Cândido ou o Otimismo–Voltaire – presente de Haroldo Franco – 2015
06 jan 2016 Deixe um comentário
em LIVROS
Memórias & Passagens de um tempo – 2015 – Participação literária de Edson Olimpio Oliveira – www.edsonolimpio.com.br
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O Fio de Ariadne! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 05 Janeiro 2016
03 jan 2016 Deixe um comentário
2016 – 01 – 05 Janeiro – O fio de Ariadne – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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O Fio de Ariadne!
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dentramos os portais de um novo ano, esse artifício engenhoso que o homem construiu para situar-se, localizar-se e até “dominar” o indominável – o tempo. Está na insegurança de um novo dia, de um novo ano e de um novo tempo a nossa necessidade de buscar uma luneta ou um telescópio que nos permita esquadrinhar o futuro. Tememos o que não conhecemos. Tememos muito mais aquilo que não dominamos. Singelamente apostamos em superstições – jamais comer galinha ou bichos que cavam para trás; coma porco que cava para frente; frutas significam a renovação da vida; claras de ovos vertidas num recipiente com água e deixadas ao relento na virada do ano tornam-se igrejas aos olhos de quem anseia casar-se; tinta derramada entre folhas de papel e colocadas sob o travesseiro ajudam a revelar o futuro; cartas à mesa e sua leitura esperta desnudam corações sofridos; linhas das mãos revelam o passado e os novos tempos; pretensos místicos nos assolam com suas previsões num horóscopo abrangente dos pinguins da Antártida aos atentados de Paris. “A verdade está lá fora” – interpreta a série ficcional Arquivo X. Infantilmente atribuímos ao ‘externo’ os nossos tropeços e descaminhos.
Crônicas & Agudas
Talvez Ariadne continuasse amando Teseu mesmo após sua traição. Buscamos ídolos e divindades que nos mostrem o melhor caminho, que nos orientem a sair dos labirintos que nos instalamos ou que penetramos. Alguns minotauros estão escondidos e outros visíveis aos olhos de quem se permite ver. O minotauro faminto e insaciável transmuta-se de desemprego, violência, saúde enferma, educação ridícula, corporações famintas por direitos com escassos deveres, privilégios, família doente, moral putrefata, idolatria compulsiva e cega, vassalagem, dinheiro e poder! Ao contrário do slogan do Arquivo X, a verdade está aqui dentro. Dentro de cada um de nós. Alguns possuem a habilidade inata outros necessitam dos terapeutas, muitos da religiosidade de luz, tantos do absoluto afastamento das sombras em constante vigília. O futuro somente pertence a Deus, mas nossa alma pode possuir a habilidade de quem está numa posição mais elevada e observar o desenrolar na planície ou ser mais equipada de outras vivências, como os atuais meteorologistas preveem o tempo. Pressentimentos e premonições estão nesse ambiente.
Cr & Ag
Há cegos que dependem muito de seus cães ou de alguém que lhes leve pelas mãos. Outros revelam uma visão que poucos compreendem e suas habilidades transcendem a maioria dos singelos humanos. E quantos com perfeita visão dos olhos, não enxergam? Como entender? A história ou as lendas revelam atos por sonâmbulos que a Medicina ortodoxa tenta desvendar e enrola-se frequentemente no fio de Ariadne. A espiritualidade entende como as manifestações da alma humana com ou sem assessoramentos. Jogamos a moeda para o ar e como cair nos dará a face de nossa sorte… ou azar! Soubéssemos realmente do futuro e esse estivesse solidamente definido, não seríamos feitos com a essência do Criador, pois não teríamos a capacidade, a possibilidade e construir habilidades para decidir por si mesmo. A fé que nos alimenta e nos nutre nessa jornada é também a que nos intoxica e embaralha as cartas da nossa visão e buscamos sempre algum bezerro de ouro para depositar as nossas preces e as nossas esperanças. Seria uma alegoria histórica da realidade de Moisés e do bezerro de ouro? Humanos nômades, gregos primitivos e ainda hoje pessoas continuam esperando que alguma ‘divindade’ ou até um semideus venha engravidar suas filhas, proteger sua plantação ou ser escudo de exércitos enquanto anos novos se repetem na estrada do tempo sem retorno e que mantem seu fluxo e sua velocidade alheios aos desejos humanos de culpas e verdades externas.
De barraca armada – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 29 Dezembro 2015
02 jan 2016 Deixe um comentário
2015 – 12 – 29 dezembro – De barraca armada – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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De barraca armada!
Série: O humor não tira férias.
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oteis caros e lotados. As opções para um descanso no corpito resumem-se em acampar na casa de algum parente, quase-parente e até fazer uma fé num de pouco afeto, pois sabe-se lá que a criatura não vira candidato um dia. E voto é ouro! E a derradeira para uns e a primeira para outros: a barraca. A barraca resgata nossa humanidade primordial, jurássica até. Talvez a primeira casa do casal Adão e Eva ao integrarem o MSP – Movimento dos Sem Paraíso – fosse uma idílica barraca no costado de um riacho gingando entre pedras e com as estrelas de plateia, encomendando o Caim e o Abel. Ou caindo uma tromba d’água com raios e trovões de arrepiar lombo de tartaruga e o Adão excomungando a Eva e a Cobra. Pois um amigo adepto do barraquismo evoluiu até chegar numa barraca com dois quartos, sala, cozinha, varanda, luz de gerador, chuveiro quente com bomba pressurizadora, ar condicionado e outros requintes. – Até o Lula se daria bem com a dona Marisa numa mansão dessas, dizia-me. Tudo carregado num reboque junto com seu barco. Toda essa tralha e essa evolução que faria cigano urinar no banheiro foi pensando nela. Ela! Sua amada! A mãe de sua prole! A dama da sua festa! A deusa dos seus devaneios!
Cr & Ag
– Edinho de Deus, a gente que é macho nem precisa disso tudo, mas a mulher tem que tomar banho todos os dias e no chuveirinho quente. Pra nós no máximo uma vez por semana, não é? Mosquito nem pensar. Banheiro perfumado. Ela vai para não fazer nada, eu faço tudo. Mas a nega dá uma manobra e arranja um jeito de não ir. A sogra adoece de cara. É só falar em acampar e algo de ruim… algum empecilho surge. Meu pai avisava que mulher e cavalo xucro tem lado de montar. Então dou o desconto. E vamos se quarteando, dois ou três hotel e uma barraca. Pra hotel tenho que levar um estoque de Cialis e chego no acampamento e estou de barraca armada! (Risos)
Cr & Ag
Acredito que o cara do moto home anda nessa balada. Tudo para levar a nega véia com conforto para um ninho de amor e de alegrias com a natureza por testemunha. Nem sempre é assim. Outro casal de amigos iniciou-se curtindo barraca e camping. Como a maioria dos casamentos, no início é tudo festa. O sexo rola até sem deitar, mas com o passar do tempo… Voltavam contando maravilhas dos seus acampamentos e dos campings ‘melhores que a maioria desses hotéis por aí’. Não há barraca sempre armada. E logo: – Pô Edinho que feriadão do cão. Choveu pra cassetete. A sogra empanzinou-se com uma maionese e foi aquela correria, por cima e por baixo, do plantão do SUS para a farmácia. A velha já andava de fraldas. E afrouxava as pernas ameaçando desmaiar. E nega fazia um H junto e era uma muvuca só. Quando melhorou a velha, o cunhadão foi tirar uma onda com a gatinha dum baita negrão de camiseta do Colorado… só não apanhou mais porque chegou a turma do ‘deixa disso, esse magrão não vale um peido, pega leve que ele é bunda mole’… Eu? De longe só olhando, o cara podia ser segurança do Lula, meu!
Cr & Ag
Ficamos por aqui. Vou dar uma força para o assador. Acabou o pão com alho. Cerveja na baba. Acabou o salsichão. A camionete do compadre quebrou a laje do sumidouro e afundou a frente. A carne não vai dar nem para a metade dessa tropa que continua chegando. A nega grita: – Entupiu o banheiro! O aspirante a genro do quase primo armou outra barraca no cantinho da garagem e está mais de uma hora enfiado lá dentro com a rapariga gritona. O Zé da Bombacha chegou do banho de mar, com a bombacha arregaçada acima dos joelhos e com a carneadeira palitando os dentes. É praia! Ano Novo! Sobrevivemos ao Lula-Dilma e seus parasitas. Escapamos do Sartori. Tudo é lucro!
Postagem Temporária Utilizada para Detecção de Tema (34fb8fe5-9a1a-4a3b-8c5a-7369800ed791 – 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)
01 jan 2016 Deixe um comentário
Esta é uma postagem temporária que não foi excluída. Exclua-a manualmente. (01ea5d02-c6ea-4cc9-8621-2dfe2117e9e6 – 3bfe001a-32de-4114-a6b4-4005b770f6d7)
Teu nome ainda é…–Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 22 Dezembro 2015
22 dez 2015 Deixe um comentário
2015 – 12 – 22 Dezembro – Teu nome ainda é – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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Teu nome ainda é…
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atal é a festa da cristandade! Natal é a festa do amor! Natal é a festa do nascimento de Cristo! Nomes e slogans se acotovelam numa enorme empreitada – nomear da forma mais abrangente essa época do ano. Esperança! Esperança? Poderíamos chamar de ‘Esperança’ tudo aquilo que acontece dentro de nosso ser e da sociedade, do planeta e do universo nessa época? … e Deus Filho vestiu-se de humanidade para nos dar a esperança! O Deus Guerreiro, destruidor de cidades, populações e dos mais poderosos exércitos entregou-nos seu Filho gerado no ventre de uma mulher para ensinar-nos que a mais poderosa de todas as armas nasce no interior de um ser humano e se perpetua por outro ser humano, nas gerações que se repetirão – o Amor! É esse Amor que se renova sempre na Esperança.
Cr & Ag
E o homem criou o calendário para assim facilitar no tempo a aplicação da Esperança. Quantas esperanças cada um de nós escreve em letras gigantes ou esconde em papeletas nos escaninhos da mente e do coração: – quero amar mais e fazê-la tão feliz quanto ela merece e nós ansiamos. Quero acertar minhas contas e jamais gastar mais do que posso honrar. Quero ter mais tempo para estar com minha família, espero conversar mais com meus filhos. Espero que se lembrem de mim pelo menos nessa época do ano. Espero terminar esses estudos que se arrastam. Espero conseguir um emprego melhor. Ou daqueles brasileiros que a cada dois ou três minutos estão perdendo seus empregos no país assolado pela enfermidade virulenta e putrefata da ausência de honra, da escassez de dignidade, do apossamento dos bens da nação – quero um emprego para me sustentar e sustentar as pessoas que amo e jamais aceitar a dependência nefasta do ‘pai governo’.
Cr & Ag
Ajudem-me! Incluam suas esperanças, seus propósitos. Acalente seus sonhos. Sonhe. Acredite nos seus sonhos. Desperte o menino de amor dentro de você e sonhe. Quando sonhamos, quando miramos no bem coletivo, quando cultivamos sentimentos de luz, o sol será mais amigo, a chuva será cálida e macia, o vento acariciará seu rosto e a lua e as estrelas estarão cintilando por ti e por quem tu amas. Somos um mundo em que o bem e o mal estão em constante disputa, desde as planícies desérticas do Oriente Médio até às luzes feéricas de Paris. Somos seres de amor sempre assediados pelo lado negro da força, mas o Pai Criador nos deu a capacidade e a possibilidade de escolhermos nosso caminho. Lamentavelmente temos escolhido caminhos ruins para o Brasil e seu povo. Como o ‘bezerro de ouro’ na jornada de Moisés, tantos buscam falsos ídolos, idolatram entidades com os pés embarreados tanto pelo lodo da Petrobrás quanto pela ganância despudorada, alguns cobertos pelos mantos do poder continuam a assassinar as esperanças de nossos filhos, de nossos netos, de nossos compatriotas.
Cr & Ag
Uma mãe presenteada com passagens e estadia para visitar a filha, genro e netos nos Estados Unidos onde buscaram uma vida e um futuro mais digno e melhor recomenda-lhe com os olhos constrangidos de lágrimas ardentes: – Não perca a esperança de um dia o nosso país ser um lugar que meus netos poderão trabalhar com liberdade e segurança e saber que o fruto de seu trabalho não é roubado pelo governo. Somente a esperança mantem viva e aquecida essa chama que tão distante parece estar. Somente a esperança alimenta esse coração de uma avó, como de tantos outros, que apesar da dor de ter seus amados longe de sua casa e de sua pátria. E lute para que a sua esperança na adormeça ou sucumba. Feliz Natal!
O discurso que não aconteceu! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 15 Dezembro 2015
20 dez 2015 Deixe um comentário
2015 – 12 – 15 Dezembro – O discurso que não aconteceu – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
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O discurso que não aconteceu!
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“P |
or que o livro?” Antes da resposta remetem para a sabedoria popular que manda “plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Temos três filhos. Plantamos centenas de espécies nativas a várias exóticas em nossa chácara. Participei de mais de trinta coletâneas, sou colunista de jornal há uns vinte anos e agora, realmente, o primeiro livro em voo solo. Nos idos de 1976, 1977 e 1978 produzi e editei um jornal mural na Santa Casa de Misericórdia – O Cat Gut! Categute é um fio cirúrgico que geralmente é absorvido e some com o tempo. O revolucionário Cat Gut foi também forçado a sumir. Em 1979, fundei o grupo motociclístico Primeira Capital Equipe com o Luiz Zavarise e o amigo me incitava a produzir textos que ele próprio levava a jornal da cidade. Publiquei no Jornal do Comércio. Mas Viamão somente decolou pela coragem do Pedrão Negeliskii que me ofereceu uma coluna no jornal A Tribuna. E após seu nascimento, para o jornal Opinião de Viamão. Sua saudosa esposa me tocou profundamente: – Começo a ler o jornal pela tua coluna! Os jovens da época hoje me conduzem com seu carinho, respeito e atenção – Natacha e Andrey Negeliskii.
Cr & Ag
O médico, escritor, emérito historiador e Coronel do Exército Luiz Fernandes Soares, Presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Sobrames ofereceu-me suas várias publicações e também sua amizade e respeito. Outros padrinhos literários: Dirk Hesseling levou-me para a ALVI – Associação Literária de Viamão; Benedito Saldanha levou-me para o Partenon Literário. O Dr. Eduardo Dias Lopes, médico e cirurgião ímpar esteve em vários momentos de alegria da minha vida, mas desde 1979 esteve sempre presente a atuante em todos os mais difíceis e dramáticos momentos da minha existência e da família. A Clarice Severgini está comigo com sua dedicação e amor nesses dez últimos anos de consultórios. O Luizinho Zavarize e a Nádia foram nossos companheiros em várias viagens pelo Brasil e pelo Mercosul. Eles, os meus pacientes, sempre foram a razão primeira e única de ser médico e cirurgião por mais de quarenta anos, deram-me a honra de tratá-los integralmente entregando-me seus corpos e de seus entes mais amados na busca de alívio ou de cura de suas enfermidades e de suas dificuldades. E tantos que leem minhas colunas e me atiçam para aprimorar e evoluir na Luz do Espírito Santo.
Cr & Ag
A árvore plantada e os filhos gerados representam a continuidade da vida e o legado daquela existência para o mundo, para o universo, para o presente e o futuro. Temos três filhos que nos trazem muito amor e orgulho por serem pessoas dignas, trabalhadores incansáveis, honrados, méritos alcançados pelo estudo e pelo trabalho – o Eduardo, a Cynthia e a Cristina. Com meu genro Marco Antônio e minha nora Bruna deram-nos três netos que estão em todas as últimas publicações no meu currículo: Ana Luiza, Lucas e Pedro Henrique. Minha irmã Shirley Celina, meu pai Aldo e minha mãe Dora estão eternamente presentes em vários textos e diversos deles, as lendas, são versões romanceadas ou dramatizadas de estórias que minha mãe me contava. Meu eterno cunhado Geraldo Jaeger representa o amor que tentei traduzir nos textos dos personagens da cidade que viu nascer e onde tanto construímos – Viamão! Precisaria de um texto especial para Dona Zulmira Andrade e minha sogra e bisa Palmira. E tantas pessoas vivas em meu coração, mas impossíveis de citá-las nesse espaço.
Crônicas & Agudas
O livro está aqui! Milhares de colunas de jornal e de textos estão em minha vida por ela e seu constante incentivo! A Cledi tem sido muito mais que qualquer homem pode desejar de uma esposa e companheira de jornada. Meu desapego por muito da materialidade não me estimulava a um livro solo. Ela gerou com amor esse livro, como outro de nossos filhos queridos, e tudo que está acontecendo pelo batismo de Crônicas & Agudas – O Livro! Sou feliz e grato por tudo que a vida e Deus me deram. O motivo, o espírito, a alma do livro chama-se Gratidão! É a Gratidão que pulsa meu coração e ilumina meu ser e espero perenizar esse sentimento nas páginas de Crônicas & Agudas levando a cada leitor e a cada um de tantos que me tocaram durante essa existência o meu agradecimento. Meu “marcador de páginas” traz uma oração ao Espírito Santo que acompanha meus pacientes nesses quarenta anos. Sou um homem de oração e creio que quando oramos com nossos corações e nossos espíritos estamos agradecendo ao Criador inicialmente e depois a todos por tudo que nos propiciaram transformar em Amor com Sabedoria e Luz!
Crônicas & Agudas! O Livro – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 08 Dezembro 2015
20 dez 2015 Deixe um comentário
2015 – 12 – 08 Dezembro – Crônicas & Agudas! O Livro – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas Jornal Opinião
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Crônicas & Agudas!
O Livro
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os amigos e amigas que me acompanham nesses vinte anos de colunas em jornal que foram emolduradas com mais de trinta participações em coletâneas literárias pelo Brasil a fora, vencidos concursos literários em que participei, pelo site/blog (http://www.edsonolimpio.com.br) e agora também pelo Face book, estarão comigo no lançamento ou no batismo de meu livro solo – Crônicas & Agudas. É uma edição limitada com 250 páginas e 59 crônicas, contos e lendas selecionadas. No dia 10 de Dezembro, das 18,30 às 20 horas estaremos recebendo-os no Restaurante Buena Vista, no Complexo Realizare, Avenida Américo Vespúcio Cabral, 259.
Cr & Ag
“Natural de Viamão, onde atualmente reside, batizou-a de Primeira Capital de Todos os Gaúchos, Edson Olimpio Silva de Oliveira é o terceiro filho do amor de dona Dora e do seu Aldo, tendo a graça de nascer no dia do aniversário de sua mãe. Casado com Cledi, com a qual teve três filhos: Eduardo, Cynthia e Cristina, e três netos: Ana Luiza, Lucas e Pedro Henrique. Estudou no Grupo Escolar Setembrina, no Ginásio Bento Gonçalves, no Colégio Rosário e se graduou em Medicina na Faculdade Católica de Medicina de Porto Alegre, hoje UFCSPA. É médico e foi cirurgião por quarenta anos, também foi motociclista e vereador de Viamão.”
Cr & Ag
“Há quase duas décadas, tem coluna em jornais de Viamão, tendo, durante os últimos quinze anos, publicado no Jornal Opinião de Viamão. O autor participou de quase trinta coletâneas regionais e nacionais, e já venceu concursos literários, inclusive ganhou um prêmio internacional, tornando-se conhecido nas cidades onde trabalha, Capivari do Sul e Viamão. Suas crônicas são distinguidas em sessão do Senado no Congresso Nacional do Brasil e inserida em seus anais. É membro da Sobrames – Sociedade Brasileira de Médicos Escritores; da ALVI – Associação Literária de Viamão; e do Partenon Literário. Fundou a Primeira Capital Equipe enquanto viajava pelo Brasil e Mercosul divulgando a sua cidade e suas tradições. Foi criador e editor do Cat-Gut, jornal mural da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre e também é editor dos blog Crônicas & Agudas e AD 76 MedCat! Amigos para Sempre.”
Cr & Ag
“Contos e crônicas selecionadas e publicadas originalmente nos jornais de Viamão. Lendas regionais, estórias contadas de mãe para filhos e desses para os seus netos. O misticismo amalgamado na realidade histórica de uma terra varrida por guerras entre irmãos de uma mesma pátria. O amor à negritude estampados no heroísmo jamais descrito na região. O triângulo amoroso consentido do homem, da sua mulher e da deusa que os encanta – a motocicleta. O amor vertido e romanceado nas realidades pessoais. O texto lido e exaltado no Senado do Congresso Nacional do Brasil e gravado em seus Anais. O olhar explorador no cotidiano mesclado com ironia e bom humor. Os causos e o regate de pessoas que marcaram a cidade. A ancestral igreja e o amor cristão. O respeito e o amor aos animais.”













































