Medicina para Todos – Novo tratamento para dor de cabeça crônica. Fonte Univadis

Observação:

As informações aqui contidas jamais devem substituir a sua consulta com um bom Médico!

Técnica cirúrgica modificada oferece solução para dor de cabeça crônica

 

Procedimento usado na cirurgia plástica reduziu pelo menos 50% dos sintomas de dor de cabeça em 16 de 19 pacientes.

Usando uma técnica cirúrgica modificada, médicos foram capazes de ajudar pacientes com dor de cabeça crônica, que notaram melhora significativa. O procedimento foi delineado originalmente para uso na cirurgia plástica e tem como alvo nervos específicos localizados nas têmporas, relatam os cientistas americanos no periódico “Plastic and Reconstructive Surgery”.

O estudo, conduzido pelo cirurgião plástico Ziv M. Peled de São Francisco (Califórnia), incluiu 19 pessoas com dor de cabeça crônica que não melhorou com medicamentos. Testes pré-operatórios com Botox ou anestésicos locais para bloquear os nervos envolvidos haviam obtido êxito. Antes e depois da cirurgia, a gravidade da dor de cabeça foi avaliada usando-se o Índice de enxaqueca (Migraine Headache Index, MHI).

Todos os participantes foram tratados com a incisão de Gillies, uma técnica usada na cirurgia plástica para corrigir o arco zigomático. Peled descobriu que a pequena incisão na têmpora atrás da linha do couro cabeludo oferece acesso direto ao nervo trigêmeo e ao nervo auriculotemporal. Essa cirurgia tem como objetivo aliviar a pressão desses nervos ou desconectá-los para prevenir dores de cabeça futuras.

Com essa cirurgia, 16 dos 19 participantes obtiveram uma redução de pelo menos 50% dos sintomas de dor de cabeça. A pontuação média no MHI diminuiu de 132 pontos antes da cirurgia para 52 após a cirurgia. Ainda não está claro por quê os três pacientes restantes não obtiveram nenhuma melhoria, disse Peled. Dois deles tinham dores de cabeça crônicas por várias décadas antes da cirurgia. Em todo caso, não houve complicações nem cicatrizes significativas.

Estudos anteriores haviam fornecido também bons resultados e alívio nas dores de cabeça. Porém, as técnicas cirúrgicas usadas foram mais complexas. A incisão de Gillies pode representar uma abordagem simples, que pode reduzir barreiras para a adoção deste tratamento, disse Peled.

Medicina para Todos!–Fonte SnifDoctor

 

Observação: As orientações jamais devem substituir a consulta do paciente com um bom Médico!

Mitos e verdades da respiração oral

A respiração oral não é caracterizada como uma doença, mas como um reflexo de condições que estabelecem a obstrução nasal crônica. Por sua vez, o padrão respiratório oral pode ocasionar alterações craniofaciais (ósseas e musculares), nas arcadas dentárias, na postura corporal, dietéticas, no crescimento/desenvolvimento, distúrbios do sono com alterações cognitivas e piora na qualidade de vida. Dra. Maura Neves, otorrinolaringologista, elencou alguns mitos e verdades sobre a respiração oral.
 
Respirar pela boca causa mais gripes e resfriados?
 
VERDADE: Quando não se respira pelo nariz deixa de acontecer o aquecimento, filtração e umidificação do ar (funções realizadas pelo nariz). Assim, o individuo fica mais exposto a vírus, bactérias e outros agentes nocivos que normalmente ficariam presos no nariz, e que, ao respirar diretamente pela boca entram no organismo.

A respiração oral não interfere na eficiência de um aparelho ortodôntico.

MITO: Ter uma boa respiração nasal permite o melhor funcionamento do aparelho ortodôntico. Isso ocorre, pois o posicionamento da mordida e dos dentes sofre influencia da musculatura da mastigação e de outros músculos da face. “Quando respiramos mais pela boca esses músculos ficam mais relaxados do que o normal o que permite que os dentes saiam de sua posição normal. Caso seja iniciado um tratamento ortodôntico em paciente com respiração oral a eficácia do tratamento será menor.” Explica Dra. Maura Neves.

Crianças que respiram pela boca podem apresentar diminuição do rendimento escolar.

VERDADE: Crianças respiradoras orais têm maior chance de apresentar roncos noturnos e quadros de apneia do sono. Nestes casos as crianças não têm uma qualidade de sono adequada, acordam cansadas, com maior irritabilidade e menor capacidade de concentração nas tarefas diárias. Isso dificulta o aprendizado escolar. Muitas vezes a respiração oral decorre de um aumento de amigdalas e adenoide, conhecida também por “carne esponjosa” ou uma rinite não tratada. É importante observar a qualidade de sono das crianças respiradoras orais e iniciar o tratamento precocemente.

Não existe relação entre respiração e cáries dentárias.

MITO: A respiração oral promove ressecamento da mucosa da boca e das gengivas, além de espessamento da saliva. Isso facilita a proliferação de bactérias, ocorrência de gengivites e caries. Em casos extremos pode ocorrer até a perda do elemento dentário.

É normal uma criança roncar.

MITO: As crianças devem ter um sono tranquilo com boa respiração nasal. As que roncam devem ser avaliadas por um médico especialista para diagnosticar a causa. Na maioria das vezes o ronco nas crianças está associado à respiração oral e um nariz obstruído. Episódios de roncos durante quadros de gripes e resfriados podem acontecer e esses sim são normais.

O respirador oral tem mais dificuldade para se alimentar

VERDADE. A respiração oral dificulta a coordenação da mastigação, posicionamento da língua dentro da cavidade oral e deglutição de alimentos, pois a boca assume a função alimentar e respiratória. Para uma boa alimentação a respiração nasal é fundamental.

 

Conjuntivite. Fonte Univadis

 

Conjuntivite

  • Nota de edsonolimpio:

                                              As informações jamais devem induzir a automedicação, nem evitar a consulta médica. Consute com bons Médicos!

Vendo através de lentes cor de rosa: o que você deve saber sobre conjuntivite

A conjuntiva é uma membrana fina que cobre o lado interno das pálpebras e a parte branca do olho (o esclera). A inflamação ou a infecção da conjuntiva é chamada deconjuntivite (“olho vermelho”). Pode ser provocada por vírus, bactérias ou fungos; alergia; exposição a produtos químicos ou irritantes; ou presença a longo prazo de um corpo estranho, como lentes de contato duras ou rígidas.
Os vírus que provocam o resfriado comum também podem resultar em conjuntivite. O tempo de evolução da conjuntivite viral é similar ao das infecções do trato respiratório superior, sendo que os piores sintomas ocorrem entre três e cinco dias e se resolvem em sete a 14 dias. A conjuntivite bacteriana é provocada geralmente por Streptococcus ou Staphylococcus. Essas bactérias vivem na pele humana e podem contaminar a maquiagem para os olhos e outros produtos. Menos comum, as infecções por clamídia ou gonorreia podem provocar conjuntivite. A conjuntivite bacteriana geralmente se resolve em dois a cinco dias sem tratamento, mas pode precisar de antibióticos tópicos (colírio ou pomada). Esses tipos de conjuntivite infecciosa são muito contagiosos e facilmente espalhados entre as pessoas.

SINAIS E SINTOMAS DA CONJUNTIVITE

  • Vermelhidão
  • Sensibilidade à luz
  • Sensação de areia, coceira ou queimação
  • Pálpebras inchadas
  • Secreção
  • Lágrimas aumentadas

Se os sintomas não se resolverem no intervalo de tempo esperado, se você tiver o sistema imune enfraquecido ou se algum dos seguintes sintomas forem encontrados, busque atendimento médico imediatamente.

  • Dor no olho de moderada à grave ou sensibilidade à luz
  • Visão reduzida, visão embaçada ou visão dupla que não se resolve ao remover a secreção dos olhos
  • Aumento da vermelhidão dos olhos

Se tiver sintomas de resfriado ou problemas respiratórios, a conjuntivite é provavelmente causada pelo mesmo vírus respiratório. A conjuntivite por herpes pode ocorrer quando bolhas semelhantes às da herpes ocorrem no corpo. A conjuntivite bacteriana pode provocar secreção espessa amarelo-esverdeada. A secreção aquosa é mais comum com vírus.

PREVENÇÃO E TRATAMENTO

Colírio de venda livre pode aliviar os sintomas. Os antibióticos não tratarão a conjuntivite viral. Alguns tipos, como as provocadas pelo herpes, podem precisar de medicação antiviral. A conjuntivite bacteriana pode melhorar sem tratamento, mas os antibióticos tópicos podem reduzir o tempo da doença.
Para evitar a dispersão da conjuntivite, lave as mãos ou use limpador a base de álcool, evite tocar e esfregar os olhos e lave a secreção em volta dos olhos várias vezes ao dia. Não compartilhe roupas de banho, toalhas, maquiagem ou óculos. Os pacientes são frequentemente afastados da escola ou do trabalho até que não haja secreção ou que a terapia com antibiótico seja iniciada

A dor de uma médica

Mulheres que mudaram a Saúde. Fonte SIMERS–Sindicato Médico RGS

 

Com orgulho apresento artigo do SIMERS em homenagem à “mulheres que mudaram a saúde”, especialmente à Dra. Cândida Neves, minha colega de Faculdade e da AD 76 MedCat! Amigos para Sempre.

Conheça algumas mulheres que mudaram a saúde

18/03/2016

No mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, confira uma lista de mulheres que fizeram a diferença na área da saúde. As descobertas e ações desenvolvidas por essas profissionais mudaram a medicina.

Foto Roberto Stuckert FilhoPRMargaret Chan
Diretora Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Margaret Chan é uma médica chinesa formada pela Universidade de Western Ontario, no Canadá, que trabalha em saúde pública desde 1978. Ela liderou a OMS durante a epidemia do vírus Ebola e anunciou o fim da pandemia da gripe A. Seu início na OMS foi em 2003 e três anos depois foi eleita diretora geral da instituição.

gertrudeElion

Gertrude Elion
Prêmio Nobel de Medicina em 1988
A bioquímica e farmacologista americana ganhou o Prêmio Nobel de Medicina por desenvolver drogas para o tratamento de leucemia e gota, doença provocada pelo excesso de ácido úrico, com James Black e George Hitchings. A escolha do campo de pesquisa foi decidida após a morte de seu avô, vítima do câncer.

Françoise Barré-Sinoussi
Descobriu o vírus HIV
A virologista francesa ganhou o Prêmio Nobel de Medicina por descobrir o vírus HIV, em 1983, juntamente com seus parceiros de pesquisa Luc Montagnier e Harald zur Hausen. A pesquisadora foi presidente da International AIDS Society (IAS).

letitiaLetitia Mumford Geer
Inventora da seringa
A americana registrou a patente da primeira seringa para aplicação de substâncias por um pistão, utilizada com apenas uma mão, em abril de 1899. A invenção de Letitia facilitou o trabalho dos profissionais da saúde. As seringas atuais são inspiradas no modelo criado no fim do século 19.

dra_zilda_Foto_SitePastoraldaCrianca

Zilda Arns Neumann
Fundadora da Pastoral da Criança
Zilda foi uma médica pediatra e sanitarista que fundou a Pastoral da Criança e ajudou a criar o movimento que reduziu a mortalidade infantil no Brasil. A profissional também foi uma das que ajudou a propagar o uso do soro caseiro no país. Ela fez a graduação na Universidade Federal do Paraná e foi diretora de Saúde Materno-Infantil da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná.

RitaLobato

Rita Lobato
Primeira médica formada no Brasil
Rita nasceu em 1866 e formou-se em 1887, com a tese Paralelo entre os métodos preconizados nas operações cesarianas, na Bahia. Em Porto Alegre, na época, não havia faculdade de Medicina, então ela iniciou os estudos no Rio de Janeiro. Após a morte do marido, Rita Lobato se dedicou à política, sendo eleita a primeira vereadora do Rio Grande do Sul, na cidade de Rio Pardo.

Themis

Themis Reverbel da Silveira
Implantou o primeiro centro de transplante hepático especializado para crianças no sul do país
A gastroenterologista se tornou professora de graduação e pós-graduação em universidades como UFRGS e Ulbra. Ela fez doutorado em Genética e Biologia Molecular. Desde 2013, é diretora médica do Hospital da Criança Santo Antônio. Themis implantou o primeiro centro de transplante hepático especializado para crianças do sul do Brasil e até hoje atua intensamente na área de pesquisa.

CandidaCândida Neves
Primeira médica a realizar um diagnóstico de Aids no Rio Grande do Sul
A pneumologista se formou em Medicina em 1976 pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Ela já trabalhou no Hospital Sanatório Partenon e na Secretaria da Saúde do Estado em 1978. Em 1989, fez mestrado em Pneumologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Cândida é especialista em Infectologia pela Sociedade Brasileira de Infectologia e foi a primeira médica a realizar um diagnóstico de Aids no Estado.

Adriana Melo
Primeira médica a relacionar o vírus da Zika e a microcefalia
Adriana é médica de gestações de alto risco na maternidade pública de Campina Grande, na Paraíba. Ela foi a primeira profissional a apresentar provas da relação entre o vírus Zika e a microcefalia. Após o aumento do número de casos de fetos com má formação cerebral na região e a ocorrência de sintomas do vírus em gestantes, Adriana pesquisou a possível ligação.

Exposição Mulheres e as Práticas da Saúde

Uma exposição, promovida pelo Museu de História da Medicina em parceria com o curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), destaca a trajetória de médicas gaúchas. A mostra segue em cartaz no prédio da Fabico, na rua Ramiro Barcelos, 2.705, no bairro Santana, até o dia 31 de março. Mais informações pelo telefone (51) 3029-2900 ou através do e-mail educativo@muhm.org.br. A entrada é gratuita.

Adesivo AD 76 Logo 13 - 23 mar 16

FITOTERÁPICOS. Fonte Univadis

 

Fitoterápicos

  • Fitoterápicos são comumente usados em adultos e crianças

Fitoterápicos são comumente usados em adultos e crianças

Há numerosas preocupações relacionadas ao uso de remédios fitoterápicos pois, diferente dos medicamentos convencionais, eles não são regulados pela Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (Food and Drug Administration) e os fabricantes não precisam provar a segurança e a eficácia dos fitoterápicos antes que sejam disponibilizados ao público.

Os fitoterápicos são benéficos?

Fitoterápicos raramente são testados por pesquisas de alta qualidade, e muitas vezes faltam provas claras dos efeitos benéficos. Apenas o uso de oxicocos para prevenção de infecções do trato urinário recorrentes em mulheres é apoiado por alguma evidência científica. A eficácia de outros fitoterápicos comumente usados ainda não foi provada. Por exemplo, o efeito benéfico da erva-de-são-joão para tratamento de curto prazo da depressão leve a moderada ainda é controverso. O uso de Echinacea para tratamento de resfriados não é apoiado por dados científicos. De modo semelhante, há evidências questionáveis sobre a eficácia do ginseng, que muitas vezes é usado para melhorar o desempenho físico e cognitivo. O gingko biloba foi comercializado para melhorar a memória e o desempenho cognitivo, mas não há evidências científicas consistentes para apoiar seu uso. A eficácia do alho na redução dos níveis de colesterol, tratamento de hipertensão e redução do risco cardiovascular é duvidosa. Além disso, nenhum efeito benéfico foi atribuído ao gengibre para o tratamento do enjoo ou à soja para controle dos sintomas da menopausa.

Possíveis efeitos negativos de medicamentos fitoterápicos

Fitoterápicos podem ser erroneamente considerados seguros por serem produtos naturais. Eles podem produzir efeitos negativos como reações alérgicas, erupções cutâneas, asma, dores de cabeça, tonturas, agitação, boca seca, convulsões, fadiga, taquicardia, enjoos, vômitos e diarreia. Efeitos colaterais graves também já foram relatados. Foram relatados casos de hepatotoxicidade (danos hepáticos) por kava kava e reações anafiláticas com risco de morte pela maioria dos medicamentos fitoterápicos. Fitoterápicos podem ainda modificar o efeito de medicamentos convencionais. Por exemplo, oxicocos e gingko biloba devem ser usados com cautela por pessoas que tomem medicamentos para afinar o sangue (como varfarina ou aspirina) devido a um risco aumentado de sangramento. A erva-de-são-joão interfere com o efeito de muitos medicamentos, incluindo pílulas anticoncepcionais, antidepressivos e medicamentos contra o HIV. Além disso, os princípios ativos de muitos medicamentos fitoterápicos não são prontamente conhecidos, e já houve relatos de contaminação.

O que deve ser feito antes de se iniciar uma medicação fitoterápica?

Converse com o seu médico sobre os possíveis efeitos prejudiciais dos fitoterápicos e se eles interferem com outros medicamentos que você esteja tomando ou com alguma doença que você tenha. Principalmente se você é um adulto de mais idade, a eliminação de fitoterápicos do seu corpo pode ser reduzida, acarretando um risco maior de efeitos prejudiciais.

• Sempre considere novos sintomas como um possível efeito do medicamento fitoterápico. Se você apresentar um novo sintoma, interrompa a medicação, comunique o efeito colateral ao seu médico e considere relatá-lo por meio do Portal de Relatórios de Segurança (www.safetyreporting.hhs.gov).

• Evite o uso de medicamentos fitoterápicos em crianças e caso você esteja grávida, tentando engravidar ou amamentando. Fitoterápicos não foram testados em mulheres grávidas nem em crianças.

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Imagem atribuída ao pós-operatório do primeiro transplante cardíaco da Polônia em 1987.

Médium Ambrósio

Atribui-se à imagem de poste defronte casa com fila de “interessados”.

Há que ter bom humor no Brasil assolado pela bandidagem.

Dr. Flávio Vieira – Eleições Unimed 2016

 

Tenho grande respeito e admiração além de amizade com outros candidatos, mas solicito a sua consideração e voto em

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Implantes dentários e os antidepressivos. Medicina para todos. www.edsonolimpio.com.br

Antidepressivos podem ser a causa da falha de implantes dentários. Fonte Univadis

  • O risco de falha é quatro vezes mais elevado, dizem pesquisadores nos EUA.

O uso de antidepressivos pode comprometer a função de implantes dentários. A razão, de acordo com pesquisadores da Universidade de Buffalo (Nova York), se baseia nos efeitos colaterais que afetam o metabolismo ósseo. Estes achados foram apresentados na 45ª conferência anual da Associação Americana de Pesquisa em Odontologia (American Association for Dental Research, AADR) em Los Angeles.

Os efeitos colaterais do medicamentos incluem osteoporose, acatisia, bruxismo e boca seca, todos os quais afetam o processo de cicatrização dos implantes. Devido ao fato de que cada vez mais pacientes relatam o uso de antidepressivos, os pesquisadores decidiram procurar por potenciais conexões entre os medicamentos e a falha dos implantes.

A pesquisa verificou que o uso de antidepressivos aumentou o risco de falha do implante em quatro vezes. Cada ano de uso de antidepressivos duplicou o risco de falha.

Depois de analisar dados de prontuários médicos de pacientes da UB Dental Clinic em 2014, os pesquisadores observaram que 33 por cento dos pacientes que apresentaram falha de implantes usavam antidepressivos. No caso dos pacientes que não apresentaram falha, apenas 11 por cento usavam o medicamento.

Para que um implante cicatrize adequadamente, deve haver a formação de osso novo ao redor dele para fixá-lo no lugar, disse a investigadora principal Sulochana Gurung. A equipe decidiu que a comunidade odontológica e o mundo deveriam estar cientes disso, e entende a necessidade de uma análise mais aprofundada

Dificuldade de engolir comprimidos – a criança! Medicina para todos. www.edsonolimpio.com.br

Fonte SnifDoctor.

Atenção: os textos aqui publicados são ilustrativos e indutores que cada paciente e familiares ou responsáveis jamais prescindam do seu médico. O médico saberá orientar e resolver as dificuldades.

Eds Olimpio

A criança tem dificuldades para engolir os comprimidos? Há ajuda para isso!

Muitas crianças têm uma dificuldade imensa para engolir comprimidos. Não importa se é uma vitamina ou uma aspirina. A pílula inevitavelmente fica alojada na garganta e a criança entra em pânico. Algumas engasgam com qualquer coisa maior que uma uva passa. “A maioria das crianças começa a engolir comprimidos a partir dos 10 anos. E cerca de 20-40% são incapazes de engolir uma pílula do tamanho padrão ou de uma cápsula, de acordo com um estudo  publicado na revista Pediatrics”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski.
Segundo os autores do estudo, a idade não afeta realmente a capacidade de engolir uma pílula. Um adolescente pode ter tantos problemas como uma criança de 5 anos. A questão está relacionada à ansiedade e às associações negativas com o medicamento. Muitos nunca superam o problema. 40% dos adultos americanos têm dificuldades para engolir comprimidos, embora a maioria não tenha problemas com alimentos ou líquidos. 80% alega que não gosta da sensação de ter uma pílula presa em sua garganta, 48% dizem que os remédios têm um sabor ruim e 32% alegam que as pílulas provocam vômitos.
Um estudo com 1.051 adultos, publicado no European Journal of Clinical Pharmacology, produziu um número semelhante: 30% tinham dificuldades para engolir comprimidos e quase 10% pararam de tomar os medicamentos em função dessa dificuldade. “A pílula é uma substância sólida. Nós aprendemos que temos que mastigar algo que é sólido. É preciso uma mudança mental para relaxar a garganta e ser capaz de engolir algo que tememos que possa nos levar a um engasgo”, explica o médico.
Embora alguns medicamentos possam ser tomados na forma líquida, esmagados, outros com liberação retardada e alguns com determinados revestimentos não podem ser esmagados ou divididos. E como cada pessoa tem uma dificuldade para ingerir um remédio, é preciso analisar caso a caso.  “Às vezes, um paciente muito doente tem que tomar diversas medicações e o “problema” são suas emoções. Outro paciente pode apresentar um medo de asfixia ou uma ansiedade generalizada. E ainda há outros que podem  ter um reflexo de hipersensibilidade e vômito”, conta Chencinski.
Outras razões fisiológicas podem incluir ainda a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE); a esclerodermia, um acúmulo de tecido cicatricial que pode enfraquecer o anel inferior do esôfago; e uma aversão ao sabor dos comprimidos. "Questões emocionais ou ansiedade, em geral decorrentes de uma experiência do passado devem também ser levadas em consideração", defende o médico.
Como superar essa dificuldade?
Os autores do estudo, publicado na revista Pediatrics, revisaram pesquisas sobre o ato de engolir comprimidos e determinaram que várias técnicas – terapia comportamental, pulverizador da garganta com sabor, copos de engolir comprimidos, instruções verbais e postura correta da cabeça – podem ajudar as crianças, a partir de 4 anos, a engolir os medicamentos mais facilmente. As mesmas técnicas também poderiam auxiliar os adultos.
“Uma criança pode experimentar, por exemplo, beber primeiro a água ou o suco, seguido pela pílula – ou o contrário. Com crianças mais novas, histórias com instruções também podem ajudar, como imaginar que a língua é uma onda de água, a pílula é o surfista e a pílula monta o toboágua na piscina (estômago)”, exemplifica o médico.
Copos de engolir comprimidos, vendidos em farmácias e online, ajudam o usuário a "beber" a pílula – o copo é preenchido com fluido e a pílula é colocada em um reservatório de modo que o líquido e a pílula se misturem apenas na boca.
Um estudo de 2014 com 151 adultos de até 85 anos, publicado no The Annals of Family Medicine, informou que o chamado “método da garrafa” pode ser bem eficaz para alguns. O comprimido é colocado na língua, os lábios são bem fechados em torno da abertura de uma garrafa de plástico e o comprimido é ingerido em um movimento de sucção rápida para superar a fase voluntária da deglutição. A abordagem "inclinar-se para frente" também ajuda muito e trabalha com pessoas que evitam as cápsulas: “coloque a cápsula em sua língua, tome meio gole de água e incline o queixo para a frente ao engolir”.
“Os pesquisadores não testaram os métodos em crianças, mas não há razão para acreditar que eles possam não funcionar com elas, porque as propriedades físicas das pílulas são, obviamente, as mesmas, independente da idade do paciente”, conta o médico, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
Outra dica para engolir a pílula é colocá-la num pedaço de pão e engoli-la, técnica que pode ajudar muito as crianças. “Mentalmente, ela sabe que o pão é macio, não é difícil, por isso não parece tão assustador para engolir”, afirma o pediatra.

Glaucoma e Alimentação. Medicina para todos! www.edsonolimpio.com.br

 

Risco de glaucoma cai 20% com alimentação adequada

Fonte SnifDoctor

Estudo conduzido na Harvard Medical School (Estados Unidos) chegou à conclusão de que comer verduras diariamente pode baixar o risco de desenvolver glaucoma em 20% ou mais ao longo dos anos. Ao contrário da catarata, que é uma doença ocular que leva à cegueira reversível, a perda de visão por glaucoma é irreversível e atinge um milhão de brasileiros. De acordo com o oftalmologista Dr. Renato Neves, o glaucoma está relacionado com a pressão ocular. “Quanto maior a pressão do olho, maior também é a chance de ocorrer lesão do nervo óptico e consequente perda do campo visual. Essa doença faz com que as fibras do nervo óptico sejam danificadas lenta e progressivamente, criando pontos cegos que não podem ser recuperados”.
A gravidade do glaucoma faz com que estudos como o de Harvard sejam fundamentais – já que a doença pode ser prevenida. A equipe liderada pela médica Jae Kang acompanhou 64 mil pacientes entre 1984 e 2012 (Nurses Health Study) e outros 41 mil pacientes entre 1986 e 2014 (Health Professionals Follow-up Study). Todos os homens e mulheres avaliados tinham mais de 40 anos, mas nenhum tinha glaucoma no início do estudo. Depois de 25 anos de acompanhamento, 1.500 pessoas desenvolveram glaucoma. Divididos entre cinco grupos que consumiam verduras e saladas em intensidades diferentes, aqueles que incluíram mais folhas verdes na dieta diária se beneficiaram muito mais. “O glaucoma é influenciado pelo fluxo de sangue no nervo óptico. Uma substância chamada óxido nítrico desempenha um importante papel na regulação do fluxo sanguíneo. Como as saladas e verduras contêm nitratos – que são precursores do óxido nítrico – elas fazem muito bem à visão”.
Em São Paulo, Neves é um grande defensor da “dieta para os olhos”. “O óxido nítrico induz o relaxamento muscular próximo aos vasos sanguíneos e origina a vasodilatação. Sendo assim, desde a infância as pessoas deveriam incluir muitas verduras, saladas e frutas no prato. Ainda que mais estudos sejam necessários para se chegar a uma conclusão definitiva, esse é o tipo de aconselhamento que só faz bem à saúde, sem efeitos adversos”. O médico também defende abandonar velhos hábitos que fazem mal à saúde, reduzir o consumo de carboidratos e de carne vermelha, de sal e açúcar, bem como cortar gordura trans e embutidos da dieta.
“De modo geral, tudo o que faz mal à saúde e à boa forma como um todo também prejudica a visão. Do ponto de vista da saúde ocular, é possível ingerir alimentos que de fato contribuem para enxergar bem", explica. A seguir, os alimentos campeões em termos de benefícios:
Cenouras e alimentos de cor laranja 
“É de conhecimento popular que comer cenoura faz bem aos olhos. E é verdade. Tanto cenouras quanto as demais frutas e legumes de cor alaranjada. Isso porque o betacaroteno, que é um antioxidante natural, é uma das formas indiretas de se obter a vitamina A que contribui para a retina funcionar sem problemas. Vale ressaltar que tanto a cenoura quanto a abóbora contêm também muita vitamina C – ótimo para a saúde em geral”.
Folhas verdes 
“Saladas de folhas verdes são uma ótima opção não só para o verão, mas para todo o ano. Afinal, principalmente as verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que protegem os olhos, reduzindo os danos provocados pelos radicais livres. Por conter luteína e zeaxantina, contribuem bastante para reduzir o risco de degeneração macular e catarata. Além disso, esses dois poderosos antioxidantes contribuem para diminuir o desconforto com relação ao brilho, melhoram o contraste e também podem aumentar o alcance visual”.
Ovos 
“Além de também ser uma fonte privilegiada de luteína e zeaxantina, a gema contém zinco, que contribui igualmente para reduzir o risco de degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Como os danos oxidativos à retina são um relevante fator de risco para a DMRI, esse tipo de antioxidante pode, então, prevenir danos celulares e a perda gradual da visão”.
Frutas vermelhas e cítricas 
“Essas frutas são ricas em vitamina C – que também tem um papel fundamental na prevenção de doenças oculares. Por serem poderosos antioxidantes, atuam na prevenção de doenças oculares e também impedindo a progressão de doenças já instaladas, como o glaucoma. De todo modo, além de adotar uma dieta rica nesse tipo de alimento, é importante consultar um especialista e fazer o tratamento indicado”.
Peixes 
“Ricos em ômega-3 e ômega-6, os peixes que fazem bem à saúde ocular são aqueles geralmente servidos em restaurantes asiáticos: salmão, atum, truta, além de anchovas e cavala. Por conterem ácido graxo, atuam na prevenção da Síndrome do Olho Seco. Mas, como também são ricos em vitaminas A, B6, B12, C, D e E, além de minerais, oferecem outros tantos benefícios à saúde ocular e à saúde geral como um todo”.
Fontes:
http://www.webmd.com/eye-health/news/20160114/green-leafy-vegetables-each-day-may-help-keep-glaucoma-at-bay

Flávio Vieira. No. 104. A Unimed e Nós precisamos dele.

 

Respeito e admiro aos demais colegas médicos e amigos candidatos à Unimed, mas peço uma atenção e um voto especial ao Dr. Flávio da Rocha Vieira. E não somente por conhecê-lo desde a juventude e ao seu pai ilustre médico viamonense, Dr. Wenceslau, ou a sua mãe e irmãos. Ou familiares. Ou a sua bela vida profissional de médico Gineco-Obstetra, diretor do Hospital de Caridade de Viamão (quantas saudades nos deixou!) ou a sua atividade nos órgãos de classe e na Unimed. Um breve relato. Estava com a filha internada na UTI em Fortaleza com quadro hepático grave que poderia redundar em transplante hepático. Meu irmão Dr. Eduardo Dias Lopes após contato com o Flávio em poucas horas disponibilizou toda a estrutura da Unimed com UTI aérea para remoção para Porto Alegre e foi sua atuação que trouxe nossa filha para cá e tudo se encaminhou pelo melhor. Qual o valor que você dá para isso? Nós temos eterna gratidão para quem nos ampara e principalmente aos nossos filhos nas necessidades. Certamente votarei em outros colegas amigos e capazes para compor a nominata necessária, mas o Flávio Vieira é alguém que se pode confiar por tudo que já fez e mostrou e principalmente na adversidade.

Flávio Vieira

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