A pessoa atmica! por Edson Olimpio Oliveira. Crnicas & Agudas. Jornal Opinio de Viamo. 09 Novembro 2021

Logo estaremos livres do jugo das restrições que nos compelem a uma vida com maior segurança na saúde.

Ansiamos por harmonia, equilíbrio e vida plena com respeito a si e aos outros.

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Abraço e bom feriadão!

A pessoa Atômica!

Sufocamos na complexidade das siglas e das intermináveis classificações de sexo, gênero, cor, ideologia, sabor, odor e tudo aquilo que você (e eu) não sonha em colocar nome. Há religiões que fizeram assim, como os governantes que mesmo transitórios exigiram eternização. Uns tentaram (3º Reich, marxismo), outros persistem solapando as instituições fundamentais, como a família, para concretizarem seus ideais transformando fracassos em utopias.

O “politicamente correto”, como outras concepções, surfa na maré do descompromisso com as leis do universo – ou de Deus, entenda-se. Se você não é amplamente favorável e disseminador, você é visto, fichado, denominado negacionista (também), taxado de contrário e algoz dos “direitos humanos” (de muitos tortos e pouco humanos – “pedofilia é arte”?). Para essa casta “superior” não basta você respeitar, mas que seja igual a eles. Professar. Até repartindo a picada.

Cr & Ag

Não há dois iguais. Nem nos gêmeos idênticos. Lembre-se que somos corpo, mente e espírito. A similaridade de corpos, jamais compactua com identidade de mente e espírito. Vivemos na época de ouro da dispersão, dos valores transitórios e impostos, do descompromisso consigo e com os familiares, além do todo.

Em mais de 2 mil anos depois de Cristo, nossos símbolos ainda se ancoram nos mitos helênicos (gregos), no direito romano e nas instituições religiosas. Todo esse aparato de tecnologia que nos envolve na terra, nas profundezas do oceano, das mais altas montanhas à Lua e novos mundos, não mudou (para muitos piorou) o mesmo homem egoísta e predador. Das batalhas de Xerxes contra Leônidas nas Termópilas, da crucificação de Cristo, do Coliseu romano, das guerras tribais da África, enfim, do homem predando o homem. Lobo devorando lobo.

Cr & Ag

O homem tem a pretensão assumida de ser mais importante e hábil que a natureza. Despreza as leis que a regem e cria seus artifícios e justificativas. No último século destruiu-se mais do que em 500 mil anos de planeta. E vai piorar. A mulher rejeita sua essência feminina, como o homem atropela sua diretriz masculina.

A “competição desenfreada” é destrutiva, como abandonar o seu papel primordial e apossar-se do que não é seu. Antes, deve-se corrigir as deficiências e estimular as qualidades e virtudes. Assim se visualiza nas mitologias, filosofias e concepções iluminadas. Parceiros, companheiros e jamais adversários.

Na vida espiritual ou da energia de luz e amor, no plano divino, não creio que o espírito iluminado e em evolução se preocupará com a sua sexualidade terrena.

Cr & Ag

Confunde-se a vida real com o teatro – comum no cinema e novelas. Esse corpo é a armadura temporária e útil na jornada, mas não revela nosso sagrado. Coragem vem de “core”, que significa ‘coração’. Herói vem de “eros” ou ‘amor’. Há que se completarem num amálgama.

Você está se perguntando: “E a tal de pessoa atômica?” Pois aqui vamos nós, você e eu. Somos carne e osso – eu estou com mais carne que deveria. Nossos tecidos são formados de moléculas e essas de átomos – como qualquer matéria. No átomo, elétrons, prótons, nêutrons e muitas outras partículas conhecidas ou ainda não. Eletricidade negativa e positiva. Movimento constante é sinal de vida. Energia, muita energia. Há compatibilidade de diferenças para termos vida em harmonia, sadia.

O desarranjo atômico causa desestruturação e destruição – caos! E assim com o átomo e as moléculas, aceitam-se e preservam-se. Observe e sinta que essa é uma lei universal da natureza, do universo e da Vida! Serve a analogia ou a alegoria para a nossa jornada? Para a convivência com nossos companheiros de caminhada? Para nossa evolução, muito além da sofisticada tecnologia que olha os planetas e descuida do coração e da alma, além do corpo físico? Eu acredito que sim!

2021.11.09 – A pessoa Atômica – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor

CREMERS 07720

. * .

Médico Cirurgião Jubilado

Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS

Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS

Associação Médica do RGS – AMRIGS

Associação Médica Brasileira – AMB

Viamão – RS

1971 a 2021 – 50 Anos de Medicina

http://www.edsonolimpio.com.br

Autor dos livros:

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O Hábito e o Monge!

O Hábito e o Monge!

Em relação ao termo “hábito”, a primeira consideração é pela indumentária, pelas roupas ou adereços que identificam uma ordem religiosa ou militar. Por outro lado, também se relaciona com os costumes, as regras ou os estilos de vida ou de vivência de pessoas ou grupos. O ditado popular do “hábito faz o monge” se contrapõe com “o hábito não faz o monge”.

Em vários idiomas, a expressão se apresenta e é usada. Veremos no “andar dessa carruagem” que “como a mulher de César, não basta ser, tem que parecer”. A anomalia chamada de “politicamente correto”, viral e pandêmica, associa-se a um complexo de distorções da pessoa ao comportamento coletivo ou tribal.

Há inclusive uma demonização “religiosa” da pessoa mais capaz, habilitada nas planícies da vida honesta, privilegiando as curvas e cavernas sombrias da desonestidade e da indisciplina.

Crônicas & Agudas

“O vagabundo ou criminoso é uma vítima da sociedade” – apregoam. “Não tive as mesmas oportunidades” – e não aproveitou as que teve com merecimento. É ruim ser o melhor aluno da classe, pois implica em sofrimento psicológico ao relapso e indisciplinado. Cumprir as obrigações éticas revela ser um “idiota ou pouco esperto” – parece incrível? É “pecado” desejar/ter um carro melhor, vestir-se conforme seu trabalho premia, comer aquilo que seu sangrado dinheiro pode comprar, porque alguém naquela hora está faminto…

Você tem os filhos que pode sustentar com zelo e dignidade, mas “outro pecado grave” é não sustentar os filhos da luxúria, nem que precise tirar o alimento da sua família ou a saúde dos seus.

Crônicas & Agudas

Eis que o modelo, o protótipo a ser seguido e espelhado é o oposto da realidade “normal”. Ou melhor, é a realidade virtual ou por trás do espelho. Veio a moda “vintage” de usar as roupas dos antepassados. Recordo de um outro ditado de época: “A roupas do falecido(a) estão grandes demais para criatura” – em alusão ao ocupar a cadeira ou o posto de novo cônjuge. Isso evoluiu pela destruição da bons hábitos e costumes – a higiene zero do “grunge”. Sujo, fedorento e maltrapilho – até a droga foi glamourizada na TV.

Feio é trabalhar e usar roupas melhores. Incorreto é andar perfumado e de banho tomado. Pecado grave, novamente, e ofensivo aos cidadãos “desprovidos de educação e higiene” elementar.

Crônicas & Agudos

Médicas, por exemplo, com as roupas rasgadas, destruídas, de tal situação que seria outro pecado doá-las para os carentes nas campanhas que visam valorizar políticos e grupos de mídia. Ainda não conseguiram “esfarrapar” os militares. Mas os religiosos abandonaram o hábito de vestir e os hábitos de uma vida eclesiástica respeitável. Aviso, sempre, que jamais generalizo, apesar de leitores se empanturrarem, empanzinarem-se com os exemplos degradantes.

Nas últimas décadas aboliram o termo “favela” e o substituíram por “comunidade”. Curioso que as músicas, legados de poesia e de amor, insistiram em conservar o original “favela”. Eis que agora a propaganda na Globo anuncia o “Dia da Favela”. Mas ai de quem se atrever a falar àquela palavra, será expurgado do Insta ou do Face e responderá processos no STF, talvez. “Injúria ou ofensa social grave” e “negacionista”, etc.

Aprendi a espelhar, copiar e seguir os bons caminhos das pessoas honestas, trabalhadoras, cumpridoras de suas obrigações morais e legais e evoluir pelo merecimento à nação e perante Deus. Hábitos! Bons e louváveis hábitos ainda importam?

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2021.11.02 – O Hábito e o Monge – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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