Ataque das Bixas! -3-

“Ataque das Bixas!” -3-

Nessa balada segura de casos médicos, crenças ancestrais e orientações, continuamos aglutinando razões pela boa saúde. Medicamentos em uso por enormes batalhões de pessoas são os “prazóis” ou IBPs (inibidores da bomba de próton), como omeprazol, pantoprazol, etc. Usados para diminuir a acidez do estômago, entretanto ao diminuir ou quase zerar a “barreira ácida protetora” do estômago, uma defesa natural contra vermes, parasitas, fungos e vírus, principalmente no uso prolongado, facilitam a entrada e propagação de agentes e patógenos. Afora dificultar a síntese e absorção de vitaminas e minerais necessários ao melhor funcionamento do corpo.

Alguns exemplos comuns: Vermes – Giárdia, Strongyloides, Ascaris; Parasitas – Cryptosporidium e Cyclopora; Fungos – Candida; Vírus – Rotavírus e Norovírus. A diminuição da acidez gástrica dificulta, por exemplo, a absorção e síntese de importantes substâncias: vitamina B12, ferro, magnésio, vitamina C, etc. Você, além do seu médico, devem estar atentos para essas situações. Não há benefício sem custo. Um medicamento raramente será útil para somente um caso específico. A jornada da ciência caminha pela “medicina baseada em evidências”, sendo sempre assombrada e perseguida pela ideologia, ganância, inveja – ajuste-se aos “7 Pecados Capitais” (8 com a ideologia sem liberdade), consolidados por São Gregório Magno, século VI.

Cr & Ag!

A pandemia familiarizou-se com a “ivermectina” – “o remédio do Bolsonaro”. Medicamento de uso em todo o planeta e salvador de vidas. A Ivermectina foi descoberta em 1975 por cientistas japoneses liderados pelo Dr. Satoshi Omura, do Instituto Kitasato no Japão, em colaboração com a empresa Merck & Co. Isolada de um fungo – Streptomyces avermitilis. É altamente eficaz contra diversos parasitas em animais e humanos. Em 1981 foi aprovado seu uso humano. Em 1987, aprovada pelo F.D.A (USA). Em 1996, a F.D.A. aprovou seu uso para a oncocercose (cegueira dos rios) e em 2013 para a rosácea. Em 2015, Dr. Satoshi Omura recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina por sua descoberta da Ivermectina, junto com Dr. William C. Campbell, que a estudou e desenvolveu para uso humano.

Cr & Ag!

Alguns exemplos de agentes nocivos que a ivermectina trata: 1. Nematelmintos ou vermes redondos: áscaris, ancylostoma, necator, trichiura, oxiúros, strongyloides, filárias (da elefantíase). 2. Platelmintos ou vermes chatos: tênias, esquistossomos. 3. Ectoparasitas: escabiose (sarna) pediculose (piolhos), ácaros da pele (rosácea, etc). 4.Outros: oncocercose (cegueira dos rios), loa-loa (olhos), filariose. Obs. do cronista: o nome científico completo não é apresentado pela necessidade de adequação ao espaço no jornal.

Não há um único vermífugo ou agente terapêutico que combata ou elimine todas as pragas nocivas. Aqui entra o seu médico para melhor orientação e o tratamento que ele julgar apropriado.

Cr & Ag!

Pela minha observação, atualmente temos “exames de fezes” apresentando “vermes” em número maior que nas solicitações anteriores à pandemia. Um colega, veterano de muitos combates, já que não temos estudos sobre isso, fez a analogia com a situação política e judiciária de Pasárgada. “É muito estrume e muitos vermes!” – alerta com os dentes semicerrados. Assim como pacientes bem humorados e cientes da situação: “É tudo culpa do Bolsonaro, doutor. Até já deu na Globo e em outros! hahahaha”

“Vermes & Parasitas” – a esperança que tudo que entra, um dia terá que sair.

*** * ***

2024.04.16 – Ataque das Bixas 3! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

www.edsonolimpio.org

Dia Nacional do Espiritismo!

18 Abril Dia Nacional do
**ESPIRITISMO**

Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!

*** * ***
O Dia Nacional do Espiritismo é comemorado no dia **18 de abril**, data que marca o lançamento de "O Livro dos Espíritos", em 1857, por Allan Kardec, codificador da doutrina. Essa data foi oficializada como Dia Nacional do Espiritismo pela Lei nº 14.354, sancionada em 31 de maio de 2022.

Embora a data oficial seja 18 de abril, algumas cidades e estados brasileiros também possuem suas próprias datas para celebrar o Espiritismo, geralmente com feriados locais ou eventos específicos.

Confira algumas curiosidades sobre as datas comemorativas do Espiritismo:

* **1º de janeiro de 1846:** Nascimento de Léon Denis, filósofo espírita e autor de importantes obras da doutrina.
* **1º de janeiro de 1858:** Publicação do primeiro número da Revista Espírita, fundada por Allan Kardec.
* **1º de janeiro de 1875:** Publicação da Primeira Folha Espírita do Rio de Janeiro.
* **31 de março de 1869:** Desencarne de Allan Kardec em Paris.
* **31 de março de 1870:** Inauguração do monumento funerário de Allan Kardec no cemitério Père-Lachaise, em Paris.
* **30 de setembro de 1897:** Fundação da Livraria da Federação Espírita Brasileira.

Apoio:
Crônicas & Agudas by Eds Olimpio

Obter o Outlook para Android

O Ataque das Bixas! -2-

O Ataque das Bixas! -2-

Você está bem apoiado? O que vou contar agora já “afrouxou as pernas de índio taura”. Os velórios atuais são muito mais “sofisticados” que “até dá gosto de morrer assim” me dizia um amigo numa “cerimônia de pompas fúnebres”. Sem som de violino e luzes assemelhadas às estrelas do firmamento, sem coro de vozes afinadas, o pessoal morria e era velado em casa, até sobre uma mesa. Os “graúdos” tinham igreja com missa e discursos ou palavrório. Algo era rotina no rico e no pobre: “algodão nas ventas e bucha de pano na goela”, sempre com um lenço branco sobre o rosto. Em certos casos, o pessoal da funerária, algum familiar ou amigo mais próximo das lides religiosas, reforçava a proteção nas narinas e garganta, enquanto debulhava umas rezas.

Certo velório no “fundo das tigueras” (grotas, lá onde o diabo perdeu as meias), poucos se revezavam na atenção ao defunto. A noite escura como breu, fria como alma de ministro do supremo, um vento Minuano cortando mais que língua de sogra avançava sem dó. O velório iniciou na manhã e o “enterro” seria bem após 24 horas (“vá que fazer um velório curto e se enterrasse alguém ainda vivo?”). O pessoal já tinha comido uma galinhada com arroz, bata-doce e aipim, ovos fritos e muitos e muitos tragos de caninha pura como … Sei lá, diga você!

Falei das buchas de algodão e panos. Justificavam pelos gases que saiam do corpo. Meia verdade! Os sentinelas em volta do ataúde, acomodados nos pelegos, com o pala ou um cobertor por “riba” (sobre), súbito o Taurino arregalou os olhos e gaguejou: “Ele tá vivo”! Os “meio-dormindo ficaram meio-acordados”. O lenço parecia se mexer. E não é que aumentado as chamas dos candeeiros, o lenço realmente se mexia. Estaria o defunto respirando? Na hora da morte tinha esquecido do último suspiro e agora estava dando a derradeira respirada? Estaria fungando no lenço?

Cr & Ag!

E foi um griteiro, pois a filha mais dedicada não arredou pé um instante do amado “paizinho”. Um alvoroço geral! O velho Miguel, valente como namorado em janela de namorada à madrugada em casa de sogro azedo, chegado num terço e nos Ternos de Reis, assim-assim com o Padre Eudózio e sempre nas missas e festas da Igreja, achegou-se ao caixão e destapou a face do amigo morto. Retirou o lenço lentamente. Foi aí que aconteceu outro “griteiro” que parecia carga de cavalaria. Era mulher desmaiando. Outros gritando: “Tá me dando um troço!”. Gente correndo e trombando uns com os outros. Tinha valente enchendo as bombachas. E covarde pegando o rumo do mato. A cachorrada latia e uivava. Destrinchando o sucedido – será que você vai aguentar o que vou contar e isso foi verdade verdadeira? Conta-se que sim!

Até o velho Miguel, peleador como poucos, domador de bagual xucro, tropeiro da Mostarda até os campos dos velho Serapião, afrouxou as pernas e se escorou no caixão, que quase derrubou com seu tamanho. “Conta logo, doutor, por que o lenço se mexia? O que aconteceu?” Pois é, “há coisas entre o céu e a terra que a nossa vã filosofia não alcança”, as lombrigas estavam tentando escapar do interior do falecido. O homem “obituou”, mas as lombrigas não. Se alvorotaram e buscaram uma saída. Desesperadas como o pessoal do velório.

Cr & Ag!

As criaturas até se preocupam com os parasitas que enxergam, como aqueles eleitos. Há dezenas, centenas que são invisíveis ao olho nu? Há pacientes que o diagnóstico de certeza vem pelo patologista após o óbito – infestações de vermes. Oclusões intestinais. “Nós nas tripas”. Perfurações. Anemias refratárias. Inapetência e emagrecimento. Convulsões. Diarreias. O corolário é extenso, bem mais comprido que baba de bebum. Aumentaram os “positivos” de vários vermes no “exame de fezes” após a pandemia. Talvez a queda de imunidade. Vários pacientes dizem com bom humor: “Deve ser culpa do Bolsonaro, doutor!” Aguentou a bronca real até aqui? Recebi mensagens que sacramentam e nos acompanham nessa jornada “verminótica” e parasitária.

*** * ***

2024.04.09 – O Ataque das Bixas 2! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

www.edsonolimpio.org

Dia do MÉDICO INFECTOLOGISTA.

11 Abril Dia do
**MÉDICO INFECTOLOGISTA**

Infectologia.

Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!

*Parabéns!*

Crônicas & Agudas by Eds Olimpio lembra de Você!

Obter o Outlook para Android

Um cão 🐕 e sua família!

Beira mar 🌊. Um dia nublado. Um tempo indeciso tropeando nuvens de chuva ☔️ num oceano adornado pela névoa e um sol 🌞, talvez cauteloso, que amanheceu em bocejos de luz dourada.

Um cão 🐕 e sua família.

Uma família e seu cão 🐕.

Um anjo de patas e pelo.

Ele já busca um banho de mar para refrescar o corpo aquecido pelo afeto aos seus familiares.

Sexta-feira de um abril que ainda traz humores da Páscoa! Saúde e Justiça ⚖️ Divina!

#amigofiel #caes #cães #anjosdequatropatas #anjosdepelo #cronicaseagudas #cronicasepontiagudas #trinity https://www.instagram.com/p/C5YZ1q7LDOA/?igsh=cDBpbXpycDRoaXh0

Obter o Outlook para Android

O Ataque das Bixas! -1-

“O Ataque das Bixas!” -1-

Sabe-se que na “flora ou bioma intestinal” habitam mais bactérias, vírus e fungos que a soma de todas as células do corpo humano. A importância que se revela a cada novos estudos, demonstra a necessidade vital dessa associação para a saúde humana. Daí ser considerado o bioma intestinal o maior “órgão” do corpo humano. Se a idade nos traz reumatismos e outras adversidades, traz também um legado de vivências e experiências formidáveis. E vamos lá contar algumas!

No presente, sou o decano da Medicina viamonense e durante meu ofício no Capão da Porteira convivi com algumas situações que nos dias atuais seriam bizarras. “Te segure firme no celular!” – caro leitor. Sala de espera sempre lotada e pessoas aguardando no entorno. Eis que chega um cliente/paciente com um penico na mão – ou urinol. Tapado por um pano. Sempre um cortejo familiar abrindo caminho. As secretárias “passavam na frente” com a anuência dos demais – “são casos graves”. No santuário do consultório, o penico era descoberto (destapado!) e ali se encontravam vermes – lombrigas ou longas fitas de solitária (tênia). O enfermo tinha, após sofrimento, expelido aquilo tudo e certamente o “grosso da tropa” ainda estava “lá dentro” (nos intestinos). Certa feita, um “gozador” sugeriu usar as lombrigas como “minhoca no anzol para pegar umas traíras”. Virou ofensa e deu agarra-agarra, quase pauleira.

Isso não era raro, como eventualmente o verme entalava na saída (ou entrada?) e tinha que ser retirado a “reboque com os dedos”. O uso de vermífugos era natural como aqueles aplicados nos animais e a farmácia tinha que estar sempre bem abastecida.

Cr & Ag!

Os distúrbios do comportamento, as alterações do humor e um sequência de queixas psicológicas ou mentais eram atribuídas aos vermes. “Na lua cheia o bicharedo se alvorota, eles vão tudo pra dentro das tripas para cruzar (sexo)” – crença. “Vou tomar o remédio das bixas na lua minguante, que aí mata mais” – outra crença sedimentada. “Doutor do Céu, me dá um remédio que desmanche a vermalhada ou pelo menos que saiam tudo morto. Chego a botar um pano nos olhos pra não ver o que vai sair!” – ouvia com frequência.

Para um simples entendimento, usamos os termos genéricos de ‘bixas e vermes’ para uma infinidade de parasitoses, principalmente aqui para os intestinais. Observe que esses parasitas não habitam somente o intestino humano ou de animais. Seu ciclo de vida peregrina por vários órgãos do corpo. Exemplos, da lombriga que passa pelo pulmão e esôfago; da solitária que se encista até no cérebro. E isso está longe de ser “coisa de pobre”, a “vida pet” que se aboletou nos lares humanos não cria fronteiras reais e de convivência higiênica entre humanos e animais.

Cr & Ag!

O Complexo Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre foi o melhor hospital-escola de Medicina do Rio Grande do Sul e duvido que não esteja entre os três melhores do Brasil. Ali o doutorando assimilava ensinamentos que perpassavam outras formações e assim carregava uma bagagem formidável para toda a sua vida pessoal e profissional. Eu como cirurgião tenho gratidão à Santa Casa e aos Mestres. O exame de fezes (EPF – Exame Parasitológico de Fezes) era obrigatório na rotina. A ausência de vermes no exame, não garante a ausência no corpo. O médico arguto e atencioso ao paciente e na anamnese e exame físico sabe o que buscar. Vermífugos antes de cirurgias de abdômen-intestinos era regra de ouro, pois além da queda da imunidade pela enfermidade e cirurgia há vermes que migram (tropismo positivo) para áreas de sutura intestinal. O sangue atrai. Aumenta o risco de graves complicações.

Você está sendo tocado por essa crônica? Desconhecia muito do aqui exposto? Conte-me e aguarde que virá mais!

*** * ***

2024.04.02 – O Ataque das Bixas 1! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

www.edsonolimpio.org

Farmácia de Deus – Óleo Essencial de Lavanda

A Farmácia de Deus!

Conheça um pouco dos benefícios que a natureza nos oferece.

Consulte seu Médico antes de usar.

***

ÓLEO ESSENCIAL DE LAVANDA

O óleo essencial de lavanda é extraído da planta medicinal Lavandula angustifolia. Ele possui propriedades calmantes, anti-inflamatórias e cicatrizantes, sendo indicado para auxiliar no tratamento da ansiedade, insônia ou psoríase¹. Esse óleo essencial, também conhecido como alfazema, pode ser usado para aromaterapia, aplicação sobre a pele ou para massagens.

Os principais benefícios do óleo essencial de lavanda são:

Reduzir a ansiedade:

O óleo essencial de lavanda é rico em monoterpenos, como o linalol e o acetato de linalil, com propriedades sedativas e calmantes que podem ajudar a reduzir a ansiedade.

Reduzir o estresse:

Devido às suas propriedades calmantes, sedativas e relaxantes, o óleo essencial de lavanda pode ser usado para ajudar a reduzir o estresse.

Combater a depressão:

O óleo essencial de lavanda também pode ajudar no tratamento da depressão, devido às suas propriedades ansiolíticas e antidepressivas.

Melhorar a qualidade do sono:

O óleo essencial de lavanda ajuda a reduzir a agitação, melhorar o relaxamento do corpo, além de acalmar, o que ajuda a combater a insônia e a melhorar a qualidade e a duração do sono.

Estimular a cicatrização de aftas:

O óleo essencial de lavanda possui propriedades cicatrizantes, anti-inflamatórias e analgésicas que ajudam a reduzir a dor, a inflamação, irritação e o tamanho das aftas¹.

Reduzir a dor da enxaqueca: O óleo essencial de lavanda pode ajudar a reduzir a dor de cabeça e a severidade da enxaqueca.

Por favor, lembre-se de que o óleo essencial de lavanda não deve ser ingerido devido ao risco de efeitos colaterais¹. Ele pode ser encontrado em lojas de produtos naturais, mas também pode ser feito em casa¹.

. Apoio:

. Crônicas & Agudas by Eds Olimpio – 20/03/2024

A Moral e o Lixo! por Edson Olimpio Oliveira. 2024.03.26

A Moral e o Lixo!

Observe que um cão num espaço aberto evita de comer, alimentar-se onde ele defeca. Animais confinados num espaço exíguo, ainda dividido com seres humanos, terão um comportamento diferente. Observe os gatos! Os bichanos evacuam e cobrem as suas fezes de imediato, sepultando o lixo que o corpo elimina. Em condições naturais, o comportamento dos animais mamíferos segue esse caminho. “Há exceções?” – alguém pergunta. Continuando essa balada de observação e conscientização, veja o ser humano. Inclua o dito “humano”. Quando o animal humano, digamos assim, reage se afastando de seus dejetos e não comendo, alimentando-se na sua presença contígua? O cronista insiste contigo: concorda ou discorda que o ser humano é um mamífero “diferente”?

Vamos, você e eu, observar alguns números? Mais de 100 milhões de brasileiros não tem acesso à coleta de esgotos, isto é, mais de 40% da população. Na região Norte é mais de 70%. Mais de 35 milhões não tem acesso à água tratada, pelo menos 15% dos brasileiros e mais de 30% na região Norte. Pelo menos 20 milhões vivem em favelas e áreas de infraestrutura precária – mais de 8% dos brasileiros. “E quanto à coleta do lixo?” Até 10% dos brasileiros sofrem com isso. Talvez os números sejam desinflados, esvaziados, pelo governo, pois não gera votos?

Cr & Ag!

Os efeitos são visíveis e escancarados até para os obsidiados que votam e elegem o pior. “E as causas?” – você me pergunta já sabendo e concluindo várias situações. A necessidade de saber “as causas” se reflete nas melhores soluções. A primeira indicação passa pelo “poder público” ativo e feroz em antagonismo com “os responsáveis pelo poder público”. Falta investimentos? Sim. Falta priorizar antecipando-se às desgraças, como as doenças ou enfermidades advindas dessas situações? Falta investir na educação do povo? Certamente. A educação é regra básica para essa melhora coletiva? Sim. Exceto no Brasil vampirizado pela ideologia e corrupção. Somos um dos países que mais investe em educação no planeta. Em 2020, o Brasil investiu 4,1% do PIB, 39ª posição entre os 41 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – entidade internacional com foco em questões sociais e econômicas, a turma do andar de cima) (média de 5%).

Em 2022, o Brasil ficou na 52ª posição em leitura; na 65ª posição em matemática e na 62ª posição em ciências no ranking do PISA. Observe e reflita – o investimento em educação não é o único fator que determina a qualidade do ensino. Outros fatores primordiais no Brasil do massacre ideológico: a qualidade dos professores, a infraestrutura das escolas e a gestão educacional – enfermidades que tendem a piorar pelo trote atual.

Cr & Ag!

Voltando ao “lixo que não vai para o lixo”. Seria a exteriorização da Moral e da Ética dos melhores costumes o principal e basilar fator? Pense na concepção ampla de “lixo” e realize as analogias que se permitir. Observe cidades com flores, ajardinamentos, casas bem cuidadas, pichações ausentes, respeito pelo outro e pelo público, achatamento real da corrupção e do vandalismo nos bens comuns e necessários. Evitar eleger ou reeleger corruptos contumazes e declarados, amorcegar-se na balela “rouba, mas faz”, etc – é essencial?

Quem não cuida daquilo que é seu, cuidará daquilo que é dos outros? O “lixo” que está no interior da pessoa e que empesta todos os ambientes, que se arrasta formará um ambiente sadio e de evolução positiva? Faça e persista nessa analogia do “lixo” com os mais variados ambientes e sinais da vida pessoal e coletiva. Como você se sentiria num ambiente médico pichado, lixeiras transbordando, sujeira pelos pisos e paredes, médico sujo e afim de rapinar seu bolso, com funcionários e outros aspectos nessa mesma tocada? Pois é! Quanto mais conhecimento e poder, maior será o monstro? Perguntas. Eu e você temos que responder. Jamais generalizo!

*** * ***

2024.03.26 – A Moral e o Lixo! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas!

Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

www.edsonolimpio.org

Onde senta o Perigo! 2024.03.19

Onde senta o Perigo!

Em crônicas anteriores – “Série Onde mora o Perigo!”, abordei situações em que a balada insegura ronda a criatura, na espreita do melhor momento de atacar. Agora caminhe comigo nessa jornada em que o endeusamento da criatura na cadeira ocupada lhe abre as defesas da punhalada no corpo, na honra, talvez na alma das suas vítimas. Em qualquer atividade humana, a criatura, ela própria, sente-se superior aos reles mortais que “tafoneiam” (N.C.: em círculos como o boi ou o jumento na atafona de farinha). Colocam-se nessa aura e nós, simples humanos, estimulamos e apoiamos. Pior – aplaudimos e até elegemos essas biscas ou “nabas”!

Entramos no Olimpo dos “deuses da verdade”. Na Valhala do destino que devemos acatar. Um exemplo supremo? Uma criatura num supremo exemplo de opiniões e decisões acima de qualquer império da razão ou da lei? A suprema inteligência não artificial está com esses magos negros, príncipes das trevas que bailam ao sabor de seus momentos e “interésses” (lembrando o tio Brizola).

Vamos cutucar o meu ofício? Há médicos que acreditam que a melhor Medicina nasceu quando eles ingressaram na faculdade. A história milenar da medicina ocidental é uma sombra que jamais estudaram e nunca estudarão. Suas soberbas, opiniões e conceitos são inexpugnáveis, como a defesa do médico romano Galeno com a Igreja de anteparo em mais de 1000 anos, por exemplo. Vivemos uma era que não concordar, ter uma opinião e conduta diferente da sumidade aboletada numa entidade médica, num órgão (infeccionado) público é crime contra a humanidade ou à democracia. Pode? A balança da ideologia sempre segrega, afasta e condena “pois várias vezes saiu na mídia”. Há os cultuadores da “medicina baseada nas minhas evidências e dos meus afetos”. Vivemos um período de ditadura pior que os chamados “anos militares de ditadura” ou de Vargas.

Banhados no “ouro dos tolos” aceitamos teses dessas criaturas sentadas em tronos e jamais poderemos pensar diferente? Estamos sobrevivendo a uma nova inquisição? A todo instante há jogados na fogueira da culpa sem provas e das provas sem crimes. Ou se é favorável sexual e espiritualmente, ou se é um inimigo que insiste que a terra é redonda. Será que é mesmo redonda?

Contava um idoso mestre da Medicina a nós guris plenos de sonhos: “Há tuberculosos que querem falar quase tocando lábios com lábios. Isso se explica, também, pela vontade consciente ou não de não ser o único a estar no brete da morte”. No império da Covid aconteceu algo assim? Todos os tratamentos são absolutamente seguros, mesmo experimentais, tribais, da cadeira dourada, da fúria econômica farmacêutica, da ideologia e disputa política? Como a humanidade sobreviveu à peste negra ou bubônica? Como sobrevivemos à gripe espanhola? Como sobrevivemos à lepra e ao estigma da enfermidade mental excluídos do resto da humanidade? Há médicos e Médicos? Há profissionais que têm valor técnico, mas carecem de valores humanos, morais, éticos e espirituais. Há personalidades que aceitam a ‘vampirização pré e pós-Drácula’.

A medicina indiana tem cerca de 6 mil anos. A medicina chinesa mais de 3 mil anos. Alguém desafia a China a provar pelos padrões da medicina ocidental a importância da acupuntura, do chifre de rinoceronte, dos fitoterápicos e de uma preciosa e milenar cultura? Por que não exigir dos chineses a ortodoxia dos testes acadêmicos, duplos-cegos (porque não veem?) e replicação interessada? Aí a resposta é diferente. A cadeira dourada, da pirita ou “ouro dos tolos” pode se transformar num assento de latrina, pois desafiar a China atualmente é uma pegada “pra lá de bruta e feia”.

Pois é, conviver com pessoas sadias(corpo-mente-espírito/moral e ética) permite a elaboração de entendimentos e condutas que em nada deveriam levar ao conflito e à guerra. Em nenhum casamento somos completamente concordantes. Ao contrário, o respeito e o amor humano permitem a jornada juntos, criando raízes, semeando belezas, prosperando, evoluindo e vivendo melhor. Sim ou não?

*** * ***

2024.03.19 – Onde senta o Perigo! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

www.edsonolimpio.org

Onde senta o Perigo! 2024.03.19

Onde senta o Perigo!

Em crônicas anteriores – “Série Onde mora o Perigo!”, abordei situações em que a balada insegura ronda a criatura, na espreita do melhor momento de atacar. Agora caminhe comigo nessa jornada em que o endeusamento da criatura na cadeira ocupada lhe abre as defesas da punhalada no corpo, na honra, talvez na alma das suas vítimas. Em qualquer atividade humana, a criatura, ela própria, sente-se superior aos reles mortais que “tafoneiam” (N.C.: em círculos como o boi ou o jumento na atafona de farinha). Colocam-se nessa aura e nós, simples humanos, estimulamos e apoiamos. Pior – aplaudimos e até elegemos essas biscas ou “nabas”!

Entramos no Olimpo dos “deuses da verdade”. Na Valhala do destino que devemos acatar. Um exemplo supremo? Uma criatura num supremo exemplo de opiniões e decisões acima de qualquer império da razão ou da lei? A suprema inteligência não artificial está com esses magos negros, príncipes das trevas que bailam ao sabor de seus momentos e “interésses” (lembrando o tio Brizola).

Vamos cutucar o meu ofício? Há médicos que acreditam que a melhor Medicina nasceu quando eles ingressaram na faculdade. A história milenar da medicina ocidental é uma sombra que jamais estudaram e nunca estudarão. Suas soberbas, opiniões e conceitos são inexpugnáveis, como a defesa do médico romano Galeno com a Igreja de anteparo em mais de 1000 anos, por exemplo. Vivemos uma era que não concordar, ter uma opinião e conduta diferente da sumidade aboletada numa entidade médica, num órgão (infeccionado) público é crime contra a humanidade ou à democracia. Pode? A balança da ideologia sempre segrega, afasta e condena “pois várias vezes saiu na mídia”. Há os cultuadores da “medicina baseada nas minhas evidências e dos meus afetos”. Vivemos um período de ditadura pior que os chamados “anos militares de ditadura” ou de Vargas.

Banhados no “ouro dos tolos” aceitamos teses dessas criaturas sentadas em tronos e jamais poderemos pensar diferente? Estamos sobrevivendo a uma nova inquisição? A todo instante há jogados na fogueira da culpa sem provas e das provas sem crimes. Ou se é favorável sexual e espiritualmente, ou se é um inimigo que insiste que a terra é redonda. Será que é mesmo redonda?

Contava um idoso mestre da Medicina a nós guris plenos de sonhos: “Há tuberculosos que querem falar quase tocando lábios com lábios. Isso se explica, também, pela vontade consciente ou não de não ser o único a estar no brete da morte”. No império da Covid aconteceu algo assim? Todos os tratamentos são absolutamente seguros, mesmo experimentais, tribais, da cadeira dourada, da fúria econômica farmacêutica, da ideologia e disputa política? Como a humanidade sobreviveu à peste negra ou bubônica? Como sobrevivemos à gripe espanhola? Como sobrevivemos à lepra e ao estigma da enfermidade mental excluídos do resto da humanidade? Há médicos e Médicos? Há profissionais que têm valor técnico, mas carecem de valores humanos, morais, éticos e espirituais. Há personalidades que aceitam a ‘vampirização pré e pós-Drácula’.

A medicina indiana tem cerca de 6 mil anos. A medicina chinesa mais de 3 mil anos. Alguém desafia a China a provar pelos padrões da medicina ocidental a importância da acupuntura, do chifre de rinoceronte, dos fitoterápicos e de uma preciosa e milenar cultura? Por que não exigir dos chineses a ortodoxia dos testes acadêmicos, duplos-cegos (porque não veem?) e replicação interessada? Aí a resposta é diferente. A cadeira dourada, da pirita ou “ouro dos tolos” pode se transformar num assento de latrina, pois desafiar a China atualmente é uma pegada “pra lá de bruta e feia”.

Pois é, conviver com pessoas sadias(corpo-mente-espírito/moral e ética) permite a elaboração de entendimentos e condutas que em nada deveriam levar ao conflito e à guerra. Em nenhum casamento somos completamente concordantes. Ao contrário, o respeito e o amor humano permitem a jornada juntos, criando raízes, semeando belezas, prosperando, evoluindo e vivendo melhor. Sim ou não?

*** * ***

2024.03.19 – Onde senta o Perigo! Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

www.edsonolimpio.org

Entradas Mais Antigas Anteriores Próxima Entradas mais recentes