Livro da Vida!

 

 

Amigas e Amigos, bom dia e bom final de semana.

# Livro da Vida – é a coluna do Jornal Opinião de Viamão de 11 de maio em Crônicas & Agudas.

# Anexei um artigo sobre o amigo e colega Dr. Antônio Jáder Brodbeck, onde relembro sua participação no sonho de um Hospital Público para Viamão, com localização privilegiada, crescimento modulável e fontes de recursos de construção e manejo. Passaram-se 20 anos, Viamão derrapa nos 300 mil habitantes, sem hospital público e enorme carência para a saúde de seus habitantes.

# Evite que a maledicência infecte a sua vida e contamine sua família. Não há vacina externa para isso.

# Escreva, continue a escrever os capítulos do seu Livro da Vida e tenha orgulho quando seus filhos, descendentes e demais pessoas o lerem e o citarem.

Abraços e Saúde para todos!

 

Do Eds

 

O Livro da Vida! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 11 Maio 2021.

 

 

 

 

 

 

 

11 abril

2021

 

Crônicas & agudas

Jornal opinião de viamão

 

O livro da vida e dr. Antônio Jáder brodbeck

 

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O Livro da Vida!

 

Hoje é domingo, comemora-se o Dia das Mães. Amanhece, o sol invade nosso quarto se esquivando entre os panos da cortina. Espraiam-se luzes que vasculham os cantos e escorraçam as sombras. Que essa luz banhe pelo amor da divindade e vá de lar em lar, penetre em casas e hospitais e nos mendigos, como os que habitam a marquise ao lado. Tempos tormentosos, sombras e desolação. Pandemia da enfermidade viral e das maldades do homem.

A Mãe de Cristo nos revela a maternidade do amor extremo, pleno e da entrega absoluta. As cortinas dos olhos se entreabrem, o suspiro dá consciência à vida. O ouvido que apura ruídos além do trotear do coração desse filho – de tantos filhos também. Saudades da mãe que partiu tão breve. As mães que além, muito além, do fator biológico, são mães de amor, de amparo, de doação, educando e provendo…

 

Crônicas & Agudas

 

As linhas mestras do destino são traçadas tempos antes do nascimento, mas as estradas e caminhos a percorrer são de nossa escolha. Amigos alguns, outros nem tanto! Está na nossa vontade e entendimento revelar-se como uma pessoa do bem em evolução ou um ser sombrio e predador. A imagem do livro do destino ou das moiras mitológicas da antiga Grécia que teciam o destino dos homens se aflora.

 

O sono também é entendido como uma viagem diária ao mundo espiritual e, para outros, o temor de dormir e…Não acordar. Após cada jornada de sono e sonhos, despertamos para uma nova sequência de escolhas e de atitudes – novas páginas. Será assim para escrever no livro da vida. O meu e o teu! Daí outra alegoria em que Pedro, o Apóstolo, porteiro do Céu, abre o livro da vida e ali estão nossas qualidades e benfeitorias, como nossos desajustes e desvios da luz. E vem o julgamento.

 

Crônicas & Agudas

 

Na escola, fazia-se um caderno de apontamentos e em casa se “passava a limpo” num outro caderno com as melhorias necessárias. Colegas pediam emprestado o caderno bem elaborado, pois desperdiçavam o tempo ou sua dedicação era resumida e desviada. A vida nos permite, a vida nos chancela a oportunidade – nem sempre! – de reescrever páginas do nosso caderno ou livro. Sapateamos em muitas frases, rodopiamos em redemoinhos que nossas vontades criam. Desperdiçamos tempo e palavras a mais ou a menos. Escrevemos com fé e coração? Quantas vezes desejamos reescrever e não há nenhum ‘errorex’ possível que apague nossos atos ou omissões?

 

Crônicas & Agudas

 

De alguma forma, assim todos são escritores nos livros de suas vidas. A natureza nos permite espelhar, dar um ‘print’ ou até, de certa forma, colar dos livros de outras pessoas. Novamente, para o mal ou para o bem! “Como assim?” – todas as existências estão encadeadas. Alguns elos são mais distantes na geografia ou no tempo, mas todos perfazem um único tecido – a humanidade. De uma única casa – o planeta Terra.

 

Quando se escuta pelos lábios articulados ou pela mente que aspira – “Quero ser assim como ele/a.” Somos permanentemente inspirados para o norte ou para o sul, para o mar ou para a terra. Entende? O livre arbítrio é divino, a escolha é humana. Seria como votar a todo instante, continua responsável por aquilo que elege. Quantas vezes é “aquilo”, no pior sentido?

 

A gravidez deve ser uma opção. Ser mãe é um estado de amor pleno e responsabilidades perenes. Para o homem, a primeira fase nem sempre é uma opção. A segunda é igual. “Há controvérsias, …” Essas serão julgadas no livro da vida. Lembre-se que são intransferíveis, pois não há desvios, escambos ou togados de olhos vermelhos para rasgar as escrituras.

 

Hoje, antes de cerrar os olhos, verta gratidão aos frutos que iluminaram a vida, alimentaram o corpo e a alma. Prepare-se ao novo dia com fé, disciplina e esperança!

 

2021 – 05 – 11 de Maio – Livro da Vida – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Médico Cirurgião e Coloproctologista

Dr. Antônio Jáder Brodbeck

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Recebemos a notícia do falecimento do estimado colega Dr. Antônio Jáder Brodbeck essa semana.

 

Gratidão.

Nos idos de 1974, eu, como doutorando concursado para o Hospital de Pronto Socorro – HPS, em Porto Alegre/RS conheci o Médico Cirurgião Dr. Antônio Jáder Brodbeck. Desde o início tratou-me com um respeito pouco comum dos veteranos plantonistas com os estudantes de Medicina. Paciência para ensinar. Extrema eficiência e dedicação aos pacientes. Nessa época ainda não havia UTI nos moldes de hoje. Os pós-operatórios e pacientes mais graves ficavam numa Sala de Recuperação Anestésica com anestesistas em plantões permanentes.

Atuávamos em plantões nas diversas especialidades do melhor Hospital Escola de Trauma e Urgências que já existiu na região Sul do Brasil. Era comum que os doutorandos mais interessados dobrassem plantões e acompanhassem os pacientes fora de sua grade. Isso também acontecia com os Médicos Plantonistas. Era comum encontrar o Dr. Jáder na madrugada de qualquer dia avaliando e acompanhando pacientes que havia operado em seu plantão. Isso era singular e não obrigatório.

Como Residente de Cirurgia também me aprazia os plantões e os ensinamento do amigo Jáder. Essa amizade evoluiu e ele recebia meus pacientes complicados quando os recursos de Viamão se esgotavam. Assim como, doentes que eu lhe encaminhava. Eficiente e dedicado encantava aos pacientes e familiares. Inclusive meus familiares.

Em 1999 concorri a Vereador em Viamão. Construí o primeiro projeto para um hospital público e modulável (permitia crescimento ordenado). Apresentei estudo e anteprojeto arquitetônico do hospital que seria construído às margens da ERS 040, Parque Saint Hilaire. Apresentamos fontes de recursos e viabilidade econômica para construção e manutenção. Era um sonho de um filho de Viamão que seria viabilizado. E o talento e a mão do Dr. Jáder Brodbeck estava aqui como amigo e Presidente da Unimed. Seus contatos e amizades também nos levou a visitar o Hospital da Unimed de Montenegro e outras unidades das Unimeds. As empresas especializadas entregaram seus trabalhos sem nenhum ônus para mim – seriam dezenas de milhares de reais seu custo mínimo. Até vários pôsteres fotográficos em arte forneceram para demonstração pública. Pelos sombrios caminhos do voto, não houve realização desse projeto de vida.

Inúmeros episódios e situações como Médico Cirurgião, como dirigente da Unimed, Coronel da Brigada Militar e Diretor do Hospital Militar da BM, tive a honra e o privilégio de vivenciar com o Dr. Jáder Brodbeck.

Que ele receba nossas orações e os sentimentos de gratidão e eterno respeito pelo homem e pelo médico. Assim como seus familiares.

Que a Luz de Deus o tenha!

 

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Emoções! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 04 Maio 2021.

 

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Minhas emoções! Nossas emoções!

 

Quase um ano e meio de pandemia, fomos pealados pela dor da partida e abraçados pela felicidade do retorno da pessoa amada da hospitalização e a fuga da estatística sombria. Em dias que logo se amontoam em semanas e atropelam em meses, vamos cercando a saudade e arrastando o peso daquilo que faltou falar e sentir. E nos atropelos da caminhada ficaram para um tempo que agora não mais nos pertence. Em realidade, despida da idolatria do ego, somente o momento, o tempo do agora nos pertence.

 

[Quando eu estou aqui / Eu vivo esse momento lindo / Olhando pra você / E as mesmas emoções sentindo / São tantas já vividas / São momentos que eu não esqueci / Detalhes de uma vida / Histórias que eu contei aqui] – Emoções de Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

 

O coração trepida na estrada da recordação e gotas de orvalho, flambadas no calor da alma apaixonada, rolam nas páginas de nossos olhos. Conhecemos a perda das pessoas que amamos, jamais aceitamos serem levados num supetão de um vírus sinistro, mas que expôs a chaga permanente da saúde negligenciada. Agora é a vida de quem amamos e, num estalo de dedos, estava ao nosso lado, rindo e brincando – tão frágil e ameaçada.

 

[Amigos eu ganhei / Saudades eu senti, partindo / E às vezes eu deixei / Você me ver chorar, sorrindo …] [Sei tudo que o amor / É capaz de me dar / Eu sei já sofri / Mas não deixo de amar…]

[Se chorei ou se sorri / O importante é que emoções eu vivi]

 

O escritor limpa a coivara da nossa existência, planta e replanta as “emoções que eu vivi”. Garimpa a beleza sutil da essência e a exterioriza como a primavera que renasce após o duro e sombrio inverno. O amor da sua vida está dentro de você, somente se reflete na pessoa amada. Essa luz nos remete a um universo singular, especial, único. Há similares, jamais iguais.

 

[São tantas já vividas / São momentos que eu não esqueci / Detalhes de uma vida / Histórias que eu contei aqui] [Mas eu estou aqui / Vivendo esse momento lindo / De frente pra você / E as emoções se repetindo]

 

Não se repreenda demais. Somos seres incompletos. Temos que reviver vidas e existências para corrigir rotas, mudar estratégias, simplificar os sentidos e, principalmente, romper com os grilhões que nos aprisionam no ter mais, desdenhando do ser mais. Abra a porteira do seu coração, você é um ser de amor. Que ama e deve respeitar. Que sua maior propriedade seja o amor, que não se prende num papel, numa escritura ou num anel precioso.

[Em paz com a vida / E o que ela me traz / Na fé que me faz / Otimista demais]

 

Olhe nos olhos do seu amor resgatado dos braços frios do ceifador. O abraço que tardou, agora será regado com as pérolas mais preciosas. Permita-se escutar sua alma e reprogramar sua jornada de vida. As dores passadas são outros vírus, cicatrizes da caminhada, experiências motivadoras. Uma face sulcada por dores vividas são arestas do diamante mais belo – a alma!

 

[Se chorei ou se sorri / O importante é que emoções eu vivi!]

 

A plenitude é divina. Somos seres em evolução pela dor e pelo amor. Somos sobreviventes num tempo que o aleatório nos persegue e um farol nos mostra o melhor caminho entre rochedos e o mar revolto. Olhe para dentro de si. Veja a luz do teu farol. Experimente e renove a centelha divina que te faz uma pessoa com responsabilidade contigo, com teus amores e com a terra que te acolhe. Gratidão! Gratidão é a chave poderosa da porta Felicidade. Nada está completo e terminado, entenda. Recebeu outra oportunidade – emoções redivivas!

 

2021 – 05 – 04 Maio – Emoções – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Saudamos todas as Mães da lista de Amigas de Crônicas & Agudas!

Deus as abençoe e proteja sempre!

Que essa data tão linda e especial nos receba no próximo ano em Abraços e

Beijos sem os riscos da pandemia.

Abraços e Felicidades

Com Saúde e Harmonia!

 

 

 

 

07 de Maio – Dia da Médica Oftalmologista!

Uma arte para sua homenagem como Oftalmologista e Mãe!

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Freio de mão puxado! Eds Olimpio. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 27 Abril 2021.

 

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27

Abril 2021

 

Crônicas  &  Agudas

Jornal Opinião de Viamão

 

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“Freio de mão puxado!”

 

Apetece ao cronista desdobrar, escarafunchar essas expressões populares do dia a dia. As pessoas, ao curso dos séculos, vasculham como águias o Olimpio e seus deuses gregos com seus mitos e estórias pungentes. Longe de ser uma águia, talvez uma humilde abelha que pousa aqui e ali, de flor em flor, colhendo seu néctar, ou seja, seus ensinamentos pintados em alegorias.

 

Eu aprendi a dirigir, inicialmente um jipe, com meu pai Aldo. Muitos passam por escolas de direção com um aprofundamento das técnicas, mas ao contrário dos pais que ensinam a dirigir o carro da vida. Creio ser esse o mais importante veículo, nosso corpo e arcabouço provisório de nossa alma.

 

Freio de mão ou de estacionamento” é o complemento ao freio no pedal ou ao reduzir as marchas do veículo (freio a motor). Com frequência, ao tentar por em marcha o jipe, eu esquecia de desligar o freio de mão. Num tranco, o jipe apagava o motor e, às vezes, complicava “afogando” (inundando) o carburador – coisa nem tão antiga!

 

Crônicas & Agudas

 

Seu Aldo me falava que na vida as coisas também são assim. A pessoa quer arrancar e tocar a sua vida, mas esquece do “freio de mão puxado”. É mais fácil atribuir aos outros a falta de lembrança ou ingerência do que ver aquilo que lhe faltou realizar. Quer um bom emprego, mas não se prepara o suficiente. Quer entrar numa universidade, mas desperdiça seu tempo em supérfluos, impedindo de chegar à vitória.

 

A simbologia do “freio de mão puxado” é imensa. Encontre outras comigo! “Vou tirar o feriado e o final de semana para dormir” – e não vai executar o pendente? Quem dorme 8 horas/dia, dorme 1/3 do dia. Em 50 anos de vidas terá dormido uns 20 anos. Seria a vida curta ou dormimos demais? Conta-se que Napoleão Bonaparte dormia até 3 horas por dia, quando não estava em combate. O tempo de sono decresce, diminui na genialidade ou nos singulares. Qual é o seu suficiente sono? Com equilíbrio – sem excessos ou faltas.

 

Cr & Ag

 

A criatura passa por diversos relacionamentos. Muitos vão se fechando, se bloqueando, principalmente aqueles que se entregou “de corpo e alma”. Ou “mergulhou de cabeça”! Talvez o medo do insucesso ou dos percalços afetivos cobre essa conta. Faz uma relação com o “freio de mão puxado”. “Não vou me entregar para não sofrer” – essa água nunca vai ferver, será sempre morna e até “inodora e insípida”.

 

Há a situação de apostar carreira com cavalo manco – se me entende. É da vida e do livre arbítrio. O medo de amar produz o desamor ou o afeto truncado, uma indigestão afetiva – os maus gases denunciam uma relação que não fica e nem vai. Entre San Juan e Mendoza – outra expressão do seu Aldo. O “gato escaldado tem medo de água fria”, mas jamais poderá fugir eternamente do banho ou da chuva. Muito menos da sede.

 

Crônicas & Agudas

 

Há médicos que atendem mal seus pacientes “porque o SUS ou o convênio paga mal”. Quem é mal profissional com uns será com todos os outros, pois nem a cor da moeda ou seu peso condecora o safado.

 

Associe em qualquer profissão – do gari ao ditador do STF, do operador de pá de concha ao prefeito ou governador. Esses são os piores “freios de mão, pé e motor” associados para o mal da pessoa, do cidadão e da população.

 

Fazer bem feito seria como fazer somente uma vez ou o melhor que sabemos ser possível – a nossa consciência é o toque divino. Seria sua “ausência” demoníaco?

 

Amar para ser amado. Respeitar para ser respeitado. Faça ao outro aquilo que queres para ti e teus familiares. Fazer bem feito! Viver com intensidade. Não desprezo a cautela de estar com o “freio de mão puxado” em certos momentos ou tempos de percurso – “pirão quente se come pelas bordas”. E aí?

 

2021 – 04 – 27 Abril – Freio de mão puxado – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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A alma vê muito mais longe pela lente das lágrimas do que um telescópio! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 20 Abril 2021.

 

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“A alma vê muito mais longe pelas lentes das lágrimas do

que por um telescópio!” – Autor desconhecido.

 

Lágrimas de alegria. Lágrimas de tristeza. A vida nos põe num grande liquidificador, talvez numa centrífuga, em que somos girados e espremidos. A emoção nos faz humanos e nos extrai um suco, vertido em gotas quentes que saem dos portais da alma – os olhos. As lágrimas nos oferecem um espetáculo humano de felicidade ou de dor. Seriam as lágrimas como “rios que passam em nossas vidas”, parafraseando o samba de Paulinho da Viola?

[… Senti o meu coração apressado / Todo o meu corpo tomado / Minha alegria voltar / Não posso definir aquele azul / Não era do céu, nem era do mar / Foi um rio que passou em minha vida / E meu coração se deixou levar.]

 

Cr & Ag

 

“Estou mais chorão agora. Tenho até um pouco de vergonha de lhe contar isso. Mas me emociono muito mais com as coisas que escuto, com as imagens que vejo na TV. Olho para minha mulher e recordo dos nossos tempos de juventude e ela embalando nossos filhos em seu colo, enquanto eu estava cansado até o dedão do pé. Ela que me deixar dormir, porque amanhã volto a frente de combate. Eu não era assim. Entende?” – entendo.

 Devemos tentar e ser a cada dia um pouco melhor (Santo Agostinho).  Melhores pessoas e profissionais nesse universo em que nos completamos em nossas jornadas de vida – lágrima e suor! Quando esse equilíbrio de emoção e razão se estabelece – evoluímos. “Nem tanto ao céu e nem tanto ao mar” – diz a sabedoria popular.

 

Cr & Ag

 

Um amigo paciente, angustiado por aproximar-se a data da reciclagem dos funcionários de uma reserva/parque ecológico, idade avançada, necessitando do emprego e razão da sua sobrevivência e da família, mas local de alegrias. Devemos usar um tranquilizante ou um ansiolítico moderno para acalmá-lo? Ou entrar nos seus sentimentos e fazer-lhe enxergar pelas lágrimas que brotavam de seus olhos com a possibilidade de perder o trabalho para jovens com “mais preparo”.

Disse-lhe: na entrevista vão perguntar por que você quer o emprego. Perguntarão para todos. Todos terão uma resposta na ponta da língua: “Preciso do salário para viver”. Você não vai dizer isso! Você falará, com sinceridade, sobre tudo de belo que o parque tem – bugios, capivaras, infinidade aves, lobo guará, o perfume e a beleza das flores, as mudanças de estações, o barulho da água e a limpeza dos córregos. Conte-lhes como você sai de casa a tanto tempo, quase toda sua vida, para a sua segunda casa e a felicidade que isso lhe dá.

 

Cr & Ag

 

Conte das belezas que você vê todos os dias e da importância de preservar aos visitantes e para a própria natureza. Fale do amor que você sente pela sua missão. “E o salário?” – vão lhe perguntar, com certeza. “O salário é necessário para sustentar minha família, mas prefiro trabalhar onde eu gosto do que receber salário e fazer algo que não me dá felicidade”, pode responder. Assim é em tudo na vida de cada um.

Devemos amar aquilo que temos ou que nos compete. Sermos gratos por participar e deixar a nossa marca que fomos úteis para nós, nossa família e nosso trabalho. A gratidão é escassa nas relações humanas. Vejo, infelizmente, médicos que não agradecem um “Feliz Aniversário” ou sequer retribuem um “bom dia” ou “boa tarde”, entre outras anomalias.

Há quem ore e peça. Até pede sem parar! Suas lentes não percebem as benesses que a vida, a natureza ou o Criador lhe deu e continua a lhe dar. O trabalho é uma missão, nem sempre o emprego é! Prefere-se o trabalhador que veste a camiseta com amor pelo que faz.

Assim caminha uma humanidade que se abraça por rede social, mas é carente de gratidão e respeito. Por maior o pedestal que a criatura se eleve acima das demais pessoas e da natureza, ele é fixo na terra e não nos céus! E um dia ele tombará!

 

2021 – 04 – 20 Abril – A Alma vê muito mais longe – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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A Negra Santa! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 13 Abril 2021.

 

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13 Abril

2021

 

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de VM

 

 

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A Negra Santa!

 

Preocupa-me a crescente divisão das pessoas. Nunca presenciei alguém ser agredido por ser negro, índio ou… Sinto que essa agressividade se exacerbou quando “nós e eles” tornou-se pregão do senhor Lula. E para mim e todos com quem convivi ou convivo – todas as vidas importam! E muito. Dos avós, somente convivi com a dona Adiles, minha avó materna, que residiam aqui no Centro histórico de Viamão, à rua Dois de Novembro, a poucos metros do Cemitério.

Um grande terreno que aos fundos se abria para uma travessa defronte onde hoje é o portão principal do campo santo. Ali morava uma mulher considerada a melhor lavadeira de roupas “finas” da cidade – a Negra Santa! Não recordo seu nome completo. Viúva com um único filho – o Léo, que por muitos anos foi motorista de ônibus da cidade. Uma pequena casa de madeira marrom, tábuas verticais com mata-juntas, alta do solo, suspensa por pilaretes. Eu gostava de olhar lá embaixo para chamar algum cão ou um gato.

 

Crônicas & Agudas

 

Janelas com cortininhas floreadas. Assoalho de madeira escovado ao extremo. Fogão à lenha, sempre com braseiro cintilando. Um paneleiro que riscava coriscos de luz ao brilhar com sol nascente. Um belo gramado nos fundos. Apesar da beleza, não era para brincar e nem os bichos iam naquele gramado. As melhores roupas das senhoras, as fatiotas (ternos) dos homens ou os enxovais de casamento era lavados em bacias diversas e postos a quarar à sombra no gramado.

O perfume do anil na crônica da Negra dos Sonhos alavancou, novamente as memórias da Santa. As “bonecas de anil” – alguns diziam “bonecras”! Pedras azuladas enroladas num tecido poroso adicionadas à água. Um velho ferro recebia as brasas vivas na sua “barriga” e com ele, ela dava os vincos perfeitos. Operação de alto risco, pois frequentemente outras lavadeiras deixavam o ferro queimar ou marcar os tecidos. As roupas da dona Santa eram enaltecidas e identificadas pelo seu cuidado e capricho.

 

Crônicas & Agudas

 

O neto da Adiles e o filho da Dorinha e do Aldo Cabeleira sempre foi uma parte desse universo que ia até as margens do Arroio Mendanha – hoje seria reduto quilombola. Sentado num banco comendo “coisas boas (bolos, doces, roscas) da Santa” e a vendo passar a roupa com o ferro de braseiro, as mãos sofridas de juntas grossas a aspergir água no caminho do ferro.

Outra de suas habilidades que fez fama: exímia para limpar “caças” de todos os naipes e tipos – jacaré, gambás, perus, marrecos, tatus, capivaras e o que lhe trouxessem. Devolvia as peças “sem as catingas” dentro de bacias cobertas por uma toalha alva de saca de farinha de trigo. A extrema limpeza de sua casa jamais iria revelar tão difícil arte, fazendo-a única na comunidade viamonense.

 

Crônicas & Agudas

 

Meus dois anos iniciais de faculdade foi em Pelotas. Novo vestibular me trouxe para a Católica de Porto Alegre. No início do 3º ano iniciei acompanhando os médicos veteranos no Hospital de Caridade com a bênção do seu Diretor, Dr. Wenceslau da Rocha Vieira.

Pois foi com a Santa, num desses dias em sua casa que fiz o meu primeiro diagnóstico de Insuficiência Cardíaca Congestiva (“doença do coração grande”). Insisti em levá-la ao Dr. Wenceslau, mas “não posso pagar, vou no posto”.

Alma nobre, o Dr. Wenceslau atendeu-a e me deixou no compromisso de acompanhá-la. Jamais lhe cobrou um centavo. A benção que tive de conviver com pessoas nobres e participar de suas vidas.

A querida Negra Santa, amiga da minha mãe e da minha avó, um coração tão grande que talvez não tenha conseguido abarcar todas as criaturas a sua volta.

Trouxe a sua pureza ao espírito de quem com ela conviveu.

Há que agradecer! E muito.

 

 

2021 – 04 – 13 Abril – Negra Santa – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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Imagem da Série “Ele está junto de Nós!”

 

Viagem–Viajantes e Passageiros. Eds Olimpio. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 06 Abril 2021.

 

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Viagens!

Viajantes e Passageiros.

 

Sinta que desde o histórico momento que um, entre milhões de espermatozoides, tirou o óvulo para bailar, nada mais foi o mesmo. Somos diferentes como a água de um rio na mão que a toca. Nada no universo é estático, tudo é energia, vibração e movimento. Interessante mesmo! A nossa percepção de tempo e de vida é ainda limitada, dentro da grandiosidade em que vivemos ou sobrevivemos.

Naquele especial momento, na fecundação, iniciamos uma viagem em que a cada segundo nosso corpo e a nave que nos albergou se adaptava e mudava. O primeiro check-in na grande fronteira foi o nascimento, para a maioria, cerca de 40 semanas de jornada. O checkout está previsto, não conhecemos a data e nem onde embarcaremos, mas temos a certeza que acontecerá. O intervalo é a viagem de cada um. Fria, morna ou quente – você faz a sua vida!

 

Crônicas & Agudas

 

Entre a “estação” do parto e o “aeroporto” da derradeira decolagem, somos viajantes de um mundo em constante mudança, como nosso ser, repito. Durante essa viagem, passaremos por diversas regiões, estações onde novos viajantes serão recolhidos e outros desembarcarão. O tempo passado é inalterável. O tempo futuro é incerto e, para muitos, “é curto”.

Há quem prefira uma viagem rápida, como num avião a jato. Outros preferem uma viagem de carro, ônibus, navio, duas rodas ou a pé – mais vívida e curtida. Viajante ou mero passageiro? O Criador nos deu a Luz para escolher – livre arbítrio. Você escolhe e faz como ator principal ou será passageiro nas viagens dos outros. Como viajante, seus principais acompanhantes estão em seu lar e, depois, o mundo?

 

Cr & Ag

 

Nada é desprezível, tudo é singular e importante quando você curte, aproveita, vive cada instante da sua viagem. Sabe aquele motorista que, ao se perguntar, quase nada se lembra dos quilômetros percorridos? Ou do passageiro que dormiu toda a viagem. Nunca generalizo. Como faço a minha vida? Como faço a minha viagem? Quantas vezes fazemos algo, envolvidos nalguma coisa, até importante, e nossa mente, nosso coração está em outro local. Há quem acredite que se faça amor com a mente envolvida e a alma garroteada por coisas fora daquele momento mágico. Pode? Sim somos os “únicos animais que comemos sem ter fome e fazemos sexo sem estar no cio”. “Servir dois senhores” simultaneamente gera atividade incompleta ou de qualidade insuficiente.

 

Cr & Ag

 

É fácil para a mente, para o intelecto, creditar desajustes e culpas nos outros – principalmente quando opta por ser um passageiro tão crítico como inconveniente. Entre dúvidas, sugiro que culpe o Bolsonaro, a Geni atual. “Dizer é fácil, como curtir a viagem com tantos problemas?” – indago-me. A vida também é similar a uma complexa equação matemática, com variáveis de tempo, pressão, ideologia e fé (etc) sendo inseridas a todo tempo.

Resolve-se qualquer equação passo a passo. Jamais se consegue pular as etapas e ser premiado com o resultado final satisfatório. Quando você é o condutor, lembre-se que as outras pessoas merecem o mesmo que você e sendo seus familiares, a atenção e cuidados serão maiores. Nenhum de nós perfaz essa viagem como um solitário, um ermitão ou um hermético.

Atente-se ao desperdício do tempo, nem exigir que ele nos prove, em duplo cego ou triplo mudo randomizado, ser falível ou sirva a nossa manipulação. O tempo “é o senhor da razão”, mas é, entretanto, o juiz-carrasco da imprevidência e dos abusos repetidos. A cada momento do tempo, a cada metro da jornada, como viajante ou passageiro, sempre teremos a chance de mudar o percurso e na nave que abriga nosso espírito viajar com mais harmonia.

 

  2021 – 04 – 06 Abril – Viagem – Viajantes e Passageiros – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Confiança & Moral! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 30 Março 2021.

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30 Março 2021

 

Confiança  &  Moral!

 

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Confiança & Moral!

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Entendo que não estamos aqui para tantos sofrimentos, tantas angústias, tantos “por que eu”. Como criaturas pensantes e portadoras do mais belo passaporte – Livre Arbítrio, somos nós que decidimos nossas companhias e nossos caminhos.

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Nossas dificuldades e imperfeições levam-nos ao sofrimento como modo de crescimento do intelecto e do espírito. Entretanto, quantos sofrimentos cada um de nós necessita para evoluir e se tornar um ser melhor?

O cronista continua a incitar seus leitores que façam os seus entendimentos e desenvolvam as suas percepções – os seus caminhos!

Estamos na segunda Semana Santa da pandemia. A criança esconde-se dos fantasmas (seus temores invisíveis) tapando a cabeça com o lençol. A criança que habita dentro de todos nós tende a esconder a cabeça e assim não ver a realidade. A realidade que não é meramente casual, é um ser invisível gestado e disseminado por humanos.

 

Crônicas & Agudas

 

É Semana Santa! Ética e moral. As diferenças ou semelhanças seriam temas de simpósios filosóficos e religiosos. Prefiro ver Ética como a percepção do certo e do errado, do bem e do mal. E a Moral: como a escolha pessoal entre o certo e o errado, entre o bem e o mal.

“Eu conheço. Eu confio.” – propaganda da Volkswagen, lembra-se? Quais são os nossos referenciais no Brasil da pandemia? Na política? Na justiça? Na medicina? Enfim, na vida em geral. Elege-se ídolos com pés embarreados e mãos sujas. O menos ruim entre tantos piores? Há uma escória viral, infectando o organismo social e quando se acha que a vacinação vai começar, o Corona togado decide e pronto.

Os responsáveis nada aprenderam com o que já aconteceu em sua casa (estado) e com as casas dos outros? Nem estoque de oxigênio e insumos básicos? Quando faltar gás de cozinha na sua casa a culpa é do prefeito que não providenciou seu gás?

 

Crônicas & Agudas

 

É Semana Santa! Que todas as semanas sejam santas. Que nossas bases e fundamentos éticos e morais nos deem a confiança tão escassa ou ausente. Você faz a sua parte? Como melhorar? O que fazemos não é suficiente.

Para os bilhões de reencarnacionistas de todo planeta, uma série de novas e incontáveis existências geridas pelo livre arbítrio nos tirarão do lodo do ódio e das sombras.

Como confiar em nossas lideranças, sendo tantas forjadas pela corrupção e pela desídia? Releiam a parábola do Bom Samaritano (Lucas 10, 25-37) – diversos passaram pela vítima dos saqueadores e ninguém o ajudou; um samaritano tratou suas feridas e levou para ser cuidado.

 

Como confiar nas “aves do paraíso” que além de suas belas penas e plumagens (títulos e medalhas) são ocas de sentimentos de Luz – humildade, fraternidade, respeito, amor ao próximo, etc?

 

Crônicas & Agudas

 

É Semana Santa! Vivemos e sobrevivemos até aqui. Significa que nossa jornada ainda não está completa. Cristo confia em nós para algo mais! A confiança é um exercício diário importante para conquistar a fé imprescindível em suas atenções e realizações. Ética, moral e confiança nascem do mesmo berço – sua casa, seu lar.

Páscoa é renascimento. Ressurreição! Ele quis zerar, resetar nossas dívidas e dar-nos um novo começo. A pandemia, a peste oferece um novo começo aos sobreviventes e a oportunidade de um renascimento amplo para toda a humanidade. Ou afastamos as trevas e caminhamos, ou… Que a caridade seja real e não somente uma bolsa-dependência, por exemplo.

O maior presente será o que você dará para si. A sua mudança, o seu salto para um patamar superior será refletida no seu presente a sua família e a todos – uma reação em cadeia no melhor sentido.

Deus Pai, pelo Espírito Santo e tudo que Jesus Cristo fez e faz por nós abençoe a ti e teus familiares. Uma Páscoa de Luz e Amor com a Esperança de tempos melhores.

 

2021 – 03 – 30 Março – Confiança & Moral – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas

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Três mensagens ao Amigo e Amiga. Sinta-as no seu entendimento!

 

Salmo 91 – https://www.youtube.com/watch?v=RO02OZeO9CM

 

Espírita – Bezerra de Menezes  https://www.youtube.com/watch?v=Vp-rg-VM0eU

 

Budismo – Monja Coen – https://www.youtube.com/watch?v=oy8eqPB0Plk

 

 

 

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Esperança! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 23 Março 2021.

 

Esperança!

As palavras “Esperança e Sopro” teriam a mesma raiz do grego primitivo. Santo Agostinho, na Suma Teológica, cravou que os pilares ou virtudes fundamentais da religião judaico-cristã são: Fé, Humildade e Esperança. Lembre-se que no Gênesis, após Deus modelar o barro a “sua imagem e semelhança”, Ele soprou às narinas e fez-se a vida. O primeiro homem sentia um vazio dentro de si ao ver as criaturas em casais no Éden. E Deus fez a primeira mulher – é a Esperança e o Amor do Pai na sua criação. Sugava-se e soprava-se no nariz do bebê ao nascer, logo o primeiro choro e a vida iluminar seu corpo. Ao contrário – toda morte acaba no último suspiro/sopro de vida, talvez de um ventilador sem o amor dos seus.

[O sol há de brilhar mais uma vez / A luz há de chegar aos corações…] – música Juízo Final do genial Nelson Cavaquinho é considerada uma ode à esperança. Segundo o Professor M.S. Cortella, “esperança” (verbo esperançar) difere de “espera-nça” (verbo esperar). Queremos a esperança ativa e firme. “A esperança é a última que morre!” – na sabedoria popular. Há quem queira assassiná-la. Não permita. Viva-a! Busque-a! Estimule-a em outras pessoas!

Crônicas & Agudas

Jesus Cristo, o Médico dos Médicos, o Salvador, é o supremo mensageiro de Deus na esperança da humanidade. O médico é o mensageiro da esperança quando adentra o lar do enfermo, no consultório ou no leito hospitalar. Pense no médico que diga: “Não vou, não tem remédios, só esperar”(passividade) (sorte/milagre) ou “Está desenganado”. Digo-lhe: troque de médico! A única certeza dessa pandemia é que não há certeza absoluta ou permanente.

Os miseráveis não têm outro remédio a não ser a esperança” – Shakespeare. “Se a princípio a ideia não é absurda, então não há esperança para ela!” – Einstein. Creio que foi Sartre: “A busca da racionalidade e a supremacia da razão, decretam a morte de Deus” e “Náusea e desespero são antíteses da esperança”.

Para o bem e para o mal, a Medicina sempre esteve atrelada ao poder, à ideologia, à ciência, à religião. No palco da pandemia dois atores estão em embate furioso – o vírus e os medicamentos. Há o VAR, como no futebol, complicando e destruindo resultados. Sectarismo. “Só sei que nada sei!” – Sócrates. A ideologia doutrina os escassos referenciais, sendo o doente até um incômodo (?) – lembra um governador? Por que os “que não tem o que fazer, somente esperar” estão em conflito daqueles que acreditam “tem que tentar”? Medicina, latim ‘mederi’ – “melhor caminho”; tratar sempre; curar, se possível; aliviar e consolar sempre. O paciente ainda é corpo-inteligência e espírito. Jamais – o “leito 25” somente, ou um Adão/Eva robótico.  

Crônicas & Agudas

Na desesperança (desespero, desengano, …) é direito primordial da pessoa buscar desde “o benzimento da amada vovó”, chás, remédios disponíveis, orações e fé, enfim manter a esperança viva. Se a doença vencer – “tentamos tudo que podíamos”. Todos são responsáveis. O primeiro juiz é a consciência.

A esperança é divina. “Está a se discutir o direito de tentar sobreviver das pessoas, de ter esperança na cura da moléstia, usar ou não usar tratamento precoce – respeitar sempre. Por que negar o direito à esperança?” – “Uma chamada à consciência coletiva para… médicos… dedicando a própria vida nesta luta.” (Dr. Eduardo Cunha de Oliveira, advogado). A fé ilumina. A humildade trata. A esperança leva à cura. Quantos pensam assim nas terapias alternativas, hoje Integrativas? E o melhor para os enfermos num conflito desnecessário?

Tire a esperança de um pai ou mãe, da esposa, dos avós – tira-se o seu sopro de vida, seu sopro de esperança! Sabota-se sua imunidade e sua capacidade de autocura, de reagir.

 

 

 

2021.03.23 Março

Esperança

Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

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 Pandemia - Sol Nascente

Esperança!

 

*/* Mensagem anexada ao envio da Crônica Esperança aos paricipantes da lista de WhatsApp.

“Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda tua alma e com toda tua mente. Este é o maior e o primeiro dos mandamentos. E o segundo é semelhante ao primeiro: amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a Lei e os Profetas”. – Mateus 22:37-40. Essa foi a palavra do Médico dos Médicos.

*.*

Amigos e Amigas, bom dia!

Os conceitos e entendimentos podem divergir,

mas todos os caminhos levam a um único lugar.

Sem ódios ou enfrentamentos desnecessários,

logo o desafiador será testado.

Cuide-se e será cuidado.

Ame e será amado.

Nenhum de nós tem certeza do amanhã,

faça o seu dia sempre um dia de Luz.

Saúde e Sabedoria.

Do Eds

*.*

 

2021.03.23 Março

Esperança

Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

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