Sob as luzes do Natal! Lúcia Barcelos, Poetisa. Natal 2017.

 

Sob as luzes do Natal

 

Sob as luzes do Natal,

que possa a humanidade,

investir-se do amor fraternal

para os gestos de bondade!

Sob as luzes do Natal,

eis o grande sonho de paz:

torná-la cotidiana e real,

que cada um seja capaz!

Sob as luzes do Natal,

desapareça esse abismo

onde impera todo o mal:

práticas injustas, egoísmo…

Pois sob as luzes do Natal

uma energia divina flutua,

que navegue no firmamento

e derrame-se sobre a rua!

 

E que as almas possam vestir-se das mais suntuosas cores.

E que os olhos possam vislumbrar cenas de paz e alegria.

Que os corações possam agasalhar somente amores.

E que os gestos sejam de doação, altruísmo e simpatia.

E que os rostos das pessoas tenham os traços da esperança.

E que seus passos sejam firmes na direção das certezas.

E que todas as intenções tenham a inocência da criança.

Que não falte fé, e nem o pão de cada dia sobre as mesas!

 

Lúcia Barcelos

Singular Poetisa e Presidente da ALVI.

ALVI – Associação Literária de Viamão

ALVI - 2016

Adriano Dias – Volmar Freitas – Tadeu Vaz – Dezembro 2017.

 

Adriano Elgues Dias - Dez 2017

Amigo e leitor de Crônicas & Agudas Sr. Adriano Elgues Dias traz seu abraço pelas Festas Natalinas encerrando um brulhante jornada de trabalho em Viamão City.

Volmar Freitas e Tadeu Vaz - Dez 2017

Srs. Volmar Freitas e Tadeu Vaz – amigos e companheiros de jornada pela indústria farmacêutica e ética trazendo seus cumprimentos por mais um ano de trabalho.

Para voar alto e ser feliz – Jornalista Elfuni Zaniol – 25 Junho 2017.

 

PARA  VOAR  ALTO E  SER  FELIZ

Percebo,  agora,  que já fui novo

Já  passei dos quarenta

Fiz, empiricamente, poesia e  poema

Porém hoje beiro os setenta

Catáfora

A partir de  agora voltarei a usar, cientificamente,

Na  poesia e  no poema

A metáfora

Por imposição divina

Entre estas três palavras

Poesia, Poema e Soneto, tudo se  afina

Anafórico, já era, catafórico serei

E no alçar voo

Voltarei  a  ser…novo

ELFUNI ZANIOL

 

Lenda afirma que a água renasce depois de velha! (foto: Reprodução/Facebook)

O Caro Jornalista Elfuni Zaniol foi premiado com a Medalha de Mérito Literário no Concurso Literário de 2017 do Sport Club Internacional, Porto Alegre, FECI (Fundação Educação e Cultura do SC Internacional) e CAPOLAT (Casa do Poeta Latino-Americano).

“Um Tesouro chamado Livro” – por Lu Narbot–Projeto de Incentivo à Leitura.

 

Nota: Mensagem recebida da colega médica e escritora após XXVI Congresso da Sobrames.

Caros Congressistas

 

Sou Lúcia Edwiges Narbot Ermetice,  de Campinas, dermatologista, formada pela UNICAMP, em 1969.

 

Estive com vocês durante o XXVI Congresso Nacional da SOBRAMES. Foi meu primeiro contato com esse grupo, e gostei muito de conhecê-los.

 

Gostaria de renovar o convite que fiz durante o Congresso, para que participem do Projeto de incentivo à leitura do Portal do Poeta Brasileiro, Um Tesouro chamado Livro.

 

Para isto, basta que no dia 30 de cada mês "esqueçam" um livro em local público – sala de espera, ponto de ônibus, balcão de estabelecimento comercial, banco de praça, carrinho de supermercado e o que mais a imaginação sugerir.

 

Deixo aqui o modelo de bilhete que costumo colocar no livro esquecido:

 

 

"Um Tesouro Chamado Livro

Projeto de Incentivo à Leitura do Portal do Poeta Brasileiro

 

Você encontrou um tesouro! Parabéns! ao terminar a leitura, deixe este tesouro em algum local público, para que outra pessoa possa desfrutá-lo também.

 

portaldopoetabrasileiro@gmail.com"

 

 

Convido-os também a conhecer o PPB e os outros Projetos que desenvolvemos, através do site http://www.portaldopoetabrasileiro.net.br. O PPB está aberto a quem dele queira participar.

 

Nosso IX Congresso de Poetas Brasileiros ocorrerá em Petrópolis, de 7 a 9 de Outubro próximos.

 

Atenciosamente

 

Lu Narbot

Diretora de Projetos do Portal do Poeta Brasileiro

Honoré de Balzac – fonte ConsultaPrima

 

"Para os doentes, o mundo começa na cabeceira e acaba ao pé de sua cama."

Honoré de Balzac 
Escritor francês
(1799-1850)

Andrew Lang – Escritor escocês. Junho 2016

 

 

"Ele usa a estatística assim como um bêbado usa os postes de luz − para se apoiar, não para iluminar."

Andrew Lang
Escritor escocês
(1844-1912
)

Fonte: ConsultaPRIMA

Ronald Reagan e o Aborto! Fonte ConsultaPrima

 

"Percebi que todos os que são favoráveis ao aborto já nasceram."

Ronald Reagan
Ex-presidente dos EUA
(1911-2004)

Diego Paim! Livro é sempre um presente do coração. Abril 2016.

 

2016 - 04 - Diego Paim

Jornal Virtual Médicos Escritores por LAF Soares, número 739–Palmeira, Paraná, e Viamão. Leia! Uma história que muitos viamonenses desconhecem.

 

 

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Edição 739

Porto Alegre – RS, 21 fevereiro 2016

O tempo passa deixando saudade e nossa

caminhada vai escrevendo nossa

história

Apoio Cultural Permanente – Sobrames do Rio Grande do Sul

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Leia nesta edição:

 

                                                Sumário edição 739/fevereiro

Noticia de última hora

PARTE PARA O MUNDO MAIOR

UMBERTO ECO, DE “O NOME DA ROSA

        Um diploma e uma medalha símbolos da

grandeza de sentimentos

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PALMEIRA

Histórias Jornalísticas do Tempo de Moço

Edições do Jornal “O CRUZEIRO”

Gratidão de sublimes amigos

Viajando com o Livro:

SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO

Dr. José Antonio Grings

 

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Noticia de última hora

PARTE PARA O MUNDO MAIOR

UMBERTO ECO, DE “O NOME DA ROSA”

 

 

            Familiares do Escritor Filósofo e semiólogo de 84 anos informou que o falecimento ocorrera sem sua residência, em Milão, Itália.

   Professor Umberto Eco falecera dia 19 de fevereiro por volta das 20,30 horas.

clip_image005 Nascido em Alexandria, Itália, em 1932, Eco foi um nome muito conhecido através de seus estudos de comunicação e semiótica, escreveu vários clássicos sobre o gênero.

 No final de 1963 lançou-se como romancista tendo como base a obra: Diário Mínimo. Tratava-se de uma coleção de textos sobre a conduta da imprensa.

    Em 1980 lançou-se como romancista tornou-se conhecido como o fabuloso livro: O NOME DA ROSA. Obra que se tornou o maior Best-seller histórico   de todos as gerações.

clip_image007      Na sequência de sua carreira literária luminosa vieram outros romances como> O Pêndulo de Fouccault em 1988. Depois A Ilha do Dia Anterior e mais uma  imensa fonte de grandes sucessos.

Seu livro mais recente é NUERO ZER0 EM 2015. Nas páginas do qual demonstra toda sua experiência como jornalista.

Deverá chegar ao Brasil apressadamente no próximo vôo partindo da Itália.

   A Sociedade Brasileira de Médicos Escritores e de História da Medicina, lamentam  tão grande espaço vazio para a literatura e a cultura do mundo globalizado, que hoje embala todos os sentimentos de todos os admiradores e amantes das letras.

O Mundo está de luto.  Laf.

 

 

 

        Um diploma e uma medalha –  símbolos

 da grandeza de sentimentos

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PALMEIRA

 

 

          Com imenso orgulho recordamos quando nossas íntimas ligações afetivas, históricas, culturais, literárias e de ternura tiveram início com a soberba cidade de Palmeira, com seu povo, com o carinho de suas ruas e avenidas – Emblemas da história do Paraná – com o emoldurado arquitetônico de sua igreja matriz e mais profundamente com o Instituto Histórico e Geográfico de Palmeira tangendo o coração e os amáveis sentimentos de seus habitantes especiais, leais, nobres que forjam a estrutura falante, o cerne da comunicação e atuam como perfume contagiante e provocante.

clip_image010       É verdade… pouco antes do ano de 2000 começamos a ouvir falar e a ter contato com sublimes personalidades da terra do Visconde de Guarapuava e toda a genealogia.

       Passaram-se os anos até que surgiu o primeiro contato frente a frente. Em 2002 conhecemos essa bela terra e travamos amável contato com a estimada amiga Vera Lúcia.

       Depois desse primeiro encontro nunca mais limitamos os meios de comunicação e a cada novo reencontro, mais se fortaleceram o senso de amizade e bondade. Dessa amizade cultural surgiram grandes pesquisas em comunhão com a sociedade Brasileira de Médicos Escritores e o Instituto Histórico e Geográfico, tendo como reduto de apoio e proteção o MUSEU HISTÓRICO DE PALMEIRA.

        Nasceram projetos em conjunto. Verteram livros de pleno acordo todos relacionados à sublime história de suas inesquecíveis personalidades.

        Percorrendo esse trilho de jornada, através da professora Vera Lúcia nos encontramos com outra dedicada, abnegada e atuante pesquisadora a Sra. Neusa Maria W. Sklasky que passou a ocupar pelo seu conhecimento, pela sua expressiva capacidade de pesquisar, remexendo jornais e livros amarelados pela tempestade do tempo. Hoje estamos conduzindo três obras em comum acordo com essa pesquisadora.

      Agora em pleno alvorecer de 2016 fomos surpreendidos pelas comendas que acabamos de ser agraciados.

Através da ternura, da sublime amizade da Professora Vera – Ocupante de vários clip_image012cargos e encargos importantes em sua terra natal – PALMEIRA fomos homenageados com o diploma:

HONORÍFICA ORDEM DA FREGUESIA NOVA

CRUZ NO GRAU DE OFICIAL com Medalha

 

     Para agradecer a manifestação de carinho e amizades dessas almas queridas e desses corações felizes e tingidos de afeto e humildade, só mesmo voltando à nobre Cidade de Palmeira que há muito mora em nosso coração e envolvê-las em ternuroso abraço.

       Nota: Na época fomos convidado para receber essas comendas, mas não pudemos estar presente.

   Amigos e amigadas de sempre e para sempre de joelho genuflexo agradeço tão imerecida, mas eloquente homenagem.

Aquele amigo de sempre para sempre. Laf.

 

 

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Perfil do Município

Histórico

 

No início do século XVIII, começam a ser distribuídas as cartas de sesmarias para portugueses e luso-brasileiros de Paranaguá, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As primeiras terras palmeirenses pertenceram a João Rodrigues de França.

A presença dos portugueses, aqui como colonizadores:

‘Primeiros europeus a se instalar nesta região do Novo Mundo’, foram bandeirantes, fazendeiros, tropeiros e comerciantes, trouxeram a língua e a fé cristã. Enfrentaram inúmeras dificuldades para criar estruturas básicas para a vida civilizada: primeiras habitações, igrejas, escolas. Abriram estradas; são o tronco da família palmeirense’. – (Marcus V. M. Machado – Ocupação e povoamento dos clip_image015Campos Gerais – 1999).

Do antigo caminho de Viamão, que vinha do Rio Grande do Sul em demanda à grande feira de Sorocaba – (SP) no trajeto do Campos Gerais, circuito dos índios Kaigangues, surgiu um pouso de tropeiros que ali aproveitavam as imensas pastagens para descanso e engorda do gado: Nasce a Vila da Palmeira. (N.Cronista: meu grifo)

Quem hoje caminha por Palmeira ainda pode sentir, mesmo tão distantes daqueles dias, um certo tom de bucolismo e nostalgia daquele tempo em que as imensas tropas de muares, bovinos e eqüinos eram levados para a feira paulista, destinados e distribuídos a abastecer o ciclo do Ouro nas Minas Gerais.

A cidade histórica de Palmeira, ainda conserva em muitos d seus prédios e residências e nas igrejas, os traços indeléveis do ciclo histórico e econômico como o tropeirismo.

As condições desfavoráveis da Freguesia de Tamanduá levaram o Vigário Antônio Duarte dos Passos a estabelecer uma nova Igreja onde hoje se encontra edificada a Igreja Matriz, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Palmeira, cujas terras foram doadas pelo Tenente Manuel José de Araújo, por vontade de sua mulher Dona Ana Maria da Conceição de Sá, por ato de 07 de abril de 1819 (data de aniversário do Município).

A população foi se transferindo para o povoado, nas cercanias do novo templo. A corrente de povoamento se avolumou a partir de 1878 com a chegada dos imigrantes russo-alemães, poloneses, italianos, ucranianos, árabes e mais recentemente os sírio-libaneses, japoneses e alemães menonitas entre outros povos.

Ainda hoje as centenárias fazendas como a Conceição, Palmeira, Padre Inácio, Alegrete, são testemunhas de uma época de muito fausto e riqueza.

A fé de seu povo é registrada em edificações como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, as Capelas de Nossa Senhora das Neves e do Senhor Bom Jesus do Monte, na localidade de Vieiras, onde o imigrante português Bento Luiz da Costa, erigiu um conjunto de 14 pequenas capelas para pagar as graças recebidas, com suas capelinhas de pedra em formato de cruz.clip_image016

Também foi em Palmeira o palco da única experiência anarquista na América Latina, a Colônia Cecília, na localidade de Santa Bárbara, pelos idos de 1890/94, liderados pelo Filósofo e Agrônomo Italiano, Giovanni Rossi, que aqui tentou implantar uma colônia anarquista, baseada nos ideais de liberdade.

Quase 200 anos já se passaram do seu surgimento, e Palmeira não se tornou uma cidade velha. Nas suas ruas, praças e recantos nos defrontamos com a história de um povo que tem suas raízes na imigração européia e tantos outros povos, mantendo seus costumes e tradições, formando assim um mosaico étnico, tal qual nosso Paraná.

Palmeira mesmo com as marcas do progresso, continua acolhedora e para muitos ‘Um recanto de felicidade’, pois ‘Os homens fazem sua própria história. Mas não a fazem sob circunstâncias de suas escolhas e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado’ (Karl Marx). Desta forma as gerações futuras terão sua identidade cultural assegurada e, conforme o dizer do Historiador Marcus Vinícius Molinari Machado – ‘Pelo passado presente nos reconhecemos coletivamente como semelhantes; nos identificamos como elementos restantes do nosso grupo e nos diferenciamos dos demais’. Assim os palmeirenses se propõem em fazer juntos, de Palmeira, uma terra acolhedora, capazes de gerar a disciplina, a riqueza e a prosperidade, vivendo e convivendo sempre com uma era de paz, de amor e de alegria, como um altar vivo e florido nos corações, conforme a reflexão do hino. E:

‘Se quisermos repensar a cidade, reconhecendo a sua importância cultural e econômica, advinda da convergência humana, é para o futuro que devemos olhar; a crença em um futuro sustentável que deve orientar a busca por uma melhor compreensão dos centros urbanos e das formas de construir e de reconstruí-los. Nessa perspectiva, o passado é apenas um espetáculo à parte’ (Brian Goodey).

Porém cuidar e tratar da memória com consciência é compor com historicidade a razão e a existência de um povo, que não deixará sequer uma lacuna de sua história, pois o zelo dispensado a todas as coisas foi feito com primor. Tenhamos certeza, que tudo isto valerá a pena. Assim é certo dizer: ‘Avalia-se a história e a cultura de um povo, pelo zelo dado aos seus pertences‘.

Palmeira hoje alicerçada na atividade agropecuária presencia nas últimas décadas do século XX o desaparecimento da atividade madeireira, para o aparecimento das propriedades que se desenvolvem em regime da economia familiar, prestação de serviços, agroindústria, cultivo de soja, milho, batata, fumo em grandes escalas, motivava pela eminência de novas e tantas oportunidades; por seu clima Histórico e Cultural, Rural e Natural, Étnico e Religioso, Palmeira ‘A Cidade Clima do Brasil é um lugar ímpar no mundo, conta com mais de 32 mil munícipes, trabalhando para o progresso desta terra onde os visitantes podem desfrutar de um clima ameno, belezas naturais, a tranquilidade e a hospitalidade de sua gente.

 

Artigo escrito por: Vera Lúcia de Oliveira Mayer

Coordenadora do Museu Histórico

Membro Efetivo do IHG

 

 

 

 

Histórias Jornalísticas do Tempo de Moço

Edições do Jornal “O CRUZEIRO”

 

 

              O jovem Eurico Branco Ribeiro desenvolvera suas pretensões jornalísticas muito cedo.

clip_image018   Em torno dos dez anos dera início a edição manuscrita de jornais que redigia na Fazenda Trindade, na cidade de Guarapuava, Paraná. A série de edições tivera nomes diferentes. Não costumava preparar muitas edições com o mesmo nome. Foram várias as denominações.

        O senso e o espírito de jornalista muito cedo se manifestaram no menino, no moço, no colegial e no ginasiano.  Desde muito tempo o jovem tivera pendores para editar um jornal. As suas edições tinham notícias, informações, pequenas histórias. O formato mais tradicional tinha quatro páginas em formato de página de livro.

     Além de redator era ao mesmo tempo o ilustrador de temas apresentados. Utilizava-se de caneta tinteiro com tinta azul e vermelha. clip_image020Era o criador dos cabeçalhos e das manchetes.

        Nossos mais de 10 anos de pesquisas já conseguimos reunir originais e cópias Xerox de alguns exemplares.

       Hoje vamos focalizar às últimas edições que encontramos. Trata-se da coleção, cujo jornal tinha a designação de “O CRUZEIRO”.

       Não sabemos quantas edições ou tiragem tivera essa coleção, até o momento localizamos três edições: 1, 3 e 4. Nessa série faltou o número dois.

       Cada edição tinha quatro páginas, tamanho folha de livro tradicional.

   Característica das capas: Título em letra maiúscula em tinta vermelha. Cada página dividida em quatro colunas separadas por linhas clip_image022horizontais e algumas com linhas verticais separando os assuntos.

    O cabeçalho ou logomarca eram todas semelhantes, continham o Anno, São Paulo, a data da edição e a ordem da edição.

  Sabemos que as primeiras edições foram escritas sob o bucólico espaço da Fazenda em Guarapuava, mas as edições que estamos focalizando foram preparadas e editadas em São Paulo frequentando o Curso Ginasial. Estava com 15 anos de idade. Residia na casa de sua tia Anita casada com Paulo Ayres, irmã de seu pai Arlindo.

    As três edições têm 12 páginas.

 

Legenda: Retiramos  a cor amarelada da página para facilitar a leitura e melhora visualizar o conjunto da edição.

 

                              Gratidão de sublimes amigos

 

Prezado Dr. Luiz Alberto Soares
       Nos sentimos agraciados pelo elogio que nos foi feito, principalmente por ter enaltecido a nossa Biblioteca Pública do Paraná, na edição 738 do jornal da SOBRAMES.
Para nós, é uma satisfação saber da importância da nossa contribuição durante estes anos, com informações relevantes às suas pesquisas, afinal esta é a nossa principal missão, disponibilizar conhecimento registrado no patrimônio bibliográfico paranaense a todos, cujo interesse é preservar e disseminar a identidade cultural do Estado.
Na oportunidade,  ressaltamos a grafia correta de nosso nomes:

  • Josefina Palazzo Ayres
  • Canísio Miguel Morch

Com relação à sua pergunta, até o momento não temos informações sobre os familiares de Pedro Ribeiro Macedo.
Sugerimos que na sua próxima vinda à Curitiba, faça uma pesquisa nos jornais da época do falecimento de Pedro Macedo, no acervo desta Divisão.
Cordialmente,

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Josefina Palazzo Ayres

Bibliotecária – Chefe da

Divisão de Documentação Paranaense

Biblioteca Pública do Paraná

(41) 3221-4965
bpparana@bpp.pr.gov.br

http://www.bpp.pr.gov.br.br

Rua Cândido Lopes, 133. Centro.

CEP 80.020-901 – Curitiba-PR

 

Viajando com o Livro:

SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO

Dr. José Antonio Grings

 

          O estimado médico cardiologista e escritor, atuando na cidade de Alegrete, Rio Grande do Sul – Dr. José Antonio Grings lançou a obra intitulada clip_image027SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO, em 2011. À época tivemos o prazer de recebê-la e comentá-la com muito orgulho e satisfação.

          Agora estamos envolvidos novamente com a importante obra, pois, o estimado amigo teve a gentileza de nos enviar uma caixa com vários volumes, através de sua querida filha que nos visitou sobraçando o pacote.

          Neste momento estamos viajando pelo Brasil juntamente com cada exemplar que remetemos aos presidentes de cada Regional da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.

         Entendemos como sendo um amável e rico presente que conduz em seu bojo, a seiva pura da sagrada literatura médica que brotara nos confins da fronteira dos pampas sulinos.

        Almejo que a obra seja recebida com carinho e alegria da mesma forma que a remetemos.

 

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Padecer do coração

 

Apesar de tudo não quero indulto.

Prefiro viver retido… Submisso

Sabendo que tenho grande compromisso

Do que viver sozinho em tumulto.

 

Prefiro as carícias do teu insulto

Que me prender com esse feitiço,

Do que ser indiferente com todo viço

E não ter proteção do teu belo vulto.

 

Podem até me chamar de masoquista

Diante da decisão por mim adotada.

Só não desejo é perder-te de vista.

 

Talvez, eu não tenha explicação!

Mas é melhor seguires tua estrada

Do que vir padecer do coração.

21/03/99

 

Retrato

 

Vejo no retrato. Figura retratada.

Uma imagem real que o tempo gravou.

Que tu não passavas de ingênua fada

Alegre… feliz… que o tempo conservou.

 

Revejo-te ao natural, modificada,

Hoje depois que muito já se passou.

Que és a mesma, apenas redesenhada

E conservas o jeito de quem sempre amou.

 

Foi com orgulho que olhei teu retrato.

Entendi que juntos nós envelhecemos

E que nossa existência correu de fato.

 

Pisamos espinhos… Fizemos histórias.

Caminhamos unidos e flores colhemos,

Consagrando as nossas boas vitórias.

21/03/99

 

 

Imagem Escolhido

 

 

Sob o silêncio da tapera

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Tapera – velho reduto assombrado

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Velhos galhos irmanados

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Fotos de Laf.

 

Sob à sombra silenciosa das taperas

habitam almas penadas. Laf.

 

F  i m

 

 

 

Jornal Virtual. Edição 737 por LAF Soares – Janeiro 2016

Publico abaixo a edição 737 do Caro Amigo Exemplar, o Médico e Coronel do Exército Dr. Luiz Alberto Fernandes Soares, eterno Presidente da Sobrames – Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Pedimos desculpas por alguns defeitos gerados de copiar do original e inserir aqui. Somos eternamente agradecidos ao Dr. Soares pela sua permanente fidalguia e respeito com que sempre me tratou e a minha família. Agradeço-o também em meu livro Crônicas & Agudas.

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Edição 737

Porto Alegre – RS, 04 fevereiro 2016

O tempo passa deixando saudade e nossa

caminhada vai escrevendo nossa

história

Apoio Cultural Permanente – Sobrames do Rio Grande do Sul

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Leia nesta edição:

Sumário edição 737/fevereiro

Livro em lançamento

CRÔNICAS & AGUDAS

Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira

Momentos da história da literatura brasileira

Falecimento do Poeta Joaquim Osório Duque Estrada

Pesquisas e realizações editoriais

História da Família Martins Ribeiro

Poesia de Médico – Intimidade feliz

Três imagens fotográficas de Laf.

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Livro em lançamento

CRÔNICAS & AGUDAS

Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira

Com imensa satisfação o Jornal Virtual dos Médicos Escritores recebeu exemplares da moderníssima edição do livro intitulado: CRONICAS & AGUDAS, de autoria do médico escritor Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira, gaúcho residente na cidade de Viamão, Rio Grande do Sul e conhecido médico cirurgião e popular escritor clip_image005[4]com coluna permanente nos jornais da cidade.

Após algumas escaramuças nos últimos anos agora, com muita ternura chega às livrarias e as nossas mão tão importante obra.

A obra fora lançada em bela noite festiva em sua cidade com grade afluência de amigos e admiradores do nobre escritor. Carinhosamente fomos convidados com a feliz ternura reveste o querido amigo autor, mas por estarmos viajando não tivemos o prazer de ocupar espaço entre a seleta platéia que se fez presentes.

Agora com muita alegria, e felicidade, após manusearmos lendo as novas crônicas e relendo outras já conhecidas, temos a soberba ternura de comentar a obra composta d crônicas, a grande especialidade do distinto escritor.

Sem dúvida que ao longo das edições do JV, faremos comentários sobre outro viés. Uma primeira edição não será suficiente para levar aos médicos escritores do Brasil e exterior toda a grandeza do conteúdo.

Estrutura do conteúdo anatômico da obra

O livro tem o formato tradicional da mídia editorial. Dimensões 21×14. Miolo impresso em papel poli, amarelo cor de palha em gramatura 75. Texto em fonte 12, cor preta. Oferecendo excelente destaque sobre o papel escolhido.

O livro abriga 59 textos em estilo literário na semelhança de crônicas ocupando 248 páginas. A configuração estética e evidente tendo o editor o cuidado de começar sempre o novo texto em página par. Detalhes o nome do autor e da obra estão escritos, respectivamente nas paginas par e impar, em sentido vertical das páginas. clip_image007[4]Maneira moderna e pouco usada pela mídia. Todos os títulos em caixa alta estão em negrito. A dimensão das crônicas convida a uma leitura seqüencial e ininterrupta de toda a obra.

Depois de começar é difícil de parar.

Ponto alto com grande relevância

As capas sempre se convertem em cartão de visita. Em Crônicas & Agudas não foge a regra. É belíssima em policromia tendo como base a cor vermelha com desenho moderno ilustrando a primeira capa e na segunda pequeno texto sobre fundo de cor laranja com o emblema da página que autor escreve no Jornal Opinião de Viamão que tem como caneta uma pena. Símbolo das escritas do pretérito. Está registrado no ISBN sob o código 978.85.366.4212-3.

Contexto das abas (orelhas)

Aba Esquerda tem a imagem fotográfica do autor acompanhada de fragmento de sua extensa e invejável vida literária e cultural.

Aba Direita continua o relato de sua sublime existência

A editora é SCORTECCI Editora – São Paulo

Nota: Na próxima edição comentários sobre a página de agradecimentos que se encontra na quinta da obra.

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Momentos da história da

literatura brasileira

Autor da Letra do Hino Nacional brasileiro

Poeta JOAQUIM OSÓRIO DUQUE ESTRADA

Faleceu em 05 fevereiro de 1927

Joaquim Osório Duque-Estrada (1870-1927) nasceu em Pati do Alferes, então município de Vassouras, Rio de Janeiro, no dia 29 de abril de 1870. Filho do tenente-coronel Luís de Azeredo Coutinho Duque-Estrada e de Mariana Delfim Duque-Estrada. Era afilhado do general Osório o Marquês do Herval. Estudou as primeiras letras na cidade do Rio de Janeiro, nos colégios Almeida Martins, Aquino e Meneses Vieira. Matriculou-se em 1882 no Colégio Pedro II. clip_image010[4]

Em 1886, publicou o primeiro livro de versos, "Alvéolos". Começou a colaborar na imprensa, em 1887, escrevendo os primeiros ensaios como um dos auxiliares de José do Patrocínio na campanha da abolição. Em 1888, alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Jardim, entrando para o Centro Lopes Trovão e o Clube Tiradentes, onde foi o 2º secretário. Nesse mesmo ano, em dezembro, conclui o bacharelado em Letras.

Em 1989, foi para São Paulo, onde se matriculou na Faculdade de Direito. Nesse mesmo ano entra para a redação do Diário Mercantil. Abandonou o curso de Direito em 1891, para se dedicar à diplomacia, sendo nomeado o 2º secretário de legação no Paraguai, onde permaneceu por um ano. Regressou ao clip_image012[4]

Brasil, abandonando a carreira diplomática.

Entre os anos de 1893 e 1896, morou em Minas Gerais, onde escreveu "Eco de Cataguases". De volta ao Estado do Rio de Janeiro, trabalha como inspetor geral do ensino, bibliotecário e professor de francês, do Ginásio de Petrópolis. Em 1901, participa de um concurso para escolha da letra do Hino Nacional. Sua letra, julgada pelo Congresso, foi a vitoriosa mas, só foi oficializada no dia 6 de setembro de 1922. Em 1902, volta para a Capital do Império, onde é nomeado regente interino da cadeira de História Geral e do Brasil, no Colégio Pedro II.

Em 1902 publica o livro "Flora de Maio", com prefácio do poeta Alberto de Oliveira, onde reúne todas as suas poesias. Em 1905, deixou o magistério, voltando a colaborar na imprensa, em quase todos os jornais do Rio de Janeiro. Entrou para a redação do Correio da Manhã, em 1910, onde assumiu a direção, durante a ausência de Edmundo Bittencourt e Leão Veloso.

Em 1914 criou a seção de crítica, "Registro Literário", onde escreveu no Correio da Manhã até 1917. Entre os anos de 1915 e 1917, escreveu a seção no jornal Imparcial, e de 1921 a 1924, no Jornal do Brasil. Em 1918, publica o esboço histórico, "Abolição", com o prefácio de Rui Barbosa. Em 1924 publica o livro "Critica e Polêmica", onde reúne os trabalhos publicados nos diversos jornais.

Joaquim Osório Duque Estrada faleceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de fevereiro de 1927.

Obras de Joaquim Osório Duque Estrada

Alvéolos, poesia, 1886
A Aristocracia do Espírito, 1899
Flora de Maio, poesia, 1902
O Norte, impressões de viagem, 1909
Anita Garibaldi, ópera-baile, 1911
A Arte de Fazer Versos, 1912
Dicionário de Rimas Ricas, 1915
A Abolição, esboço histórico, 1918
Crítica e Polêmica, 1924
Noções Elementares de Gramática Portuguesa
Questões de Português
Guerra do Paraguai
História Universal
A Alma Portugue

Nota: Recordamos esse apaixonado poeta com muito carinho, pois, no início da década de 70 fomos aluno da Faculdade de Medicina de Vassouras e teivemos a oportundiade de visitar sua terra natal e conhecer o local onde nascera.

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Pesquisas e realizações editoriais

História da Família Martins Ribeiro

Através da Ediame – Editora dos Autores Médicos, está em fase final de diagramação da mais nova obra sob a repsonsabilidade da Sobrames Rio Grande do Sul, intitulada HISTÓRIA DA FAMÍLIA MARTINS RIBEIRO.clip_image015[4]

Trata-se de uma obra com mais de dez anos de pesquisa pela dificuldade de localização das fontes primárias que foram construidas há mais de 100 anos. A obra tem como artigo central básico uma carta de 32 páginas que fora ditada pela dona Anna Rufina de Almeida Ribeira, esposa do coronel da Guarda Nacional Diogo Martins Ribeiro, pai de 19 filhos, sendo que 13 chegaram a vida adulta e o segundo fora ARLiNDO MARTINS RIBEIRO, nascido em Prainha, hoje a cidade de Miracatu, Estado de São Paulo, que fora o pai do Dr. Eurico Branco Ribeiro. A carta fora ditada à sua filha Anita Ayres Ribeiro, tia do Dr. Eurico e guardada com muito carinho no museu clip_image017[4]Municipal Pedro Laragnoit, da cidade de Miracatu, cuja cópia nos fora confiada há 10 anos pelo então diretor do museu Professor Paulo de Castro Larganoit, já falecido e nosso grande amigo.

O professor será homenageado nas páginas do referido livro.

A carta de Aninha, como era conhecida à época, está sendo apresentada em forma de diálogo, antecedida de farto comentário histórico e com muitas ilustrações e com fotografias daqueles lindos tempos.

Legenda: Duas imagens que estarão no livro.

1 – Reunião na Escola Diogo Ribeiro, em 2002, à direita o professor Paulo Laragnoit, esposa do prefeito e diretora da escola, ao fundo Laf. Soares.

2 – Professor Paulo Laragnoit e Laf. Soares frente o prédio da Escola Municipal Coronel Diogo Ribeiro.

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Intimidade feliz

Para a intimidade feliz

que nosso amor guarda:

– Só tem uma explicação.

– Só tem uma maneira de ver.

– Só há um meio de entender.

clip_image021[4]Suas raízes profundas,

estão implantadas

no espaço de nossa vida.

…Há muitos anos.

Pouco sabemos, até hoje,

de sua verdadeira história

Desconhecemos quando teve

o seu real início…

Uma convicção está definida:

– Os liames são antigos

Tão antigos como a essência

que exala da flor,

no momento primaveril.

-Tão constantes e belos

como as águas que descem

cristalinas das cachoeiras

– Tão cintilante quanto

a luz das estrelas.

Ele tem base sólida,

sobre o alicerce da paz,

que se eterniza

na pureza da felicidade.

Pinhal-15/2/99 – Laf.

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Imagem Escolhida

Paisagem do entadecer em Gramado

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Céus depois do arvoredo

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Flores em lágrimas dos céus

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Durante a jornada envolvida na fé raciocinada e na cultura da disciplina consciente sempre venceremos. Laf.

F i m

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