Tigrão!

 

Presentede Aniversário para o amigo Alexandre Guerra.

Alexandre Tigrão Guerra

O Natal da Pandemia! Eds Olimpio. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 08 Dezembro 2020.

 


clip_image002

Natal da Pandemia!

 

O

 cronista observa a chuva fina e fria à vidraça na tarde de domingo. Tenta arregimentar seus pensamentos, arrebanhar suas ideias e traçar mentalmente a coluna Crônicas & Agudas. Sigo! O domingo se arrasta como meu Colorado. Saltam as imagens dos Golden Boys nas tardes de reuniões dançantes em alguma garagem e nas salas de alguma mãe ansiosa pela filha e os guris cheios de amor.

 

Vem a música Pensando nela. [Tarde fria chuva fina e ela a me esperar | Condução pra ir embora, mas sem encontrar | Um problema de aparente e fácil solução | Eu lhe ofereci ajuda e dei meu coração].

 

Ainda pela manhã, conversava com meu meio-irmão e falávamos que atualmente nos emocionamos mais, sentimos mais, choramos mais e nos apaixonamos sempre mais.

A roda de chimarrão ou de mate é uma ancestral terapia de grupo. O mate amargo de mão em mão, as lides da alma vindo a furo, os sentimentos de alegria ou de amargura são cevados com a erva.

 

Crônicas & Agudas

 

Matear com a pessoa amada também é uma experiência única e renovável. Um ritual que vem desde a escolha da erva-mate, da cuia, da bomba, dos adereços, da temperatura da água, do domar e tirar o amargor do primeiro mate. Servir a cuia para a amada e sentir o toque suave de seus dedos. O sorriso que se espraia e os olhos que se incendeiam. O coração é pealado em cada bombeada.

A crônica traz esse ritual, que não parece, mas no fundo é uma conversa com quem acompanha o cronista.

Há jornalismo e escritores de fachada, mas há aqueles que são de casa há mais de 25 anos e que você teve a confiança de entregar seu corpo e a saúde das suas pessoas amadas.

Esse cronista e médico é um abençoado. Nesses dias recebi o título de Médico Cirurgião Jubilado pela Sociedade de Cirurgia Geral do RS, já rumava aos cinquenta anos de contribuições associativas sem um único mês de ausência.

 

Crônicas & Agudas

 

[Toda vez que chove, eu me lembro dessa garota | Quase um sonho que me deu tanta emoção | E ao lembrar eu sinto novamente seu perfume | Envolvente que me aperta o coração].

Para a maioria do brasileiro, os pilas andam escassos, para outros tantos estão ausentes da guaiaca. A necessidade de dar um presente é uma estocada de lança no flanco da criatura.

Os avós contabilizam netos, filhos e agregados. Os pais seguem na mesma balada. E os namorados! “Põe no cartão”! – gritava alguém entrevistado. Como se ali na frente não tivesse que pagar.

Há quem se esgarce gastando com a premissa de que pode apitar na curva logo ali adiante pela peste chinesa. Principalmente se depressivo na Globo/RBS e abutres assemelhados.

 

Crônicas & Agudas

 

“Que presente vou dar”? Um ótimo presente é um livro da trilogia Crônicas & Agudas (a Cledi garante que sim e assina ao lado). Os tradicionais cartões e tiktok da WhatsApp? Tão diferente e pessoal quanto um caminhão lotado de chinês. Sem ofensa, mas olhando parece tudo irmão gêmeo. Um olhinho puxado igual ao outro.

Faz certo tempo que uso fazer o amigo recordar (“é viver novamente”) alguma música ou cena de filme que lhe marcou na paleta.

Sinta que o melhor presente é aquele que desperta emoções (“Emoções que eu senti” do RC) e não à razão cartesiana. Presenteava-se com discos (que saudade!) ou uma fita.

Se souber aquilo que toca a alma, que trepida o coração e revira os olhos é por aí o presente. E não seja ausente! Rimou.

Meu irmão, por exemplo, chora com cenas do Campo dos Sonhos com Kevin Costner e Pai Herói com Fábio Júnior. Nenhuma tarde será fria e chuvosa se a pessoa receber algo que lhe toca tão intensamente. “Ah! Eu não sei aquilo que lhe toca”! Sem bronca. Pergunte.

 

E agora vamos à penitência em mais um jogo do Colorado e das viúvas do técnico castelhano. Ops! Olha a música “Boneca cobiçada” – sofrido como um bolero deve ser. Lembra algo?

 

 

2020 – 12 – 08 Dezembro – Natal da Pandemia

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

 

 

 

Cirurgião Plástico – Dia Nacional.

 

12 - 07 Dezembro - Dia Nacional do Cirurgião Plástico

DIA DO MÉDICO CIRURGIÃO PLÁSTICO
….                     07 DEZEMBRO
…. Reconhecimento
…. Respeito
…. Gratidão
.
Abraço especial aos Amigos Cirurgiões Plásticos do grupo de Crônicas & Agudas.
In memoriam ao meu sobrinho Prof. Dr. Marcos Ricardo de Oliveira Jaeger.

O Sopro da Vida e o Hálito da Morte! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 01 Dezembro 2020.

 

clip_image002

 

O Sopro da Vida ou o Hálito da Morte?

 

Muitos médicos sentem um odor, um cheiro peculiar e definido pela sua experiência ou sua intuição como o cheiro de morte. Isso deve sempre impulsionar um combate mais aguerrido em preservação da vida. Há situações que um odor floral aviva o ambiente – no quarto, na enfermaria ou na sala de cirurgia. Uma manifestação da espiritualidade com luz e amor. Relata-se que nas aparições de Nossa Senhora ou em milagres, sente-se o perfume de rosas.

 

A sensibilidade é pessoal e relativa, mas desde tempos imemoriais pessoas possuem essas capacidades ou habilidades que os distinguem e nos aproximam de outros animais do planeta, inclusive treinados para isso. Nas mãos do tempo, o homem identificou a morte e contribuiu para disseminar as doenças e assim a sua dominação sobre outras pessoas e povos. Na história estão as batalhas em que cadáveres putrefatos e eivados de doenças eram arremessados em catapultas sobre as muralhas de cidades fortificadas. Ou a contaminação das fontes de água.

 

Crônicas & Agudas

 

Com a sua criação como plateia, Deus modelou o barro primordial à sua imagem, ensina-nos o livro sagrado. Eis que Deus soprou em suas narinas e o barro se fez homem. Tornou-se um ser vivo, ainda incompleto pela falta da mulher. Esse foi o primeiro sopro vital. Logo o homem conheceu limites para sua existência. Passaria dias com fome e sede, mas nunca passaria mais de alguns minutos sem respirar e renovar o sopro da vida.

 

O ar que respira é vida. Outro limite seria respirar no ambiente dos peixes e, num futuro distante, somente numa altura que alguns pássaros respiram. As teorias e afirmações que o ar dos pântanos ou das emanações de morte seria fatais nos acompanham há milênios. Nesse caminho, a humanidade desvendou as enfermidades transmitidas pelo ar emitido ou carregado de gotículas portadoras de doenças.

 

Crônicas & Agudas

 

O bebê se engasga ao sugar o seio da mãe numa caverna na aurora dos tempos. Se é uma mãe experiente ou cercada de veteranas, sopra-se o nariz do bebê. Ou chupam seu pequeno nariz e sopram em sua boca. O bebê se desengasga e a cor azul, o frio de sua pele, sinais de morte se avizinhando, logo desaparecem. Essa técnica que é o amor vertido em ação nos acompanha. O jovem é retirado das águas por um socorrista ou outra pessoa e se iniciam as manobras de expulsar a água dentro de si e de soprar em sua boca e narinas. Observe e projete outras situações!

 

A anestesia revolucionou a medicina e deu uma dimensão formidável à cirurgia, mas a evolução suprema aconteceu com manter a oxigenação, a respiração artificial da pessoa durante a abertura de seu abdômen, tórax, coração e cabeça – e todo suporte à vida. A metamorfose do sopro vital em todos os tempos.

 

Crônicas & Agudas

 

Há quem promulgue excesso de pessoas no planeta. A doença do planeta é o homem, dizem. Pensam “auxiliar” a natureza em fazer uma “faxina” de tempos em tempos, como se “ajudassem” o planeta. Os cataclismas naturais e as enfermidades ou pestes geradas pela mão do homem diretamente ou pela sua desídia são agentes mortais.

 

Jamais a humanidade e a medicina estiveram nesse contexto de aprisionamento global, indiscriminado e bélico. Não podemos respirar o mesmo ar das pessoas que amamos, nem o abraço e muito menos o beijo afetuoso. Em algum tempo, o medo, o pavor e o pânico do hálito da morte serão rompidos, como as paredes de uma fortaleza ou de uma grande represa. Também é de nossa natureza humana, tanto para o bem como para o mal.

 

Os sobreviventes contemplarão outros tempos – de sombras ou de luz. Não se submeta como manada repetindo os outros, ou boiada indo ao matadouro. Até a fé deve ser raciocinada! Médicos e cientistas não jogam sempre no mesmo time – nunca jogaram. Sua intuição e seu raciocínio devem lhe mostrar o seu caminho.

Espero que seja o melhor caminho pelo sopro da vida – rosas! Jamais pelo hálito da morte – putrefação ou enxofre!

 

 

 

2020 – 12 – 01 Dezembro – O Sopro da vida e o Hálito da morte

Eds Olimpio – Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

 

clip_image004

 

DIA DO DOADOR DE SANGUE!

Obter o Outlook para Android

Dia do Médico Homeopata! .

 

21 Novembro

DIA DO MÉDICO HOMEOPATA

Dia Nacional da Homeopatia

… Reconhecimento

… Respeito

… Gratidão

11 - 21 Novembro - Médico Homeopata - Dia Nacional do

Amanhã de manhã! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 17 Novembro 2020.

 

clip_image002


Amanhã de manhã!

 

O enclausuramento também trouxe a redescoberta do outro. Há quem reaprendeu a valorizar, garimpar qualidades, descobrir portos seguros para ancorar suas emoções e novos caminhos para desbravar certos corações, por vezes duros e empedernidos.

Encontrar belezas e aprender o alfabeto das letras de carinho e entendimento. Como marinheiros em solo firme. Como nascem dois em um, a síntese, uma fusão que deve ser consentida e aprimorada. Respeito e compreensão num território fechado e pequeno, para a maioria dos mortais.

 

Na crônica Nada será como antes, os sentimentos e emoções despertas incentivam buscar novos horizontes nas mesmas embarcações. A música assim também reaviva, desperta, mobiliza, quando não cutuca e agudiza sentimentos letárgicos ou sonolentos.

A beleza (da outra ou do outro) não está lá fora (somente), pode e geralmente está muito mais próximo do que sentimos nas atribulações da vida competitiva.

 

[Amanhã de manhã / Vou pedir o café para nós dois / Te fazer um carinho e depois / Te envolver em meus braços / E em meus abraços / Na desordem do quarto esperar/
Lentamente você despertar / E te amar na manhã…]

 

Roberto Carlos? Sim. Com poesia e música dele e do Erasmo. Como tantas pérolas que embalam e tamborilam em corações por décadas. Nada será como antes na alegria ou na dor. Há a nossa escolha. Sairemos mutilados ou renascidos?

Há casais que encontram um equilíbrio em seu relacionamento com suas vidas estruturadas em locais diversos, diferentes. “Juntos, eles brigam como cão e gato” – dizia a amiga. Juntos eles podem e devem se redescobrir. O rio da vida, as águas da existência são rápidas e o tempo não arregla ou perdoa.

 

[…Amanhã de manhã / Nossa chama outra vez tão acesa / E o café esfriando na mesa /
Esquecemos de tudo / Sem me importar / Com o tempo correndo lá fora
Amanhã nosso amor não tem hora / Vou ficar por aqui…]

 

Amanhecer juntos. Escutar a respiração dela ainda sonolenta. O braço que abraça. A mão que acaricia e os dedos que se enroscam. Deixe o café esfriar. Deixe o tempo correr lá fora, pois ‘nosso amor não tem hora’. A vida que se esfumaça no tropel do ter muito mais do que se necessita, para logo ali ser pranteado por ausentes. E deixa-se isso passar?

 

[…Pensando bem, amanhã eu nem vou trabalhar / Além do mais temos tantas razões pra ficar / Amanhã de manhã / Eu não quero nenhum compromisso / Tanto tempo esperamos por isso / Desfrutemos de tudo / Quando mais tarde / Nos lembrarmos de abrir a cortina / Já é noite e o dia termina / Vou pedir o jantar…]

 

Estrelas. Lua. Sol. O tempo deixa de ser senhor e passa a nos servir. Pensando bem, trabalhar em casa aflorou sentimentos, que se cultivados com afeto e respeito, somente flores e bênçãos trarão. Um universo que não é tanto do trabalho, dos filhos e da família, do cão ou do gato. São partes importantes, mas há o núcleo duro, o cerne, onde tudo começou. Começou com os dois – a semente inicial. Há quem esqueça, postergue, adie ou renegue!

 

[…Nos lençóis macios / Amantes se dão / Travesseiros soltos / Roupas pelo chão / Braços que se abraçam / Bocas que murmuram / Palavras de amor enquanto se procuram…]

 

Está aqui dentro de nós a capacidade e a habilidade em encontrar a beleza e a Luz nas adversidades. Também está no nosso íntimo relegar aquilo próximo e vaguear buscando felicidade e o furor da paixão lá fora. Veja que ‘apaixonar-se’ há sentido duplo – alegria e dor!

 

O cronista não se arvora de guru ou mestre. Ele escreve primeiro para si. Sim, ele busca a sua visão, o seu entendimento dos meandros da vida e assim evoluir. Pelo menos, melhorar!

 

Somos cronistas e escritores das nossas vidas. ‘Amanhã de manhã’ – e você?

 

2020 – 11 – 17 Novembro – Amanhã de manhã

Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

clip_image004

 

Projeto Crônicas & Agudas! .

 

Lúcia Barcelos - 2020.11 - Nos olhos do tempo

Lúcia Barcelos - Flores - 2020.10

Neiva Remião - 2020.11.17

Dia Internacional de Combate à DPOC!

DIA INTERNACIONAL DE COMBATE À DPOC

–   Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

…                    15 NOVEMBRO

… Iniciativa. Conscientização. Atitude férrea!

Hoje é dia de eleição no nosso país. Dia de escolha

dos caminhos da nossa terra. Todo dia é dia de

escolher o caminho da nossa vida. Nada se faz e realiza

sem respirar bem!

…

Há muito tempo realizo campanhas pelo Fumo Zero. Anexei uma série de imagens do tipo que uso. Amigos têm usado essas imagens (algumas muito impactantes) para seu trabalho, família e amigos. Temos que arregimentar mais guerreiros para essa luta permanente. Nessa família de Crônicas & Agudas estão amigos da indústria farmacêutica que dispõe de armas poderosas para a doença instalada, mas nossa meta é evitar, sempre que possível, esse estágio.

…

http://www.edsonolimpio.com.br

 

06 - 2 Junho - Dia do PneumologistaMed Broncoscopia

Med Pneumologia

Fumo Zero 1 - O Carvão FatalFumo Zero 2Fumo Zero 3Fumo Zero 4Fumo Zero 5Fumo Zero 6Fumo Zero 7Fumo Zero 8Fumo Zero 9Fumo Zero 10Fumo Zero 11Fumo Zero 12Fumo Zero 13Fumo Zero 14Fumo Zero 15Fumo Zero 16Fumo Zero 17Fumo Zero 18Fumo Zero 23Fumo Zero 24Fumo Zero 25Fumo Zero 26Fumo Zero 27Fumo Zero 28Fumo Zero 29Fumo Zero 30Fumo Zero 31Fumo Zero 32Fumo Zero 33 - A última baforadaFumo Zero 34 - A Alma se esvai na FumaçaFumo Zero 35Fumo Zero 36 - o amigo que te consome e mata

“Nada será como antes”! Edson OLimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 10 Novembro 2020.

 

2020- 01 - Jornal Opinião - Cabeçalho da Coluna para BLOG

 

“Nada será como antes”!

 

Em algum momento você já teve uma música pipocando na sua cabeça. Ou melhor, um fragmento de alguma música que insiste em tamborilar na sua mente. Você se surpreende de assoviar ou cantarolar aqueles versos e se descobre desconhecendo ou não recordando o resto da letra ou partitura musical.

Certas vezes, você associa aquela estrofe ou mínima porção musical com algum evento. Ou lhe retorna a imagem do cantor que a interpreta. Mesmo que haja diversos intérpretes, aquele é o que martela e você repete. E repete. Outras vezes, aqueles versos se associam com alguma coisa do seu afazer, da sua labuta e de alguma fase de vida, algum amigo ou até a sua terra.

 

[… Num domingo qualquer, qualquer hora / Ventania em qualquer direção / Sei que nada será como antes, amanhã / Que notícias me dão dos amigos / Que notícias me dão de você…]

 

Lembra Milton Nascimento? Pois é, para mim eles batem com a pandemia/pandemônio que estamos vivenciando dentro dos extremos de terror que nos impuseram goela abaixo. Deformando, adulterando nossa percepção da realidade e criando vírus letais no olhar da pessoa amada, no singelo abraço de gratidão ou nalguma homenagem, como um aniversário. Quanto mais nas diversas pessoas ao nosso redor.

Os filhos que não abraçam os pais, os netos que se distanciam dos avós e com a barreira virtual do carinho de uma professora! Que notícias reais tenho dos meus amigos que não sejam farrapos de WhatsApp? Que notícias eu tenho da pessoa que eu admiro, respeito e sua presença ilumina nossos ambientes físicos e as salas semivazias da nossa alma? Isso terminará? A terapêutica renegada pelos doutores do apocalipse e a vacina sintetizada somente-Deus-sabe-como? Certamente, nada mais será quanto era antes que nos impuseram a peste e a imposição oficial.

 

Crônicas & Agudas.

 

Outra letra música tem martelado, inclusive nas madrugadas, orando por amigos que se despediram ou enfermos em alguma unidade de saúde sem o carinho e o afeto regenerador e salutar das sua pessoas amadas. Vem a imagem do cantor riograndense Leopoldo Rassier e o poder da sua mensagem em apenas alguns versos:

 

[… Ah, sim / No peito em vez de medalhas / Cicatrizes de batalhas / Foi o que restou para mim…]

 

E o refrão desafia o tempo e traz a imagem dos profissionais de saúde numa luta titânica contra a enfermidade, contras as carências crônicas de um  sistema de saúde sangrado por corrupção e incompetência e contra a medicina que se vangloria negando alternativas ou marcando no cabo da arma as cruzes dos sepultados. Mortos que serão pranteados à distância por amigos e familiares. As piores cicatrizes não são aquelas tatuadas pela dor na carne sofrida. As mais graves marcarão indelevelmente a  alma. E o que restará? Cicatrizes de batalhas.

 

Crônicas & Agudas

 

O mais maligno e predador vírus, a bactéria ou fungo mais devastador não estão somente nos pequenos seres. Infelizmente eles habitam corações e proliferam nos encastelados que vivem uma realidade que não é a nossa humanidade real.

A sombra somente existe pela ausência da Luz. A escuridão não é uma entidade própria além da falta completa da Luz. Como melhorar ou como evoluir a nossa Luz para afastar as sombras da nossa vida? Isso não lhe preocupa? E quanto aos seus filhos, familiares e amigos?

Talvez algum verso esteja pulsando na sua mente em algum momento. Entenda que ele assim se apresenta para lhe impulsionar para o bem. Ou para o mal. Sua, somente sua, será a escolha do entendimento e do caminho. E aquilo que cultivar, vai colher!

2020 - 01 - Cabeçalho inferior da Coluna para BLOG 

 

2020 – 11 – 10 Novembro – Nada será como antes

Eds Olimpio

Crônicas & Agudas

Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

 

 

Entradas Mais Antigas Anteriores Próxima Entradas mais recentes