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Crônicas. Contos. Literatura. Jornalismo. Imagens e datas significativas.
04 dez 2023 Deixe um comentário
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03 dez 2023 Deixe um comentário
Livros 📚
+ 30 anos de Jornalismo
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Ativismo médico, literário e social.
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Datas comemorativas.
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30 nov 2023 Deixe um comentário
Nota do Cronista!
Muitos vivemos alheios a essas situações de aspecto paradoxal, senão sombrias. Todavia é uma realidade que o Cronista traz com humor.
Já trouxe crônicas sobre os bailões, corridas de cavalo 🐴, festas religiosas (nem tanto!), etc. A essência das pessoas em suas diversidades.
Na próxima semana está engatilhada a crônica "O Buraco do Padre". Aguardem e desfrutem de jovens se divertindo e namorando nas reuniões dançantes.
Deus abençoe e proteja todos nós. Traga Harmonia e Justiça real!
Deixe seu like e compartilhe, se desejar.
30 nov 2023 Deixe um comentário
A peleia no lupanar Meu Cantinho!
A histórica Viamão dos Farrapos acolheu bailões que fizeram história e estórias mil, como o Bailão do Reci e o Bailão do Waldeci. Entretanto a luxúria transitou firme e forte, galopeando emoções dos lençóis ao chão seboso. E ainda às macegas! Você lembra dos “filhos da macega”? O motel era ausente naquela época. O médico nos plantões do Hospital de Caridade de Viamão atendia as criaturas estropiadas das brigas e as moçoilas engravidadas (“emprenhadas”) “por descuido”.
“Meu Cantinho” era o nome de um bordel no bairro Tarumã. Território muito frequentado e palco de peleias homéricas entre relinchos de regozijo e guampadas de traição. Em época de eleição, sempre reunia políticos e suas comitivas. Tratada como zona neutra, se comparada com os palanques de impropérios e agressões. Lendas urbanas falavam da iniciação sexual da moçada, como alunos da ETA, Escola Técnica de Agricultura, e seminaristas com excesso de testosterona nos canos.
Crônicas & Agudas!
Um “chofer de carro de praça” (hoje taxista) contou-me que a alegre casa recebeu uma castelhana para entonar uns tangos a bailar sobre um tijolo e seria “rifada” ao fim do show. A dama da noite era mui versada nas artes lúdicas da sexualidade selvagem. A fina flor da macheza viamonense aprontou-se. Um gordo e rico fazendeiro ofereceria até uma ponta de gado. O início da noite testemunhava a chegada dos sedentos e “apaixonados”. Poucos em seus próprios carros para “evitar falação dos adversários”. Para aumentar o rendimento trouxeram uma dançarina que fazia fama e furor no Vale dos Sinos entre a “alemoada” faminta e inebriada pela cerveja.
Chegavam com bafo de Vermute e Underberg, logo cerveja, caninha e whisky. O porteiro era um mulato de quase 2 metros de quadrado, um animal de tão grande e com um dentão de ouro alumiando na boca. Recebeu o reforço de um brigadiano (Pedro e Paulo na época), o Paulão 2 socos – ninguém aguentava um segundo soco, “disque”. A cafetina, tapada de joias douradas (ouro 18) surfava entre as mesas, direcionando os garçons e suas meninas. Os três músicos floreavam os dedos extraindo músicas que não abafavam os… ruídos, “parecia baile de bruxa” – dizia o taxista. Um vesgo dedilhava a acordeona, enquanto um quase albino dormia no violino encaixado no vazio do pescoço.
Crônicas & Agudas!
A castelhana entrou e saiu sob intensa ovação, no mais amplo sentido e furor. Logo foi “arrematada” pelo estancieiro, rico como cardeal francês. Entretanto, a polaca, ruiva e sardenta, considerou-se ofendida. Era a preferida antes da rifa. O bate boca foi curto como braço de motorista de kombi e o pau comeu. E sempre que desanda se generaliza. Os motoras assistiam de camarote. Tentando apartar, o mulato recebeu um pé de mesa no pescoço e dobrou as pernas, caiu “friozinho” na granitina. O brigadiano, mais esperto do que valente, correu chamar a Brigada. Os taxistas traziam os feridos de corpo e os lanhados de moral ao “nauseocômio”, onde o plantonista e a enfermagem corriam entre as macas e cadeiras. Alguns “feridos” escorriam um caldo marrom e fedorento pelas pernas. A castelhana abriu uma “free-way” nas costas da polaca, depois de levar um talho de navalha na zona morta entre o beiço e a venta. Isso aí levou umas 3 horas de “pega-pra-capar”, contou o taxista.
Eis que chega a viatura da Brigada com o Paulão 2 socos e três colegas de farda, os papo-amarelos, já de cacetete numa mão e o tresoitão na outra. Calçavam a criatura com o berro (revólver) e desciam a madeira no lombo do boneco. Miravam a cabeça para não estragar ainda mais o couro. E foi agora que a briga realmente começou, antes foi aquecimento. Uns direto para o HPS em Porto Alegre, evitaram os impropérios políticos e as esposas furiosas.
Ah! Quase esqueço. A turma e até a cafetina deixaram de brigar entre si e moeram os brigadianos a pau e laço. Legítimo “nós contra eles”! Nota do Cronista: aliviamos os termos da época e os sucedidos para evitar maiores melindres. Ver a peleia no bordel, eu não vi ou conhecer o lupanar com seu bar espelhado e… Me contaram! Outro médico atendia chamados “domiciliares” no “palácio da luz vermelha”. Também me contaram!
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2023.11.28 – A peleia no lupanar Meu Cantinho! Edson Olimpio Oliveira
Crônicas & Agudas
Jornal Opinião de Viamão
23 nov 2023 Deixe um comentário
A Funilaria da Beleza!
Mesmo os menos afeitos sabem que quando se bate um carro, onde sempre o culpado é o outro… Ou a criatura buzina, mas o poste teima em não sair da frente. Ou quando a marcha à ré insiste em levar o carro para a frente. Essas coisa acontecem e os veículos se “machucam”. Quebra a sinaleira, amassa a porta, arranca o espelho e outras “cositas” mais, precisa-se de um tipo de “cirurgião plástico automotor”. Assim acode-se ao chapeador/funileiro e o pintor. Meu “brother” me alertou das páginas sociais criadas pelas prendas alçando voos para maior beleza e sintonia física e espiritual.
O Brasil está entre os primeiros países do planeta no maior número de cirurgias plásticas estéticas. Se a matemática somar as de fundo de quintal, clandestinas e ausentes de qualquer estatística, somos campeões com folga, como bombacha de magro cadavérico. A prenda pode ser linda para o xirú, como uva de exposição, mas ela quase nunca está satisfeita. Para sorte dos “botoqueiros e botoquadores”, o botox parece estar ausente do arsenal dos “médicos cubanos”, entretanto já há notícias de cobradores de ônibus complementando a renda.
Crônicas & Agudas!
Entre uma lipoaspiração e uma “lipo-suspiração”, paga-se um boleto em 72 parcelas módicas. É um território sedento, faminto por resultados e por clientes. Geralmente o “barato sai caro” e o “mais caro” não tem plenas garantias. É mais simples confiar no preço do que nas credenciais do médico (se for!). Na política é assim também? Sim ou não? As meninas ficam nas redes contando seus resultados e aspirando chegar a sua vez de ser uma Vênus de Milo – Afrodite, a deusa grega da beleza. Se a estátua imortal não tem os braços, algumas aspirantes podem perder muito mais, como a saúde ou a vida. Conhece algum caso assim?
Depilação ou “despilação” invade corpos de todos os sexos – fora algumas queimaduras, lisos como casca de ovo. Nessa onda de funilaria estética, atravessa o “borracheiro”, especialista recauchutagem, em reparar pneus de abdômen, pescoço e outras zonas mais ingratas. Dos peitos caídos ao sumiço dos glúteos, o silicone joga de atacante goleador. Quando não “matador” com silicone industrial injetado.
Crônicas & Agudas!
Pintura de cabelo é coisa jurássica. Pinta-se o couro da criatura nas mais variadas cores e desenhos. Inclusive nas zonas pudendas as tatuagens ganharam admiração e eleitores. Antes arte em marinheiros e presidiários, agora democratizou-se infecciosamente. Muitas são verdadeiras pichações. E a criatura ainda se acha… E tem quem encontre! Nessa estrada atropelam com as maquiagens definitivas, não somem nem depois da cremação. Essas oficinas de funilaria passam pelas academias na incansável busca pelo corpo mais jovem e mais belo. A humanidade navega em águas onde o poder da tribo se impõe sobre as personalidades, a pessoalidade e a necessidade de inserção em algum grupo ou matilha. Isso está no nosso DNA?
Quem vence: a emoção ou a razão? A beleza exterior ou a beleza interior? O ter mais ou o ser mais? O grupo ou a unidade? A mentira ou a verdade? A realidade ou a ilusão? A esperança ou a certeza? Segue a balada com você, caro leitor. Jamais generalizo. Sou favorável à busca de harmonia e felicidade. Da Luz e da Paz interior e exterior.
Que o bom humor seja catalisador dos melhores sentimentos e realizações, ao contrário da depressão e do ódio. Sou o que sou e não aquilo que põe rótulo em mim (leia em voz alta, combina contigo?). O Amor nasce dentro de mim, vem à superfície e distribuo como posso. Somente quem vê, respeita, reconhece e agradece à sua beleza interior, irá cativar outros corações e neles encontrará a beleza do outro.
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2023.11.21 – A Funilaria da Beleza! Edson Olimpio Oliveira
Crônicas & Agudas!
Jornal Opinião de Viamão
21 nov 2023 Deixe um comentário
21 Novembro
Dia do MÉDICO HOMEOPATA
Homeopatia
Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!
Parabéns aos Amigos HOMEOPATAS!
Eu lembro de Você!
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19 nov 2023 Deixe um comentário
A mentira tem perna curta!
Mas pode ter vida longa e seguidores.
Uma lenda gaudéria conta que um xiru fumacento, mais grosso que tronco de figueira centenária, estava aprumando um namoro com uma mocinha bem prendada, mas (sempre tem um mas, porém, todavia, no entanto, entretanto) tinha uma perna mais comprida que a outra. Isso não a impedia de dançar e girava na poeira do salão como pião em roda de guri. O xiru era ginete cheio de glória, campeão de cancha reta. Inclusive ganhou um troféu em Carazinho das mãos do Tio Brizola. O namoro estava mais doce que quindim com calda de mel e resolveu pedir a mão da prenda, com todos os acompanhamentos. No bolicho, entre um trago de canha e a adaga limpando as unhas, um compadre atropelou: “A prenda é meia renga e aí?” O taura, quase ofendido, largou de supetão: “Quero para tirar cria e não pra cancha reta!” Oigalê!
Crônicas & Agudas!
Verdades e mentiras. E essa zona lamacenta, um atoleiro do cão que é a “quase verdade” e a “quase mentira”. Ainda: verdade verdadeira e mentira mentirosa. Há criaturas que são mentirosos compulsivos. Impossível travar uma conversa que não brote uma mentira. Outros mentem tanto que esquecem a mentira contada e ficam redemoinhando nas palavras. Há quem diga que na sua “profissão” a mentira é uma arte que bem urdida, executada com artimanha e estratégia, vence contenda e enche seu bolso do dinheiro ensanguentado das suas vítimas.
Nessa parada há os “mazocas” ou masoquistas. Adoram mentirosos. Desdenham os honestos. Você pode estar pensando em “raros políticos”, mas esse cronista acredita que “apenas” uns são mais honestos (ugh!) que outros, como é a opinião do Carola Engomado. Observem a quantidade de mentiras plastificadas, entupidas de botox para alisar as rugas e as pregas da safadeza que se espraiam pela internet e nos jornais nacionais. Lembre-se do mago da propaganda nazista, Joseph Goebbels? É atribuída a ele a máxima: “Repita a mentira tantas vezes que ela se tornará verdade” – ou algo nesse sentido. Agora vou te contar algo que talvez você desconheça: Goebbels tinha um defeito físico no pé direito, algo de nascença, até tentaram cirurgia para corrigir. Perna curta ou defeituosa, entretanto a mentira que pregava e era acolhida religiosamente, contribuiu para o morticínio de milhões de pessoas e para o antissemitismo, que agora erupcionou no Brasil junto com a Amazônia queimando e o ar pestilento e fumacento das queimadas.
Crônicas & Agudas!
Em nossa criação cristã, a mentira é o caminho para o inferno. É a língua partida (bífida) da serpente no Paraíso, revelando seu lado demoníaco e a mentira, o veneno e o envenenamento. A verdade é a Luz divina, daí trazer à luz, afastar as sombras maliciosas e até pérfidas. O eterno combate entre o bem e o mal, entre o Céu e o Inferno, a verdade e a mentira. Na oração de São Bento, traduzindo do latim: “Sagrada Cruz seja minha Luz; que o dragão não seja meu guia; volte, Satanás! Nunca venha a mim em vão; há males que você deseja…” Outra certamente mais conhecida: “Vade retro, Satane – afasta-te Diabo”, no Evangelho de São Mateus.
Em qualquer religião de Luz (ou filosofia) sempre teremos o combate entre a mentira e a verdade. Sinta que a mentira nem sempre tem “pernas curtas”, pois é camuflada ou escondida pelos autores e acudida por poderosos ou obsidiados. Nessa circunstância terá vida longa e próspera como vampiro em banco de sangue.
2023.11.14 – A mentira tem perna curta! Edson Olimpio Oliveira
Crônicas & Agudas
Jornal Opinião de Viamão
13 nov 2023 Deixe um comentário
O Sono!
A cama e o quarto.
Em todas as culturas o sono é fundamental para o ser humano, assim são cultuadas as divindades a ele representadas. Como Khreprer (Antigo Egito), Hypnos (antigos gregos), Somnus (romanos) e Sandman (vikings). Passamos 1/3 da vida dormindo. Aos 60 anos de idade, cerca de 20 anos estávamos em devaneios oníricos nos braços de Morpheus. Historicamente entende-se o sono como renovação e renascimento ou como um portal entre nosso mundo infestado de guerras e ódios e o plano espiritual. Você tem um sono restaurador? Acorda revigorado e pleno para um novo dia? Ou somente “dorme” com o auxílio medicamentoso?
O dois lugares mais sagrados do lar: a mesa das refeições e o quarto do casal, numa hierarquia ou num simbolismo. Ao cristão, a mesa de refeições remete para a Última Ceia de Cristo e a consagração dos alimentos. O quarto do casal introjeta o sagrado da fertilidade, da procriação, da suprema intimidade do amor. Também o quarto sempre representou o local final da vida terrena – morria-se na “minha cama”, derradeiro ninho, última trincheira da vida.
Crônicas & Agudas!
O quarto atual é “fake”, um arremedo até da sua definição de ser o lugar restaurador da saúde e dos enfermos. O sono, nesse embalo, é uma das finalidades descartáveis do quarto? Será mesmo? Na cama fazem-se refeições, assiste-se TV e trabalha-se no computador ou mantém-se o vínculo com a internet pelo celular, esse tótem para o bem e para o mal. As janelas nem escurecem o ambiente, a necessária escuridão para hormônios serem restaurados. A cama e o quarto jamais deveriam ser local de adversidade ou ringue/tatame entre o casal. Longe de um campo de imposição e batalha, ser um local de revigorar o amor e lapidar o diamante do coração.
Nesse singelo espaço, algumas orientações para um sono melhor e uma vida mais longa e plena. Observando acima, afaste do ambiente e da cama essas “coisas”. Faça refeição leve à noite, até as 19,30 horas. Evite cafeína e similares após a 17 h. Prepare a mente e o espírito afastando a podridão da TV, filmes, livros e celular com temas de dor e sofrimento. O que não se pode resolver, coloca-se nas mãos de Deus. Tenha seu leito limpo e o ambiente com perfume agradável, sem excesso. O mesmo para sua roupa e corpo.
Crônicas & Agudas!
Somos até mais de 70 % de água no corpo. Tome um banho morno e tranquilo. Imagine que a água cristalina, como de uma fonte ou bela cascata, desce pela sua cabeça, limpando seus poros, sua pele de cima a baixo e internamente cada órgão e célula, trazendo saúde e harmonia. Imagine essa água saindo pelos seus pés e caindo no ralo do banheiro estando escura e feia, mas carregando consigo suas raivas, desarmonias, tristezas, enfermidades, enfim tudo que lhe incomoda e atropela. Deixando seu corpo, mente e espíritos mais limpos e saudáveis.
Tome água antes de ir para cama, sem excesso. Exercite a disciplina do horário de dormir. Lembre-se que 2 horas antes da meia-noite valem até 4 horas após. Hora de dormir e hora de levantar – cedo! Arrume sempre a sua cama ao levantar pela manhã – ou arrumem em conjunto, o casal – estarão juntos arrumando a vida. Isso funciona? Pois é, funciona bem com certeza na soma e repetição.
Tente dormir com o lado esquerdo e levantar com o lado direito. Ao dormir ou algum acordar transitório, espreguice-se como um gato e faça o mantra de orar o Pai Nosso continuamente. Encadeado. Antes e depois treine com a razão e o coração a gratidão, o respeito e o reconhecimento e permita que o espírito se ilumine livre de ódio e ciúmes. Há mais a conversar contigo, entretanto já é um começo. Experimente! Melhore sua saúde e a sua vida. Bom sono! – Diga-me se a crônica lhe foi útil e se lhe tocou!
2023.11.07 – O Sono! A cama e o quarto. Edson Olimpio Oliveira
Crônicas & Agudas
Jornal Opinião de Viamão
Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira
Médico. Cirurgião. Escritor. Artes.
CREMERS 07720
RQE 4700
. * .
Médico Cirurgião Jubilado
Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS
Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS
Associação Médica do RGS – AMRIGS
Associação Médica Brasileira – AMB
Viamão – RS
1971 a 2023 – 53 Anos de Medicina
Autor dos livros:
Crônicas & Agudas
Crônicas & PontiAgudas
Trinity! A Saga continua.
+30 Anos de Jornalismo
Cronista Jornal Opinião de Viamão
10 nov 2023 Deixe um comentário
10 Novembro Dia do
*MÉDICO INTENSIVISTA!*
Medicina Intensiva.
Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!
*Parabéns!*
*Eu lembro de Você!*
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