Dia do MÉDICO ANATOMISTA. ANATOMIA.

A Oração ao Cadáver Desconhecido geralmente está num quadro nas Salas de Anatomia num sentimento de Respeito e Gratidão que deve ser basilar no acadêmico de Medicina e logo será MÉDICO!

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Etiqueta à Mesa! Edson Olimpio. 2023.07.25

Etiqueta à Mesa!

Outro dia fiquei meio assombrado com o xiru palitando os dentes com a ponta da adaga que quase deixei cair o facão que me coçava as costas!

O sulista entronado no garrão rachado do Brasil estropício da criminalidade reinante encontrou uma narrativa que se ajusta como uma guaiaca à cintura do dito cujo – agora a ignorância assumida, hábitos estrambólicos e outros apetrechos da grossura recebe a etiqueta de “raiz”, além de “bagual uma barbaridade”. Alegam alguns pesquisadores dessa faculdade crioula que é o machismo entranhado. Será mesmo?

Numa antiga e ancestral aurora do gauchismo jamais se bailava num CTG (Centro de Tradições Gaúchas) com chapéu cobrindo o melão. Ai de quem ousasse! Era interpelado pelo Patrão do CTG e se empinasse o queixo podia pegar uma sova de rebenque no lombo, quando não um “pranchaço”(pranchada) de facão no lombo. Hoje o animal come de chapéu na moringa e outros defenestrados da raça comem de boné. Pior aqueles de boné com o bico de pato cobrindo a nuca. Cristo não sentava à mesa com índio de telhado na cabeça – acreditava-se e respeitava-se. Era um tempo de respeitar professora e pai e mãe. Faz tempo isso!

Crônicas & Agudas!

Nesse ronco da acordeona encardida, o taura ajudava a prenda a acomodar-se no banco. Até estendia um pelego se fosse somente de respeito ou colocava o pala dobrado para a prenda saber do seu interesse e o resto da indiada parar com os olhares arregalados. A patroa servia o prato do marido e depois as crianças e demais povo da família. Ninguém falava de boca cheia, principalmente quando estava com muita farinha de mandioca. Carne mais macia para a piazada e para os veteranos – podia quebrar a ponte ou rachar a dentadura.

Somente os nenês e os muito veteranos (velhos não!) podiam soltar algum passarinho que não fosse muito fedido. Hoje é uma ‘vibe’, é ‘massa’ abrir a gaiola e soltar a passarinhada. A piazada respeitava o local, na cancha sagrada da refeição não havia griteiro e celular. O respeito era bom e bonito e os pais administravam as criaturas somente com os relâmpagos do olhar. As mães jamais “esperavam o teu pai chegar e aí tu vais ver”. Mãe era mãe e patroa da família desde antes das revoluções quando ficavam ‘solitas’ nas casas com o ‘filharedo’, a criação e a plantação – e Nossa Senhora de proteção!

Cr & Ag!

Antes da água encanada, uma bacia e uma jarra d’água ofertava uma higiene nas mãos antes da refeição ou xepa, boia. Depois da pandemia, as criaturas usam (quando usam!) álcool gel depois de visitar o Wanderley Cardoso (olhe no Google se não conhece essa criatura). Tem gente comendo de fiofó azedo que fede a metros de distância. Geralmente colocam a culpa no Totó, o cusco da piazada.

Alguns lugares oferecem um aperitivo (cachaça com butiá!) na entrada para o índio “abrir o apetite”. Como se precisasse, principalmente quando a boia é 0800 (de graça) ou é bufê livre como bombacha de taura desmamado cedo. Na real é para aliviar a fedentina dos bocas brabas. “Estou com probleminha na ponte!” – Alegou o animal ao ver o pessoal se abanando com os pratos e as tampas de panelas. Eis que alguém que não leva fedorento de compadre, sacou e atirou: “Deve ter uma família de mendigos morando debaixo dessa tua ponte!”. De início um silêncio de velório de bispo, depois o pessoal caiu na gargalhada. Até a sofrida mulher do índio fedido arreganhou as gengivas nuas como gomos de bergamota.

Que o honorável leitor dessa intrépida e bem humorada crônica me conte mais algumas situações à mesa!

2023.07.25 – Etiqueta à Mesa! – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia do Médico Cirurgião Geral! – 30 Julho

Reconhecimento.

Respeito.

Gratidão!

Parabéns!

Etiqueta à Mesa! Edson Olimpio. 2023.07.25

Etiqueta à Mesa!

Outro dia fiquei meio assombrado com o xiru palitando os dentes com a ponta da adaga que quase deixei cair o facão que me coçava as costas!

O sulista entronado no garrão rachado do Brasil estropício da criminalidade reinante encontrou uma narrativa que se ajusta como uma guaiaca à cintura do dito cujo – agora a ignorância assumida, hábitos estrambólicos e outros apetrechos da grossura recebe a etiqueta de “raiz”, além de “bagual uma barbaridade”. Alegam alguns pesquisadores dessa faculdade crioula que é o machismo entranhado. Será mesmo?

Numa antiga e ancestral aurora do gauchismo jamais se bailava num CTG (Centro de Tradições Gaúchas) com chapéu cobrindo o melão. Ai de quem ousasse! Era interpelado pelo Patrão do CTG e se empinasse o queixo podia pegar uma sova de rebenque no lombo, quando não um “pranchaço”(pranchada) de facão no lombo. Hoje o animal come de chapéu na moringa e outros defenestrados da raça comem de boné. Pior aqueles de boné com o bico de pato cobrindo a nuca. Cristo não sentava à mesa com índio de telhado na cabeça – acreditava-se e respeitava-se. Era um tempo de respeitar professora e pai e mãe. Faz tempo isso!

Crônicas & Agudas!

Nesse ronco da acordeona encardida, o taura ajudava a prenda a acomodar-se no banco. Até estendia um pelego se fosse somente de respeito ou colocava o pala dobrado para a prenda saber do seu interesse e o resto da indiada parar com os olhares arregalados. A patroa servia o prato do marido e depois as crianças e demais povo da família. Ninguém falava de boca cheia, principalmente quando estava com muita farinha de mandioca. Carne mais macia para a piazada e para os veteranos – podia quebrar a ponte ou rachar a dentadura.

Somente os nenês e os muito veteranos (velhos não!) podiam soltar algum passarinho que não fosse muito fedido. Hoje é uma ‘vibe’, é ‘massa’ abrir a gaiola e soltar a passarinhada. A piazada respeitava o local, na cancha sagrada da refeição não havia griteiro e celular. O respeito era bom e bonito e os pais administravam as criaturas somente com os relâmpagos do olhar. As mães jamais “esperavam o teu pai chegar e aí tu vais ver”. Mãe era mãe e patroa da família desde antes das revoluções quando ficavam ‘solitas’ nas casas com o ‘filharedo’, a criação e a plantação – e Nossa Senhora de proteção!

Cr & Ag!

Antes da água encanada, uma bacia e uma jarra d’água ofertava uma higiene nas mãos antes da refeição ou xepa, boia. Depois da pandemia, as criaturas usam (quando usam!) álcool gel depois de visitar o Wanderley Cardoso (olhe no Google se não conhece essa criatura). Tem gente comendo de fiofó azedo que fede a metros de distância. Geralmente colocam a culpa no Totó, o cusco da piazada.

Alguns lugares oferecem um aperitivo (cachaça com butiá!) na entrada para o índio “abrir o apetite”. Como se precisasse, principalmente quando a boia é 0800 (de graça) ou é bufê livre como bombacha de taura desmamado cedo. Na real é para aliviar a fedentina dos bocas brabas. “Estou com probleminha na ponte!” – Alegou o animal ao ver o pessoal se abanando com os pratos e as tampas de panelas. Eis que alguém que não leva fedorento de compadre, sacou e atirou: “Deve ter uma família de mendigos morando debaixo dessa tua ponte!”. De início um silêncio de velório de bispo, depois o pessoal caiu na gargalhada. Até a sofrida mulher do índio fedido arreganhou as gengivas nuas como gomos de bergamota.

Que o honorável leitor dessa intrépida e bem humorada crônica me conte mais algumas situações à mesa!

2023.07.25 – Etiqueta à Mesa! – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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La Petite France Hospedaria – Julho 2023

Amigas e Amigos, bom dia e bom final de semana!

No velho vocabulário gaúcho – campeei (procurei) e encontrei pelo http://www.booking.com um local que fugisse da liofilização das hospedagens. Encontramos La Petite France, Nova Petrópolis/RS. Essa é uma crônica e uma mensagem que com carinho, dedicação, amor ao ofício, sonhos em realização e melhores sentimentos fazem toda a diferença positiva em nossas jornadas de vida!

La Petite France! – Hospedaria.

Uma bela experiência sensorial.

Nesse mês de julho do ano da Suprema decadência brasileira, de um clima com o humor intempestivo alternando calor equatoriano, chuvas torrenciais, ventos de tornado e tantas situações ruins, há que se garimpar algo de bom. E foi assim, num garimpar, que encontramos nas brumas da internet imagens que nos cativaram – uma “hospedaria” nascida de um sonho romântico de algum século de outrora. Encontramos La Petite France em Nova Petrópolis, na serra do Rio Grande do Sul.

Numa rua tranquila do bairro Germânia, as galhos se abrindo, expondo suas flores, num abraço de boa acolhida. Jardim com flores diversas e perfumes sutis como saídas de uma pintura ou de um sentimento de Manet. Recebidos pela proprietária e Chef Zenaide Duarte, ali nos hospedamos por dois dias. Belos dias.

Simplicidade acolhedora. Carinho natural, espontâneo. Atenção aos detalhes. Ambiente saído do calidoscópio com a luzes da proprietária para encantar e motivar. Recantos a serem apreciados. A lareira que aquece e ilumina e aproxima as conversas. As janelas da nossa suíte traziam o sol matinal bailando entre as névoas dos vales e à tarde, flechas de luz do crepúsculo. Tudo embalado por uma orquestra que se alterna pelo cantos de diversos pássaros alegres e saltitantes. A personalização adequada e criteriosa está ao nosso dispor. Café da manhã ornamentado entre a beleza e a fartura com ramos e pétalas que se acomodam à mesa. Jantar especial na cave, um espaço sob a casa principal escavado na rocha basáltica, sob a luz de velas e sorvido um espumante de marca própria da Hospedaria. Talheres esculpidos na prata dos tempos. Tempo e espaço para um casal se reencontrar e avivar com seus cintilantes sentimentos. Tempo de amor para o casal!

Diferente, absolutamente contrastante com a padronização, a liofilização dos hotéis e com a maioria de pousadas. Essas diferenças são fundamentais numa experiência sensorial que aquece e trepida o coração e que ativa todos os nossos sentidos (alguns sonolentos do cotidiano), deixando uma marca luminosa em nós.

Parabéns Chef Zenaide Duarte e que continue a aprimorar esse seu sonho em benefício de nossos sonhos e da nossa realidade!

2023.07.20 a 22

Dia do MDICO CIRURGIO DE CABEA E PESCOO!

Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão?

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Dia do MÉDICO PEDIATRA

.Médico Pediatra, o anjo da guarda das crianças!

.     Pediatra, você é o anjo da guarda das crianças.
.     Que cuida delas desde o nascimento até a adolescência.
.     Que acompanha o seu crescimento e desenvolvimento.
.     Que previne e trata as suas doenças e sofrimentos!

.     Pediatra, você é o amigo e o conselheiro das famílias,
.     Que orienta e educa os pais e as mães com sabedoria.
.     Que escuta e respeita as suas dúvidas e angústias.
.     Que apoia e incentiva as suas escolhas e conquistas!

.     Pediatra, você é o profissional dedicado e competente,
.     Que estuda e se atualiza constantemente.
.     Que trabalha com ética e responsabilidade.
.     Que se envolve com amor e humanidade!

.     Pediatra, você é o herói e a inspiração de muitos,
.     Que salva vidas e faz a diferença no mundo.
.     Que merece todo o nosso reconhecimento e gratidão.
.     Que recebe hoje a nossa mais sincera homenagem e celebração!

.           Feliz Dia do Médico Pediatra! 🎉👏👩‍⚕️👨‍⚕️

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Médico EMBRIOLOGISTA!

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Comidinhas! De mãe e de avó. 18 Julho 2023

Comidinhas! De mãe e de avó.

“Ela me cativou fazendo as comidas com um gostoso sabor que me lembrava as comidinhas da minha avó, quando passávamos com ela e o vô nos finais de semana!” – dizia um amigo enaltecendo os dotes e pendores culinários da esposa.

Perfumes, imagens, músicas, muitas coisas nos cativam e sublimam a nossa alma. A comida é, certamente, uma marca inolvidável em nossa vida. Qualquer comida? Não. Há comidas gostosas que acionam uma fonte salivar enchendo nossa boca de sabores. Anos ou décadas galopam na esteira do tempo, mas lá está gravada “aquela” comida, o local, a companhia, imagens voltam à tona e o coração trepida. O contrário é verdadeiro – quando se adoece após uma comida, deixa cicatrizes nauseantes ou cólicas dolorosas que até afloram pela sensibilidade individual.

Há décadas as mulheres saíram do lar para serem profissionais numa feroz competição em que os larápios da harmonia e do respeito transformam em guerra. Como somente a mulher pode ser mãe, um paradoxo dessa sociedade politicamente correta, mães estão a maior parte do tempo ausentes de seus lares e distantes do filhos em creches e escolas. Alguém pode sacar e atirar alegando que “a quantidade de horas não significa qualidade no relacionamento”. Verdade ou falsidade, cada caso é uma realidade distinta. Há que ter muita qualidade para compensar o tempo espremido, compactado. Provavelmente, aquele tempo de pais e mães mais presentes, família mais próxima, não voltará mais. Sim ou não?

Cr & Ag!

Conheci mãe de seis filhos (e esposo) que arrumava tempo para fazer o prato amado de cada filho e do marido, além de ser mãe em tempo total, integral. Recordo mães atulhadas pela intensidade de atividades dentro e fora do lar, sempre encontrando tempo para amar, inclusive com comidas fantásticas. Um singelo bife com arroz, fritas, feijão e uma salada tem sabor divino.

As avós e avôs estão numa outra fase da vida em que poderiam estar bem mais disponíveis aos netos, entretanto os netos da atualidade estão mais comprometidos com o telefone celular, a internet, várias atividades, multitarefas que, geralmente, não incluem o amor e a sabedoria (comidas da alma!) dos avós. Essa contabilidade não fechará no futuro.

O melhor tempero de qualquer comida é o amor com que o cozinheiro/a verteu nos alimentos. Mesmo numa comida de restaurante ou numa refeição rápida ou num food-car! A comida para muitos, a comida para todos jamais terá a dedicação com a exclusividade de uma mãe e de uma avó. Há algo mais gratificante para uma dessas duas mulheres fabulosas do que olhar e curtir seus amados se deliciando numa comidinha? Salgada ou doce, tanto faz!

Cr & Ag!

Quantas vezes necessitamos um colinho e um consolo? Quantas vezes a vida está amarga? Ou tão doce que nauseia? Noutras o amargo do fel nos aflige ou embrulha nosso estômago e se contorce nos intestinos. O colo amoroso, a mão suave que toca e acaricia, a palavra que conforta e acalma, o abraço que nos envolve em luz, acompanha-se de um chá tépido e alguns biscoitos plenos de amor de mãe e avó. Talvez um mero arroz de carreteiro com ovos e fritas, um aipim manteiga ou uma bata-doce que se dissolve na boca sempre com um sorriso consolador, uma atitude compreensiva e aquela energia luminosa que nos eleva e inspira a vencer. Sorver a esperança e voltar à luta. Enfrentar com mais disposição e coragem as batalhas da vida.

O amor materno em comida se mistura em nossa boca, nos iluminando e cativando. Vamos digerir as dificuldades. Assimilar a essência que transcende ao simples alimento essencial à sobrevivência, florescer alegrias, harmonia e gratidão em nossos corações. Comidinha de mãe! Comidinha de avó! Conte-me alguma lembrança que lhe cativou.

2023.07.18 – Comidinhas! De mãe e de avó. Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia do Primeiro Pouso Lunar

*20 de Julho de 1969 *Dia do Primeiro Pouso Lunar

Trago imagem comemorativa e textos para recordar e aprimorar o conhecimento. Boa leitura!

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