Dona e Mãe Zulmira Andrade.

 

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“Viagra Feminino”. Fonte: Univadis. Apoio www.edsonolimpio.com.br

 

“Viagra feminino” tem muitos efeitos colaterais e apenas benefícios marginais

Em média, seu uso diário resultou em apenas mais uma experiência sexual satisfatória no prazo de dois meses.

“A pílula de libido feminino Addyi, também conhecida como “Viagra rosa”, aprovado para venda nos EUA no terceiro trimestre do ano passado, causa muitos efeitos colaterais enquanto o efeito principal deixa a desejar. Este é o resultado de um estudo conduzido por pesquisadores holandeses e belgas publicado na revista “JAMA Internal Medicine”.

Cientistas do Centro Médico da Universidade de Erasmus em Rotterdam e da Universidade Livre de Bruxelas analisaram os resultados de cinco estudos publicados e três estudos não publicados, envolvendo um total de 5.914 participantes. Contrário ao Viagra para homens, o componente do Addyi, flibanserina, não afeta o corpo, mas mecanismos psicológicos e deve ser tomado diariamente.

Achados mostram que os benefícios da pílula foram marginais; em média, seu uso resultou em apenas mais uma experiência sexual satisfatória no prazo de dois meses. “Os achados sugerem que os benefícios do tratamento com flibanserina são marginais”, escrevem os autores. As mulheres acabam por apresentar efeitos adversos leves como sonolência, náusea e fadiga.

Por esses motivos os pesquisadores insistiram para haver estudos adicionais sobre o medicamento. Além do mais, os clínicos devem considerar usar a pílula da libido apenas como parte do tratamento, que também inclui, por exemplo, psicoterapia.”

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Tela: Apotecario Pietro Longhi de 1752. Veneza.

Síndrome do Coração Partido. Fonte Univadis. Março 2016. www.edsonolimpio.com.br

 

Eventos felizes também podem fazer mal ao coração

A síndrome de Takotsubo pode ser desencadeada por um coração “partido” e por um coração “feliz”.

Não são apenas “corações partidos” que têm um efeito negativo na saúde, mas também "corações felizes”. Segundo um estudo publicado na “European Health Journal”, a síndrome de Takotsubo (Takotsubo syndrome, TTS), também conhecida como a “síndrome do coração partido” também pode ser desencadeada por eventos emocionais positivos.

Cientistas da Universidade de Zurique (Suíça) analisaram dados do primeiro registro internacional de Takotusbo estabelecido em 2011 incluindo dados de 1.750 pessoas de centros de cardiologia em nove países (Áustria, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Polônia, Suíça, Reino Unido e EUA).

Em 485 pacientes com TTS, os pesquisadores encontraram um desencadeador emocional definitivo para o quadro cardíaco. A maioria – 96 por cento – era de emoções negativas, como tristeza ou estresse causado por uma morte, acidente ou outras preocupações. Contudo, em quatro por cento, a TTS havia sido desencadeada por um evento feliz, como um aniversário, casamento ou nascimento de um neto ou neta.

Noventa e cinco por cento dos pacientes com TTS eram mulheres – nas quais, se os problemas cardíacos fossem desencadeados por emoções positivas ou negativas, não fazia a menor diferença. A idade média das pacientes com “corações partidos” era de 65 anos e de 71 nas pacientes com “corações felizes”. Isto confirma que a maioria dos casos de TTS ocorrem em mulheres na pós-menopausa.

Os resultados devem ser levados em consideração na prática clínica, dizem os autores “Os clínicos devem estar cientes disto e também considerar que pacientes que dão entrada no pronto socorro com sinais de infarto, como dor no peito e falta de ar, mas após um evento ou emoção feliz, podem estar apresentando a TTS tanto quanto pacientes semelhantes após um evento emocional negativo” , disse a autora do estudo Jelena Ghadri.

Emoções alegres e tristes compartilham, evidentemente, vias em comum que podem resultar em TTS. Contudo, são necessárias pesquisas adicionais para entender quais são exatamente os mecanismos subjacentes.

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Tela: Criança Enferma, de Gabriel Metsu. Amsterdam.

Zika vírus na urina e saliva. Fonte Univadis. By www.edsonolimpio.com.br

Fiocruz detecta presença de zika vírus em amostras de urina e saliva

 

Entre as medidas sugeridas estão: evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como escovas de dente e copos, e lavar mãos com frequência.

Ministério recomenda cautela, prevenção e reforços nas medidas de higiene, que evitem o contágio

O Ministério da Saúde recomenda “cautela e prevenção”, além de reforços nas medidas de higiene, para evitar o contágio pelo zika vírus. Entre as medidas sugeridas estão: evitar compartilhar objetos de uso pessoal, como escovas de dente e copos, e lavar mãos com frequência. Essas são recomendação após o anúncio da Fiocruz de que o vírus foi encontrado de “forma ativa” na urina e na saliva de dois pacientes, com sintomas compatíveis à infecção. "Serão necessários outros estudos para analisar, por exemplo, qual o tempo de sobrevivência do vírus zika e, após passar pelos sucos gástricos, se tem capacidade de infectar as pessoas", diz a pasta.

O tema foi explorado pelo presidente da Fiocruz, Paulo Gadela, em coletiva de imprensa. Segundo ele, a descoberta do instituto, ligado ao Ministério da Saúde, “não faz com que nós digamos às pessoas que elas não podem ir para o Carnaval”.

Os cientistas observaram que o material coletado nas amostras contém a presença do vírus zika e foi capas também de provocar danos em células em testes de laboratório. Isso comprova atividade viral, embora seja necessário realizar pesquisas aprofundadas agora, que comprovem se, necessariamente há infecção através de fluidos.

"O fato de haver um vírus ativo com capacidade de infecção na urina e na saliva não é uma comprovação ainda, nem significa que necessariamente o será, que há possibilidade de infecção de outas pessoas de maneira sistemica através desses fluidos", diz Gadelha

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Medicina para Todos – Sífilis – fonte Univadis. Fevereiro 2016

 

Sífilis: crescimento de mais de três vezes em seis anos

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Sífilis triplica o contágio em período de seis anos

Doença vem acometendo mães e bebês cada vez mais

A sífilis é uma doença silenciosa e perigosa, que vem se espalhando pelo país, preocupando médicos e autoridades. Eles tentam superar a escassez do antibiótico mais usado no tratamento. O relatório, que leva a assinatura do diretor do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, detalha o crescimento, desde 2008, no número dos casos de sífilis em gestantes e em recém-nascidos e prevê um aumento do problema em 2016. No documento, recomenda-se a aquisição urgente de penicilina cristalina, medicamento usado para tratar bebês que foram infectados no útero materno, em falta no Brasil.

De acordo com nota lançada pelo Ministério da Saúde, o número de grávidas infectadas pela sífilis não chegou a 10 mil, em 2008. Já em 2012, houve 21.382 mil ocorrências (7,4 casos para cada mil nascimentos). No ano seguinte, esse número foi registrado em 28.226 diagnósticos, ou 9,7 para cada mil nascidos. Já os casos da doença em bebês, em 2008, foram registrados pouco mais de cinco mil casos de sífilis em bebês com menos de 1 ano de idade. Em 2013, foram 13.704 mil, e, no ano seguinte, 16.266 mil ocorrências. Isso mostra crescimento de mais de três vezes, em seis anos. Em 2016, a previsão é que ocorram mais de 22 mil novos casos de sífilis congênita

Medicina para Todos – “O sinistro da saúde” por Francisco Balestrim – Fonte SnifDoctor.com.br – Fevereiro 2016

 

O sinistro da saúde

Francisco Balestrin

Desordem, agonia, desalento. Um estado de calamidade pode ativar as mais extremas e subversivas condições humanas. No Brasil, todas elas definem o quadro da assistência e a realidade de milhões de usuários do sistema. Esse é o sinistro da Saúde. O produto final da importância que as atuais lideranças políticas atribuem ao setor: ou seja, nenhuma. Há pelo menos duas décadas, os cargos públicos da área são utilizados como trampolim e malabarismo de interesses políticos, o que transforma a Saúde em um picadeiro de pessoas incapacitadas ou ideologicamente comprometidas. Só que não há graça alguma nesse espetáculo de mau gosto.

Vivemos os efeitos de anos de banalidades, decisões equivocadas e discursos esquecidos imediatamente após a conquista de uma eleição. E, como não existe uma política nacional de Saúde, tampouco a sustentabilidade de medidas implementadas com êxito em administrações passadas, instala-se o retrato do absurdo. Uns chamam também de visão do inferno: vemos, por exemplo, a epidemia de doenças infectocontagiosas, que há muito tempo deveriam estar controladas, e o deplorável estado da saúde pública do Rio de Janeiro, provocado pelo desequilíbrio das finanças do estado e a má gestão dos recursos.

Não é apenas por ter o segundo maior orçamento da União que a Saúde se tornou uma vitrine para gente sem propósitos. Trata-se também de poder, influência e alcance. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), um dos braços do Ministério da Saúde, regulamenta os cuidados a 50 milhões de cidadãos, enquanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), outro alicerce do Ministério, controla tudo o que nos trata, veste, alimenta e sustenta. Isso significa que todo brasileiro, em algum momento da vida, terá contato e será impactado pelo que é feito lá em cima.

Em um momento de dificuldade tão grande como este, em que o desemprego se alastra por todo o País, a qualidade da assistência deveria estar no centro das políticas protetoras da população. No entanto, da perspectiva daqueles que se apressam e se corrompem para proteger a si mesmos, a saúde, apesar de vital, não lhes serve nem ao menos como ferramenta para manutenção do poder.

Hoje, a política adotada em nosso país é a do pão e circo, a mesma utilizada pelos antigos romanos para tapar os olhos da população em relação às mazelas e à pobreza a que eram submetidos. O fato é que a sociedade brasileira ainda não aprendeu a enxergar saúde como um bem coletivo. Quem sofre somos você, eu e, no máximo, as pessoas que se importam conosco. Do mesmo jeito, o investimento na área retorna individualmente, em forma de qualidade de vida, dignidade e capacidade produtiva exclusivas de cada indivíduo.

Contraditório, não? E, de nossas contradições, se alimentam as lideranças políticas.

Em um comentário recente para a rádio CBN, o jornalista Kennedy Allencar, ao opinar sobre os desastrosos rumos do Ministério da Saúde e do controle das epidemias da dengue e do zika vírus, disse: “Essas doenças são assuntos sérios demais para fingir que dá para ir empurrando esse problema com a barriga”. Não dá para empurrar um sinistro da Saúde com a barriga.

(O Ministério da Saúde adverte: não confunda ministro com sinistro da saúde).

Francisco Balestrin é Presidente do Conselho de Administração da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados) e Presidente eleito da Associação Mundial de Hospitais (IHF).

Câncer de Mama e as Fibras. Fonte Univadis. Janeiro 2016. Medicina para Todos. www.edsonolimpio.com.br

 

Alta ingestão de fibras na adolescência pode proteger contra o câncer de mama.

 

Estudo dos EUA mostra clara associação entre dieta na puberdade ou início da idade adulta e o risco de tumores.

A dieta consumida no início da idade adulta pode causar impacto no risco de câncer de mama. De acordo com um estudo dos EUA publicado na revista “Pediatrics”, a ingestão maior de fibras alimentares está associada a menor probabilidade de tumores de mama. Isso se aplica a todas as fibras encontradas nas frutas e nos vegetais.

O estudo, realizado pela Universidade de Harvard (em Cambridge, Massachusetts) incluiu 90.534 participantes do Nurses’ Health Study II. Em 1991, as mulheres (de 27 a 44 anos de idade) deram informações sobre sua dieta e atualizaram as informações a cada quatro anos. Além disso, elas também responderam a um questionário quanto ao comportamento alimentar na escola secundária. O consumo de fibras foi depois ajustado quanto a diversos fatores de influência e vinculado à ocorrência de carcinoma de mama.

Achados mostraram que mulheres que consumiam uma dieta com mais fibras no início da idade adulta tinham um risco de 12 a 19 por cento menor de câncer de mama – dependendo da quantidade de fibras consumida. Uma grande ingestão de fibras durante a adolescência foi associada a uma probabilidade 16 por cento menor de câncer de mama no geral e um risco 24 por cento menor de câncer de mama pré-menopausa.

De modo geral, os pesquisadores descobriram que a redução do risco era dependente de dose: a cada dez gramas adicionais de fibras diariamente (duas fatias de pão integral e uma maçã) consumidas no início da idade adulta reduzia a probabilidade de câncer de mama em 13 por cento. As fibras encontradas nas frutas e vegetais parecem ser especialmente benéficas.

Os autores especulam se as fibras podem ajudar a regular os níveis de estrogênio. O tecido mamário é particularmente influenciado por fatores ambientais durante a infância e a adolescência, e a dieta também parece ter uma função determinante, disse o principal autor Walter Willett

Medicina para Todos – fonte SnifDoctor.com.br

 

Hepatite ‘ataca’ também no carnaval

A maior festa popular do país também esconde “vilões” como os vírus das hepatite A, B e C, que atacam o organismo de forma silenciosa e podem causar danos irreversíveis ao fígado. Para evitar o contato com a doença, principalmente durante o carnaval, é importante seguir algumas recomendações.  Segundo o médico hepatologista Carlos Baia, coordenador dos transplantes de fígado do Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini, unidade da Secretaria de Estado da Saúde gerenciada em parceria com a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), o uso de preservativo é fundamental para evitar a contaminação com o vírus do tipo B, que em 70% dos casos é transmitido em relações sexuais e tem poder de contágio até 100 vezes mais do que o vírus da Aids. O sexo com camisinha também protege contra outras doenças sexualmente transmissíveis, a exemplo da Aids.
“Sexo seguro deve ser feito com camisinha, seja durante o carnaval, ou ao longo do ano. O contágio com a hepatite B pode ocorrer em uma única relação sem proteção”, enfatiza.  A vacina contra a hepatite B está disponível na rede pública de saúde para pessoas com até 49 anos de idade. Para garantir a imunização são necessária três doses.
Também é importante ficar atento na hora das refeições. Alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas ou em ambientes precários, sem que haja condições básicas de higiene, podem estar contaminados e servir de vetores para a hepatite A. O ideal é evitar, inclusive, dividir copos, latinhas de cerveja e talheres, pois este tipo de vírus é transmitido, também, pelo contato pessoal. 
“A troca de saliva pode transportar o vírus. Portanto, não compartilhar bebidas com desconhecidos, por exemplo, é uma forma de prevenção”, explica o especialista.  A hepatite C é a maior responsável pela cirrose hepática em todo Brasil e desencadeia cerca de 40% dos transplantes de fígado realizados no Estado. Transmitido pelo sangue contaminado, o vírus do tipo C sobrevive por várias horas ou até por alguns dias fora do corpo. “A maior preocupação em períodos de festa é com os usuários de drogas injetáveis, que costumam dividir seringas e, sem saber, acabam se contaminando”, destaca Carlos Baia.
A preparação para o carnaval também exige cuidados contra as hepatites B e C. Para as mulheres a dica é levar o seu próprio kit com alicate e outros instrumentos às manicures. Já os homens devem ficar atentos à higiene com tesouras e outros utensílios na ida ao barbeiro. E se a folia incluir, também, uma nova tatuagem no corpo, só vale se as agulhas do estúdio forem esterilizadas.

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Bexiga Hiperativa e Botox – fonte Univadis – Notícias da Medicina

 

ANS libera botox como tratamento à bexiga hiperativa

ANS insere toxina botulínica como tratamento para bexiga hiperativa na cobertura de procedimentos dos planos de saúde

Procedimento não tem os mesmos efeitos colaterais que os remédios usados atualmente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inseriu a toxina botulínica como tratamento para bexiga hiperativa na cobertura de procedimentos dos planos médicos. A medida visa beneficiar milhares de pessoas que apresentam a patologia, que é caracterizada por um funcionamento excessivo da bexiga, tendo como principais sintomas a vontade constante de urinar e o aumento do número de micções, mesmo quando a bexiga não está completamente cheia.

De acordo com José Carlos Truzzi, doutor em Urologia pela Universidade Federal de São Paulo, para que o diagnóstico da bexiga hiperativa seja concluído, é preciso identificar sua origem, que pode ser neurogênica ou idiopática. “A bexiga hiperativa representa um dos problemas urinários mais frequentes em todo o mundo, com importante impacto negativo na qualidade de vida. A inclusão da aplicação vesical de toxina botulínica no rol da ANS amplia a possibilidade de tratamento para os portadores de bexiga hiperativa neurogênica e não neurogênica”, explica Truzzi.

Com permanência média de seis meses de duração, a toxina botulínica não apresenta efeitos colaterais, como os causados por remédios orais para a bexiga hiperativa. Realizada através de um cistoscópio, o procedimento é feito em caráter ambulatorial ou de hospital-dia, com o paciente recebendo alta em aproximadamente duas horas após a realização

Sono deficiente nos idos e aterosclerose cerebral – fonte Univadis – Noticias da Medicina–2016 Janeiro

 

Sono deficiente nos idosos associado a aterosclerose no cérebro

Maior fragmentação do sono aumenta em 27 por cento o risco de dano aos vasos sanguíneos.

Pode haver uma associação entre a baixa qualidade do sono nos idosos e a aterosclerose no cérebro. Isso foi indicado em um estudo canadense publicado na revista “Stroke”. Quanto mais frequente a interrupção do sono, maior o risco de dano aos vasos sanguíneos, diz o estudo.

Cientistas da Universidade de Toronto realizaram autópsias no cérebro de 315 pessoas (média de idade 90 anos, 70 por cento mulheres) que fizeram parte de pelo menos uma semana inteira de monitoramento, dia e noite, dos ciclos de sono-vigília ao longo da vida. Assim, foram avaliados o relógio circadiano e qualidade do sono. Entre os pacientes, 29 por cento tiveram acidente vascular cerebral e 61 por cento dano moderado a grave nos vasos sanguíneos do cérebro.

Achados mostraram que uma maior fragmentação do sono levava a um aumento de 27 por cento na gravidade da aterosclerose cerebral. Cada duas situações de despertar por hora aumentava em 30 por cento a probabilidade de sinais visíveis de falta de oxigenação no cérebro. Fatores de risco cardiovascular como IMC, tabagismo, diabetes, hipertensão ou outras doenças não causaram impacto.

“Porém, há diversos modos de visualizar esses achados: a fragmentação do sono pode comprometer a circulação do sangue para o cérebro, a má circulação do sangue para o cérebro pode causar fragmentação do sono, ou ambas podem ter como causa algum outro fator de risco subjacente”, explicou o autor do estudo Andrew Lim.

A observação de danos ao cérebro é importante porque não apenas contribui para maior risco de acidente vascular cerebral, como também para um comprometimento cognitivo e motor progressivo e crônico, destacaram os pesquisadores

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