MENSAGEM Foto de Edson Olimpio * Medicina e Escritor

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**CÚRCUMA**

🕊️C Ú R C U M A🦈

🔸 **Outros nomes**
A cúrcuma (Curcuma longa) é conhecida por diversos nomes, dependendo da região ou contexto:
– Turmeric (inglês)
– Açafrão-da-terra ou açafrão-da-índia (português, embora "açafrão" também se refira ao Crocus sativus em outros contextos)
– Haridra (sânscrito, na medicina ayurvédica)
– Jiang Huang (chinês, na medicina tradicional chinesa)

🔸 **Propriedades terapêuticas**
A cúrcuma é amplamente estudada devido à curcumina, seu principal composto bioativo. Suas propriedades incluem:
– **Anti-inflamatória**: Inibe mediadores inflamatórios como as citocinas e a enzima COX-2.
– **Antioxidante**: Neutraliza radicais livres e estimula enzimas antioxidantes endógenas, como a glutationa.
– **Antimicrobiana**: Atua contra bactérias, fungos e vírus.
– **Neuroprotetora**: Pode melhorar a função cognitiva e reduzir o risco de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer.
– **Hepatoprotetora**: Auxilia na desintoxicação do fígado e na proteção contra danos oxidativos.
– **Anticâncer**: Estudos in vitro e em animais sugerem que a curcumina pode inibir o crescimento de células cancerígenas e induzir apoptose, embora evidências clínicas em humanos ainda sejam limitadas.

🔸 **Efeitos adversos**
Embora geralmente segura em doses culinárias ou moderadas (até 8g/dia de curcumina em estudos), a cúrcuma pode causar:
– Distúrbios gastrointestinais (náusea, diarreia, dor abdominal) em doses altas.
– Risco de cálculos biliares ou obstrução em pessoas com predisposição.
– Interação com medicamentos, como anticoagulantes (ex.: varfarina), devido ao efeito antiplaquetário.
– Reações alérgicas raras (rash cutâneo).

🔸 **Relações com principais enfermidades**
– **Artrite**: Reduz inflamação e dor em osteoartrite e artrite reumatoide.
– **Doenças cardiovasculares**: Melhora a função endotelial e reduz o colesterol LDL oxidado.
– **Diabetes**: Pode melhorar a sensibilidade à insulina e reduzir a glicemia.
– **Câncer**: Estudos preliminares apontam benefícios em prevenção ou suporte ao tratamento (ex.: câncer colorretal, de mama), mas faltam ensaios clínicos robustos.
– **Alzheimer**: A curcumina pode reduzir placas amiloides e inflamação cerebral, mas os resultados em humanos são inconclusivos.

🔸 **Ações em radicais livres e metais pesados**
– **Radicais livres**: A curcumina é um potente antioxidante, doando elétrons para neutralizar espécies reativas de oxigênio (ROS) e inibindo a peroxidação lipídica.
– **Metais pesados**: Possui propriedades quelantes, ajudando a reduzir a toxicidade de metais como chumbo, cádmio e mercúrio, ao se ligar a eles e facilitar sua excreção. Estudos em animais mostram proteção contra danos oxidativos induzidos por esses metais.

🔸 **Formas de usar**
– **Culinária**: Pó de cúrcuma em pratos (sopas, arroz, curry). Dose típica: 1-3g/dia.
– **Chá ou infusão**: Raiz fresca ou em pó (1-2g) em água quente.
– **Suplementos**: Cápsulas de curcumina (500mg-2g/dia), muitas vezes com piperina para aumentar a biodisponibilidade.
– **Tópico**: Pastas ou cremes para problemas de pele (ex.: acne, psoríase).

🔸 **Como melhorar resultados**
– **Associação com piperina**: A piperina (presente na pimenta-preta) aumenta a absorção da curcumina em até 2000%, pois inibe sua metabolização no fígado.
– **Lipossomas ou nanoformulações**: Melhoram a biodisponibilidade em suplementos.
– **Consumo com gordura**: A curcumina é lipossolúvel; tomá-la com azeite ou leite de coco pode otimizar a absorção.
– **Dose dividida**: Tomar em pequenas quantidades ao longo do dia evita picos e melhora a eficácia.

🔶**Outras considerações significativas**
– **Biodisponibilidade limitada**: A curcumina é pouco absorvida sozinha e rapidamente metabolizada pelo fígado, o que limita seus efeitos sistêmicos sem estratégias de otimização.
– **Qualidade do produto**: Cúrcuma adulterada com corantes (ex.: metanil amarelo) ou contaminada com metais pesados pode ser um risco. Prefira fontes orgânicas e certificadas.
– **Gravidez e lactação**: Segura em doses culinárias, mas suplementos devem ser evitados sem orientação médica.
– **Pesquisas em andamento**: Apesar de promissora, muitas evidências vêm de estudos pré-clínicos; ensaios clínicos humanos ainda são necessários para confirmar benefícios em larga escala.

**Atenção* | *Cuidados:*
Use sob supervisão do seu Médico ou Nutricionista.

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