Feliz Páscoa! A arte e sensibilidade do formidável artista 🎨 Aldo Locatelli.

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Tempos de Páscoa! Sexta-feira Santa!

Tempos de Páscoa!

Sexta-feira Santa!

Reflexão e melhor entendimento. Se eu estivesse na Terra Santa, em Jerusalém, naqueles tempos, o que eu teria feito por Ele? Como eu teria agido? Qual o sentimento que aquelas pessoas carregam consigo? Eu, hoje, me comporto de que maneira?

São algumas perguntas que me faço.

Há duas humanidades, uma antes e outra depois Dele!

Que o abraço teu e meu seja o abraço Dele!

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico – Cirurgião

Escritor – Jornalismo

CREMERS 07720

Médico e Cirurgião Jubilado

SOCIERGS – Sociedade de Cirurgia Geral do RGS

AMRIGS – Associação Médica do RGS

CREMERS – Conselho Regional de Medicina do RGS

AMB – Associação Médica Brasileira

Autor dos livros:

Crônicas & Agudas

Crônicas & PontiAgudas

Trinity! A Saga continua

+ de 25 Anos de Jornalismo / Crônicas & Agudas / Jornal Opinião de Viamão

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Ele está junto de Nós!

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12 Abril – Dia do MÉDICO OBSTETRA

Reconhecimento.

Respeito.

Gratidão!

A Voz do Coração! – Edson Olimpio Oliveira

A Voz do Coração!

Tenho amigos que conversam com suas plantas e inclusive com as plantas de natureza selvagem. Estranho? Pode ser diferente, senão suspeito, para outros, mas a humanidade aprendeu com a dor e o sofrimento da sobrevivência a ler, interpretar e se comunicar com os demais seres da criação.

É simples e corriqueiro o entendimento da senhorinha com sua cão de estimação ou “parte da família”. Para alguns, nada que fuja do rigor cartesiano da regras impostas e assumidas para peneirar e filtrar sentimentos ou medicamentos são válidos e úteis. Refratários discordam da influência da Lua na natureza terrestre. Quanto mais conversar com uma flor – a vegetal. Já a idílica Dona Flor de seus dois maridos e muitas outras confusões – ‘no problem’!

Uma amiga especial tem em sua casa um mini jardim botânico, um pequeno santuário florido em seu terraço. Suas flores, suas plantas lhe encantam e motivam. Formidável!

Crônicas & Agudas!

Muitas pessoas têm a dificuldade terrível de emancipar, libertar seus mais doces sentimentos e transformá-los num abraço ou numa palavra de carinho, talvez numa frase simples e amorosa. Por que? Somos seres reprimidos e temerosos de expormos aquilo que somos, desejamos ou amamos. Por que? Porque nosso eu interior teme sofrer. Teme abrir-se e não ser correspondido como gostaria e necessitaria. Sentimos, mas calamos. Necessitamos, mas não fazemos.

O exercício, essa fisioterapia afetiva com plantas e animais selam mais a comunicação para alguns, no entanto, para outros é um caminho, uma porta, uma abertura para se comunicar e exteriorizar seu afeto e sentimentos. Nossa humanidade necessita e implora sermos mais humanos. Daí que transformo e lhe digo que “o bom homem chora, diz um verso e não vai embora”! Entende-me?

Crônicas & Agudas!

“Ela (ou ele) sabe o que eu sinto por ela (ou ele).” Certamente, escutaram e escutarão o eco dessa frase, sua reverberação em diversas pessoas. Faça a sua parte – diga seu sentimento: “Eu te amo!” – singelo, tradicional, vulgarizado, mil adjetivos. Nenhum importa ou será maior que olhos nos olhos e falado com a voz do coração.

A voz do coração nasce na alma imortal, se digladia na razão da mente racional e se eterniza no seu pulsar. Quantas flores recebem a água necessária, os raios vitais do sol, nutrientes em suas folhas e para suas raízes, proteção do excesso de vento, um pouco de sombra e eis que ali está ela caída. Sem viço. Com a energia a lhe escapar e as fotossínteses já carecem de algo mais. Outras flores vizinhas até lhe chamam – “Ria conosco, veja que sol mais lindo e primaveril”. Ela continua sofrida. Aquela minha dileta amiga chega e toca-lhe suavemente. Testa a humidade da terra no vaso. Troca sua posição olhando para o céu e sentindo a orientação da brisa e da luz…

Crônicas & Agudas!

“Querida, o que você tem? Por que está tristinha? Estava com saudades de mim? Eu estou com muitas saudades de vocês. Foi pouco tempo, mas pensei em vocês todos os dias. E tu, minha pequeninha, vai se animar e voltar a ficar ainda mais bonita, minha princesa. As amiguinhas querem te ver alegre e perfumada”.

Com a magia do carinho vertido, algumas horas depois, ao final do dia, o olhar acurado nota diferenças. E com o balanço dos dias, a princesinha alegra-se e revive perfumada e colorida. Creio que ao sairmos do Paraíso, uma parte do Éden não saiu de dentro de nós. Ele está ali. Um pingo de luz? Espera pacientemente o desarme, a libertação e o retorno. Seja real e jamais permita que a mentira envenene a sua vida e de quem você ama.

Todos estamos na escola da vida. Todos temos um mestre interior. Que as aulas sejam proveitosas. Que a vida seja útil para todos. Tempos de Páscoa são tempos de reflexão e entendimento. De mudança para melhor e levar junto tantos quantos quiserem e se sensibilizarem.

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2022.04.05 – A Voz do Coração – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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A Morte nunca volta de mos abanando! Edson Olimpio Oliveira

Especial a repercussão da crônica sobre o “Velho Tutu”. Amigos contaram episódios similares envolvendo a espiritualidade. Há quem creia nos fatos como meras lendas ou estórias da singeleza de um povo. De alguma maneira muitos sentiram-se tocados. O relato seguinte foi de um Professor de Cirurgia nos idos (e longínquos) tempos de Santa Casa de Misericórdia de P. Alegre. O título e as conclusões são desse cronista como sua adaptação ao relato.

A Morte nunca volta de mãos abanando!

Uma cidade pequena do interior gaúcho, nalgum confim do pampa sem fronteiras. Uma casa simples como a alma desse povo. Um médio criador de gado, ovelhas e agricultor. Idoso. Naquela casa havia nascido e passaria para as próximas gerações de campeiros. Doente de longa data – a poeira das tropeadas impregnada da picumã dos cigarros palheiros de “fumirrama”, o velho coração com o trote descompassado de potro manco insistia em mantê-lo vivo. Diversas hospitalizações no hospital da cidadezinha com aquele médico que mais que um “doutor” era seu amigo e amigo da família. Por suas mãos, partejou um bando de filhos, netos e bisnetos que agora arrodeavam a casa e os galpões na angústia da perda anunciada.

Um dos filhos arrancou da camionete para buscar o doutor. Seu pai estava muito mal. Respirava com muita dificuldade. De uma tampa de panela ou de caixa de papelão era abanado em rodízio. Recusava ser levado para o hospital da cidade. Balbuciava que estava nas derradeiras e queria morrer na sua cama, com sua família e seus cuscos. Voltando no tempo: na madrugada saíram em busca dos amigos e familiares. O idoso já estava de vela na mão. Havia recebido a extrema-unção do padre mais de uma vez, dispensaria outra. Por um homem honesto, justo e mui bem quisto todos derramavam lágrimas e relembravam a sua vida e elogiavam seus feitos.

O filho arrebatou o médico ainda em sua casa e foram velozmente pelas estradas empoeiradas abrindo porteiras. Desce o doutor e a sua maleta. Examinou o idoso com acurada atenção e detalhe, como era seu hábito. Sacou da maleta ampolas de remédios e uma seringa de vidro cuidadosamente enrolada dentro de uma caixinha de aço. Seu paciente lhe pediu: “Não me leve para o hospital dessa vez, meu doutor. Me alivia, mas me deixa aqui na minha cama, na minha casa”. O avançado da idade, o conhecimento das várias complicações do paciente e o respeito à sua vontade e da esposa e dos filhos, manteve-o ali.

Fez uma lista de medicamentos, soro, até um “balão de oxigênio” entre outras requisições. Orientou que fosse no hospital que lhe forneceriam tudo aquilo. Aumentara o povo no entorno da casa. Os mais próximos, os mais chegados ao homem passavam pelo leito de morte para receber a sua última bênção. Eram muitos os afilhados! Chegando, descarregaram a camionete e o médico instalou o oxigênio, soro e aplicou diversas medicações na veia. E avisou que ficaria mais um tempo com ele, depois iria até o hospital e retornaria.

O idoso melhorou os batimentos cardíacos e a pressão, respirava muito melhor. O médico achou ser o momento para ir à cidade. Breve despedida e várias orientações. Um jardim florido fronteava a casa. Ao abrir a cancela para sair do jardim, o doutor caiu ao solo. Acharam de início que havia tropeçado. Qual nada – estava morto! Nem um ai! Nada prévio. Talvez um enfarto fulminante. O ceifador ou a dama de preto cobriu-o com sua mortalha.

Morreu o médico! Não morreu, dessa feita, o idoso moribundo. Veio a falecer vários meses depois. A morte estava ali rondando e aguardando para levar alguém? E levou! Esse foi o entendimento do sucedido? Seria a realidade ou mera conjectura? Ou “ninguém vai quando não é a sua hora”!

2022.03.29 – A Morte nunca volta de mãos abanando – Edson Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Jovem: Vou ir! Velho: Preciso chegar! – Edson Olimpio – Crnicas & Agudas – Jornal Opinio de Viamo – 22 Mar o 2022.

Jovem: “Vou ir!”

Velho: “Preciso chegar!”

Equilíbrio é quando os pratos da balança se nivelam. Na vida – quando os sentimentos que entram e que saem se harmonizam. Somos seres de impulsos, alguns abusivamente impulsivos em detrimento de outros excessivamente milimétricos ou de cautela exacerbada.

Observe um jovem se preparando para uma viagem ao “Fim do Mundo” – Ushuaia. Mochila nas costa, uns pilas na guaiaca, um moletom na cintura e um enorme furor que reverbera na impaciência que o celular está com pouca carga e deve deixar um uhuu à “galera do insta e do face”.

Pule o alambrado e vamos para o veterano da casa ao lado que tem a mesma proposta: Ushuaia – Fim do Mundo. Vários meses de intensos preparativos. São mapas físicos e virtuais, cartões de créditos, várias moedas, seguro saúde, novas repassadas na viatura ( carro ou moto!), roupas de diferentes graus de aquecimento, abrigos para chuva, neve, vento e olho grande. Uma mala de roupas. Outra de ferramentas (“Vá que estrague” o veículo), uma maior com os remédios obrigatórios e aqueles para intercorrências como diarreia ou entupimento. Repelente de mosquito e da “policia caminera” argentina. Distâncias a percorrer entre tais horários. No Booking para hotéis e postos de combustível. O implacável leitor pode ir sugerindo outras “necessidades”.

Crônicas & Agudas

Voltemos para o bailado diário de nós meros mortais esfolados vivos pelo Supremo e pela corrupção escandalosa livre-leve-solta. “Covid é um ram-ram na garganta, uma sacanagem fecharem as festas com esse mar de minas dando mole, principalmente para o ninja dos lençóis” – o jovem afirma. “Se piscar caiu do varal”. O veterano está municiado. “Joga no time do Bolsonaro, mas não libera para evitar confronto”. Vacina e vai e assina (ou não!). Enjaulado em casa, acuado pelo covid, pela sogra, pelo cunhado e, principalmente, pelos boletos que não param de chegar. “Que saudade do carnê e da nota promissória!” “Que saudade de bailar uma vanera de botas peludas no CTG Armada Grande, lá do Primo Nonito Sueiro”. Conta as horas. Mede os dias. Mira no Natal e depois no Carnaval. Cada linha de chegada é um “ufa, ‘mais uma meu’ – tô vivo e peleando”. Sem ofender alguns enchapelados, mas ‘entreaspas’ são meras citações.

Crônicas & Agudas

“Isso é coisa de homem!” – sacudia o dedo indicador a Lurdinha Suvaco de Pelego. Não é verdade. No máximo, deixando de boa, uma meia verdade. Se tem bicho que planeja e quer chegar e não poupa e nem economiza nos detalhes é a mulher. Principalmente as casadas, acuadas pela concorrência da escassez de homens com H, já testados e comprovados. Num relance elas mapeiam as concorrentes e adversárias da mecha do cabelo à unha esmaltada do dedão do pé. Coisa de louco! Como pode? Elas se preparam tanto para cruzar a linha de chegada que vá olhar uma festa de terceira idade, uma excursão, um consultório médico – elas ganham no número e no tempo de duração. Conheço de caso contado que a criatura teve 18 filhos vivos e o marido empacotou (deu os doces, abotou o paletó, foi pra cidade dos pés juntos, apitou na curva) e ela somente não casou de novo pelas ameaças dos filhos de capar os candidatos e colocá-la num asilo com demência erótica senil.

Pois é, a vida está mais incerta que urna eletrônica, insegura como político administrando a Petrobrás e alucinada como castelhano treinando o meu Colorado. “Mas não abaixemo a bombacha de mode a ventar nos grãos” – Arigó da Faxina em sua crepuscular sabedoria.

Vamos equilibrar – ir e chegar. Curtir a ida, a viagem. Chegar bem! E valorizar a meta alcançada.

Fui!

2022.03.22 – Vou ir. Preciso chegar – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor

CREMERS 07720

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Médico Cirurgião Jubilado

Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS

Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS

Associação Médica do RGS – AMRIGS

Associação Médica Brasileira – AMB

Viamão – RS

1971 a 2021 – 50 Anos de Medicina

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Autor dos livros:

Crônicas & Agudas

Crônicas & PontiAgudas

Trinity! A Saga continua.

+ 25 Anos de Jornalismo

Cronista Jornal Opinião de Viamão

25 Março – Dia do Oficial de Justiça

Reconhecimento.

Respeito.

Gratidão!

Abraço especial no Primo Paulo Ricardo de Oliveira Barreto, Oficial de Justiça.

Robert Koch

[09:08, 24/03/2022] Edson Olimpio Medicina e :

História da Medicina

24 de Março de 1882

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Heinrich Hermann ROBERT KOCH

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Médico, patologista e bacteriologista alemão, anuncia a descoberta da bactéria responsável pela tuberculose, daí o nome de ‘Bacilo de Koch’ ou Mycobacterium tuberculosis.

O batismo com o nome ‘Tuberculose’ (Tísica, Peste Branca ou a Doença dos Poetas e Escritores) foi em 1839 por Johann Lukas Schoenlein.

Koch também foi o descobridor do Bacillus anthracis, causador da doença Carbúnculo.

Postulados de Koch: inicialmente formulados por Friedrich Jakob HENLE e adaptados por Koch: 1- o agente responsável deve ser encontrado em todos os casos da doença; 2- ser cultivado em cultura pura; 3- provocar a doença ao ser inoculado num animal de experiência; 4- poder ser isolado desses animais e cultivado em cultura pura. Persistem usados na Microbiologia.

_”Doença dos Poetas”! http://www.fundacaoataulphodepaiva.com.br/blog/tuberculose-do-suplicio-a-inspiracao-literaria-2/ – importante para sua maior compreensão.

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Apoio:

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Algumas informações para estimular ao leitor e estudioso em sua busca de mais conhecimentos.

[09:14, 24/03/2022] Edson Olimpio Medicina e : Daí ser hoje: Dia Mundial de Combate à Tuberculose!

Dia Mundial da Poesia! 21 de Março

A quem nos traz Luz, Amor e encantamento…

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