Os Arigós e o Verão! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 12 Janeiro 2016.

 

Mantendo a tradição de embalar as férias e o verão com bom humor e pitadas de ironia, continuamos a saga da família Arigó. Busque no site: O Arigó e as Guampas e a Família Arigó.

2016 – 01 – 12 Janeiro – Os Arigós e o Verão – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Os Arigós e o Verão!

Saga Arigó: O Arigó e as Guampas e a Família Arigó – Vide Site

 

O

s heroicos leitores dessa impávida coluna (seria uma falange romana ou uma guerrilha farrapa do Pinto Bandeira?) sentem saudades dos interinos que aqui se locupletam na doce arte de misturar palavras e muitas vezes não sair nada entendível. Os amigos Arigós estão nessa ordem, sempre por cima da carne seca. Os Arigós nunca serão “eles” ou “os outros” do Lula-Brahma. São os próprios! Lisos como muçuns ensaboados. Ladinos de dar nó em pingo d’ água. O cacique-mor dos arigós continua escapando do doutor Moro. E arigó “apreceia” muito o jornalismo, alguns são favoráveis dissimulados ao “controle social da mídia”, mistura de safadeza ideológica com censura. Há representante em Brasília – o Arigó Emissário Cloacal. Pois alguns desses amigos continuarão alimentando a voracidade dos nossos e-leitores no verão gaudério.

 

Cr & Ag – Arigó da Faxina

 

“Olá Edinho Cabeleira! Aqui é o Arigó da Faxina diretamente da maior praia de pelados do hemisfério sul, via WhatsApp. Estou escalando um Everest de lixo acumulado desde a entrada de ano (não confundir com ânus) do prefeito para entrevistar a mais bela veranista dessa orla aquática. Ela faz um selfie com o salva-vidas. Liçenca. Licença, orra! Sou da imprensa meu. Desafoga. Outro  salva vidas salva um coroa se afogando no chocolatão e a velha surtou e tá dando uma beribéri. Tudo bem. Estão rebocando o barrigudo pra cima da pilha de cascas de melancias. Olá lindeza, your name? – Caraca meu, tu é argentino? Sou ligadona em castelhano. Teu nome gatinha? – Dieneffer com dois efes, um ‘f’ de fantástica e outro de… faceira, sabe né sou quentérrima nas areias. Curtindo um sol maneiro aí mina? – Pô cara tu é argentino mesmo, que sol? Chove pacas há mais de duas ‘seismanas’, to até entendendo língua de sapo, hoje é que deu uma aliviada nesse caldo caindo no lombo das criaturas. Beleza conversar contigo. A faixa assim dependurada no pescoço não dá coceira? – Que coceira meu, sou de primeira, não como essas mocreias aí cheias de micoses e perebas. Beleza Di-e-ne-f-fer e aí quem essa anoa tatuada embaixo da tua bunda. Bah mina que anoa bombada! – Nãooo é anoa não, é o Viktor, com ka. É meu guarda costas, bunda e o resto. O Negão do Humaitá é o meu love e ele não dá refresco pro patrimônio dele. Conhece o perigo que me ronda – deslizando as munhecas cheias de anéis e pulseiras pelo corpito suntuoso. Ele é muito possessivo, mas chefe é assim, ninguém vai esgravatá no terreiro dele.” Nota do Editor: informam-nos que o Arigó deu entrada na UPA pela ambulância do Samu, pois num ato reflexo de intimidade, ousou na troca de beijinhos de despedida dar um amasso nos airbags da Dieneffer. Eis que o Viktor com Ka aplicou-lhe um rabo de arraia e golpes da arte marcial Wem Kieu Dou.

 

Crônicas & Agudas – Arigó da Tarumã

 

“Edinho, Edinho, alô, alô, alonso! Aqui é o Arigó da Tarumã em pleno protesto contra a despoluição do Lago. Eis que um povaréu encardido como fundilho de político e cansado de promessa como veterana encalhada sem macho, trocou de lado e impede que as caçambas da Prefeitura encostem às margens pantanosas do lago e o mosquital… O prefeito tentou discursar e negociar com a turma: – Povo da minha terra (queria encarnar o tio Brizola?)… Não avançou no papo furado como fundilho de funcionário do Sartori, pois recebeu uma chuva de dejetos que boiavam no lago e de cabeça e roupa emerdeada, saiu pela tangente como explicação da Fundação Lula. Sabe o vereador, cara bom barbaridade é um apaziguador nato assim como secretário da ONU veio manimenis assim: – Pô pessoal, vamo baixar a bola! Não prosseguiu. Manja o Zecão Boludo, aquele gringão da fruteira? Pegou o vereador pelos pezes e ameaçou jogar no meio do lago. A Brigada fugiu da raia por “falta de efetivo e viatura para deslocar”. Acusam superfaturamento e chamaram o japonês da Federal. Fui, mais eu vorto!rsrsrsrs”

Dizem as boas e afiadas línguas que “de médico, poeta e louco, cada um tem um pouco”…

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Como funciona a ficção – James Wood–leitura recomendada.

 

Leitura recomendada!

Como funciona a ficção  – de James Wood

2015 - Li - Como funciona a ficção - James Wood

Muito além do seminário – Augusto Ernesto da Silva e outros – presente de Marga e José Paulo dos Santos – 2015

2015 - Li - Presente Marga E. dos Santos - Muito além do seminário

2015 - Li - Muito além do seminário - Presente Marga E. Santos - Dedicatória Augusto da Silva

Cândido ou o Otimismo–Voltaire – presente de Haroldo Franco – 2015

 

2015 - Li - Voltaire - Presente Haroldo Franco

Memórias & Passagens de um tempo – 2015 – Participação literária de Edson Olimpio Oliveira – www.edsonolimpio.com.br

 

Participei com:

* “As memórias que eu trago comigo”

e

* Olho de sogra

2015 - Memórias e Passagens de um tempo - As lembranças que eu trago comigo - Olho de sogra

O Fio de Ariadne! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 05 Janeiro 2016

 

2016 – 01 – 05 Janeiro – O fio de Ariadne – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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O Fio de Ariadne!

 

A

dentramos os portais de um novo ano, esse artifício engenhoso que o homem construiu para situar-se, localizar-se e até “dominar” o indominável – o tempo. Está na insegurança de um novo dia, de um novo ano e de um novo tempo a nossa necessidade de buscar uma luneta ou um telescópio que nos permita esquadrinhar o futuro. Tememos o que não conhecemos. Tememos muito mais aquilo que não dominamos. Singelamente apostamos em superstições – jamais comer galinha ou bichos que cavam para trás; coma porco que cava para frente; frutas significam a renovação da vida; claras de ovos vertidas num recipiente com água e deixadas ao relento na virada do ano tornam-se igrejas aos olhos de quem anseia casar-se; tinta derramada entre folhas de papel e colocadas sob o travesseiro ajudam a revelar o futuro; cartas à mesa e sua leitura esperta desnudam corações sofridos; linhas das mãos revelam o passado e os novos tempos; pretensos místicos nos assolam com suas previsões num horóscopo abrangente dos pinguins da Antártida aos atentados de Paris. “A verdade está lá fora” – interpreta a série ficcional Arquivo X. Infantilmente atribuímos ao ‘externo’ os nossos tropeços e descaminhos.

 

Crônicas & Agudas

 

Talvez Ariadne continuasse amando Teseu mesmo após sua traição. Buscamos ídolos e divindades que nos mostrem o melhor caminho, que nos orientem a sair dos labirintos que nos instalamos ou que penetramos. Alguns minotauros estão escondidos e outros visíveis aos olhos de quem se permite ver. O minotauro faminto e insaciável transmuta-se de desemprego, violência, saúde enferma, educação ridícula, corporações famintas por direitos com escassos deveres, privilégios, família doente, moral putrefata, idolatria compulsiva e cega, vassalagem, dinheiro e poder! Ao contrário do slogan do Arquivo X, a verdade está aqui dentro. Dentro de cada um de nós. Alguns possuem a habilidade inata outros necessitam dos terapeutas, muitos da religiosidade de luz, tantos do absoluto afastamento das sombras em constante vigília. O futuro somente pertence a Deus, mas nossa alma pode possuir a habilidade de quem está numa posição mais elevada e observar o desenrolar na planície ou ser mais equipada de outras vivências, como os atuais meteorologistas preveem o tempo. Pressentimentos e premonições estão nesse ambiente.

 

Cr & Ag

 

Há cegos que dependem muito de seus cães ou de alguém que lhes leve pelas mãos. Outros revelam uma visão que poucos compreendem e suas habilidades transcendem a maioria dos singelos humanos. E quantos com perfeita visão dos olhos, não enxergam? Como entender? A história ou as lendas revelam atos por sonâmbulos que a Medicina ortodoxa tenta desvendar e enrola-se frequentemente no fio de Ariadne. A espiritualidade entende como as manifestações da alma humana com ou sem assessoramentos. Jogamos a moeda para o ar e como cair nos dará a face de nossa sorte… ou azar! Soubéssemos realmente do futuro e esse estivesse solidamente definido, não seríamos feitos com a essência do Criador, pois não teríamos a capacidade, a possibilidade e construir habilidades para decidir por si mesmo. A fé que nos alimenta e nos nutre nessa jornada é também a que nos intoxica e embaralha as cartas da nossa visão e buscamos sempre algum bezerro de ouro para depositar as nossas preces e as nossas esperanças. Seria uma alegoria histórica da realidade de Moisés e do bezerro de ouro? Humanos nômades, gregos primitivos e ainda hoje pessoas continuam esperando que alguma ‘divindade’ ou até um semideus venha engravidar suas filhas, proteger sua plantação ou ser escudo de exércitos enquanto anos novos se repetem na estrada do tempo sem retorno e que mantem seu fluxo e sua velocidade alheios aos desejos humanos de culpas e verdades externas.

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ESPIRITUAL

De barraca armada – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 29 Dezembro 2015

 

2015 – 12 – 29 dezembro – De barraca armada – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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De barraca armada!

 

Série: O humor não tira férias.

 

H

oteis caros e lotados. As opções para um descanso no corpito resumem-se em acampar na casa de algum parente, quase-parente e até fazer uma fé num de pouco afeto, pois sabe-se lá que a criatura não vira candidato um dia. E voto é ouro! E a derradeira para uns e a primeira para outros: a barraca. A barraca resgata nossa humanidade primordial, jurássica até. Talvez a primeira casa do casal Adão e Eva ao integrarem o MSP – Movimento dos Sem Paraíso – fosse uma idílica barraca no costado de um riacho gingando entre pedras e com as estrelas de plateia, encomendando o Caim e o Abel. Ou caindo uma tromba d’água com raios e trovões de arrepiar lombo de tartaruga e o Adão excomungando a Eva e a Cobra. Pois um amigo adepto do barraquismo evoluiu até chegar numa barraca com dois quartos, sala, cozinha, varanda, luz de gerador, chuveiro quente com bomba pressurizadora, ar condicionado e outros requintes. – Até o Lula se daria bem com a dona Marisa numa mansão dessas, dizia-me. Tudo carregado num reboque junto com seu barco. Toda essa tralha e essa evolução que faria cigano urinar no banheiro foi pensando nela. Ela! Sua amada! A mãe de sua prole! A dama da sua festa! A deusa dos seus devaneios!

 

Cr & Ag

 

Edinho de Deus, a gente que é macho nem precisa disso tudo, mas a mulher tem que tomar banho todos os dias e no chuveirinho quente. Pra nós no máximo uma vez por semana, não é? Mosquito nem pensar. Banheiro perfumado. Ela vai para não fazer nada, eu faço tudo. Mas a nega dá uma manobra e arranja um jeito de não ir. A sogra adoece de cara. É só falar em acampar e algo de ruim… algum empecilho surge. Meu pai avisava que mulher e cavalo xucro tem lado de montar. Então dou o desconto. E vamos se quarteando, dois ou três hotel e uma barraca. Pra hotel tenho que levar um estoque de Cialis e chego no acampamento e estou de barraca armada! (Risos)

 

Cr & Ag

 

Acredito que o cara do moto home anda nessa balada. Tudo para levar a nega véia com conforto para um ninho de amor e de alegrias com a natureza por testemunha. Nem sempre é assim. Outro casal de amigos iniciou-se curtindo barraca e camping. Como a maioria dos casamentos, no início é tudo festa. O sexo rola até sem deitar, mas com o passar do tempo… Voltavam contando maravilhas dos seus acampamentos e dos campings ‘melhores que a maioria desses hotéis por aí’. Não há barraca sempre armada. E logo: – Pô Edinho que feriadão do cão. Choveu pra cassetete. A sogra empanzinou-se com uma maionese e foi aquela correria, por cima e por baixo, do plantão do SUS para a farmácia. A velha já andava de fraldas. E afrouxava as pernas ameaçando desmaiar. E nega fazia um H junto e era uma muvuca só. Quando melhorou a velha, o cunhadão foi tirar uma onda com a gatinha dum baita negrão de camiseta do Colorado… só não apanhou mais porque chegou a turma do ‘deixa disso, esse magrão não vale um peido, pega leve que ele é bunda mole’… Eu? De longe só olhando, o cara podia ser segurança do Lula, meu!

 

Cr & Ag

 

Ficamos por aqui. Vou dar uma força para o assador. Acabou o pão com alho. Cerveja na baba. Acabou o salsichão. A camionete do compadre quebrou a laje do sumidouro e afundou a frente. A carne não vai dar nem para a metade dessa tropa que continua chegando. A nega grita: – Entupiu o banheiro! O aspirante a genro do quase primo armou outra barraca no cantinho da garagem e está mais de uma hora enfiado lá dentro com a rapariga gritona. O Zé da Bombacha chegou do banho de mar, com a bombacha arregaçada acima dos joelhos e com a carneadeira palitando os dentes. É praia! Ano Novo! Sobrevivemos ao Lula-Dilma e seus parasitas. Escapamos do Sartori. Tudo é lucro!

Postagem Temporária Utilizada para Detecção de Tema (34fb8fe5-9a1a-4a3b-8c5a-7369800ed791 – 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)

Esta é uma postagem temporária que não foi excluída. Exclua-a manualmente. (01ea5d02-c6ea-4cc9-8621-2dfe2117e9e6 – 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)

Teu nome ainda é…–Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 22 Dezembro 2015

 

2015 – 12 – 22 Dezembro – Teu nome ainda é – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Teu nome ainda é…

 

N

atal é a festa da cristandade! Natal é a festa do amor! Natal é a festa do nascimento de Cristo! Nomes e slogans se acotovelam numa enorme empreitada – nomear da forma mais abrangente essa época do ano. Esperança! Esperança? Poderíamos chamar de ‘Esperança’ tudo aquilo que acontece dentro de nosso ser e da sociedade, do planeta e do universo nessa época? … e Deus Filho vestiu-se de humanidade para nos dar a esperança! O Deus Guerreiro, destruidor de cidades, populações e dos mais poderosos exércitos entregou-nos seu Filho gerado no ventre de uma mulher para ensinar-nos que a mais poderosa de todas as armas nasce no interior de um ser humano e se perpetua por outro ser humano, nas gerações que se repetirão – o Amor! É esse Amor que se renova sempre na Esperança.

 

Cr & Ag

 

E o homem criou o calendário para assim facilitar no tempo a aplicação da Esperança. Quantas esperanças cada um de nós escreve em letras gigantes ou esconde em papeletas nos escaninhos da mente e do coração: – quero amar mais e fazê-la tão feliz quanto ela merece e nós ansiamos. Quero acertar minhas contas e jamais gastar mais do que posso honrar. Quero ter mais tempo para estar com minha família, espero conversar mais com meus filhos. Espero que se lembrem de mim pelo menos nessa época do ano. Espero terminar esses estudos que se arrastam. Espero conseguir um emprego melhor. Ou daqueles brasileiros que a cada dois ou três minutos estão perdendo seus empregos no país assolado pela enfermidade virulenta e putrefata da ausência de honra, da escassez de dignidade, do apossamento dos bens da nação – quero um emprego para me sustentar e sustentar as pessoas que amo e jamais aceitar a dependência nefasta do ‘pai governo’.

 

Cr & Ag

 

Ajudem-me! Incluam suas esperanças, seus propósitos. Acalente seus sonhos. Sonhe. Acredite nos seus sonhos. Desperte o menino de amor dentro de você e sonhe. Quando sonhamos, quando miramos no bem coletivo, quando cultivamos sentimentos de luz, o sol será mais amigo, a chuva será cálida e macia, o vento acariciará seu rosto e a lua e as estrelas estarão cintilando por ti e por quem tu amas. Somos um mundo em que o bem e o mal estão em constante disputa, desde as planícies desérticas do Oriente Médio até às luzes feéricas de Paris. Somos seres de amor sempre assediados pelo lado negro da força, mas o Pai Criador nos deu a capacidade e a possibilidade de escolhermos nosso caminho. Lamentavelmente temos escolhido caminhos ruins para o Brasil e seu povo. Como o ‘bezerro de ouro’ na jornada de Moisés, tantos buscam falsos ídolos, idolatram entidades com os pés embarreados tanto pelo lodo da Petrobrás quanto pela ganância despudorada, alguns cobertos pelos mantos do poder continuam a assassinar as esperanças de nossos filhos, de nossos netos, de nossos compatriotas.

 

Cr & Ag

 

Uma mãe presenteada com passagens e estadia para visitar a filha, genro e netos nos Estados Unidos onde buscaram uma vida e um futuro mais digno e melhor recomenda-lhe com os olhos constrangidos de lágrimas ardentes: – Não perca a esperança de um dia o nosso país ser um lugar que meus netos poderão trabalhar com liberdade e segurança e saber que o fruto de seu trabalho não é roubado pelo governo. Somente a esperança mantem viva e aquecida essa chama que tão distante parece estar. Somente a esperança alimenta esse coração de uma avó, como de tantos outros, que apesar da dor de ter seus amados longe de sua casa e de sua pátria. E lute para que a sua esperança na adormeça ou sucumba. Feliz Natal!

 

2015 - Natal 2

Imagens de Amigos e Amigas com Crônicas & Agudas

André Vega - 2015 11 24

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