Deus na Capital, Porto Alegre.

A vida do Dr. Belmar é um tratado da melhor Medicina, de um homem íntegro, de família, de amigos (desconhece-se algum desafeto!) e de saudades no coração de todos que foram tocados por ele.

Nosso melhor abraço, Dr. Belmar! Cuidaste e amparaste tantos corações, agora estás ao lado do coração de Nossa Senhora e do coração de seu amado filho Jesus Cristo, o Médico dos Médicos.

 

Muito obrigado!

 

 

 

Nota da UFCSPA.

A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre tem o profundo pesar de informar o falecimento do ex-professor Belmar José Ferreira de Andrade, nesta terça-feira, 18 de maio.

Com 35 anos de dedicação à universidade, foi aluno da Faculdade Católica (FFFCMPA), tendo se formado na turma de 1969 do Curso de Medicina. Médico cardiologista, ele ingressou na instituição, como docente, no dia 1 de março de 1971 e foi lotado no Departamento de Ciências Morfológicas, que hoje é parte do Departamento de Ciências Básicas da Saúde, lecionando a disciplina de Anatomia Humana.

Teve atuação na Medicina do Esporte e foi um dos precursores desta especialidade no Brasil. Também fez parte da Comissão Médica e Científica do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Foi da Escola de Educação Física – ESEF da UFRGS  e junto com o médico Eduardo De Rose foi um dos criadores do LAPEX – Laboratório de Pesquisa do Exercício da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A UFCSPA presta sua solidariedade e sentimento a familiares e amigos do professor.

Médicos Viamão

 

Notas no grupo Médicos Viamão!

Descansou o guerreiro!

Faleceu o Dr. Belmar José Andrade. Médico e residente em Viamão. Cardiologista e Professor da nossa tradicional Fundação Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre.

Que esteja na Luz de Deus.

Que a família receba nossas condolências e orações.

Viamão perdeu um filho que adotou a cidade.

A Medicina perdeu um  Médico exemplar.

Todos perdem um Amigo!

Deus abençoe e proteja sempre todos nós.

 

20 horas. 19 maio 2021.

ATO DE LUZ

Para Dr. Belmar José Andrade

e familiares.

 

Nós, Médicos Viamão, convidamos Amigas e Amigos para esse Ato de Luz para nosso Colega e Amigo.

A sua profissão de fé e espiritualidade ilumina o Belmar e seus familiares nesses tempos sombrios e dolorosos.

O Médico dos Médicos, Jesus Cristo está recebendo o Belmar na sua equipe e nos seus hospitais.

Obrigado

Deus abençoe e proteja sempre!

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Série Nosso Mundo Maravilhoso! 1

 

Mundo Maravilhoso 1

TÉCNICO ENFERMAGEM! 20 Maio

Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!

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Meu Sangue é Vermelho. Meu Coração ❤ é Colorado!

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A Saga de Crônicas & Agudas!

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Médico Geriatra! 16 Maio

 

Médico GERIATRA!

16 Maio

Reconhecimento.

Respeito.

Gratidão.

Do EDs

05 - 16 Maio - Dia do Médico GeriatraMed GeriatriaMédico Geriatra - Mensagem

Livro da Vida!

 

 

Amigas e Amigos, bom dia e bom final de semana.

# Livro da Vida – é a coluna do Jornal Opinião de Viamão de 11 de maio em Crônicas & Agudas.

# Anexei um artigo sobre o amigo e colega Dr. Antônio Jáder Brodbeck, onde relembro sua participação no sonho de um Hospital Público para Viamão, com localização privilegiada, crescimento modulável e fontes de recursos de construção e manejo. Passaram-se 20 anos, Viamão derrapa nos 300 mil habitantes, sem hospital público e enorme carência para a saúde de seus habitantes.

# Evite que a maledicência infecte a sua vida e contamine sua família. Não há vacina externa para isso.

# Escreva, continue a escrever os capítulos do seu Livro da Vida e tenha orgulho quando seus filhos, descendentes e demais pessoas o lerem e o citarem.

Abraços e Saúde para todos!

 

Do Eds

 

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