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Trégua! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 22 Dezembro 2020.

 

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Trégua!

 

A idade tenta nos ensinar e usar melhor o nosso tempo. Evitar desperdícios e aproveitar as horas como se fossem as últimas. Muitas vezes é o tempo derradeiro. Nessas tempos sombrios, hoscos e de futuro incerto isto é essencial. O vírus não tem alma e nem coração. E você?

 

As mortes se avolumam com a pandemia e o pandemônio das autoridades e imprensa. Pessoas oscilam entre extremos de depressão silenciosa e agressividade desmedida. O mundo está mais violento e dividido. Os algozes da separação, do divisionismo se orgulham e não arrefecem sua fúria. E você?

 

Pequenos incidentes do lar ou na rua geram crises até com risco de morte. As redes sociais incentivam agressões que não seriam assim no cara a cara. Frente à frente. Tête-à-tête.

 

Falemos de médicos. Vejo e lamento que há grupos com tanto desequilíbrio pessoal. Há opiniões exacerbadas ou inserem artigos de jornal ou da internet que “reforçam” suas posições de ataque. Ofensas! Alvos como a Geni da música. Ofendendo e agredindo.

 

A Geni da vez lerá suas opiniões e agressões? Evidente que não! Logo, sua fúria tem como alvo e destino aos seus colegas e “amigos”, quem pensa diferente ou até pensa pouco. É razoável e necessário isso?

 

Crônicas & Agudas

 

E não é somente na política. É no futebol e na Medicina. “Esfregar no nariz” a sua opinião “correta” sobre a vacina, o vírus, tratamento precoce ou tardio fará o outro médico mudar sua opinião? Provavelmente não.

 

Assim é ataque e manifestação de ódio, também é a exposição de algum desajuste interior. Os revides não tardam. O ambiente torna-se nocivo e tóxico. Compulsivamente a peleia avança. Observe que o médico e cronista não partidariza no “certo ou errado” de qualquer pessoa. Revejo a situação ampla, repetitiva e triste.

 

Como se não bastasse a imensa quantidade de lixo repassado, a arena está ativa e prejudicial.

 

Ataca-se o colega por sua opção de time de futebol. A “corneta” pode ser usual, mas é legal? Acrescenta algo melhor aos relacionamentos? Ou a intenção consciente ou não de enfiar o dedo na ferida de alguém é algo saudável e acrescenta valor à amizade? Não! No jovem é estupidez e no idoso?

 

Crônicas & Agudas

 

Se eu não posso fazer o bem, o mal eu não faço!” – ensinava meu pai Aldo. “É de brincadeira.” “Nem percebi.” “A verdade deve ser dita.” O tempo é escasso para reformar bobagens. Outros, escassa inteligência emocional ou maturidade. Há quem transborde seu íntimo agredindo. E você?

 

Nas piores guerras da humanidade, até nas batalhas de enfrentamento de irmão contra irmão, guerras fratricidas, ou mortais revoluções de países e etnias houve um momento de reflexão, de paz, de cristandade.

 

Alguém sentiu o toque do amor e da razão em sua alma e acalmou seu coração. A humanidade é uma antes de Cristo e outra depois. O Natal é um gerador de amor sem limites, desde que você se abra e ofereça um tempo de paz.

 

 “Bandeira branca amor. Eu peço paz…” Deve ser música para nossa alma. E os soldados e guerreiros faziam um tempo de trégua.

 

Crônicas & Agudas

 

Evite revidar ou mostrar a sua razão. Uma trégua de Natal e início de ano. Difícil?  Agendem um enfrentamento presencial, se necessário. Ou eleve-se. Supere-se e dê o primeiro gesto ou atitude de paz. Natal é Cristo. Cristo é perdão e gratidão. Primeiro a si, depois aos outros.

 

Trégua! Recolha-se dessa arena. Deixe os maus odores para quem semeia ódio e fúria.

 

Trégua! Se não por você, por quem você ama e quem ama você. Esvazie a dor das ofensas, vibre no amor de quem merece e necessita. Feliz Natal e um Ano Novo bem melhor!

2020 – 12 – 22 Dezembro – Trégua

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Continue conosco e visualize imagens da Primeira Guerra Mundial e momentos de trégua e seus monumentos.

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São links do YouTube com vídeos interessantes sobre as Tréguas de Natal, inclusive um clip do Paul McCartney.

Caso não acesse direto clicando no link, copie e cole no navegador.

 

 

A Trégua de Natal 1914

https://youtu.be/6URBTDAcBGA

 

Trégua de Natal Primeira Guerra Mundial – Filme

https://www.youtube.com/watch?v=YVJ0rUrzryo

 

A Trégua de Natal – II Guerra Mundial – explicada

https://youtu.be/hMSmpyCIE3s

https://www.youtube.com/watch?v=hMSmpyCIE3s

 

Paul McCartney – Pipes of Peace 

https://youtu.be/UQalNxbfUSY

 

 

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Paartidas e Chegadas! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. JOrnal Opinião de Viamão. 15 Dezembro 2020.

 

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Partidas e Chegadas!

 

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Partidas e Chegadas!

 

Diz-se e concorda-se: o tempo voa. Voando com o tempo, usarei a analogia do aeroporto. Ou qualquer local de embarque e chegada. “Departures” e “Arrivals”! Dezembro acelera mirando a bandeira quadriculada da chegada no Natal ou vencer a barreira criada para confinar o tempo – o Ano-Novo. Vive-se.

 

Sobrevive-se com tantas partidas, que talvez os dedos sejam insuficientes para somar. Ou a conta será truncada pelas lágrimas que se avolumam. Amigos queridos! Conhecidos que a dor aproximou. Familiares, que desperdiçamos longo tempo na sua ausência e agora iremos carecer (para sempre?) do seu abraço e da palavra carinhosa, do estímulo e da mão amiga, da mensagem virtual “fora de momento”.

 

Partiu a nossa liberdade! Aumenta a imposição de leis e normas que alimentam a fornalha da “prevenção” e “da vida”. Em quantas mentes e em quantos corações a esperança foi sacada, arrancada ou substituída por um nome: “vacina”. Com Cassandras vaticinando o futuro incerto.

 

Partiu o emprego e o trabalho. Em muito, de mãos dadas na estrada da desolação para aqueles que olham o horizonte sombrio, enfarruscado, ou dos possuidores do emprego com escasso ou raro trabalho. Quantas partidas!

 

Crônicas & Agudas!

 

[Quem parte leva saudades de alguém que fica chorando de dor… Está chegando a hora…]

 

O Natal se avizinha e o Ano Novo passa álcool gel nas mãos e espera de máscara o abraço (?). Vá para o outro lado do aeroporto de seu coração.

 

Observe as esteiras que trazem malas. E presentes? Ou ausentes? Aglomeram-se em torno aguardando a chegada – dos netos e dos filhos distantes que vêm trazer o afago necessário e indispensável.

 

Observe as chegadas! Alguma boa notícia que se esgrimiu entre o jornalismo caótico? O abraço virtual com uma música ou uma poesia que eleva o astral de almeida e sopra, com o poder do vento Minuano, as nuvens sombrias para longe. Talvez as melhores e mais importantes chegadas sejam aquelas que cada um acorda, desperta e ativa por si mesmo – dentro de si.

 

Pensemos juntos!

 

Crônicas & Agudas

 

Os anjos não estão somente no céu ou jogando penas fora no Éden. “A Dama da Noite”, Florence Nightingale, a enfermeira britânica, recebeu essa grata denominação por ser um anjo que pairava entre os leitos do hospital de guerra e formava uma legião de amor e cuidados à vida, com os médicos tratando os seus soldados e os soldados “inimigos” com o mesmo ardor. Era a mensagem que “toda a vida importa”, sem divisões ou classificações.

 

Chega a Luz, vertida no amor das intermináveis noites da emergência, com profissionais diversos lutando por uma mesma causa – a Vida! Chega o Carinho e o respeito na solidão de um leito distante dos familiares e maiores amigos. Há uma grande mala na esteira. Ela traz uma faixa colorida: Para ti! Para você!

 

Crônicas & Agudas

 

A grande mala está estufada. Muitos se cercam dela. Ansiosos. Muitos outros, envolvem-se com suas coisas íntimas, pessoais e… partem. Veja como a mala pulsa e Luz escapa entre seus fechos. Parece haver uma sincronia, uma cadências entre os corações ansiosos e seu latejar.

 

A Fraternidade insiste. Salta de seu interior ela, a Gratidão! Receba-a de braços abertos e escancare as porteiras do coração. Derrube os alambrados do ódio. Sinta-se grato por você e por tudo que você ama. Inclusive pelos desafios que você enfrenta e irá vencer.

 

A Gratidão nos une e nos faz humanos, realmente. Uma criatura ingrata emana escuridão. A Gratidão traz consigo a renovação da Vida e da Esperança que titubeava em travar na alfândega da intransigência e do furor do dinheiro, da ideologia e do ódio.

 

Você que carreteia comigo nessas crônicas, sentimentos e entendimentos que partejamos e evoluímos, una-se também numa prece constante. Disciplina. Amor. Humildade. Gratidão. E que Deus Todo Poderoso execute a Justiça divina na aritmética da vida!

Como você entende isto?

 

 

2020 – 12 – 15 Dezembro – Partidas e Chegadas

Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Ranchito! Poesia de Luciano China no Projeto Crônicas & Agudas.

 

Ranchito - Luciano China - 2020.12.08

PROJETO CRÔNICAS & AGUDAS.

Edição e montagens de textos, como poesias, para amigos.

É um incentivo ao seu talento e trabalho.

Os textos recebem uma moldura e arranjo especial que valorize sua obra.

Edson Olimpio

Tigrão!

 

Presentede Aniversário para o amigo Alexandre Guerra.

Alexandre Tigrão Guerra

O Natal da Pandemia! Eds Olimpio. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 08 Dezembro 2020.

 


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Natal da Pandemia!

 

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 cronista observa a chuva fina e fria à vidraça na tarde de domingo. Tenta arregimentar seus pensamentos, arrebanhar suas ideias e traçar mentalmente a coluna Crônicas & Agudas. Sigo! O domingo se arrasta como meu Colorado. Saltam as imagens dos Golden Boys nas tardes de reuniões dançantes em alguma garagem e nas salas de alguma mãe ansiosa pela filha e os guris cheios de amor.

 

Vem a música Pensando nela. [Tarde fria chuva fina e ela a me esperar | Condução pra ir embora, mas sem encontrar | Um problema de aparente e fácil solução | Eu lhe ofereci ajuda e dei meu coração].

 

Ainda pela manhã, conversava com meu meio-irmão e falávamos que atualmente nos emocionamos mais, sentimos mais, choramos mais e nos apaixonamos sempre mais.

A roda de chimarrão ou de mate é uma ancestral terapia de grupo. O mate amargo de mão em mão, as lides da alma vindo a furo, os sentimentos de alegria ou de amargura são cevados com a erva.

 

Crônicas & Agudas

 

Matear com a pessoa amada também é uma experiência única e renovável. Um ritual que vem desde a escolha da erva-mate, da cuia, da bomba, dos adereços, da temperatura da água, do domar e tirar o amargor do primeiro mate. Servir a cuia para a amada e sentir o toque suave de seus dedos. O sorriso que se espraia e os olhos que se incendeiam. O coração é pealado em cada bombeada.

A crônica traz esse ritual, que não parece, mas no fundo é uma conversa com quem acompanha o cronista.

Há jornalismo e escritores de fachada, mas há aqueles que são de casa há mais de 25 anos e que você teve a confiança de entregar seu corpo e a saúde das suas pessoas amadas.

Esse cronista e médico é um abençoado. Nesses dias recebi o título de Médico Cirurgião Jubilado pela Sociedade de Cirurgia Geral do RS, já rumava aos cinquenta anos de contribuições associativas sem um único mês de ausência.

 

Crônicas & Agudas

 

[Toda vez que chove, eu me lembro dessa garota | Quase um sonho que me deu tanta emoção | E ao lembrar eu sinto novamente seu perfume | Envolvente que me aperta o coração].

Para a maioria do brasileiro, os pilas andam escassos, para outros tantos estão ausentes da guaiaca. A necessidade de dar um presente é uma estocada de lança no flanco da criatura.

Os avós contabilizam netos, filhos e agregados. Os pais seguem na mesma balada. E os namorados! “Põe no cartão”! – gritava alguém entrevistado. Como se ali na frente não tivesse que pagar.

Há quem se esgarce gastando com a premissa de que pode apitar na curva logo ali adiante pela peste chinesa. Principalmente se depressivo na Globo/RBS e abutres assemelhados.

 

Crônicas & Agudas

 

“Que presente vou dar”? Um ótimo presente é um livro da trilogia Crônicas & Agudas (a Cledi garante que sim e assina ao lado). Os tradicionais cartões e tiktok da WhatsApp? Tão diferente e pessoal quanto um caminhão lotado de chinês. Sem ofensa, mas olhando parece tudo irmão gêmeo. Um olhinho puxado igual ao outro.

Faz certo tempo que uso fazer o amigo recordar (“é viver novamente”) alguma música ou cena de filme que lhe marcou na paleta.

Sinta que o melhor presente é aquele que desperta emoções (“Emoções que eu senti” do RC) e não à razão cartesiana. Presenteava-se com discos (que saudade!) ou uma fita.

Se souber aquilo que toca a alma, que trepida o coração e revira os olhos é por aí o presente. E não seja ausente! Rimou.

Meu irmão, por exemplo, chora com cenas do Campo dos Sonhos com Kevin Costner e Pai Herói com Fábio Júnior. Nenhuma tarde será fria e chuvosa se a pessoa receber algo que lhe toca tão intensamente. “Ah! Eu não sei aquilo que lhe toca”! Sem bronca. Pergunte.

 

E agora vamos à penitência em mais um jogo do Colorado e das viúvas do técnico castelhano. Ops! Olha a música “Boneca cobiçada” – sofrido como um bolero deve ser. Lembra algo?

 

 

2020 – 12 – 08 Dezembro – Natal da Pandemia

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Cirurgião Plástico – Dia Nacional.

 

12 - 07 Dezembro - Dia Nacional do Cirurgião Plástico

DIA DO MÉDICO CIRURGIÃO PLÁSTICO
….                     07 DEZEMBRO
…. Reconhecimento
…. Respeito
…. Gratidão
.
Abraço especial aos Amigos Cirurgiões Plásticos do grupo de Crônicas & Agudas.
In memoriam ao meu sobrinho Prof. Dr. Marcos Ricardo de Oliveira Jaeger.

O Sopro da Vida e o Hálito da Morte! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 01 Dezembro 2020.

 

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O Sopro da Vida ou o Hálito da Morte?

 

Muitos médicos sentem um odor, um cheiro peculiar e definido pela sua experiência ou sua intuição como o cheiro de morte. Isso deve sempre impulsionar um combate mais aguerrido em preservação da vida. Há situações que um odor floral aviva o ambiente – no quarto, na enfermaria ou na sala de cirurgia. Uma manifestação da espiritualidade com luz e amor. Relata-se que nas aparições de Nossa Senhora ou em milagres, sente-se o perfume de rosas.

 

A sensibilidade é pessoal e relativa, mas desde tempos imemoriais pessoas possuem essas capacidades ou habilidades que os distinguem e nos aproximam de outros animais do planeta, inclusive treinados para isso. Nas mãos do tempo, o homem identificou a morte e contribuiu para disseminar as doenças e assim a sua dominação sobre outras pessoas e povos. Na história estão as batalhas em que cadáveres putrefatos e eivados de doenças eram arremessados em catapultas sobre as muralhas de cidades fortificadas. Ou a contaminação das fontes de água.

 

Crônicas & Agudas

 

Com a sua criação como plateia, Deus modelou o barro primordial à sua imagem, ensina-nos o livro sagrado. Eis que Deus soprou em suas narinas e o barro se fez homem. Tornou-se um ser vivo, ainda incompleto pela falta da mulher. Esse foi o primeiro sopro vital. Logo o homem conheceu limites para sua existência. Passaria dias com fome e sede, mas nunca passaria mais de alguns minutos sem respirar e renovar o sopro da vida.

 

O ar que respira é vida. Outro limite seria respirar no ambiente dos peixes e, num futuro distante, somente numa altura que alguns pássaros respiram. As teorias e afirmações que o ar dos pântanos ou das emanações de morte seria fatais nos acompanham há milênios. Nesse caminho, a humanidade desvendou as enfermidades transmitidas pelo ar emitido ou carregado de gotículas portadoras de doenças.

 

Crônicas & Agudas

 

O bebê se engasga ao sugar o seio da mãe numa caverna na aurora dos tempos. Se é uma mãe experiente ou cercada de veteranas, sopra-se o nariz do bebê. Ou chupam seu pequeno nariz e sopram em sua boca. O bebê se desengasga e a cor azul, o frio de sua pele, sinais de morte se avizinhando, logo desaparecem. Essa técnica que é o amor vertido em ação nos acompanha. O jovem é retirado das águas por um socorrista ou outra pessoa e se iniciam as manobras de expulsar a água dentro de si e de soprar em sua boca e narinas. Observe e projete outras situações!

 

A anestesia revolucionou a medicina e deu uma dimensão formidável à cirurgia, mas a evolução suprema aconteceu com manter a oxigenação, a respiração artificial da pessoa durante a abertura de seu abdômen, tórax, coração e cabeça – e todo suporte à vida. A metamorfose do sopro vital em todos os tempos.

 

Crônicas & Agudas

 

Há quem promulgue excesso de pessoas no planeta. A doença do planeta é o homem, dizem. Pensam “auxiliar” a natureza em fazer uma “faxina” de tempos em tempos, como se “ajudassem” o planeta. Os cataclismas naturais e as enfermidades ou pestes geradas pela mão do homem diretamente ou pela sua desídia são agentes mortais.

 

Jamais a humanidade e a medicina estiveram nesse contexto de aprisionamento global, indiscriminado e bélico. Não podemos respirar o mesmo ar das pessoas que amamos, nem o abraço e muito menos o beijo afetuoso. Em algum tempo, o medo, o pavor e o pânico do hálito da morte serão rompidos, como as paredes de uma fortaleza ou de uma grande represa. Também é de nossa natureza humana, tanto para o bem como para o mal.

 

Os sobreviventes contemplarão outros tempos – de sombras ou de luz. Não se submeta como manada repetindo os outros, ou boiada indo ao matadouro. Até a fé deve ser raciocinada! Médicos e cientistas não jogam sempre no mesmo time – nunca jogaram. Sua intuição e seu raciocínio devem lhe mostrar o seu caminho.

Espero que seja o melhor caminho pelo sopro da vida – rosas! Jamais pelo hálito da morte – putrefação ou enxofre!

 

 

 

2020 – 12 – 01 Dezembro – O Sopro da vida e o Hálito da morte

Eds Olimpio – Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

 

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DIA DO DOADOR DE SANGUE!

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