Medicina para Todos – “O sinistro da saúde” por Francisco Balestrim – Fonte SnifDoctor.com.br – Fevereiro 2016

 

O sinistro da saúde

Francisco Balestrin

Desordem, agonia, desalento. Um estado de calamidade pode ativar as mais extremas e subversivas condições humanas. No Brasil, todas elas definem o quadro da assistência e a realidade de milhões de usuários do sistema. Esse é o sinistro da Saúde. O produto final da importância que as atuais lideranças políticas atribuem ao setor: ou seja, nenhuma. Há pelo menos duas décadas, os cargos públicos da área são utilizados como trampolim e malabarismo de interesses políticos, o que transforma a Saúde em um picadeiro de pessoas incapacitadas ou ideologicamente comprometidas. Só que não há graça alguma nesse espetáculo de mau gosto.

Vivemos os efeitos de anos de banalidades, decisões equivocadas e discursos esquecidos imediatamente após a conquista de uma eleição. E, como não existe uma política nacional de Saúde, tampouco a sustentabilidade de medidas implementadas com êxito em administrações passadas, instala-se o retrato do absurdo. Uns chamam também de visão do inferno: vemos, por exemplo, a epidemia de doenças infectocontagiosas, que há muito tempo deveriam estar controladas, e o deplorável estado da saúde pública do Rio de Janeiro, provocado pelo desequilíbrio das finanças do estado e a má gestão dos recursos.

Não é apenas por ter o segundo maior orçamento da União que a Saúde se tornou uma vitrine para gente sem propósitos. Trata-se também de poder, influência e alcance. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), um dos braços do Ministério da Saúde, regulamenta os cuidados a 50 milhões de cidadãos, enquanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), outro alicerce do Ministério, controla tudo o que nos trata, veste, alimenta e sustenta. Isso significa que todo brasileiro, em algum momento da vida, terá contato e será impactado pelo que é feito lá em cima.

Em um momento de dificuldade tão grande como este, em que o desemprego se alastra por todo o País, a qualidade da assistência deveria estar no centro das políticas protetoras da população. No entanto, da perspectiva daqueles que se apressam e se corrompem para proteger a si mesmos, a saúde, apesar de vital, não lhes serve nem ao menos como ferramenta para manutenção do poder.

Hoje, a política adotada em nosso país é a do pão e circo, a mesma utilizada pelos antigos romanos para tapar os olhos da população em relação às mazelas e à pobreza a que eram submetidos. O fato é que a sociedade brasileira ainda não aprendeu a enxergar saúde como um bem coletivo. Quem sofre somos você, eu e, no máximo, as pessoas que se importam conosco. Do mesmo jeito, o investimento na área retorna individualmente, em forma de qualidade de vida, dignidade e capacidade produtiva exclusivas de cada indivíduo.

Contraditório, não? E, de nossas contradições, se alimentam as lideranças políticas.

Em um comentário recente para a rádio CBN, o jornalista Kennedy Allencar, ao opinar sobre os desastrosos rumos do Ministério da Saúde e do controle das epidemias da dengue e do zika vírus, disse: “Essas doenças são assuntos sérios demais para fingir que dá para ir empurrando esse problema com a barriga”. Não dá para empurrar um sinistro da Saúde com a barriga.

(O Ministério da Saúde adverte: não confunda ministro com sinistro da saúde).

Francisco Balestrin é Presidente do Conselho de Administração da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados) e Presidente eleito da Associação Mundial de Hospitais (IHF).

Crônicas & Agudas – O Livro!

 

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Jornal Virtual Médicos Escritores por LAF Soares, número 739–Palmeira, Paraná, e Viamão. Leia! Uma história que muitos viamonenses desconhecem.

 

 

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Edição 739

Porto Alegre – RS, 21 fevereiro 2016

O tempo passa deixando saudade e nossa

caminhada vai escrevendo nossa

história

Apoio Cultural Permanente – Sobrames do Rio Grande do Sul

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Leia nesta edição:

 

                                                Sumário edição 739/fevereiro

Noticia de última hora

PARTE PARA O MUNDO MAIOR

UMBERTO ECO, DE “O NOME DA ROSA

        Um diploma e uma medalha símbolos da

grandeza de sentimentos

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PALMEIRA

Histórias Jornalísticas do Tempo de Moço

Edições do Jornal “O CRUZEIRO”

Gratidão de sublimes amigos

Viajando com o Livro:

SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO

Dr. José Antonio Grings

 

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Noticia de última hora

PARTE PARA O MUNDO MAIOR

UMBERTO ECO, DE “O NOME DA ROSA”

 

 

            Familiares do Escritor Filósofo e semiólogo de 84 anos informou que o falecimento ocorrera sem sua residência, em Milão, Itália.

   Professor Umberto Eco falecera dia 19 de fevereiro por volta das 20,30 horas.

clip_image005 Nascido em Alexandria, Itália, em 1932, Eco foi um nome muito conhecido através de seus estudos de comunicação e semiótica, escreveu vários clássicos sobre o gênero.

 No final de 1963 lançou-se como romancista tendo como base a obra: Diário Mínimo. Tratava-se de uma coleção de textos sobre a conduta da imprensa.

    Em 1980 lançou-se como romancista tornou-se conhecido como o fabuloso livro: O NOME DA ROSA. Obra que se tornou o maior Best-seller histórico   de todos as gerações.

clip_image007      Na sequência de sua carreira literária luminosa vieram outros romances como> O Pêndulo de Fouccault em 1988. Depois A Ilha do Dia Anterior e mais uma  imensa fonte de grandes sucessos.

Seu livro mais recente é NUERO ZER0 EM 2015. Nas páginas do qual demonstra toda sua experiência como jornalista.

Deverá chegar ao Brasil apressadamente no próximo vôo partindo da Itália.

   A Sociedade Brasileira de Médicos Escritores e de História da Medicina, lamentam  tão grande espaço vazio para a literatura e a cultura do mundo globalizado, que hoje embala todos os sentimentos de todos os admiradores e amantes das letras.

O Mundo está de luto.  Laf.

 

 

 

        Um diploma e uma medalha –  símbolos

 da grandeza de sentimentos

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PALMEIRA

 

 

          Com imenso orgulho recordamos quando nossas íntimas ligações afetivas, históricas, culturais, literárias e de ternura tiveram início com a soberba cidade de Palmeira, com seu povo, com o carinho de suas ruas e avenidas – Emblemas da história do Paraná – com o emoldurado arquitetônico de sua igreja matriz e mais profundamente com o Instituto Histórico e Geográfico de Palmeira tangendo o coração e os amáveis sentimentos de seus habitantes especiais, leais, nobres que forjam a estrutura falante, o cerne da comunicação e atuam como perfume contagiante e provocante.

clip_image010       É verdade… pouco antes do ano de 2000 começamos a ouvir falar e a ter contato com sublimes personalidades da terra do Visconde de Guarapuava e toda a genealogia.

       Passaram-se os anos até que surgiu o primeiro contato frente a frente. Em 2002 conhecemos essa bela terra e travamos amável contato com a estimada amiga Vera Lúcia.

       Depois desse primeiro encontro nunca mais limitamos os meios de comunicação e a cada novo reencontro, mais se fortaleceram o senso de amizade e bondade. Dessa amizade cultural surgiram grandes pesquisas em comunhão com a sociedade Brasileira de Médicos Escritores e o Instituto Histórico e Geográfico, tendo como reduto de apoio e proteção o MUSEU HISTÓRICO DE PALMEIRA.

        Nasceram projetos em conjunto. Verteram livros de pleno acordo todos relacionados à sublime história de suas inesquecíveis personalidades.

        Percorrendo esse trilho de jornada, através da professora Vera Lúcia nos encontramos com outra dedicada, abnegada e atuante pesquisadora a Sra. Neusa Maria W. Sklasky que passou a ocupar pelo seu conhecimento, pela sua expressiva capacidade de pesquisar, remexendo jornais e livros amarelados pela tempestade do tempo. Hoje estamos conduzindo três obras em comum acordo com essa pesquisadora.

      Agora em pleno alvorecer de 2016 fomos surpreendidos pelas comendas que acabamos de ser agraciados.

Através da ternura, da sublime amizade da Professora Vera – Ocupante de vários clip_image012cargos e encargos importantes em sua terra natal – PALMEIRA fomos homenageados com o diploma:

HONORÍFICA ORDEM DA FREGUESIA NOVA

CRUZ NO GRAU DE OFICIAL com Medalha

 

     Para agradecer a manifestação de carinho e amizades dessas almas queridas e desses corações felizes e tingidos de afeto e humildade, só mesmo voltando à nobre Cidade de Palmeira que há muito mora em nosso coração e envolvê-las em ternuroso abraço.

       Nota: Na época fomos convidado para receber essas comendas, mas não pudemos estar presente.

   Amigos e amigadas de sempre e para sempre de joelho genuflexo agradeço tão imerecida, mas eloquente homenagem.

Aquele amigo de sempre para sempre. Laf.

 

 

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Perfil do Município

Histórico

 

No início do século XVIII, começam a ser distribuídas as cartas de sesmarias para portugueses e luso-brasileiros de Paranaguá, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As primeiras terras palmeirenses pertenceram a João Rodrigues de França.

A presença dos portugueses, aqui como colonizadores:

‘Primeiros europeus a se instalar nesta região do Novo Mundo’, foram bandeirantes, fazendeiros, tropeiros e comerciantes, trouxeram a língua e a fé cristã. Enfrentaram inúmeras dificuldades para criar estruturas básicas para a vida civilizada: primeiras habitações, igrejas, escolas. Abriram estradas; são o tronco da família palmeirense’. – (Marcus V. M. Machado – Ocupação e povoamento dos clip_image015Campos Gerais – 1999).

Do antigo caminho de Viamão, que vinha do Rio Grande do Sul em demanda à grande feira de Sorocaba – (SP) no trajeto do Campos Gerais, circuito dos índios Kaigangues, surgiu um pouso de tropeiros que ali aproveitavam as imensas pastagens para descanso e engorda do gado: Nasce a Vila da Palmeira. (N.Cronista: meu grifo)

Quem hoje caminha por Palmeira ainda pode sentir, mesmo tão distantes daqueles dias, um certo tom de bucolismo e nostalgia daquele tempo em que as imensas tropas de muares, bovinos e eqüinos eram levados para a feira paulista, destinados e distribuídos a abastecer o ciclo do Ouro nas Minas Gerais.

A cidade histórica de Palmeira, ainda conserva em muitos d seus prédios e residências e nas igrejas, os traços indeléveis do ciclo histórico e econômico como o tropeirismo.

As condições desfavoráveis da Freguesia de Tamanduá levaram o Vigário Antônio Duarte dos Passos a estabelecer uma nova Igreja onde hoje se encontra edificada a Igreja Matriz, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Palmeira, cujas terras foram doadas pelo Tenente Manuel José de Araújo, por vontade de sua mulher Dona Ana Maria da Conceição de Sá, por ato de 07 de abril de 1819 (data de aniversário do Município).

A população foi se transferindo para o povoado, nas cercanias do novo templo. A corrente de povoamento se avolumou a partir de 1878 com a chegada dos imigrantes russo-alemães, poloneses, italianos, ucranianos, árabes e mais recentemente os sírio-libaneses, japoneses e alemães menonitas entre outros povos.

Ainda hoje as centenárias fazendas como a Conceição, Palmeira, Padre Inácio, Alegrete, são testemunhas de uma época de muito fausto e riqueza.

A fé de seu povo é registrada em edificações como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, as Capelas de Nossa Senhora das Neves e do Senhor Bom Jesus do Monte, na localidade de Vieiras, onde o imigrante português Bento Luiz da Costa, erigiu um conjunto de 14 pequenas capelas para pagar as graças recebidas, com suas capelinhas de pedra em formato de cruz.clip_image016

Também foi em Palmeira o palco da única experiência anarquista na América Latina, a Colônia Cecília, na localidade de Santa Bárbara, pelos idos de 1890/94, liderados pelo Filósofo e Agrônomo Italiano, Giovanni Rossi, que aqui tentou implantar uma colônia anarquista, baseada nos ideais de liberdade.

Quase 200 anos já se passaram do seu surgimento, e Palmeira não se tornou uma cidade velha. Nas suas ruas, praças e recantos nos defrontamos com a história de um povo que tem suas raízes na imigração européia e tantos outros povos, mantendo seus costumes e tradições, formando assim um mosaico étnico, tal qual nosso Paraná.

Palmeira mesmo com as marcas do progresso, continua acolhedora e para muitos ‘Um recanto de felicidade’, pois ‘Os homens fazem sua própria história. Mas não a fazem sob circunstâncias de suas escolhas e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado’ (Karl Marx). Desta forma as gerações futuras terão sua identidade cultural assegurada e, conforme o dizer do Historiador Marcus Vinícius Molinari Machado – ‘Pelo passado presente nos reconhecemos coletivamente como semelhantes; nos identificamos como elementos restantes do nosso grupo e nos diferenciamos dos demais’. Assim os palmeirenses se propõem em fazer juntos, de Palmeira, uma terra acolhedora, capazes de gerar a disciplina, a riqueza e a prosperidade, vivendo e convivendo sempre com uma era de paz, de amor e de alegria, como um altar vivo e florido nos corações, conforme a reflexão do hino. E:

‘Se quisermos repensar a cidade, reconhecendo a sua importância cultural e econômica, advinda da convergência humana, é para o futuro que devemos olhar; a crença em um futuro sustentável que deve orientar a busca por uma melhor compreensão dos centros urbanos e das formas de construir e de reconstruí-los. Nessa perspectiva, o passado é apenas um espetáculo à parte’ (Brian Goodey).

Porém cuidar e tratar da memória com consciência é compor com historicidade a razão e a existência de um povo, que não deixará sequer uma lacuna de sua história, pois o zelo dispensado a todas as coisas foi feito com primor. Tenhamos certeza, que tudo isto valerá a pena. Assim é certo dizer: ‘Avalia-se a história e a cultura de um povo, pelo zelo dado aos seus pertences‘.

Palmeira hoje alicerçada na atividade agropecuária presencia nas últimas décadas do século XX o desaparecimento da atividade madeireira, para o aparecimento das propriedades que se desenvolvem em regime da economia familiar, prestação de serviços, agroindústria, cultivo de soja, milho, batata, fumo em grandes escalas, motivava pela eminência de novas e tantas oportunidades; por seu clima Histórico e Cultural, Rural e Natural, Étnico e Religioso, Palmeira ‘A Cidade Clima do Brasil é um lugar ímpar no mundo, conta com mais de 32 mil munícipes, trabalhando para o progresso desta terra onde os visitantes podem desfrutar de um clima ameno, belezas naturais, a tranquilidade e a hospitalidade de sua gente.

 

Artigo escrito por: Vera Lúcia de Oliveira Mayer

Coordenadora do Museu Histórico

Membro Efetivo do IHG

 

 

 

 

Histórias Jornalísticas do Tempo de Moço

Edições do Jornal “O CRUZEIRO”

 

 

              O jovem Eurico Branco Ribeiro desenvolvera suas pretensões jornalísticas muito cedo.

clip_image018   Em torno dos dez anos dera início a edição manuscrita de jornais que redigia na Fazenda Trindade, na cidade de Guarapuava, Paraná. A série de edições tivera nomes diferentes. Não costumava preparar muitas edições com o mesmo nome. Foram várias as denominações.

        O senso e o espírito de jornalista muito cedo se manifestaram no menino, no moço, no colegial e no ginasiano.  Desde muito tempo o jovem tivera pendores para editar um jornal. As suas edições tinham notícias, informações, pequenas histórias. O formato mais tradicional tinha quatro páginas em formato de página de livro.

     Além de redator era ao mesmo tempo o ilustrador de temas apresentados. Utilizava-se de caneta tinteiro com tinta azul e vermelha. clip_image020Era o criador dos cabeçalhos e das manchetes.

        Nossos mais de 10 anos de pesquisas já conseguimos reunir originais e cópias Xerox de alguns exemplares.

       Hoje vamos focalizar às últimas edições que encontramos. Trata-se da coleção, cujo jornal tinha a designação de “O CRUZEIRO”.

       Não sabemos quantas edições ou tiragem tivera essa coleção, até o momento localizamos três edições: 1, 3 e 4. Nessa série faltou o número dois.

       Cada edição tinha quatro páginas, tamanho folha de livro tradicional.

   Característica das capas: Título em letra maiúscula em tinta vermelha. Cada página dividida em quatro colunas separadas por linhas clip_image022horizontais e algumas com linhas verticais separando os assuntos.

    O cabeçalho ou logomarca eram todas semelhantes, continham o Anno, São Paulo, a data da edição e a ordem da edição.

  Sabemos que as primeiras edições foram escritas sob o bucólico espaço da Fazenda em Guarapuava, mas as edições que estamos focalizando foram preparadas e editadas em São Paulo frequentando o Curso Ginasial. Estava com 15 anos de idade. Residia na casa de sua tia Anita casada com Paulo Ayres, irmã de seu pai Arlindo.

    As três edições têm 12 páginas.

 

Legenda: Retiramos  a cor amarelada da página para facilitar a leitura e melhora visualizar o conjunto da edição.

 

                              Gratidão de sublimes amigos

 

Prezado Dr. Luiz Alberto Soares
       Nos sentimos agraciados pelo elogio que nos foi feito, principalmente por ter enaltecido a nossa Biblioteca Pública do Paraná, na edição 738 do jornal da SOBRAMES.
Para nós, é uma satisfação saber da importância da nossa contribuição durante estes anos, com informações relevantes às suas pesquisas, afinal esta é a nossa principal missão, disponibilizar conhecimento registrado no patrimônio bibliográfico paranaense a todos, cujo interesse é preservar e disseminar a identidade cultural do Estado.
Na oportunidade,  ressaltamos a grafia correta de nosso nomes:

  • Josefina Palazzo Ayres
  • Canísio Miguel Morch

Com relação à sua pergunta, até o momento não temos informações sobre os familiares de Pedro Ribeiro Macedo.
Sugerimos que na sua próxima vinda à Curitiba, faça uma pesquisa nos jornais da época do falecimento de Pedro Macedo, no acervo desta Divisão.
Cordialmente,

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Josefina Palazzo Ayres

Bibliotecária – Chefe da

Divisão de Documentação Paranaense

Biblioteca Pública do Paraná

(41) 3221-4965
bpparana@bpp.pr.gov.br

http://www.bpp.pr.gov.br.br

Rua Cândido Lopes, 133. Centro.

CEP 80.020-901 – Curitiba-PR

 

Viajando com o Livro:

SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO

Dr. José Antonio Grings

 

          O estimado médico cardiologista e escritor, atuando na cidade de Alegrete, Rio Grande do Sul – Dr. José Antonio Grings lançou a obra intitulada clip_image027SÚPLICA DE UM CARNAVALESCO, em 2011. À época tivemos o prazer de recebê-la e comentá-la com muito orgulho e satisfação.

          Agora estamos envolvidos novamente com a importante obra, pois, o estimado amigo teve a gentileza de nos enviar uma caixa com vários volumes, através de sua querida filha que nos visitou sobraçando o pacote.

          Neste momento estamos viajando pelo Brasil juntamente com cada exemplar que remetemos aos presidentes de cada Regional da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.

         Entendemos como sendo um amável e rico presente que conduz em seu bojo, a seiva pura da sagrada literatura médica que brotara nos confins da fronteira dos pampas sulinos.

        Almejo que a obra seja recebida com carinho e alegria da mesma forma que a remetemos.

 

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Padecer do coração

 

Apesar de tudo não quero indulto.

Prefiro viver retido… Submisso

Sabendo que tenho grande compromisso

Do que viver sozinho em tumulto.

 

Prefiro as carícias do teu insulto

Que me prender com esse feitiço,

Do que ser indiferente com todo viço

E não ter proteção do teu belo vulto.

 

Podem até me chamar de masoquista

Diante da decisão por mim adotada.

Só não desejo é perder-te de vista.

 

Talvez, eu não tenha explicação!

Mas é melhor seguires tua estrada

Do que vir padecer do coração.

21/03/99

 

Retrato

 

Vejo no retrato. Figura retratada.

Uma imagem real que o tempo gravou.

Que tu não passavas de ingênua fada

Alegre… feliz… que o tempo conservou.

 

Revejo-te ao natural, modificada,

Hoje depois que muito já se passou.

Que és a mesma, apenas redesenhada

E conservas o jeito de quem sempre amou.

 

Foi com orgulho que olhei teu retrato.

Entendi que juntos nós envelhecemos

E que nossa existência correu de fato.

 

Pisamos espinhos… Fizemos histórias.

Caminhamos unidos e flores colhemos,

Consagrando as nossas boas vitórias.

21/03/99

 

 

Imagem Escolhido

 

 

Sob o silêncio da tapera

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Tapera – velho reduto assombrado

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Velhos galhos irmanados

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Fotos de Laf.

 

Sob à sombra silenciosa das taperas

habitam almas penadas. Laf.

 

F  i m

 

 

 

Amigos de Pelo 1! Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião – 16 Fevereiro 2016

 

2016 – 02 – 16 Fevereiro – Amigos de pelo 1 – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Amigos de Pelo! – Parte 1

 

O

 cão está ao lado do ser humano há algumas dezenas de milhares de anos pelos caminhos e descaminhos do planeta. Observem um mendigo. Na sua pior solidão e abandono, quando parece que nem fagulhas de vida se interessam por ele, ali está um cão ao seu lado. Protegendo-o. Aquecendo-o física e espiritualmente. Você terá várias histórias cativantes que envolvem cães e pessoas. Outro dia no consultório uma paciente e sua filha falavam de como a mãe sentia-se mal, principalmente à noite. Piorava de suas queixas. Um desconforto doloroso e crescente. Até dormia melhor no sofá da sala. Eis que teve noite tão ruim que recorreu ao plantão local do SUS. Nem tudo que parece é real. A Medicina convencional faz diagnóstico rápido e tratamento mais rápido ainda, como numa linha de montagem que para esse governo dilmuviano médico e paciente nem precisam se entender conversando. A relação médico-paciente é o alicerce da Medicina real, que muitos médicos ainda ousam exercer no seu incomparável ofício. Sentia-se facilmente algo a mais que transtornava a senhora e sua família. Algo na casa? Algo no quarto dela?

 

Crônicas & Agudas – Cr & Ag

 

A simplificação leva ao tratamento incorreto ou meramente paliativo (por algum tempo) ou ao excesso da mistificação. A ignorância parece levar mais a Deus, no entanto, conduz muito mais à perdição. O acreditar no Sobrenatural de Almeida é da humanidade e muitos melhoram recebendo passes ou alguma suplementação espiritual. Ou recebendo energias externas para estabilizar as energias internas e no habitat. Os antigos construíam suas casas e cabanas nos locais em que os cavalos dormiam tranquilos e que ali pastavam e brincavam. É da tradição dos cavaleiros respeitarem o cavalo quando se renega a passar por certos locais ou deixarem o freio livre para que ele o conduza por locais adversos ou estando perdido. Por que? Não basta ser qualquer cavalo, deve ser o cavalo daquele cavaleiro. Sintonia. Harmonia de frequências. Quantos cavaleiros já escaparam de animais predadores e de tocaias assassinas?

 

Cr & Ag

 

Um homem que não respeita seu cavalo é um homem que não deve montar e sim ser montado. Então lá o homem antigo construía sua morada e para sua família. Mas ali também está o cão. E mais que o cavalo, o cão dorme ao lado do homem e de sua família. Come à sua mesa. Está sempre vigilante eriçando o pelo do lombo, apurando sua orelha, umedecendo seu focinho, cerrando seus caninos e rosnando em advertência. O homem antigo deixava o cão escolher o lugar para dormir no quadrilátero do que seria um lar e uma derradeira fortaleza. O lugar onde o cão dormia em paz ali seria seu quarto. E no quarto instalado se o cão gostasse de ficar ao lado ou sob a cama, tudo estaria bem. O contrário seria verdadeiro. Essa missão jamais se esgotava e se em algum tempo o homem ou o cavalo rejeitasse ou até adoecesse ali, o homem antigo abandonaria essa morada. Podemos conjeturar influências e interferências espirituais e estaremos adentrando o misticismo. Real e falso. Eis que a ciência descobriu energias, correntes de força invisível nos ambientes, sejam de depósitos minerais os mais diversos ou de correntes de água subterrânea. Genericamente como energias telúricas.

 

Cr & Ag

 

O que é bom pros rins pode ser ruim aos bofes”, diz a sabedoria popular. O que é ruim para uns pode não ser para outros. Veja certas músicas que acalmam e harmonizam perante outras que irritam, deprimem e trazem sentimentos dolorosos. Certas vezes nem te apercebes daquilo que escutas, mas a energia sonora está te cutucando para o bem e para o mal.

 

O tema estará na próxima coluna. Acompanha-me e viva melhor!

Imagens que falam por si!

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Menino em coma e seu cão nunca o abandona.

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Cavalo - EQUINOTERAPIA 2

Equinoterapia – o amor que abre portas!

Câncer de Mama e as Fibras. Fonte Univadis. Janeiro 2016. Medicina para Todos. www.edsonolimpio.com.br

 

Alta ingestão de fibras na adolescência pode proteger contra o câncer de mama.

 

Estudo dos EUA mostra clara associação entre dieta na puberdade ou início da idade adulta e o risco de tumores.

A dieta consumida no início da idade adulta pode causar impacto no risco de câncer de mama. De acordo com um estudo dos EUA publicado na revista “Pediatrics”, a ingestão maior de fibras alimentares está associada a menor probabilidade de tumores de mama. Isso se aplica a todas as fibras encontradas nas frutas e nos vegetais.

O estudo, realizado pela Universidade de Harvard (em Cambridge, Massachusetts) incluiu 90.534 participantes do Nurses’ Health Study II. Em 1991, as mulheres (de 27 a 44 anos de idade) deram informações sobre sua dieta e atualizaram as informações a cada quatro anos. Além disso, elas também responderam a um questionário quanto ao comportamento alimentar na escola secundária. O consumo de fibras foi depois ajustado quanto a diversos fatores de influência e vinculado à ocorrência de carcinoma de mama.

Achados mostraram que mulheres que consumiam uma dieta com mais fibras no início da idade adulta tinham um risco de 12 a 19 por cento menor de câncer de mama – dependendo da quantidade de fibras consumida. Uma grande ingestão de fibras durante a adolescência foi associada a uma probabilidade 16 por cento menor de câncer de mama no geral e um risco 24 por cento menor de câncer de mama pré-menopausa.

De modo geral, os pesquisadores descobriram que a redução do risco era dependente de dose: a cada dez gramas adicionais de fibras diariamente (duas fatias de pão integral e uma maçã) consumidas no início da idade adulta reduzia a probabilidade de câncer de mama em 13 por cento. As fibras encontradas nas frutas e vegetais parecem ser especialmente benéficas.

Os autores especulam se as fibras podem ajudar a regular os níveis de estrogênio. O tecido mamário é particularmente influenciado por fatores ambientais durante a infância e a adolescência, e a dieta também parece ter uma função determinante, disse o principal autor Walter Willett

Jornal Virtual. Edição 737 por LAF Soares – Janeiro 2016

Publico abaixo a edição 737 do Caro Amigo Exemplar, o Médico e Coronel do Exército Dr. Luiz Alberto Fernandes Soares, eterno Presidente da Sobrames – Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Pedimos desculpas por alguns defeitos gerados de copiar do original e inserir aqui. Somos eternamente agradecidos ao Dr. Soares pela sua permanente fidalguia e respeito com que sempre me tratou e a minha família. Agradeço-o também em meu livro Crônicas & Agudas.

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Edição 737

Porto Alegre – RS, 04 fevereiro 2016

O tempo passa deixando saudade e nossa

caminhada vai escrevendo nossa

história

Apoio Cultural Permanente – Sobrames do Rio Grande do Sul

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Leia nesta edição:

Sumário edição 737/fevereiro

Livro em lançamento

CRÔNICAS & AGUDAS

Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira

Momentos da história da literatura brasileira

Falecimento do Poeta Joaquim Osório Duque Estrada

Pesquisas e realizações editoriais

História da Família Martins Ribeiro

Poesia de Médico – Intimidade feliz

Três imagens fotográficas de Laf.

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Livro em lançamento

CRÔNICAS & AGUDAS

Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira

Com imensa satisfação o Jornal Virtual dos Médicos Escritores recebeu exemplares da moderníssima edição do livro intitulado: CRONICAS & AGUDAS, de autoria do médico escritor Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira, gaúcho residente na cidade de Viamão, Rio Grande do Sul e conhecido médico cirurgião e popular escritor clip_image005[4]com coluna permanente nos jornais da cidade.

Após algumas escaramuças nos últimos anos agora, com muita ternura chega às livrarias e as nossas mão tão importante obra.

A obra fora lançada em bela noite festiva em sua cidade com grade afluência de amigos e admiradores do nobre escritor. Carinhosamente fomos convidados com a feliz ternura reveste o querido amigo autor, mas por estarmos viajando não tivemos o prazer de ocupar espaço entre a seleta platéia que se fez presentes.

Agora com muita alegria, e felicidade, após manusearmos lendo as novas crônicas e relendo outras já conhecidas, temos a soberba ternura de comentar a obra composta d crônicas, a grande especialidade do distinto escritor.

Sem dúvida que ao longo das edições do JV, faremos comentários sobre outro viés. Uma primeira edição não será suficiente para levar aos médicos escritores do Brasil e exterior toda a grandeza do conteúdo.

Estrutura do conteúdo anatômico da obra

O livro tem o formato tradicional da mídia editorial. Dimensões 21×14. Miolo impresso em papel poli, amarelo cor de palha em gramatura 75. Texto em fonte 12, cor preta. Oferecendo excelente destaque sobre o papel escolhido.

O livro abriga 59 textos em estilo literário na semelhança de crônicas ocupando 248 páginas. A configuração estética e evidente tendo o editor o cuidado de começar sempre o novo texto em página par. Detalhes o nome do autor e da obra estão escritos, respectivamente nas paginas par e impar, em sentido vertical das páginas. clip_image007[4]Maneira moderna e pouco usada pela mídia. Todos os títulos em caixa alta estão em negrito. A dimensão das crônicas convida a uma leitura seqüencial e ininterrupta de toda a obra.

Depois de começar é difícil de parar.

Ponto alto com grande relevância

As capas sempre se convertem em cartão de visita. Em Crônicas & Agudas não foge a regra. É belíssima em policromia tendo como base a cor vermelha com desenho moderno ilustrando a primeira capa e na segunda pequeno texto sobre fundo de cor laranja com o emblema da página que autor escreve no Jornal Opinião de Viamão que tem como caneta uma pena. Símbolo das escritas do pretérito. Está registrado no ISBN sob o código 978.85.366.4212-3.

Contexto das abas (orelhas)

Aba Esquerda tem a imagem fotográfica do autor acompanhada de fragmento de sua extensa e invejável vida literária e cultural.

Aba Direita continua o relato de sua sublime existência

A editora é SCORTECCI Editora – São Paulo

Nota: Na próxima edição comentários sobre a página de agradecimentos que se encontra na quinta da obra.

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Momentos da história da

literatura brasileira

Autor da Letra do Hino Nacional brasileiro

Poeta JOAQUIM OSÓRIO DUQUE ESTRADA

Faleceu em 05 fevereiro de 1927

Joaquim Osório Duque-Estrada (1870-1927) nasceu em Pati do Alferes, então município de Vassouras, Rio de Janeiro, no dia 29 de abril de 1870. Filho do tenente-coronel Luís de Azeredo Coutinho Duque-Estrada e de Mariana Delfim Duque-Estrada. Era afilhado do general Osório o Marquês do Herval. Estudou as primeiras letras na cidade do Rio de Janeiro, nos colégios Almeida Martins, Aquino e Meneses Vieira. Matriculou-se em 1882 no Colégio Pedro II. clip_image010[4]

Em 1886, publicou o primeiro livro de versos, "Alvéolos". Começou a colaborar na imprensa, em 1887, escrevendo os primeiros ensaios como um dos auxiliares de José do Patrocínio na campanha da abolição. Em 1888, alistou-se nas fileiras republicanas, ao lado de Silva Jardim, entrando para o Centro Lopes Trovão e o Clube Tiradentes, onde foi o 2º secretário. Nesse mesmo ano, em dezembro, conclui o bacharelado em Letras.

Em 1989, foi para São Paulo, onde se matriculou na Faculdade de Direito. Nesse mesmo ano entra para a redação do Diário Mercantil. Abandonou o curso de Direito em 1891, para se dedicar à diplomacia, sendo nomeado o 2º secretário de legação no Paraguai, onde permaneceu por um ano. Regressou ao clip_image012[4]

Brasil, abandonando a carreira diplomática.

Entre os anos de 1893 e 1896, morou em Minas Gerais, onde escreveu "Eco de Cataguases". De volta ao Estado do Rio de Janeiro, trabalha como inspetor geral do ensino, bibliotecário e professor de francês, do Ginásio de Petrópolis. Em 1901, participa de um concurso para escolha da letra do Hino Nacional. Sua letra, julgada pelo Congresso, foi a vitoriosa mas, só foi oficializada no dia 6 de setembro de 1922. Em 1902, volta para a Capital do Império, onde é nomeado regente interino da cadeira de História Geral e do Brasil, no Colégio Pedro II.

Em 1902 publica o livro "Flora de Maio", com prefácio do poeta Alberto de Oliveira, onde reúne todas as suas poesias. Em 1905, deixou o magistério, voltando a colaborar na imprensa, em quase todos os jornais do Rio de Janeiro. Entrou para a redação do Correio da Manhã, em 1910, onde assumiu a direção, durante a ausência de Edmundo Bittencourt e Leão Veloso.

Em 1914 criou a seção de crítica, "Registro Literário", onde escreveu no Correio da Manhã até 1917. Entre os anos de 1915 e 1917, escreveu a seção no jornal Imparcial, e de 1921 a 1924, no Jornal do Brasil. Em 1918, publica o esboço histórico, "Abolição", com o prefácio de Rui Barbosa. Em 1924 publica o livro "Critica e Polêmica", onde reúne os trabalhos publicados nos diversos jornais.

Joaquim Osório Duque Estrada faleceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de fevereiro de 1927.

Obras de Joaquim Osório Duque Estrada

Alvéolos, poesia, 1886
A Aristocracia do Espírito, 1899
Flora de Maio, poesia, 1902
O Norte, impressões de viagem, 1909
Anita Garibaldi, ópera-baile, 1911
A Arte de Fazer Versos, 1912
Dicionário de Rimas Ricas, 1915
A Abolição, esboço histórico, 1918
Crítica e Polêmica, 1924
Noções Elementares de Gramática Portuguesa
Questões de Português
Guerra do Paraguai
História Universal
A Alma Portugue

Nota: Recordamos esse apaixonado poeta com muito carinho, pois, no início da década de 70 fomos aluno da Faculdade de Medicina de Vassouras e teivemos a oportundiade de visitar sua terra natal e conhecer o local onde nascera.

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Pesquisas e realizações editoriais

História da Família Martins Ribeiro

Através da Ediame – Editora dos Autores Médicos, está em fase final de diagramação da mais nova obra sob a repsonsabilidade da Sobrames Rio Grande do Sul, intitulada HISTÓRIA DA FAMÍLIA MARTINS RIBEIRO.clip_image015[4]

Trata-se de uma obra com mais de dez anos de pesquisa pela dificuldade de localização das fontes primárias que foram construidas há mais de 100 anos. A obra tem como artigo central básico uma carta de 32 páginas que fora ditada pela dona Anna Rufina de Almeida Ribeira, esposa do coronel da Guarda Nacional Diogo Martins Ribeiro, pai de 19 filhos, sendo que 13 chegaram a vida adulta e o segundo fora ARLiNDO MARTINS RIBEIRO, nascido em Prainha, hoje a cidade de Miracatu, Estado de São Paulo, que fora o pai do Dr. Eurico Branco Ribeiro. A carta fora ditada à sua filha Anita Ayres Ribeiro, tia do Dr. Eurico e guardada com muito carinho no museu clip_image017[4]Municipal Pedro Laragnoit, da cidade de Miracatu, cuja cópia nos fora confiada há 10 anos pelo então diretor do museu Professor Paulo de Castro Larganoit, já falecido e nosso grande amigo.

O professor será homenageado nas páginas do referido livro.

A carta de Aninha, como era conhecida à época, está sendo apresentada em forma de diálogo, antecedida de farto comentário histórico e com muitas ilustrações e com fotografias daqueles lindos tempos.

Legenda: Duas imagens que estarão no livro.

1 – Reunião na Escola Diogo Ribeiro, em 2002, à direita o professor Paulo Laragnoit, esposa do prefeito e diretora da escola, ao fundo Laf. Soares.

2 – Professor Paulo Laragnoit e Laf. Soares frente o prédio da Escola Municipal Coronel Diogo Ribeiro.

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Intimidade feliz

Para a intimidade feliz

que nosso amor guarda:

– Só tem uma explicação.

– Só tem uma maneira de ver.

– Só há um meio de entender.

clip_image021[4]Suas raízes profundas,

estão implantadas

no espaço de nossa vida.

…Há muitos anos.

Pouco sabemos, até hoje,

de sua verdadeira história

Desconhecemos quando teve

o seu real início…

Uma convicção está definida:

– Os liames são antigos

Tão antigos como a essência

que exala da flor,

no momento primaveril.

-Tão constantes e belos

como as águas que descem

cristalinas das cachoeiras

– Tão cintilante quanto

a luz das estrelas.

Ele tem base sólida,

sobre o alicerce da paz,

que se eterniza

na pureza da felicidade.

Pinhal-15/2/99 – Laf.

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Imagem Escolhida

Paisagem do entadecer em Gramado

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Céus depois do arvoredo

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Flores em lágrimas dos céus

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Durante a jornada envolvida na fé raciocinada e na cultura da disciplina consciente sempre venceremos. Laf.

F i m

Um homem sem mulher… Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 09 Fevereiro 2016.

 

2016 – 02 – 09 Fevereiro – Um homem sem mulher – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Um homem sem mulher…

 

N

ão enveredemos necessariamente pela conotação da sexualidade. Uma amiga idosa dizia-se “esgotada, sem mais forças” para cuidar do seu esposo. Também idoso sofrera um acidente com fraturas de perna e braço entre outros sofrimentos. Ele “necessita de mim para tudo, dar banho, fazer as necessidades, ajudar a comer,..”, dizia-me. No entanto, apesar de sua condição econômica permitir contratar alguém para auxiliar ou até que as filhas se dividam na “luta” ela entende que não. Observe como isso é frequente no universo humano dos relacionamentos e do afeto. Há o compromisso matrimonial de uma era em que “na dor e na alegria” ou “até que a morte os separe” não era somente uma figura de retórica. Era um mandamento de honra interior, da dignidade da vida entre quem deveria repartir o bom e o ruim. Muitos dirão que isso acabou. Realidades dispersivas em que cada um cuida do seu.

 

Crônicas & Agudas – Cr & Ag

 

Teixeirinha, o célebre gaúcho imortalizado pela sua poesia vertida em páginas musicais e pela sua voz apaixonada exteriorizava suas lágrimas ferventes de homem abandonado. Sabia-se de homem de muitas mulheres, mas somente uma musa ao seu lado na parceria da música e do leito, Essa musa, para ele como uma deusa encantada, trocou seus braços e sua poesia por um místico ou enganador. Daí a doença do corpo e da alma. Uma alma estilhaçada busca e até anseia pelo descanso eterno. Certo ou errado? Não existe aparelho nesse ou em outro mundo para dimensionar, medir, pesar ou avaliar os sentimentos de uma criatura. Sem enveredar também pelo atalho do machismo ferido. É da natureza do homem a sua dependência feminina. Nasce de uma mulher. O primeiro alimento do corpo é o leite de uma mulher. Assim como o colo protetor e aconchegante. Cresce cuidado pela mãe, com irmãs talvez. Logo é gerenciado por professora. Uma namoradinha desponta no primeiro alvor da testosterona.

 

Cr & Ag

 

A balada vital segue com a namorada. Uma noiva com anel e tudo de direito para os nostálgicos ou mais tradicionais. E desponta uma esposa. E filhas. Sobrinhas. Netas. Ufa! Mulheres por todos os lados e sempre alguma ou algumas para lhe dar ordem, gerenciar sua vida e lamentar-se por ter que lhe cuidar. Prantear-se por sua dedicação e sacrifício. Acha que sou irônico? Realidade. Mas ai de surgir no horizonte, despontar na esquina do shopping ou dos mercados, numa balada, numa praia, uma nova sacerdotisa, uma cuidadora ou qualquer outra denominação ou alcunha da fêmea presente. Quem está não quer abrir a mão e outras anatomias entregando de bandeja seu “sacrifício” para outra. E tão certo quanto um dia se segue de uma noite, vice-versa, outra mulher estará interessada naquele homem. Apesar de seus defeitos do corpo, da mente ou do espírito, uma criatura estrogênica e dotada das qualidades humanas de amor e de dedicação estará no horizonte. Todas sabem disso. Nenhuma mulher duvida com a coragem da inteligência.

 

Cr & Ag

 

Dupla via. E pela via das dúvidas jamais se duvide. O contrário é verdadeiro. É da vida. E até da morte. É da essência humana. Um amigo cirurgião-dentista diz-se em “stand-by e a fila anda”. Desde a criação inicial, no barro primordial que Ele moldou e logo com a costela brilhantemente esculpida. Um do outro. Um pelo outro. Um através do outro. As dificuldades de um se completam e corrigem nas facilidades e qualidades do outro. Lamentar-se é humano. Tentar se compreender, analisar-se, refletir e corrigir rotas e mais humano ainda. É buscar a iluminação.

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Um toque oriental!

Jejum Eletrônico – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 02 Fevereiro 2016.

 

2016 – 02 – 02 Fevereiro – Jejum Eletrônico – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

 

Jejum Eletrônico!

 

O

 arguto e-leitor pergunta-se: – jejum ou abstinência? Abstinência pode desencadear uma conotação sexual e lembremo-nos do português que em “abstinência eletrônica” ficou traumatizado no seu tórrido amor por uma “secretária eletrônica” de olhinhos puxados, a Toshiba. Segue o baile. E jejum me parece mais religioso ou médico, talvez um ‘j’ de místico. Estamos mergulhados, imersos ou afogados em ondas invisíveis que nos trespassam de lado a lado e desencadeiam algum tipo de alteração. Outro se sente como ‘uma libélula 0800 no bosque encantado do carnaval’. Outros alegam que essas influências criam hordas de alterados, híbridos ou mutantes por tipo um zika vírus eletrônico. ‘Não levemos à ponta de faca’. ‘Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar’. ‘Talvez entre San Juan e Mendoza’. Gosto dessas expressões ‘englobativas e abarcantes’. O certo é que a overdose está aí. Há quem não viva a vida real estando afogada/o no mundo virtual, enredada como um golfinho numa rede social. Alegrando-se e rindo virtualmente enquanto esquece até do filho dentro do veículo.

 

Cr & Ag – Crônicas & Agudas

 

Há quem entre numa academia, num ginásio ou estúdio e inicie seus exercícios. Inicialmente muito dolorosos e sofridos. Uma hora por dia ‘out’ da parafernália eletrônica. Talvez na hora do sexo real se você ainda lembrar,  acreditar e for adepto disso. Segure a bronca. Talvez um rivotril para as primeiras crises de pânico. Seja gente! De carne, osso e gordura. Talvez com um ‘personal trainner’. Uma autoajuda, certamente. Criar-se-ão grupos de terapia restritiva e de jejum eletrônico coletivo ou tribal. Radicais estarão de mãos dadas em volta de fogueiras orando pelo renascimento enquanto as chamas devoram tablets e smartphones. Pegue leve! A criatura está viciada na via digital. E por via das dúvidas tente-se a salvação. Ou a melhora do enfermo e obsidiado. Os primeiros dias são terríveis. Coloque telas nas janelas do apartamento e não deixe corda ou navalha a jeito. Nem certos sertanejos. Vencida a primeira semana de sua nova vida ou da vida que você esqueceu no umbral dos mortos-vivos, aumente as horas. Outra hora durante a refeição. Ou quem sabe durante a hora do passear com o cão ou de brincar com as crianças? Lembra que crianças existem e até brincam? Outra alternativa: abraçar ao vivo com cores e odores outro ser humano e conversarem uma hora sem nada eletrônico conectado. Claro que é difícil! Dá um trabalhão encontrar outra criatura como você agora.

 

Cr & Ag

 

Um colega mui macho dizia-se estar na pior TPM ininterrupta. Estabelecer esse mesmo plano de sobrevivência em todos os membros da família é quase como a paz entre judeus e palestinos. Não é impossível, mas é dureza. Principalmente tendo jovens na casa que aspira voltar a ser sentida como lar. Com o seu cão é bem mais fácil negociar. – Te corto a ração Corrupto! – ameaçou um amigo para seu pitbull. Outro amigo ganhou um canário belga do sogro, chamou-o de Alberto Youssef, não por ter custado em dólares, mas a criaturinha cantava na gaiola durante o Jornal Nacional ou quando recebia a visita de seus amigos advogados. Até num bichinho da paz a eletrônica invade seu ser. ‘Antes que a vaca tussa’ voltemos ao tema crucial de sobrevivência da espécie humana. E para seu jejum nunca use o alarme eletrônico do telefone. Uma amiga poetisa usa o por do sol para meditar e ausentar-se ou escapar das malhas da rede social. Outro colega abre e-mail uma vez por semana e somente abre o celular uma hora pela manhã e outra à noite. Alternativas. Caminhos para um mesmo destino.

 

Você vai descobrir que durante esse tempo de jejum eletrônico o sol continuou indiferente aos humanos e à Terra em sua jornada. A lua idem. A natureza estoicamente luta para sobreviver aos humanos e ao seu lixo, mas toca a vida. Aperceba-se – você continua vivo! V-i-v-o! Vi-vo! Somente jejuar. Controlar. Controlar-se.

 

Deusa

Medicina para Todos – fonte SnifDoctor.com.br

 

Hepatite ‘ataca’ também no carnaval

A maior festa popular do país também esconde “vilões” como os vírus das hepatite A, B e C, que atacam o organismo de forma silenciosa e podem causar danos irreversíveis ao fígado. Para evitar o contato com a doença, principalmente durante o carnaval, é importante seguir algumas recomendações.  Segundo o médico hepatologista Carlos Baia, coordenador dos transplantes de fígado do Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini, unidade da Secretaria de Estado da Saúde gerenciada em parceria com a SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), o uso de preservativo é fundamental para evitar a contaminação com o vírus do tipo B, que em 70% dos casos é transmitido em relações sexuais e tem poder de contágio até 100 vezes mais do que o vírus da Aids. O sexo com camisinha também protege contra outras doenças sexualmente transmissíveis, a exemplo da Aids.
“Sexo seguro deve ser feito com camisinha, seja durante o carnaval, ou ao longo do ano. O contágio com a hepatite B pode ocorrer em uma única relação sem proteção”, enfatiza.  A vacina contra a hepatite B está disponível na rede pública de saúde para pessoas com até 49 anos de idade. Para garantir a imunização são necessária três doses.
Também é importante ficar atento na hora das refeições. Alimentos e até mesmo água comercializados nas ruas ou em ambientes precários, sem que haja condições básicas de higiene, podem estar contaminados e servir de vetores para a hepatite A. O ideal é evitar, inclusive, dividir copos, latinhas de cerveja e talheres, pois este tipo de vírus é transmitido, também, pelo contato pessoal. 
“A troca de saliva pode transportar o vírus. Portanto, não compartilhar bebidas com desconhecidos, por exemplo, é uma forma de prevenção”, explica o especialista.  A hepatite C é a maior responsável pela cirrose hepática em todo Brasil e desencadeia cerca de 40% dos transplantes de fígado realizados no Estado. Transmitido pelo sangue contaminado, o vírus do tipo C sobrevive por várias horas ou até por alguns dias fora do corpo. “A maior preocupação em períodos de festa é com os usuários de drogas injetáveis, que costumam dividir seringas e, sem saber, acabam se contaminando”, destaca Carlos Baia.
A preparação para o carnaval também exige cuidados contra as hepatites B e C. Para as mulheres a dica é levar o seu próprio kit com alicate e outros instrumentos às manicures. Já os homens devem ficar atentos à higiene com tesouras e outros utensílios na ida ao barbeiro. E se a folia incluir, também, uma nova tatuagem no corpo, só vale se as agulhas do estúdio forem esterilizadas.

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Amigos do Bife! – a pedido. By 7720.

 

Amigos do Bife

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