Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!
Abraço especial no Primo Paulo Ricardo de Oliveira Barreto, Oficial de Justiça.
Crônicas. Contos. Literatura. Jornalismo. Imagens e datas significativas.
26 mar 2022 Deixe um comentário
Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!
Abraço especial no Primo Paulo Ricardo de Oliveira Barreto, Oficial de Justiça.
24 mar 2022 Deixe um comentário
[09:08, 24/03/2022] Edson Olimpio Medicina e :
História da Medicina
24 de Março de 1882
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Heinrich Hermann ROBERT KOCH
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Médico, patologista e bacteriologista alemão, anuncia a descoberta da bactéria responsável pela tuberculose, daí o nome de ‘Bacilo de Koch’ ou Mycobacterium tuberculosis.
O batismo com o nome ‘Tuberculose’ (Tísica, Peste Branca ou a Doença dos Poetas e Escritores) foi em 1839 por Johann Lukas Schoenlein.
Koch também foi o descobridor do Bacillus anthracis, causador da doença Carbúnculo.
Postulados de Koch: inicialmente formulados por Friedrich Jakob HENLE e adaptados por Koch: 1- o agente responsável deve ser encontrado em todos os casos da doença; 2- ser cultivado em cultura pura; 3- provocar a doença ao ser inoculado num animal de experiência; 4- poder ser isolado desses animais e cultivado em cultura pura. Persistem usados na Microbiologia.
_”Doença dos Poetas”! http://www.fundacaoataulphodepaiva.com.br/blog/tuberculose-do-suplicio-a-inspiracao-literaria-2/ – importante para sua maior compreensão.
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Apoio:
Algumas informações para estimular ao leitor e estudioso em sua busca de mais conhecimentos.
[09:14, 24/03/2022] Edson Olimpio Medicina e : Daí ser hoje: Dia Mundial de Combate à Tuberculose!
20 mar 2022 Deixe um comentário
“Velho Tutu!” – Arthur José Gattino.
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Há histórias e estórias. Várias se transformam em lendas urbanas ou rurais e com o distanciamento na estrada inexorável do tempo, as testemunhas oculares cumprem seu papel na época e logo estarão num outro plano existencial. Nos últimos 30 anos, nesse púlpito de jornalismo, relatei diversas histórias e causos. Inclusive há quem aproveitou e sem relatar a primeira fonte, a vertente original, sem saber separar o conto da realidade, usam com “lendas de Viamão”. Como se não tivessem autor definido e incontestável.
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A velha Viamão Setembrina dos Farrapos, carecia de médicos e de um hospital. Saúde praticada por farmacêuticos, práticos dentistas e homeopatas. Quando a doença encaroçava e a “coisa ficava preta”, enfermo mal mas sem encarreirar na “bossoroca” (momentos finais), buscavam-se atendimentos com os mais afamados médicos e hospitais na capital de Porto Alegre.
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Crônicas & Agudas!
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No cerne de uma tradicional e respeitada família viamonense está o “Velho Tutu”. Apelido carinhoso e eivado do maior respeito e admiração pelo afeto, cuidados e dedicação com seus enfermos. Recebi esse relato pelo meu pai Aldo ‘Cabeleira’ Oliveira. Um adendo aos desprevenidos da realidade – a espiritualidade é estudada nas universidades, tema de congressos, como em Cardiologia, exercitada por médicos e demais oficiais de saúde.
O “Velho Tutu” possuía essas habilidades especiais que são geridas com respeito e dedicação por aqueles que não conseguiram cursar uma universidade. Tratava seus enfermos com homeopatias e sempre orientava a manter seus tratamentos médicos.
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Crônicas & Agudas!
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Uma criança enferma já havia trilhado os médicos de Viamão. A família gastara o que tinha e aquilo que outros familiares e amigos auxiliaram. A melhora não apontava no horizonte sombrio. Seu corpinho definhava. Os diagnósticos se entremeavam numa trança sem pontas. A família jamais poupou esforços. Eis que um dia aconteceu algo que sempre se chamou assim ao enfermo “incurável” – estava “desenganado”! Ao “desenganado” restava se recolher ao seio de sua família, cercar-se de orações, promessas, missas e tudo o mais que pudesse trazer algum conforto na desesperança quase geral. Contou-me que o “Velho Tutu” jamais desistiu e afundava a estrada medicando e amparando a criança. Dias e noites – ali estava ele!
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Crônicas & Agudas!
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À noite, tum-tum-tum – alguém batia à porta da casa do “Velho Tutu”. Acendeu-se um candeeiro e foi atender. Talvez mais algum doente buscando seu tratamento, pensaram. Era um homem bem vestido, de avental branco e idade avançada. Logo viram que não era de Viamão. Educadamente solicitou ingresso na casa. Concedido, sentou-se numa cadeira à mesa. Outros familiares achegaram-se. O homem disse ser um médico já falecido e que clinicara em algum estado do nordeste do Brasil. Estupefatos, todos se apertavam no costado do “Velho Tutu”. O homem continuava_: – Nós observamos seu trabalho a muito tempo. Sabemos da angústia da família e dos que o tratam. Sou encarregado de te auxiliar no tratamento e a criança ficará curada. _Conversaram pela madrugada. Quase ao raiar do sol, o médico despediu-se, varou a porta e no jardim começou a elevar-se ao céu, acenou se despedindo e desapareceu. As orientações foram executadas e a criança curou-se plenamente e o próprio enfermo, já adulto, contava o fato.
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Corações plenos de humanidade, assim se fazia Medicina e assim se cuidava de enfermos. Nesses tempos ardilosos, com uma pandemia de vírus e de escassez de dignidade e amor, enfermos sucumbem, outros não são tratados por um falso zelo de cunho ideológico, para muitos resta o desamor e a desesperança!
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Médico e Cronista: aqui abraço meu caro amigo de infância Artur Gattino, neto do “Velho Tutu”, Vereador de Viamão por 16 anos e funcionário destacado da Assembleia Legislativa do RGS.
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2022.03.15 – O “Velho Tutu” – Edson Olimpio
Crônicas & Agudas
Jornal Opinião de Viamão
12 mar 2022 Deixe um comentário
Certeza & Expectativa!
Molda-se uma vida, trabalham-se os passos da caminhada buscando certezas e colhendo-se expectativas. Ensina a sabedoria popular que a única certeza que teremos após abrir os olhos e soltar o berro (Buááá!) ao mundo que nos recebe é de que, em algum dia (que seja bem distante!), todos irão juntar-se ao pó ou às cinzas primordiais. Concorda?
O eu interior renega-se a essa situação – observe os ladrões da República e sua “imortalidade”. Seria uma situação desencorajadora, alheia à nossa vontade ou de uma insegurança maior que acreditar em ministros do STF. Essa rebeldia é necessária muitas vezes, pois no rumo contrário iremos bater contra o “Paredón” e alvejados pela desilusão, além de contaminados pelo vírus da depressão.
Aqui, novamente e sempre, o cronista incita e desafia a autopsiar, escarafunchar situações e momentos enfrentados e peleados.
Crônicas & Agudas!
Sem querer mergulhar no tremedal, no atoleiro da incerteza, que logo estará de braços dados com a dor e a desgraça, busco situar a capacidade pessoal em transformar, regenerar a expectativa em algo mais objetivo e que você se conscientizará daquilo que depende de si próprio ou daquilo que espera dos outros.
“Mas eu tenho muita fé que tudo vai dar certo e será só vitória, pois Deus me ajuda”. – dizia-me um amigo. Pela religiosidade, Deus sempre ajuda e até melhor, Ele não atrapalha! “Dar certo e vitória” não se expressam por uma sequência matemática de resultado exato e não aleatório e que envolve muitas variáveis e diversas alternativas. Como: ‘você não tem a mesma energia e disposição todas as horas de todos os dias’.
O universo é vibracional e tudo muda a todo instante. “Tenho fé” já é um aditivo excelente em qualquer enfrentamento ou batalha, mas observe que a fé pode ser a ‘esperança’ (lembra da caixa de Pandora) revestida, vestida, com a roupagem da expectativa com religiosidade.
Cr & Ag!
Colombo, Cabral ou o velho Américo Vespúcio embarcaram em caravelas e jogaram-se no oceano buscando “mares nunca dantes navegados”, terras e especiarias. Resumo: riqueza e glória, se possível juntas. Tinham certeza? Tinham expectativas? Com certeza tinham expectativas e se armaram de todos os instrumentos e artefatos que auxiliassem a realizar seus desideratos.
Coragem é conviver com o medo. Respeitar o medo sem deixá-lo te possuir. Armstrong tinha certeza que caminharia o solo lunar? A angústia lhe acompanhou desde a juventude quando se via um homem entre as estrelas e buscou seu sonho que era o sonho de toda a humanidade. Sem a certeza do foguete levá-los à estratosfera, acertar na Lua e todo o ‘etc’ que você conhece.
A certeza é embriagante, cultiva a engenharia dos castelos no ar, relativiza as dificuldades e torna os desafios meros atributos da jornada. Grandes certezas, maiores desastres. Lembrando: “O Titanic jamais afundará!” – O mundo escutou e leu. E o que aconteceu?
Crônicas & Agudas!
Você que me acompanha (ou persegue!) já criou uma enciclopédia, um Google de alternativas e de situações que passam pelo seu bisturi mental. Talvez as maiores expectativas transformadas em “certezas” estejam no amor. As relações são pratos cheios, bufês de investimentos, núpcias dadivosas e cinematográficas, planos repletos de paraísos oníricos.
Quanto maior a festa, mais curta é a beleza e a sintonia real. E olhe que Deus ajuda, mas não dá para abrir um Mar Vermelho todo mês. Ou ano! Apesar de todo amor ser doloroso (ou não?), prepare-se para a tormenta se queres viver dias luminosos.
Luvas, máscaras, álcool não oral, distanciamento, vacinas, remédios e segue o rosário bem intencionado (outra expectativa) de semeaduras almejando a saúde ou o menor dos danos à vida. As “certezas” são meros borrifos estatísticos apontados para o objetivado ou expectativas dentro do “pensamento positivo”?
Como sente as tuas expectativas e as tuas certezas?
Em tempo: 08 de março é o Dia da Mulher! Abrace-a e beije-a!
2022.03.08 – Certeza & Expectativa – Edson Olimpio
Crônicas & Agudas
Jornal Opinião de Viamão
Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira
Médico. Cirurgião. Escritor
CREMERS 07720
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Médico Cirurgião Jubilado
Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS
Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS
Associação Médica do RGS – AMRIGS
Associação Médica Brasileira – AMB
Viamão – RS
1971 a 2021 – 50 Anos de Medicina
http://www.edsonolimpio.com.br
Autor dos livros:
Crônicas & Agudas
Crônicas & PontiAgudas
Trinity! A Saga continua.
+ 25 Anos de Jornalismo
Cronista Jornal Opinião de Viamão
26 fev 2022 Deixe um comentário
Máscara e tampão de ouvido!
A sociedade indefesa.
Arrastamos dois anos de pandemia. Uma doença infectocontagiosa se espalhou e persiste ceifando vidas, destruindo famílias, espraiando o medo(terror?), confrontando a Medicina, derrubando as economias e produzindo mais pobres e ricos.
A máscara é um símbolo de proteção à enfermidade. Também simboliza o esconder a face e persistir nas falcatruas, muitas vezes sepultadas no ataúde dos mortos pelo corona ou pela corrupção. A movimentação silenciosa do vírus se assemelha à mão rápida e ao pé ligeiro dos falcatruas.
Outra “pandemia” nada tem de silenciosa e sutil. É barulhenta. Abusivamente barulhenta e escandalosa. Há séculos é identificada pela Medicina como destruidora da saúde. Seus vetores de transmissão são os malditos carros e caixas de som às portas de lojas e até nos passeios, motocicletas e outros veículos de alucinados e irresponsáveis com descarga aberta e tantos outros que o aturdido e ensurdecido leitor pode acrescentar.
Crônicas & Agudas
“Como o senhor aguenta trabalhar assim doutor?” – pergunta rotineira. Meu consultório é térreo na Galeria Zavarize, no Centro histórico de Viamão. Janelas altas abertas para melhor circulação de ar em proteção às pessoas. A proximidade com a Caixa Econômica Federal é um agravante severo.
Esses malditos e nefastos carros de som que já circulam em velocidade de atravancar o trânsito quase que estacionam às minhas janelas para atacar as vítimas nas filas da CEF. É impossível continuar a consulta, tenho que esperar seu afastamento. Estenda essa agressão ao tentar conversar ou assistir TV em qualquer lugar.
O estimado e efetivo Coronel Freitas ajudou-me ao máximo que poderia. E agradeço sua pronta intervenção. Mas o sistema ou a legislação é perniciosa e contagiosa – ainda veículos de circo se somam à poluição sonora.
Crônicas & Agudas
Ou a legislação é defeituosa ou sua execução é capenga. O médico e cronista pergunta: qual o poder público iniciará a contenção disso. Poluição sonora é crime contra a saúde. Leva-se vários anos para aprovar um projeto de engenharia para dar mais empregos ao povo e riqueza à cidade. Legislação rigorosa, como a que depende dos bombeiros, contrasta com a absoluta perdição das autoridades imporem-se na proteção da saúde do seu povo.
Eu não compro e recomendo que ninguém compre dessas empresas que fazem essas propagandas abusivas. Que seus donos se sensibilizem desse erro que estimulam e parem.
Vender mais causando doenças? Dar dinheiro para poluição sonora que envenena a vida? Adianta vender mais ansiolíticos e antidepressivos e até à noite o sono é invadida pelos alucinados e irresponsáveis com descarga aberta (literalmente deveria se puxar a descarga com essa gente nefasta).
Crônicas & Agudas
Viamão enfeiou-se pela poluição visual, seu lago poluído e sua centenária igreja matriz abandonada. Uma cidade enferma (e mal assistida de hospitais!), doente tal o número de farmácias e ambulâncias com sirenes abertas?
Aqui a poluição sonora acampou, requereu “usocapião” e se alojou como um tumor maligno que não encontra tratamento e solução adequados. Somos, sou viamonense raiz, como todos meus familiares. Essa é a minha/nossa terra. Ficar à sombra numa zona de conforto ou o enfrentamento do problema?
Entendam a veemência do médico (50 anos de Medicina em Viamão) e do cronista (30 anos de jornalismo) e se solidarizem na solução do mal. Para o comércio, há outras formas de atrair clientes. Para os demais patrocinadores da poluição sonora, que tomem consciência e respeito pela sociedade que os abriga ou que a lei (tão vilipendiada) seja eficaz. Apesar do barulho, escutem nosso protesto.
Ou o tampão de ouvido será nossa derradeira defesa? Dobradinha: máscara e tampão de ouvido?
2022.02.22 – Máscara e tampão de ouvido – Edson Olimpio Oliveira
Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão
20 fev 2022 Deixe um comentário
18 fev 2022 Deixe um comentário
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18 fev 2022 1 comentário
O causo do trator nos (campos) Abreu!
Série: Humor ainda é um bom remédio
A história que vamos relatar pode parecer fantástica para alguns, mas quem conhece as especiais habilidades de seu personagem principal, até o impossível se tornará provável.
Caçador de perdizes e de marrecão, mecânico, motorista profissional, ‘engenheiro’ prático, são algumas de suas qualificações. Da Vinci e McGiver seriam seus alunos. Afora essas qualidades técnicas, é pessoa amabilíssima e de bom coração. E viamonense da gema. Raiz e com glória.
Conta-se que nos longínquos anos 50, executava uma grande aração de terras aos fundos da Fazenda dos Abreu, junto à Lagoa dos Patos. Começara na madrugada e somente pararia a noite. O inverno fora rigoroso e o preparo da terra para o arroz estava atrasado. Trabalhador ferrenho e feroz, segundo o próprio – opinião contrária de alguns. Quando se apercebeu, a lua penteava faceira os mais altos galhos dos eucaliptos. Os tambores de gasolina dentro do trólei estavam secos. Restava apenas o combustível do tanque do trator. Ainda teria que rodar algumas boas léguas até a sede da fazenda onde estava acampado. E se veio embora. Algum quero-quero reclamava à passagem do trator que insolente perturbava seu descanso.
As marrecas piadeiras e caneleiras davam rasantes nas lagoas aumentadas pelas chuvas do inverno rigoroso e chorão. Alguma tarã ofendida marcava seu território. Com os pensamentos distantes: a família longe, o novo dia de trabalho, os pés em bolhas dolorosas contra os pedais de aço…
Súbito, o previsível, o trator soluçou, soluçou, engasgou e apagou o motor. Bateu arranque. Nada. Foi verificar o tanque de combustível. Vazio. Sentou-se. Acendeu o palheiro. Longas tragadas que enevoaram a noite clara. Perguntou para a lua: