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O Som da Vida que fala ao Espírito! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 01 Junho 2021.

 

 

 

 

01

Junho 2021

 

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O Som da Vida que fala ao Espírito!

 

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O Som da Vida que fala ao Espírito!

 

Esse cronista ousa, há mais de 25 anos, instigar que seu leitor observe e descubra seus caminhos e aprimore suas percepções. Essa é uma missão!

 

A música nasceu com a vida que pulsou, tamborilou no peito daquele arcabouço de barro quando Deus soprou em suas narinas. Ali o homem sentiu a primeira música da sua jornada terrena, seu coração batendo e obedecendo um ritmo traduzido em vida. Vida plena! Por outra vertente, os primeiros humanos que evoluíram no calcanhar do continente africano trouxeram o tambor.

Talvez as primeiras pancadas com a mão sobre uma madeira oca ou num couro expandido de animal, o tum-tum dos tambores africanos se disseminaram pelo mundo, como os trazidos pela nação Iorubá ao Brasil. Em todas as culturas o tambor batido aqui e ouvido ao longe representa a vida aqui e acolá. As batidas do coração foram copiadas pelo instrumento. Inclusive no confronto de exércitos, havia a música de tambores em todos os recantos do planeta.

 

Crônicas & Agudas!

 

O médico, que encosta sua orelha no peito do paciente, escuta e interpreta a música do seu coração – bem afinado ou desafinado e enfermo, além do sopro vital em seus pulmões. Aprimorou-se pelo francês Pinard, depois com o estetoscópio. A vida que batia ritmada no peito.

E a gravidez? O esplendor da vida escondia seus segredos no ventre da mãe. Novamente a orelha do médico ou seus instrumentos desbravaram essa fronteira. No ventre materno batia um pequeno tambor em ritmo de amor.

Os apaixonados dedicam versos, poesias e músicas para seus amores. Onde repercute? Onde o amante repousa sua cabeça e sente o ardor de sua amada? Aninha-se no vale de seus seios e ouve o batucar de seu coração, reproduzindo, sem saber, geralmente, o amor que escutava no colo de sua mãe e ao sugar seu amor em leite.

 

Crônicas & Agudas!

 

Na ânsia de situar-se e ilusoriamente dominar o tempo, o homem buscou e encontrou no tic-tac dos relógios a sincronia que media os batimentos cardíacos. A vida e o tempo. Essa semelhança não é mera casualidade. Continuamos a medir a música do coração em batimentos na pauta do número de tic-tac do relógio.

Interessante que uma das técnicas de verificar se a pessoa desfalecida estava viva era colocar o vidro do relógio de bolso à sua boca e narinas na esperança de que o fugaz embaçamento refletisse a vida persistente.

Os outros instrumentos evoluíram nessa trilha. Talvez o assoviar do vento nas plantas, assimilado com o prender entre os dedos uma folha e soprar (fazia muito em criança), num canudo de bambu ou um junco como o Pan da mitologia.

 

Crônicas & Agudas!

 

A mãe e seu bebê! Acompanhei diretamente o nascimento da ecografia na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Ali presenciei, pela primeira vez, as emoções da mãe ao escutar seu filho amado conversar com ela pelo batimento de seu coraçãozinho.

O singelo aparelho abriu um universo de felicidade que as mães ainda anseiam sentir e ouvir nas suas consultas. Um pequeno tambor dentro dela, no seu ninho de vida e de amor, bate em ritmo que somente outro coração percebe em sua plenitude. Um coraçãozinho que se prepara para as batalhas da vida de todos nós, mas que sempre terá um outro tambor a percutir por ele.

 

Crônicas & Agudas!

 

Desprezando argumentos, ideologias ou religiões o tambor dentro do peito espelha, reflete, sincroniza com o espírito. A alma imortal transcende e a maioria teima em tentar evoluir apesar das atribulações, percalços, descaminhos e da selva social, tanto agressiva como insana.

Naquele momento único da criação do ser uma Luz que tocou o coração. Inicia-se a música que alimenta, regenera e busca outros para serem uma sinfonia.

Sinta, veja o título da coluna. Não seria melhor: o Espírito que fala o Som da Vida?

 

clip_image004Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 
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O Som e o Sagrado!

 

A canção traz a voz da emoção…

É a voz do próprio coração, dizendo o que sente.

É a alma em versos, consonância e rima.

Tem Luz Suprema

e vem de cima.

É o som que ao céu excede, e transborda,

e em ritmo e melodia se derrama.

É brilho, é vida, fagulha e uma chama…

É o sopro Divino que ao Espírito anima.

É semente, depois ramo verde… E tem viço.

Mais que isso,

é o âmago em flor,

imolada e primorosa

Obra do Criador.

O som da canção

é trigo, e depois pão,

que ao espírito serve de farnel.

É bálsamo e doce mel.

A canção da vida

é qual fruta preferida,

dom sagrado que ao sol vai madurando…

A canção traduz o idioma divino.

É verbo de Deus…

Prece de sino…

E elevadas são,

as almas que escutam

e também cantam

a canção:

ora alegria,

ora gratidão,

ora lamento.

Porque o som de uma canção

é sublime brado da terra

que sobe ao firmamento!

 

               Lúcia Barcelos

 

 

 

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