Onde dorme o Perigo! 2024.02.27

Onde dorme o Perigo!

Brasil – Média anual: Violência física – 57,4 mil crianças e adolescentes por ano (2016-2020. Violência sexual – 54,4 mil casos por ano (2017-2021).

Idade mais atingida: Violência física: 10 a 14 anos. Violência sexual: 5 a 9 anos. Sexo das vítimas: Violência física: 53 % meninos. Violência sexual: 77% meninas.

Perfil dos agressores: Violência física: 48% pais, 14% padrastos, 12% outros familiares, 26% outros. Violência sexual: 32% pais, 17% padrastos, 11% outros familiares, 40% outros.

Escolaridade dos agressores: Violência Física: 28% sem instrução, 45% ensino fundamental, 27% ensino médico. Violência sexual: 23% sem instrução, 47% ensino fundamental, 30% ensino médio.

“Há um monstro ao seu lado? Há uma fera insaciável que dorme ao seu lado? Há uma víbora que faz sexo com você?” – Essas perguntas são cruciais no combate e prevenção. É aterrador o panorama da violência contra crianças no Rio Grande do Sul e no Brasil. Certamente esses números são muito, muito maiores. Há uma tendência de sonegar as agressões dentro das casas e das famílias. Assim como das autoridades públicas, que deveriam ser responsáveis, mas escondem a realidade brutal para não mostrarem sua incapacidade e, pior ainda, sua solidariedade com os criminosos de todas as laias e ideologias. E as “Crianças da Ilha de Marajó?”

Proporção dos agressores: Consanguíneos/Padrastos/Companheiros: 33% violência física, 59% violência sexual.

Condenações: Penas de reclusão: Baixo índice, dados inconsistentes. Outras penas: Prestação de serviços à sociedade, medidas socioeducativas.

Diferenças por cor/raça: Maior prevalência: Crianças pretas e pardas – 55% violência física, 62% violência sexual.

Somos a terra da condenação sem crime ou do crime sem condenação? Você responde.

Rio Grande do Sul – Média anual: Violência física: 27 casos por dia (2018-2022). Violência sexual: 1 caso a cada 3 horas (2018-2022). Dados semelhantes ao Brasil.

Outras perguntas que atormentam o Cronista! Se você esbofetear um estuprador, pedófilo, tarado, espancador contumaz, o que é mais provável de acontecer? Você será indiciado e até condenado e a “vítima da sociedade” responderá em liberdade ou em algum tratamento psicológico? Quem dorme, vive e faz sexo com o monstro insaciável, predador maligno de crianças é corresponsável? Nunca notou nada com seus filhos ou suas crianças? Nenhum sinal ou marca, mudança de comportamento?

Impactos psicológicos e Sociais: Traumas psicológicos graves – ansiedade, depressão, baixa autoestima, transtorno do estresse pós-traumático. Dificuldades de desenvolvimento – prejuízos no aprendizado, relacionamentos e saúde mental. Perpetuação da violência – maior risco de se tornarem vítimas ou agressores na vida adulta.

Já escrevi sobre as “crianças desaparecidas” no Brasil, da orientação aos serviços de saúde para que os profissionais observem e relatem anormalidades físicas ou emocionais com crianças. Todos somos responsáveis, principalmente quando se aceita conviver, desviando o olhar das aberrações ou endossando pelo voto ou negligência a doença da criminalidade, sem a vacina da lei fiel à ética, à honra e ao bom senso.

Fonte: Google. Pesquisa e apoio: Crônicas & Agudas by Eds Olimpio

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2024.02.27 – Onde dorme o Perigo! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas! – Jornal Opinião de Viamão

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25 February, 2024 09:54

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Crianas desaparecidas! Aqui ronda o Perigo. Crnicas & Agudas 2024.02.20

Crianças Desaparecidas!

Aqui ronda o Perigo.

Números perturbadores: Média de 40 mil crianças e adolescentes desapareceram anualmente no Brasil, de 2012 a 2022. Aqui no Rio Grande do Sul, no mesmo período, a média de sumiços foi de 2.800 crianças e adolescentes por ano. Estado com maior número de desaparecimentos: São Paulo. – Fontes: Google / Bing

Resgates e Tempo Médio: Cerca de 90% das crianças são resgatadas num tempo médio de 48 horas.

Perfil dos Desaparecidos: Predominância de meninas entre 10 e 14 anos. Motivos: fuga de casa, exploração sexual, tráfico de pessoas, conflitos familiares.

Lendas urbanas vs. Realidade: Tráfico internacional – casos raros, mas existem. Retiradas de órgãos – sem comprovações no Brasil. Rituais – casos isolados e não comprovados como prática regular.

Fatores de Risco: Vulnerabilidade social – pobreza, desestrutura familiar, negligência. Falta de políticas públicas reais e úteis – prevenção, investigação e apoio às famílias.

Conclusão inicial: O desaparecimento de crianças é um problema grave e multifacetado que exige ações urgentes e eficazes por parte do Estado e da sociedade. A prevenção, a investigação eficiente e o apoio às famílias são medidas essenciais para combater essa cruel realidade.

Algum dia, será pleno entendimento que o maior patrimônio de uma família são seus membros e principalmente suas crianças. Polpudas contas bancárias, patrimônio gigantesco, cargos e poder… E segue essa balada, senão uma triste ladainha onde “ter mais” pode significar “ser menos”. Numa época anterior, ter muitos filhos, prole imensa, significava maior força de trabalho, segurança da família contra a bandidagem e os desafetos. Hoje, varando o século XXI, mais filhos, igual a mais bonificações do Estado e em alguns países até os animais de estimação recebem uma “bolsa”. Para muitos indivíduos, mais filhos é igual a mais dinheiro e menos trabalho. Há maria-chuteira que se aposenta em plena juventude.

Controle de natalidade é crime? A natalidade consciente é para inglês ver. Os predadores proliferam no lixo das metrópoles e nos parlamentos vampirescos, onde a desgraça pessoal, familiar e social se alimenta do “tudo pelo social” – “para mim: Miami, Paris, para os eleitores a periferia favelizada”… A saúde de um povo inicia, termina/continua na sua célula mater (mãe) – a família. A escola deve fornecer conhecimentos úteis e práticos. Pelas amostragens mundiais, temos um dos mais caros sistemas de ensino do planeta. E um dos piores! Que não ensina ou ensina muito mal. Jamais deveria se arvorar como “educador”. Pior ainda quando semeia os esporos e os vírus ideológicos da degradação da identidade e dos bons costumes ancestrais.

As amostragens de desaparecimentos não refletem as causas plenas e reflexos terríveis do sumiço anual de 40 mil crianças. Quantas escapam de uma casa que não é lar? Quantas são atraídas por algum “Flautista de Hamelin” e jogadas no rio da perdição? Quantas sem a paz temporária nas suas horas escolares? Há crianças “desaparecidas” dentro das casas e das escolas, quase seres virtuais, fantasmagóricos, muitos “amparados” por um celular.

Nossos filhos, nossas vidas! Nessa urna da vida não há como votar em branco. Mas há como votar e eleger aquilo que é o pior, negando um futuro de merecimento, orgulho pessoal e familiar, Luz e Amor para nossos descendentes? Minha resposta é o boleto que meus descendentes pagarão. Lembre-se disso. Jamais esqueça isso!

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2024.02.20 – Crianças Desaparecidas! Aqui ronda o Perigo. Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas!

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Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor. Artes.

CREMERS 07720

RQE 4007

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Médico Cirurgião Jubilado

Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS

Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS

Associação Médica do RGS – AMRIGS

Associação Médica Brasileira – AMB

Viamão – RS

1971 a 2023 – 53 Anos de Medicina

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Autor dos livros:

Crônicas & Agudas

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Trinity! A Saga continua.

+30 Anos de Jornalismo

Cronista Jornal Opinião de Viamão

SELFIE – Onde mora o Perigo! Foto de Edson Olimpio Medicina e Cronista

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*Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo!*

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A iniciação ao Alcoolismo é cada vez mais precoce.

*Busque orientação e auxílio, tanto nos serviços públicos, religiosos, AA Alcoólicos Anônimos, serviços médicos privados especializados,…*

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A Vida! Anjos Caninos Série.

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Você é aquilo que você come!

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Serpentes em banhos de cachoeiras! Srie Onde mora o Perigo!

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Onde mora o Perigo! Série

Algo comum nas cidades, principalmente no calor – aparelhos de ar condicionado jogando água nos passeios e nas pessoas com riscos à saúde.

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Série AMBULÂNCIAS. História da Medicina. *3

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