Conciliao! Edson Olimpio Oliveira. 11 Outubro 2022.

Conciliação!

|Eu venho a muito tempo querendo te ver | Investindo com o meu tempo pra te procurar | Em quase toda parte sem te encontrar | Não tenho outro jeito a não ser te explicar|…

São tempos de separação. Épocas de cizânia, de discórdia e de rixas duras e feias. A desavença encontra guarida e anteparo nas mentes contraditórias. A desinteligência grassa e espraia-se vorazmente. O falso testemunho se confunde com a mais injusta justiça, parcial e idólatra.

Filhos desafiam e combatem seus pais e avós numa guerrilha ancorada em ideologia ou fumegante no entorpecimento do singelo raciocínio. Casais separam-se quando a discórdia política invade seus lares. Há casas como trincheiras e o leito de amor vira uma arena romana. Palavras amorosas, expressões de carinho desaparecem no confronto com a ingratidão e o desamor. Parece tema ou spoiler de alguma película como “Guerra em Marte 2022” Ou “Brasil perdido!”?

… |Eu tenho tantas coisas para te dizer | Eu tenho muitas coisas, quero te falar | São coisas que estão dentro do meu peito | Dentro do meu peito | São coisas que preciso me desabafar | …

Conciliar é apaziguar. Buscar e encontrar a pacificação, a acomodação, enfim, a reconciliação. Entre duas pessoas, mesmo no extremo sucateamento do amor de corações lanhados de dor, há um horizonte de reflexos de harmonia que ousam buscar a cicatrização.

Onde existiu luz, mesmo que seja alguma luz, uma tênue luz, ela se impôs às sombras e aos vultos deformados do ódio que vagam e perambulam no desafeto, na ausência de espiritualidade e nas garras e volúpias do poder.

Acredita-se que a pessoa mude de vínculo com qualquer outra coisa que não seja o futebol e seu time idolatrado. Troca de cidade, de emprego, de mulher, de cachorro e até de cerveja e sexo – jamais do time! E na política? E na ideologia?

… |Estou aqui | Estou aqui | Pra te falar | Que só o amor | Que só o amor | Que dentro há | …

A conciliação dos discordantes ou demandantes passa, necessariamente, pela espiritualidade, pela ética e pela moral com respeito à célula mãe-ovo da sociedade – a família. A essência do comunismo é a desagregação da família e o ateísmo. Jamais Alah, um Buda, um Cristo, um messias ou demais formatos e entendimentos da espiritualidade. Se você vive e rege sua vida pelo momento terrestre, somente o aqui e agora, a tendência natural é ser um predador, marcar seu território, impor-se pela força e pelo poder de suas garras ou armas. Ou você é dinossauro ou é presa, podendo ser abatida ou enviada para o abate quando o poder desejar.

A base da espiritualidade é o amor e a liberdade estaiadas pelo livre arbítrio. Livre arbítrio!

…|Pode nos salvar | Pode nos salvar | Pode nos salvar | Pode nos salvar | Pode nos salvar | Pode nos salvar!| – Conciliação! Canção de Cidade Negra.

De um lado a ideologia que é um fracasso em todos os lugares que abocanhou, deixando um rastro de morte, miséria, fome, destruição de valores éticos e religiosos, etc. Liderada por um elemento julgado e condenado por mais de uma dezena de juízes de carreira (sem indicação pessoal ou partidária), com dezenas de asseclas réus confessos e que estornaram parte bilionária de seus roubos.

Esse cronista, vide outras crônicas, já exaltou medidas que na época pareciam justas dessa pessoa. Pareciam! Não há como ficar em cima do muro. Não há como abster-se do voto por “não gosto dos dois”.

O lado do Brasil ético e não condenado é o futuro da pátria, das nossas famílias, da nossa fé religiosa e do progresso para quem trabalha e pretende viver no solo brasileiro. Se alguns votam e escolhem serem eternos vassalos, súditos, acólitos de uma ideologia, capachos do crime organizado, coniventes ou complacentes e elegem o parasitismo como profissão… Pobre do Brasil e de seu povo!

Quem ansiava a vacina ou o tratamento na pandemia, agora tem o voto na ponta do dedo para afastar a doença grave e contagiosa e sem misericórdia que anseia possuir o Brasil! Hora de assumir posição e lutar por ela!

2022.10.11 – Reconciliação – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia Mundial da SAÚDE MENTAL!

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O Bafo do Mergulhão!

O Bafo do Mergulhão!

Certas estórias pulam gerações, mas vem a furo numa outra. Assim é o caso do Mergulhão. Esse arigó é outra cria da Faxina, como tantas. Apelido recebido do Velho Fraga da Terneira. Aqui invoco a pesquisa histórica dos primos Haroldo e Sílvio Boca. Conhece o Biguá: ave pescadora, penas negras, exímia mergulhadora, dá rasantes sobre planuras de água, pescoço comprido e bico desafiador? Via-se semelhança com o guri que logo barbado se tornou.

Namorador como seminarista novo na colônia. Cabelo ajeitado com Gumex – olha as penas da ave! “E o Bafo, Edinho?” – conto logo. Numa sanga no Pontal dos Abreu, o Mergulhão pescando de caniço de taquara alinhava na barranca mais de 20 jundiás e traíras macanudas. Os companheiros na barraca enxugavam a goela num trago enquanto se lamuriavam das redes e espinheis vazios. Há testemunhas oculares e de trago do fato consumado e quase consumido.

Crônicas & Agudas!

“Nós tapados de mosca e tu tapado de sorte” – falou meu tio. “Dá um bafo aqui na rede e passa um pouco da tua sorte” e o Mergulhão expôs o dente de ouro na porteira do 1001 e bafejou. Manhã seguinte quase buscaram uma junta de bois para tirar a rede da água. Até tainha apareceu, mesmo com a lagoa baixa. A carpeta faz parte das pescarias e caçadas, pois homem sem mulher tem que continuar se desafiando.

Um antigo taxista (de carro de praça) perdia todas as paradas. O Mergulhão picava o charque para o carreteiro enquanto assobiava “tico-tico no fubá”. O taxista de cabeça enorme e olhos saltados rosnou: “Dá um bafo aqui no meu carteado”! – de bate pronto, como um centroavante matador, lá foi um bafo. Um bafão, na verdade, pois cheirava coisas sabidas e mastigadas e muito mal digeridas. O jogo virou e o taxista forrou o poncho, arrematou a eguada, quase comprou a igreja do bispo – nossos velhos ditados (não confunda com velhos deitados!).

Cr & Ag!

E assim começou a vida de bafos do Mergulhão. O Zecão do Jogo do Bicho era testemunha na banca do jogo. Nunca apostava para ele – “Dá revertério”! Mas tirava uma beira das apostas dos amigos com seu bafo. Infelizmente o Bafo não dava a mesma sorte com as gurias. Abria a boca e a criatura largava na pernada. Desenganado pelos dentistas e pelos práticos. Acumulava uma grana legal que logo aplicou com o Zé Paulo da Marga no Banco Agrícola Mercantil (hoje Unibanco).

Era um bafo aqui e outros acolá e a grana vinha redonda e risonha. Econômico como padre na campanha e perseguido pelo bispo. No famoso 7 Facadas, na afamada (mal!) cancha do jogo do osso, era disputado a peso de ouro, chegando a dar empate quando testaram o bafo do Mergulhão para os dois lados. Na cancha reta na Lomba da Tarumã foi corrido a pontaço de adaga, berro de tresoitão e ameaça de “capação”. Gente primitiva. Bruta. Sem “espírito esportivo” alegava. Preservou as bolas e nunca mais pisou em carreiras de cavalos.

Crônicas & Agudas!

Tudo que sobe, uma hora desce. O que vai, pode voltar. O que entra, sai. Sabedoria viamonense. Eis que a Lurdinha Boca de Piano (dentes da cor do teclado, com um de ouro!), neta do velho Eustáquio Lagartixa se achegou no Bafo. “Seria amor ou a conta do banco?” – sacava a turma da Petisqueira do Idalino, pai do Sacão.

Economizou no casório. “Pegou um carro de praça (tio Eninho) e hospedaram-se em Cidreira Beach” – dizia-me o barbeiro sabe-tudo. A soma dos dois atrasos “sescuais” era uma tormenta nos lençóis. Duas semanas e…

Encurtando o causo: voltaram para o Capelão. “E a sorte do Bafo?” – pois é! Sorte ou maldição acabaram nos lençóis com a Lurdinha. Passou a fazer biscates e viver das aplicações do banco e invernando um gadinho no campo do Goulart Pé Grande. Ainda tenho que auscultar o Antoninho Cascalho ou o Valdeci do Bailão para saber o que é verdade ou o que sobrou de lenda urbana. Outro tempo, conto mais!

Beleza. Fui!

Nota do Cronista: Essa crônica foi entregue à redação antes da contagem final da eleição.

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2022.10.04 – Bafo do Mergulhão – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

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O Dedo na Goela! – 27 Setembro 2022.

“O Dedo na Goela!”

Somos seres curiosos por natureza. Numa certa fase da idade, a criança vive no mundo dos “porquês”. Salutar e instigante. Muitos pais sentem-se premiados por um filhote curioso, sendo isso uma das faces da inteligência que brota daquele novo ser. Entretanto – sempre tem o entretanto! – em demasia a quantidade de “por que isso” e “por que aquilo”, os pais ralham com a pequena criatura. Não raro: “Vai brincar e para de tantas perguntas”! Essas manifestações primárias de curiosidade se atenuam, mas caminham pela vida, Veremos que há casos que essa curiosidade pode transmutar-se para um distúrbio.

Em inúmeros casos a curiosidade evolui para uma atividade profissional. O cientista é um curioso, quantas vezes abraça-se com a compulsividade e não consegue atenuar a sua atividade profissional confrontando com a sua vida pessoal e familiar. A curiosidade, corretamente dirigida, faz parte do arsenal médico que passa pela anamnese e pelo exame físico do paciente para seu melhor diagnóstico e adequado tratamento. A escassez de curiosidade profissional trava ou dificulta o crescimento pessoal e profissional.

Cr & Ag!

Enveredemos pelo jargão policial e observe um interrogatório policial na metade do século passado, no tempo que criminoso não era “uma vítima da sociedade”, nem era candidato ou se elegia e que o policial era alguém que lutava para preservar a lei e a ordem – hoje continuam lutando, mas o resultado é o bandido na rua exercendo a sua “profissão” solto sabe-se bem lá como.

“Dedo na goela” é a analogia de vomitar o que está ruim e estragado “lá dentro”. “Botar para fora” o que não presta, como a sujeira. “Vais vomitar os teus crimes, estuprador!” – conta-se que já foi assim. Ou seria lenda urbana? E os criminosos cumpriam suas penas presos. Dá para acreditar nisso?

Sinta que isso nada mais era do que uma continuidade de pais amorosos que exerciam a disciplina em seus filhos. Quem ama cuida e se importa! E protege. “Onde tu estavas até essa hora, com quem tu estavas, …” Puxão de orelha ou escrever 100 vezes que “vou estudar e nunca mais pego coisas dos outros” era disciplina. Hoje pode ser enquadrado pelos eleitores de marginais e formadores de delinquentes como violência contra o menor, seu conceito de amor é degenerado. E sua disciplina quantas vezes formam mais marginais!

Crônicas & Agudas!

Curiosidade! Jamais confundir com bisbilhotice. Ou indiscrição. Ou, também, intrometer-se na vida alheia em temas ou assuntos que não lhe compete. Quantos não se atentam que o “investigado” não deseja falar sobre aquilo. É seu fórum privado. É parte da sua intimidade. E a intimidade é pessoal e intransferível. A intimidade das novelas da Globo são comparáveis com a minha intimidade? Ou a tua? Há pessoa que não vê problemas em usar roupas que caminha para o traje de chapéu-óculos-e-chinelos de dedo, por exemplo. A sua opção pessoal jamais deveria ser exigência aos demais.

A indiscrição, a bisbilhotice ou o “dedo na goela” vale tanto para a vida familiar, entre amigos ou simplesmente conhecidos como para profissionais. Para tudo na vida e na morte há uma fronteira, um limite, uma borda a ser entendida e respeitada. Se a criatura exerce isso de forma compulsiva, irreflexiva ou até agressiva deve buscar ajuda e tratamento, principalmente quem ultrapassa as raias profissionais ou do razoável. Em tempos de eleição, o voto é pessoal, secreto e intangível, mas deveria ser plenamente comprovado pelo eleitor.

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2022.09.27 – Dedo na Goela – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia do MÉDICO DO TRABALHO!

04 Outubro

Reconhecimento.
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Gratidão!

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01 Outubro – Dia de Santa Terezinha e Dia do Idoso

01 Outubro

Dia de Santa Terezinha das Rosas

Ou do Menino Jesus!

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Dia do IDOSO

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Mensagem.

Na minha primeira infância, criança muito doente nascida no dia do aniversário da minha mãe *Dora*, recebi diagnósticos de “desenganado” e levado para “morrer em casa”. Cerca de 1 ano e 2 meses antes, meus pais perderam uma filha após seu nascimento no dia do aniversário de meu pai *Aldo*. Minha mãe Dora, apesar do desespero, mas com fé e esperança, me entregou para sua santa de maior devoção – *Santa Terezinha* para que ela me curasse e fosse minha mãe celestial. Isso e bem mais já relatei em crônicas anteriores. Minha mãe cumpriu sua promessa mensal e de datas durante toda sua vida. Que eu mantenha a Gratidão e Reconhecimento!

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Idoso!

Varei a década dos 70 anos, como vários de vocês que me honram com suas presenças, participações e Amizade. E o desejo que os demais vivam em plenitude mirando serem idosos. Somos cerca de 12 a 15 milhões de *brasileiros idosos*. Nosso voto não é obrigatório pela lei tão aviltada pelos supremos togados. Olhe para seus filhos, netos, familiares e amigos (ou simplesmente conhecidos) e *VOTE* por eles. *Nós devemos fazer a diferença para o presente e o futuro*. *É nossa obrigação dar-lhes um mundo melhor!* A nossa idade deve valer para escolhermos dentro da nossa fé, esperança, sabedoria, honra e dignidade!

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor

CREMERS 07720

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Médico Cirurgião Jubilado

Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS

Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS

Associação Médica do RGS – AMRIGS

Associação Médica Brasileira – AMB

Viamão – RS

1971 a 2022 – 51 Anos de Medicina

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Autor dos livros:

Crônicas & Agudas

Crônicas & PontiAgudas

Trinity! A Saga continua.

30 Anos de Jornalismo

Cronista Jornal Opinião de Viamão

Dia da SECRETÁRIA!

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Dia Mundial do CORAÇÃO ❤?

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O passo maior que as pernas!

“O passo maior que as pernas”

É outro exemplo da sabedoria popular que se derrama em nosso cotidiano com ensinamentos primordiais para a harmonia da vida. Algumas formas de completar a expressão: “vai cair se der um passo maior que as pernas permitem” ou “a calça rasga nos fundilhos se der um passo maior que as pernas podem dar”. Ainda: “Se lascou esgaçado!”

O significado navega pelo momento da utilização. Por exemplo: assumir um compromisso acima de suas possibilidades – “estourei meu cartão de crédito e caí no SPC”. Outro: querer fazer tudo ao mesmo tempo, termina não fazendo nem uma coisa e nem outra a contento. Há quem acrescente: “Meti os pés pelas mãos”, ou vice-versa.

Observe, atento amigo, que isso serve para pessoas, como para empresas ou instituições públicas, pois todas são geridas, em última análise, por pessoas que muitas vezes desprezam as suas responsabilidades com o dinheiro alheio (do cidadão e contribuinte) ou com a ética e bons costumes.

Crônicas & Agudas!

Qual é o limite? O limite começa pela individualidade, pela capacidade da pessoa de executar a missão proposta ou de reunir-se com outros para uma melhor realização e final. Quando “a calça rasga no fundilho” significa que a criatura ficará exposta nas suas fraquezas e territórios mais frágeis (?). Desnudado. Exposto. Descoberto. Despido ou nu! Como queira e sentir melhor. Observe que o perdulário é uma vítima de si próprio – um mão-aberta, mão-furada, gastador que dilapida seu patrimônio, de sua família ou da instituição. Observe o poder público! Quantas vezes além de perdulário é um facínora que se aproveita de variadas falcatruas nas obras, licitações, do clipe de papel ao porto e aeroporto.

Crônicas & Agudas!

Há casos da criatura ser movida por uma necessidade quase irresistível, nascida de seu interior, de fazer algo pouco lógico ou desnudando irracionalidade. Podemos nos confrontar com uma atitude e conduta patológica, compulsiva, necessitando suporte e tratamento adequado. A pandemia pode ter agravado e, eventualmente, desabrochado essas situações. Muitas pessoas, pelo temor da morte ou de permanente incapacidade, resolveram viver a vida intensamente sob diversos aspectos. Antecipar aquilo já programado? Temor de deixar para outrem tudo que conquistou e se privou? Observe as vendas avassaladoras pela internet, como de veículos mais sofisticados que chegaram a faltar.

Todos tem noção de sua finitude aqui nessa terra brasilis saqueada e violentada. Quantos negam essa regra básica e inapelável da existência – ninguém escapa indefinidamente da morte? Entretanto saqueiam os cofres públicos (e privados) como se vivessem centenas ou milhares de anos e ainda levassem para sua tumba faraônica seus espólios, riquezas de roubo, pilhagem, da pior pirataria.

Talvez não haja girafa com pernas maiores que os falcatruas aboletados no poder. Cada vez seus passos são maiores, talvez pela noção de que não pagarão a conta. Outros terão de pagar como contribuintes vampirizados. Quantos devem sentir a proteção vacinal de alguma justiça tão lenta quanto necessária e tão direta e protetora quanto necessária também. Na terra em que a impunidade dá lucros, dividendos e estrelato dogmático, os passos continuam, infelizmente, maiores que as pernas.

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2022.09.20 – O passo maior que as pernas – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia Nacional da DOAÇÃO DE ÓRGÃOS!

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