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Viamão! Uma história não revelada. Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 14 Setembro 2020.

 

 

Viamão! Uma História Não Revelada!

 

Especial – Aniversário de Viamão.

 

Véspera de Natal. A tarde buscava o seu repouso diário em alguma coxilha desses campos sem fim do Rio Grande. O clima estava como o coração de muitos gaúchos – triste, melancólico. Há vários dias que um vento minuano, destemperado para essa época do ano, trazia rajadas de um frio cortante. As árvores perdiam o sorriso de suas flores primaveris. O Rio Grande sofria as mortes de uma guerra medonha em que irmão lutava contra irmão. Sangue derramando sangue fraterno. Novamente, não haveria risos de alegria e muito menos a paz em muitas das casas espalhadas em torno da monumental igreja.

 

A igreja construída por escravos e portugueses com paredes de tijolos e barro fundidos com as conchas trazidas do oceano há cerca de 100 km ao leste era o testemunho religioso de uma fé cristã. Sua face voltada para o norte como a pedir clemência ao império estabelecido no Rio de Janeiro. No entanto, suas costas viradas para o sul acompanhavam os animais que são fustigados pelo clima inclemente. Campos do Viamão ou Campos Açorianos, eram nomes dessa região.

 

Trincheiras abertas no perímetro externo do povoado ainda colecionavam defuntos por sepultar. Mas as maiores e piores trincheiras estavam nos corações. Logo o Minuano, um vento seco, abre passagem para seu irmão o vento sul e, sem alívio, uma garoa açoitava os que ainda ousassem permanecer na rua ou teimassem em estar com as portas de seus comércios abertas. Logo a senhora noite desceu seu véu negro sobre o povoado. Com dificuldade, lampejavam chamas bruxuleantes pelas frestas das pesadas portas e janelas. Algum fogo de chão denunciava o labor de galpões.

 

Uma figura trôpega e um cão. Um homem? Sim! Um homem e um cão. Seria mais um andarilho? Mendigos com a mente transtornada pelas batalhas vagavam pela região. Algum espião disfarçado? A criatura andrajosa bateu na primeira porta. Quando o dono atendeu, o candeeiro em sua mão iluminou uma face muito envelhecida e disforme. Deu um passo para trás e segurou o cabo da adaga em sua cintura. O mendigo queria um pouso e com certeza uma comida quente. Mas o homem o escorraçou. Ao que o cão, em defesa do amigo, cerrou os dentes e crispou o lombo. O medo, a feiura, a mutilação ou preconceitos obscenos teria isso causado?

 

O miserável andarilho tentou a casa seguinte. A recepção foi pior, pois um dos filhos do proprietário jogou-lhe os dejetos contidos num penico. Assim continuou, sempre com a mesma acolhida – enxotado. Restava-lhe a igreja. Arrastou seu corpo depauperado escadas acima. Encontrou a porta cerrada. Nem a casa que os homens haviam erguido em homenagem a Deus, o aceitava.

 

Voltando à rua enlameada, cinco cavaleiros irromperam. Estacando a montaria, o que parecia ser o chefe, ordenou-lhe que desaparecesse ou seria morto. Açoitando o cavalo mergulhou na escuridão chuvosa. Ao erguer os olhos, o andarilho vislumbrou que um dos cavaleiros havia ficado para trás. Era um lanceiro negro. O negro enfiou a mão na mala de garupa e retirou um pão e deu-lhe. Naquele instante em que as mãos do negro e do andarilho seguravam o pão, o lanceiro falou-lhe:

 

 Cristo esteja contigo! – e voltou a acompanhar  grupo.

 

O andarilho e o cão saíram do povoado e não muito longe dali encontraram uma enorme figueira. Buscou abrigo entre as suas raízes. A árvore centenária espalhava longos braços que envolviam uma rocha. Ali ele buscou refúgio da chuva, do vento frio e… de certas pessoas. Dividindo o pão com o fiel amigo, olhava para o céu.

 

As palavras do lanceiro negro ribombavam em sua cabeça. Eis que o vento cessa num relance. O céu para de chorar. As nuvens correm para outras paragens. E a lua surge como uma deusa ancestral que arrasta em seu manto uma miríade de estrelas. E o céu se ilumina. As poças d’água reluzem o pulsar do universo. O andarilho sente a luz penetrar por seus olhos. Sente a luz varar seus trapos e vibrar sua pele. Como a circular em seu corpo enfermiço.

 

O cão lambe amorosamente suas mãos. As chagas e os dedos mutilados ganham luminosidade.  Ele olha em direção ao povoado e agradece a um Deus que há muito havia renegado. Um Deus que lhe permitiu estar ali agora e não dormindo em sacos ou pelegos imundos em algum galpão. Seus olhos derramam grossas lágrimas e num choro arrancado do fundo de uma alma que julgava não ter mais, grita por um perdão já concedido pelo Criador. Seus pulmões vibram perdoando a quem mal lhe fez. Então, cai de joelhos. Convulsivamente chora e balbucia nomes e lugares. Súbito, olhando para o espelho d’água, distingue uma forma perfeita. Um homem jovem e sadio. Ali está refletida a imagem daquele que um dia foi ele. E ali ele sente como se uma energia divina saísse de seu coração, irradiando ao seu amigo cão e se espalhando pelo local, pelo povoado e como numa explosão de uma estrela de luz atingisse a todos.

 

Dia seguinte. Um lanceiro negro vasculha a periferia do povoado. À noite passada, houve uma explosão e, como por um encanto místico, todas as lamparinas, candeeiros e velas apagaram-se e acenderam-se sem que nenhuma mão humana os tocasse. Eis que escuta um uivo. Cavalga em direção aos uivos. Vê o cão do andarilho. O animal está como a lhe chamar. Freia o cavalo num sofrenaço. O cão desaparece entre as poderosas raízes da figueira. Os segundos parecem eternidades. O andarilho está ali morto. O cão repousa a cabeça no colo do companheiro e num último suspiro, entrega à guarda do corpo a outro amigo. Um homem escaldado nas piores adversidades da vida, com o coração a tamborilar insanamente em seu peito, sente os olhos marejarem e as pernas a tremerem. A mão esquerda do andarilho está colada à rocha e ali deixa uma marca. Como se uma mão em brasa fundisse o granito, marcando, tomando sua posse. Ali o andarilho foi sepultado. E também o seu cão. Logo a guerra terminou. As pessoas souberam do acontecido. E, por várias gerações, ali brotava um lírio selvagem e uma vertente de água cristalina, como um friso de lágrimas entre as raízes. E aos olhos e sentimentos do mundo, a mão gravada, esculpida, na rocha. Assim foi realmente forjado o nome desse povoado de Viamão, mas que por uma vergonha e culpa que rasgava o espírito dos habitantes, justificou o nome da região por outras maneiras.

 

 

Nota do Autor: Viamão – Rio Grande do Sul, minha cidade natal, considerada a primeira (ou segunda – outra controvérsia) capital do Estado tem na origem do seu nome uma fonte de mistérios. Atribuem uns que deriva da visão de rios visíveis do alto da torre da igreja que confluem formando "uma mão". Outra versão seria de uma família rica que residiu no local – os Viamont. Enfim, estórias e histórias são contadas. A verdadeira?

 

Observação: Esse texto é uma criação original de autoria de Edson Olimpio Silva de Oliveira – Médico, Cirurgião e Escritor. Publicada originalmente no Jornal Opinião de Viamão e no livro Crônicas & Agudas.

 

 

2020 – 09 – 15 Setembro – Viamão! Uma história não revelada – Eds Olimpio – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Reedição.

 

 

 

MEDICINA GERIATRIA. 15 Setembro

Respeito. Admiração. Gratidão.

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MÉDICO GERIATRA. 15 Setembro

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MÉDICO NUTRÓLOGO. 15 Setembro

Respeito. Admiração. Gratidão.

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Deuses e Demônios! Parte 2 Final. Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 08 Setembro 2020.

 

 

Deuses e Demônios! – Parte 2

Desde eras imemoriais, o médico, mesmo curandeiro, carrega uma aura de competência e credibilidade acima dos demais mortais. Os mais poderosos imperadores e generais se cercavam dos mais hábeis e competentes médicos. A riqueza e o poder são fugazes sem a saúde. Do grego imortal Hipócrates, do romano Galeno, ao árabe Avicena, devassando o poder está Rasputin no império russo e chegamos ao Brasil da pandemia com pandemônio.

Durante mais de um ano o governo Bolsonaro contou com a empatia, esperteza, astúcia mortal e convincente do médico Mandetta. O Presidente obsidiado, como tantos pelo poder do médico em propaganda diária. O lado negro da força, Globo e asseclas com seus “especialistas e cientistas” refletia em Dráuzio Varela e ecoava no pré-carnaval – “uma gripezinha”. Antes do carnaval, início de fevereiro, governo federal decreta estado de calamidade, mas os governadores e prefeitos faziam “o maior carnaval de todos os tempos”. A peste chinesa, semeada e adubada pela podridão, pelo esterco jurídico dos supremos homens de preto, crescia. Pululava.

Crônicas & Agudas

Pensemos! Historicamente há médicos refratários, inacessíveis e agressivos às mudanças de rota. Milhares de anos nos separam da singela higiene das mãos ao tratar os pacientes. Incrível e real! É do perfil do líder, principalmente se tem ‘DNA militar’, jamais se acovardar ou dar sinais de fraqueza aos seus comandados. Duque de Caxias não se escondia nos gabinetes do império. Bento Gonçalves, herói farrapo, peleava de lança e adaga à frente de seus homens.

O destemor do líder e sua reação à morte invisível foi usada como argumento maligno. “Fiquem em casa até terem falta de ar, aí procurem os hospitais” – pregou Mandetta fantasiado com o jaleco do SUS e desfilava o bloco na rua diariamente. Quantos milhares morreram e ainda morrem por essa ordem nefasta de uma autoridade, um médico? “Não há tratamento comprovado”! – mas o líder eleito ousa desafiar e incita seu povo a se defender com as armas disponíveis, isto é, medicamentos.

Escaramuças e o núcleo macabro renascido do Inferno de Dante regurgita normas, perseguições e o odor de enxofre varre Brasília e infecciona no STF, viralizando pelo Brasil e seu povo.

Cr & Ag

O poder da credibilidade do médico trouxe cubanos sem comprovação legal de capacidade para atender ao povo brasileiro. Médicos se associaram nessa pantomina, talvez muitos desses que agora exijam todas as comprovações “legais” da hidroxicloroquina e outros remédios para tratar a peste chinesa. O paciente se submete ao poder da imagem e do nome. Lembra-se de  Roger Abdelmassih solto por Gilmar Mendes? Isso também é comum entre os religiosos, com a ampla pedofilia espraiada e descoberta.

O poder do homem sobre o homem – para o mal! A saída de Mandetta e Moro está para um descarrego, uma desobsessão, um exorcismo. O espiritismo e filosofias orientais buscam explicação, expiação e acalento na reencarnação. No aqui e agora, buscamos e necessitamos da Justiça real e a decantação, a filtragem da escória. Essa vida é curta, logo partiremos pelos caminhos naturais da existência ou pela malignidade metastática de entidades e criaturas.

Deixaremos para nossos descendentes um mundo de melhoria e purificação, de evolução e redenção para o milênio seguinte? O sentimento é de fracasso como espécie humana é comum? Talvez se associe ao sentimento daqueles que acreditam que desde a saída do Éden, somos seres de morte e devastação, da destruição do planeta e da vida com intervalos de luz e evolução. Bah! Assustador e real.

Cr & Ag

Ao redor de uma fogueira na caverna milenar, uma pessoa (cronista) atiçava o fogo com uma vara e  falava para iluminar a mente do grupo. O contador de histórias era a luz nas aldeias e cidades árabes e, como no cristianismo nos subterrâneos de Roma, estimulava, em contos e histórias, a reflexão, o entendimento sempre doloroso. Essas sementes ainda nos impelem à revisão de entendimento e novas rotas.

Jamais devemos esconder a cabeça e esperar a roda do tempo para consertar nossas falhas e ausências. Todos os livros sagrados da humanidade nos alertam e a razão, com disciplina, amor, humildade e gratidão, nos prepara e fornece as armas necessárias.

O mais terrível e letal porte de arma do médico não é o bisturi ou os ferros cirúrgicos. É a credibilidade e o poder da Medicina ser a necessária fonte da Saúde! – T. Jordans

 

 

 

 

 

2020 – 09 – 08 Setembro – Deuses e Demônios 2 – Eds Olimpio – Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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DIA DO MÉDICO VETERINÁRIO

Respeito. Admiração. Gratidão!

Arte do renomado artista americano, de ascendência mexicana, José Pérez em sua série sobre Saúde.

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Moto! Paixão Eterna. por Edson Olimpio Oliveira. Série de imagens com tema motociclismo. 1 a 20

 

Moto! Paixão Eterna - Capa 2

Moto - Paixão Eterna - 1 - 2017 CHiPsMoto - Paixão Eterna - 2 - 2017. Motoqueiro FantasmaMoto - Paixão Eterna - 3 - 2017. Easy RiderMoto - Paixão Eterna - 4 - 2017 - Diários de MotocicletaMoto - Paixão Eterna - 5 - 2017 - Black GangMoto - Paixão Eterna - 6 - 2017 - HD and Malrboro ManMoto - Paixão Eterna - 7 - 2017 - O Selvagem Marlon BrandoMoto - Paixão Eterna - 8 - 2017 - The Great EscapeMoto - Paixão Eterna - 9 - 2017 - Daryl The Walking DeadMoto - Paixâo Eterna - 10 - 2017 - Personalização do MotorMoto - Paixão Eterna - 11 - 2017 - Hells AngelsMoto - Paixão Eterna - 12 - 2017 - Clint EastwoodMoto - Paixão Eterna - 13 - 2017 - Lawrence da ArábiaMoto - Paixão Eterna - 14 - 2017 - Sons of AnarchyMoto - Paixão Eterna - 15 - 2017Moto - Paixão Eterna - 16 - 2017 - ApocalipseMoto - Paixão Eterna - 17 - 2017 - Rota 66Moto - Paixão Eterna - 18 - 2017 - UshuaiaMoto - Paixão Eterna - 19 - 2017 - AtacamaMoto - Paixão Eterna - 20 - 2017 - Alasca

Deuses e Demônios! Parte 1 de 2 . Edson Olimpio Oliveira , Crônicas & Agudas . Jornal Opinião de Viamão . 01 Setembro 2020.

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Deuses e Demônios! – Parte 1 de 2

 

Depois do período de enclausuramento compulsório de final de março e abril, retornamos ao consultório. O pacientes temerosos chegam-se com queixas diversas. Entretanto, todos se lastimam da insônia, falta de sono, sono ruim, sonhos excessivos e carregados de apreensão. “Tem que dormir para crescer” – avós orientam suas filhas e noras novatas. “Sono é vida” na fala do sábio e do ébrio no botequim.

Vamos velejar ou remar um pouco nas águas do rio do tempo! “Está nos braços de Morfeu” (deus grego  mitológico dos sonhos). Seu pai Hypnos, filho de Zeus, era realmente o deus do sono. Essas entidades percorriam a Terra entrando pelo sono e sonho na vida dos humanos. O grego Asclépio (Esculápio romano) era o deus da Medicina. A Medicina da época incluía dormir nos templos, para que durante o sono fossem tratados pelas divindades, complementando a atividade dos médicos e seus auxiliares. Sono e saúde. Bom sono, boa saúde. E desconheciam a bioquímica corporal.

“Que teu remédio seja teu alimento e teu alimento seja teu remédio”, – Hipócrates!

 

Crônicas & Agudas

 

A Medicina e a química buscam substâncias que gerem sono. De álcool à drogas viciantes, a lista é longa. Novas “divindades” da farmacologia: diazepan (Valium), clonazepan (Rivotril), lorazepan (Lorax), segue o baile. Observe o “pan” ao final da palavra. Casualidade? Nada é casual.

Pã ou Pan dos gregos, Fausto dos romanos, um metamorfo (partes de animal/bode e homem) era o deus das florestas. Diabo também tem partes de bode! Apaixonou-se pela ninfa Sirinx. Num surto de libido, tesão selvagem, de espada em riste, bufando e babando no cavanhaque causou terror nas matas. Os bichos em pânico – macaco escalou o mais alto galho, o leão encostou a culatra na figueira… Sirinx desesperada gritava help, SOS e corria ofegante. À margem do rio, clamou auxílio das irmãs náiades. Transformada num caniço, num junco, que ao balouçar pela brisa emitia sons harmoniosos e belos. O desvairado bodão arriou a arma e a adrenalina, colheu o caniço e mais outros fazendo uma flauta, chamada Siringe.

Para o bem ou ao mal, o som da flauta ecoou pela floresta, desde então se teme atravessar matas à noite. Se escutar uma flauta, corra e proteja-se.

Siringe, a flauta de Pan, em forma de tubo, deu nome ao órgão de canto das aves, como papagaios. A anatomia médica deu esse nome a uma cavidade no sistema nervoso humano e a sua enfermidade – Siringomielia. Incrível como tudo está conectado! Seria de Pan, Pânico e Pandemônio? Discute-se.

 

Cr & Ag

 

Nossa sociedade ancora-se na civilização grega (helênica) e romana. Direito, engenharia, medicina… O médico ocidental presta um juramento ao diplomar-se – Juramento de Hipócrates! O maior legado de Hipócrates foi muito além da medicina, já que pouco interesse tinha ao tecnicismo. A moral, a ética, a honra, os princípios da retidão do caráter, consigo e com a natureza. Estuda-se assim na Deontologia.

Dessas eras a poucos séculos, as enfermidades estavam no desiquilíbrio de quatro humores naturais. “Fulano está de mal humor”! Isso vem daquela época. Qual o humor dos ministros do STF? O odor é fétido e o território é pantanoso e repleto de peçonha e monstruosidades.

Os ouvidos tem familiaridade com Platão e Sócrates – o filósofo executado com o veneno cicuta por não abdicar de seus princípios. Os livros do historiador e cronista Heródoto, como os poemas de Homero (de Ilíada até um “ato homérico”, grandioso) trazem a honra, a coragem, a dignidade, a moral e a ética e o valores humanos sempre em destaque, na base e na essência. Aos orientais há a filosofia de Confúcio e Buda.

 

Cr & Ag

 

Insônia e doença. Dormir e não acordar. Dormir e acordar em outro espaço – céu? Medo, até pavor. Incrustados em nosso espírito estão milhares de anos de humanidade e sobrevivência. O temor cresce, quando não se entende ou quem manda está de “humor ruim ou endemoniado”.

Nesses milhares de anos desbravando a terra e o mais profundo (calabouços?) da mente, do corpo e até da alma, estamos vencendo, evoluindo numa lei ancestral e inexorável, universal e independente das crenças e perversões. Amanhã é um novo dia. Outras lutas. O sol dentro de nós é poderoso. Sim! É alimentado pela chama divina. Entretanto colhemos aquilo que plantamos.

Convivemos com o que semeamos. Sempre o médico e o cronista te incitam, estimulam à reflexão e a reação!

 

2020 – 09 – 01 Setembro – Deuses e Demônios 1 de 2

Eds Olimpio – Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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DIA DO BIÓLOGO!

 

03 DE SETEMBRO

RESPEITO. ADMIRAÇÃO. GRATIDÃO!

09 - 03 Setembro - Dia do Biólogo

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