Dia do Mdico Radiologista – 08 Dezembro – Descoberta do RX

*Descoberta do RX!*

Em 8 de novembro de 1895 (daí o Dia do Médico Radiologista), o físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen nascido 27/03/1845) fazia experiências com um tubo de raios catódicos quando observou uma velha tela fluorescente iluminada a mais de um metro de distância, quando ligou o tubo e apesar de estar envolta em grosso papelão. Com isso observou a capacidade daqueles raios de penetrarem diversos tipos de materiais – inclusive sua própria mão. Testou diversos objetos até que em 22 de dezembro colocou a mão esquerda da sua esposa Anna Bertha (com o anel de noivado) nos raios e vislumbrou seus ossos e tecidos moles. Em 28 de dezembro de 1895 entregou suas descobertas à Sociedade Físico-Médica de Würzburg, Alemanha.

_“Ela produzia luminescência em certos materiais fluorescentes, sensibilizava chapas fotográficas, mas em si era invisível ao olho humano, não parecia sofrer refração, nem reflexão, nem polarização. Não se tratava de luz (por ser invisível e atravessar grandes espessuras de madeira ou papel), não era igual aos raios catódicos (não sofria desvio com ímãs e tinha poder de penetração muito superior), nem aos raios ultravioleta ou infravermelho (pelo seu poder de penetração)“._ Aos raios desconhecidos chamou de Raios X.

A descoberta do RX deu-lhe o Prêmio Nobel de Física de 1901.

*E o Brasil?*

1ª radiografia: 1896. Por quem? A disputa está entre Silva Ramos/SP, Francisco Pereira Neves/RJ e Alfredo Brito/BA. É de 1913 os primeiros professores de Radiologia: Rafael Barros/SP e Duque Estrada/RJ nas Santas Casas locais. José Maria Cabello Campos fundador e presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia. Nicola Casal Caminha é considerado o Pai da Radiologia no Brasil, professor da Faculdade Nacional de Medicina.

_“Os RX não erram. Quem erra é o médico que não sabe interpretar”_ – Henrique Toledo Dodsworth, primeiro a incorporar a radiologia à Clínica Médica.

*Complicações / reações adversas e riscos!*

Procure complementar as leituras sobre esse formidável tema.

Ah! Lembre de ler sobre *Abreugrafia – um brasileiro e o Brasil contra a tuberculose!*

_Cronista: diversas fontes de pesquisa, sujeitas a detalhes históricos._

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor

CREMERS 07720

. * .

Médico Cirurgião Jubilado

Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS

Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS

Associação Médica do RGS – AMRIGS

Associação Médica Brasileira – AMB

Viamão – RS

1971 a 2022 – 51 Anos de Medicina

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Autor dos livros:

Crônicas & Agudas

Crônicas & PontiAgudas

Trinity! A Saga continua.

30 Anos de Jornalismo

Cronista Jornal Opinião de Viamão

Semeadores!

Semeadores!

Tudo pelo mesmo. A massificação de ideias e sentimentos e a busca pela visualização abusiva e “igual” do corpo e dos relacionamentos. O espírito incorporado da galera, da tribo, da comunidade ou da ideologia escravizante. Ele teve seis dias para semear. Nossas mães tiveram a semeadura do amor com nossos pais numa jornada de quarenta semanas (gravidez!), aproximadamente. Plantar e colher. Colher sem plantar? Colher sem os cuidados da semeadura num tempo próprio para cada ação, necessidade ou estado da natureza?

Tendemos a valorizar e nos inebriamos com os resultados finais. Sim ou não? Nossa casa está limpa, nossas camas arrumadas e nossa comida saborosa. E a limpeza pública que pode ser coroada com flores diversas e alegres para cada estação do ano? “Que belo professor!” “É um mestre que orgulha nossa escola e semeia seus conhecimentos com amor a seus alunos!” Visualize esses sentimentos e as cores da vida de cada pessoa com sua peculiar utilidade dentro da sociedade.

Crônicas & Agudas!

Tenho acompanhado, desde a sua fundação, as jornadas, congressos e demais eventos da História da Medicina e tenho o privilégio de conviver com dois professores de Medicina que declaro referenciais: Dr. Lybio Martire Júnior e a Dra. Maria Helena Itaqui Lopes. O Professor Lybio semeia poesias de encantamento para seus alunos enquanto ministra suas aulas e seus congressos.

Último final de semana, a Professora Maria Helena transformou a Universidade de Caxias do Sul, no seu magnífico teatro acadêmico com a 8ª Jornada Gaúcha da História da Medicina e louvamos seu continuado incentivo e, na liturgia do cargo, a evolução positiva de seus alunos.

Crônicas & Agudas!

Já abordei nesse espaço as diferenças entre “trabalhador em educação”, professor e mestre. E a Medicina é o melhor exercício daquilo que ilustra e qualifica seus finais executores, os Médicos. A natureza nos privilegia com os sentimentos maternais ou paternais de cuidados, amparo e proteção da prole. Isso se reflete nesses dois particulares professores e em vários outros mestres exemplares.

Sementes de Luz. Pérolas de Amor e de Respeito cultivadas com carinho e zelo no íntimo de seus alunos. O orgulho de uma mãe ou de um pai ao ver seu rebento no palco iluminado dos congressos sob o crivo meticuloso e exigente das bancas examinadoras que logo se reflete no sucesso daqueles imberbes médicos. O volume aumenta e o coração transborda nos aplausos para orgulho dos pais quando na plateia. Jovens desafiando a vida acadêmica num preparo esmerado que se refletirá nos melhores médicos enfrentando todas as adversidades da doença e da morte que sempre espreita. Num amálgama entre a técnica, o conhecimento científico e a humanidade.

Cr & Ag!

A melhor orientação equilibrando a humildade com a busca rigorosa dos melhores resultados, intransigentes na liberdade e no respeito profissional na extenuante jornada de toda uma vida pela saúde do paciente. Semeadores! Magníficos semeadores! Continuem “abrindo suas asas sobre nós”. Vocês têm (professores!) e conservem esse dom divinal. São muitas as variáveis, incertos muitos resultados, mas sintam que estão no melhor caminho, lapidando os melhores médicos e cidadãos que trarão orgulho e dignidade para a Medicina e demais ofícios na sociedade, para seus berços escolares, suas famílias e toda a sociedade.

Em mais de 50 anos de Medicina tenho o privilégio de conviver com tantos semeadores na Medicina e na vida em geral!

2022.11.04 – Semeadores – Edson Olimpio

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NOVEMBRO AZUL!

Mês da Prevenção do Câncer de Próstata.

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Dia das BRUXAS e dos BRUXOS!

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Dia do Médico REUMATOLOGISTA!

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Memória: Viva ou Morta? – 25 Novembro 2022.

Memória: Viva ou Morta?

Qual é o tempo de uma vida? Cumprimos um ciclo terrestre de uma vida material que alberga em seu âmago, em sua essência, uma vida imortal. A maioria dos humanos crê assim, com suas ramificações e níveis de entendimentos. E a importância do nome, do seu e do meu nome? Recebemos um nome extravasado do amor de nossos pais, muitos em retribuição afetiva aos ancestrais e com a finalidade de diferenciarmo-nos entre os membros daquilo que hoje se chama “galera” ou, ainda, “povo”. De um modo geral esse nome nos acompanhará por todos os espinhos da caminhada ou no frescor da brisa durante nossa existência. E por esse nome seremos lembrados ou solenemente esquecidos.

No âmbito da família, perpetuava-se àquela pessoa pelo seu nome e suas conquistas, suas coroas de louros e, muitas vezes, sonegando-se o lado menos luminoso – se me entende! Essa memória exclusivamente familiar é autolimitada. Cada vez mais! Os corpos eram sepultados em covas familiares, mausoléus ou na cova democrática do todo. Veja que a sepultura, o túmulo foi (ainda é?) a perpetuação, mesmo que limitada a algumas gerações, das lembranças de um José ou de uma Maria. Os faraós, por exemplo, assim se eternizariam. Hoje – cremação. Cinzas!

Crônicas & Agudas!

Cuide de teu nome como deves cuidar da tua saúde e da tua vida. Use essa analogia ou alegoria, que seja, e viva com um nome respeitável – saudável ao ser tocado e exalado. Cuidar tanto do corpo, como do nome? Qual será o equilíbrio necessário? A única certeza que cada pessoa tem após abrir os olhos e chorar aos primeiros lampejos do nascimento é de que em algum dia, de alguma hora, de algum tempo incerto e não sabido, esse veículo corporal voltará às cinzas e ao pó primordial. O resto, tudo aquilo que sobrar, será somente memória. Boas ou más! Memórias!

| Não deixe o samba morrer | Não deixe o samba acabar | … | Quando eu não puder pisar mais na avenida | Quando minhas pernas não puderem aguentar | Levar meu corpo junto com meu samba | O meu anel de bamba | Entrego a quem mereça usar |…| Antes de me despedir | Deixo ao sambista mais novo | O meu pedido final | … – Não deixe o samba morrer! Compositores: Edson Conceição e Aloísio S. Araújo – na voz de Alcione.

Crônicas & Agudas!

Não deixar o nome morrer na poeira do esquecimento. Não deixar o nome acabar nas gerações que me seguem pelas raias sanguíneas ou pelo amor imortal. Quando eu não puder mais ser carregado pelas minhas pernas e vivendo pelas minhas forças, mas ainda carrego o meu nome. E quero entregar a quem o mereça e faça uma legenda, que me orgulhe nas hostes da família e da humanidade. A lei natural da vida terrestre é que os mais velhos embarquem na nau para a vida etérea, em outros planos, antes dos mais jovens.

Somos a única criatura que planeja e anseia jamais ser esquecida. Esquecimento é a falência do amor. Um coração que ama não se limita, não se permite adentrar ao quarto escuro do esquecimento – da memória morta. Nascemos para amar e sermos amados. Nessa ordem! E quanto aos familiares e demais pessoas? Difícil conciliação? Não creio. Primeiro pelos mais próximos, o núcleo férreo da família, daí será a sequência em expansão. Cristo foi amado, primeiro por Maria e José, depois pela família e logo o seu Amor alcançou toda a humanidade e dela para Ele.

Tempos sombrios! Tempos de dúvidas e muitas certezas. Tempos de conflitos. Tempos de escolhas – o bem e o mal. A honra ou a criminosa indecência. Que memória ficará para os descendentes? Olhando além do próprio umbigo, o que deixarei para minha família, minha cidade, meu Estado e minha Pátria?

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2022.10.25 – Memória: Viva ou Morta? – Edson Olimpio

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Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

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