A alegria de uma realização após uma longa jornada de vida com sacrifícios. Estacionei e fotografiei a cena que nos remete a algum lugar de nosso passado.
Histórias & Estórias Médicas – Volume IX – 2012 – Participação de Edson Olimpio Oliveira.
22 jun 2014 Deixe um comentário
Viamão – uma história não revelada – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 22 Junho 2014
22 jun 2014 Deixe um comentário
em MEMÓRIA
Viamão!
Uma História Não Revelada.
Véspera de Natal. A tarde buscava o seu repouso diário em alguma coxilha desses campos sem fim do Rio Grande. O clima estava como o coração de muitos gaúchos – triste, melancólico. Há vários dias que um vento minuano, destemperado para essa época do ano, trazia rajadas de um frio cortante. As árvores perdiam o sorriso de suas flores primaveris. O Rio Grande sofria as mortes de uma guerra medonha em que irmão lutava contra irmão. Sangue derramando sangue fraterno. Novamente, não haveria risos de alegria e muito menos a paz em muitas das casas espalhadas em torno da monumental igreja.
A igreja construída por escravos e portugueses com paredes de tijolos e barro fundidos com as conchas trazidas do oceano há cerca de 100 km ao leste era o testemunho religioso de uma fé cristã. Sua face voltada para o norte como a pedir clemência ao império estabelecido no Rio de Janeiro. No entanto, suas costas viradas para o sul acompanhavam os animais que são fustigados pelo clima inclemente. Campos Açorianos era um dos nomes dessa região.
Trincheiras abertas no perímetro externo do povoado ainda colecionavam defuntos por sepultar. Mas as maiores e piores trincheiras estavam nos corações. Logo o minuano, um vento seco, abre passagem para seu irmão o vento sul e, sem alívio, uma garoa açoitava os que ainda ousassem permanecer na rua ou teimassem em estar com as portas de seus comércios abertas. Logo a senhora noite desceu seu véu negro sobre o povoado. Com dificuldade, lampejavam chamas bruxuleantes pelas frestas das pesadas portas e janelas. Algum fogo de chão denunciava o labor de galpões.
Uma figura trôpega e um cão. Um homem? Sim! Um homem e um cão. Seria mais um andarilho? Mendigos com a mente transtornada pelas batalhas vagavam pela região. Algum espião disfarçado? A criatura andrajosa bateu na primeira porta. Quando o dono atendeu, o candeeiro em sua mão iluminou uma face muito envelhecida e disforme. Deu um passo para trás e segurou o cabo da adaga em sua cintura. O mendigo queria um pouso e com certeza uma comida quente. Mas o homem o escorraçou. Ao que o cão em defesa do amigo, cerrou os dentes e crispou o lombo. O medo, a feiúra, a mutilação ou preconceitos obscenos teria isso causado?
O miserável andarilho tentou a casa seguinte. A recepção foi pior, pois um dos filhos do proprietário jogou-lhe os dejetos contidos num penico. Assim continuou, sempre com a mesma acolhida – enxotado. Restava-lhe a igreja. Arrastou seu corpo depauperado escadas acima. Encontrou a porta cerrada. Nem a casa que os homens haviam erguido em homenagem a Deus, o aceitava.
Voltando à rua enlameada, cinco cavaleiros irromperam. Estacando a montaria, o que parecia ser o chefe, ordenou-lhe que desaparecesse ou seria morto. Açoitando o cavalo mergulhou na escuridão chuvosa. Ao erguer os olhos, o andarilho vislumbrou que um dos cavaleiros havia ficado para trás. Era um lanceiro negro. O negro enfiou a mão na mala de garupa e retirou um pão e deu-lhe. Naquele instante em que as mãos do negro e do andarilho seguravam o pão, o lanceiro falou-lhe:
– Cristo esteja contigo! – e voltou a acompanhar grupo.
O andarilho e o cão saíram do povoado e não muito longe dali encontraram uma enorme figueira. Buscou abrigo entre as suas raízes. A árvore centenária espalhava longos braços que envolviam uma rocha. Ali ele buscou refúgio da chuva, do vento frio e… de certas pessoas. Dividindo o pão com o fiel amigo, olhava para o céu.
As palavras do lanceiro negro ribombavam em sua cabeça. Eis que o vento cessa num relance. O céu para de chorar. As nuvens correm para outras paragens. E a lua surge como uma deusa ancestral que arrasta em seu manto uma miríade de estrelas. E o céu se ilumina. As poças d’água reluzem o pulsar do universo. O andarilho sente a luz penetrar por seus olhos. Sente a luz varar seus trapos e vibrar sua pele. Como a circular em seu corpo doente.
O cão lambe amorosamente suas mãos. As chagas e os dedos mutilados ganham luminosidade. Ele olha em direção ao povoado e agradece a um Deus que há muito havia renegado. Um Deus que lhe permitiu estar ali agora e não dormindo em sacos ou pelegos imundos em algum galpão. Seus olhos derramam grossas lágrimas e num choro arrancado do fundo de uma alma que julgava não ter mais, grita por um perdão já concedido pelo Criador. Seus pulmões vibram perdoando a quem mal lhe fez. Então, cai de joelhos. Convulsivamente chora e balbucia nomes e lugares. Súbito, olhando para o espelho d’água, distingue uma forma perfeita. Um homem jovem e sadio. Ali está refletida a imagem daquele que um dia foi ele. E ali ele sente como se uma energia divina saísse de seu coração, irradiando ao seu amigo cão e se espalhando pelo local, pelo povoado e como numa explosão de uma estrela de luz atingisse a todos.
Dia seguinte. Um lanceiro negro vasculha a periferia do povoado. À noite passada, houve uma explosão e, como por um encanto místico, todas as lamparinas, candeeiros e velas apagaram-se e acenderam-se sem que nenhuma mão humana os tocasse. Eis que escuta um uivo. Cavalga em direção aos uivos. Vê o cão do andarilho. O animal está como a lhe chamar. Freia o cavalo. O cão desaparece entre as poderosas raízes da figueira. Os segundos parecem eternidades. O andarilho está ali morto. O cão repousa a cabeça no colo do companheiro e num último suspiro, entrega à guarda do corpo a outro amigo. Um homem escaldado nas piores adversidades da vida, com o coração a tamborilar insanamente em seu peito, sente os olhos marejarem e as pernas a tremerem. A mão esquerda do andarilho está colada à rocha e ali deixa uma marca. Como se uma mão em brasa fundisse o granito, marcando, tomando sua posse. Ali o andarilho foi sepultado. E também o seu cão. Logo a guerra terminou. As pessoas souberam do acontecido. E, por várias gerações, ali brotava um lírio selvagem e uma vertente de água cristalina, como um friso de lágrimas entre as raízes. E aos olhos e sentimentos do mundo, a mão gravada, esculpida, na rocha. Assim foi realmente forjado o nome desse povoado de Viamão, mas que por uma vergonha e culpa que rasgava o espírito dos habitantes, justificou o nome da região por outras maneiras.
Nota do Autor: Viamão – Rio Grande do Sul, minha cidade natal, considerada a primeira (ou segunda – outra controvérsia) capital do Estado tem na origem do seu nome uma fonte de mistérios. Atribuem uns que deriva da visão de rios visíveis do alto da torre da igreja que confluem formando "uma mão". Outra versão seria de uma família rica que residiu no local – os Viamont. Enfim, estórias e histórias são contadas. A verdadeira?
Viamonês – um dialeto especial – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 24 Junho 2014
22 jun 2014 Deixe um comentário
2014 – 06 – 24 – Viamonês – um dialeto especial? – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
Viamonês – um dialeto especial?
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abemos que cada região de um mesmo país ou de países diferentes, professando a mesma língua apresentam características e palavras com usos e significados diferentes ou especiais. Um gaúcho de periferia da graaande Viamão, como Uruguaiana ou Bagé, por exemplo, carrega termos pouco usuais para nós. Assim como um cearense ou um catarina. Imaginemos uma reunião de viamonenses da gema (ou da clara?) lá pelos idos de 1960 com a Legalidade agitando as bandeiras e ensarilhando armas. Poderiam estar na Sociedade Viamonense de Caça, Pesca e Tiro ali defronte a casa do primo Haroldo Franco, junto ao armazém do Itamar Carvalho. Ou na saleta-corredor da Farmácia Brasil onde se “reúnem caçadores, pescadores e outros mentirosos”, como dizia a placa. Ou ainda, nas sombras frescas da Borracheira na praça Júlio de Castilhos, numa barraca nos banhados dos Abreus, ou entre os cinamomos da praça de autos da caixa d´água. O assunto de homem é sexo-futebol-política-sexo.
Cr & Ag
– Onde tens andado ou anda escondido como pulga em pelego? Tá desmerecido (1) ou a gripa (2) te pegou? Ou anda engalicado (3) de novo com aquela china (4) do Meu Cantinho (5)? Tu te cuida porque mulher ligeira e cavalo lerdo quebra qualquer homem.
– Tive ameaça de pontada(6) e to tomando umas penicilinas e xaropes do seu Nelson. Coisa braba, me encheu o calções de água (7) na caçada no Nena Santana. Encaranguei e quase morri na geada. Agora to com defluxo(8) que até pelo imba (9) eu tuxo (10). Fiz uma xapoerada (11) com mel, guaco, agrião e banana do mato. To melhorando devagarzinho.
– Vocês tão ficando velhos! Outro dia o Manoel Galego quase morreu com uma farofa de ratão do banhado na beira da sanga do doutor Velho. Se salvou com chá de vassoura vermelha. Vomitou até o diabo e botou duas cuecas fora. Ficaram perdidas. Ainda fez duas atiradas e derrubou 52 marrecões e umas piadeiras. Vocês vão ficar por aqui ou vão também pros matos do Marcolino ou pro Pinhal… o Brizola tá chamando na radia (12) dia e noite.
Cr & Ag
Sem ficar tafoneando ou embromando (13) vou pedindo arrego (14) pro primo Sílvio Negrinho Luiz, outro viamonense contador de estórias, enquanto a nega veia (15) prepara a boia (16). Lembro que tive que dar um retoque na melena (17) com o Panca, depois de consertar o cebolão com o Messilva, pois não posso perder a hora pro arrasta-pé no Valdeci no Passo da Areia. Claro que vou no Passo das Éguas lotado (18). To de aconchego (19) com uma guria bonita que nem um bibelô (20) da festa do Padre Bernardo, até comprei uma camisa volta ao mundo (21) no Zé das Calças, mas tenho que levar uns brincos pro pai dela que tá sempre reinando (22), de rabo azedo (23) e venta arregalada (24), mais brabo que corno em delegacia. Carrega um tresoitão Schmidt-Wesson (25) na cintura e uma Solingen (26) na meia. Qué o que com cara que veio do porto (27) e cumpriu tempo no Gasômetro (28). Mas a rapariga tem umas ancas (29)… E não posso contar com o primo Malta que está no Madrugada CCC (30) e só quer batucada e segurar as mesas do bar do Manoel.
Cr & Ag
E (ufa!) traduzindo: (1) pálido, fraco; (2) gripe; (3) com doença venérea; (4) meretriz; (5) tradicional lupanar viamonense; (6) pneumonia; (7) macacão de borracha para caçadas em banhados; (8) corrimento nasal e catarro; (9) ânus; (10) “tosse” – flatos; (11) xarope caseiro; (12) rádio; (13) enrolando, dando voltas; (14) ajuda, facilidades; (15) patroa, companheira; (16)
Chepa, comida; (17) cabelo farto; (18) tradicional linha de ônibus; (19) namoro; (20) decoração de porcelana; (21) antiga camisa de nylon famosa pela “asa” que deixava; (22) mau humor, como rei; (23) bunda suja; (24) nariz bufando como bagual; (25) revólver de valente; (26) navalha alemã, identidade de malandro e bons barbeiros; (27) Porto do Rio Guaíba; (28) “cadeião”; (29) quadris largos; (30) mítico Madrugada Clube Carnavalesco do Complô. Orgulhosamente citamos pessoas queridas e tradicionais dessa cidade e povo.
EXTRA.
Em plena Copa do Mundo FIFA vão as cores do Brasil e a nossa torcida.
Gata Neve – 2014
15 jun 2014 Deixe um comentário
Gata Neve!
A gata Neve tem sido tema de colunas desse cronista, assim como outros animais, os cães, principalmente. É nossa companheira há quase 10 anos. Nos percursos, nas viagens, a gata Neve vai no seu camburão, uma gaiola especial para felídeos. Algo que ela odeia com todos os pelos da sua cauda. Mia toda a viagem, independente do local onde fique. Pois antes de qualquer viagem a Neve ao nos ver com roupas diferentes das de trabalho, calçados ou atitudes suspeitas para ela, esconde-se. Há vezes que não a encontramos. Fica no apartamento com as chaves para alguém cuidar dela. Esse é um dos seus esconderijos – a churrasqueira. Quando supeita que vai para o camburão, é um risco deslizante e esconde-se.
Imagens da Serra do Mar na Rota do Sol – 2014
15 jun 2014 Deixe um comentário
Imagens da Serra do Mar em belvedere na Rota do Sol.
Essa planta embalou muitas fantasias da minha infância. É conhecida como Mata Cavalo. Se já matou algum cavalo, nunca ouvi com certeza, mas é estóica e luta pela sua sobrevivência nos solos mais difícieis.
Imagens de Viamão – 2014
15 jun 2014 Deixe um comentário
em Viamão - Imagens Aleatórias
Veículos usam frequentemente o passeio defronte a Caixa Econômica Federal.
Dê dois cliques nas imagens para aumentá-las.
Belíssimas imagens do por-do-sol tiradas no centro de Viamão após quase dois dias de intensa neblina e umidade.
´Vendedoras do Camelódromo preparadas para a Copa.
Tradicional Caixa D´ Água no Largo Adonis dos Santos, centro de Viamão. Ao fundo prédio da antiga Estação Rodoviária. Viamão já teve sim!
Prédio onde era o querido Cinema Ideal mantido com zelo e desprendimento pela família Tófoli. Muitos viamonenses hoje se tratam e bem com o caro Dr. Bruno Rangel (Tófoli), cirurgião-dentista.
Hoje Gullas lancheria. Antigamente: Estação Rodoviária.
Calor de mais de 30 graus. Sol de derretar moleira de cristão em pleno Outono gaúcho. E a esperteza do cão em buscar a sombra do poste no passeio defronte o Mercado Nacional e indiferente ao povão a sua volta.
Viamão e suas faces – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 17 Junho 2014
15 jun 2014 Deixe um comentário
2014 – 06 – 17 Junho – Faces de Viamão – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
Viamão e suas faces
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prefeito Bonatto e seus colaboradores estão mostrando os frutos de seu trabalho. Nunca será o necessário e nem aquilo que a todos satisfaça, mas será algo que esperamos frutifique e evolua. Mexeram nesse vespeiro ou feudo multicolorido dos carros de praça ou táxis. A ancestral praça de táxis situava-se onde hoje está o Largo Adônis dos Santos ou da Caixa D´Água. Ali também estava a estação rodoviária no prédio do agora Gullas. Incrivelmente Viamão já teve uma estação rodoviária! Entre frondosos cinamomos ou paraísos estacionavam os carros de praça de lendas de um passado não tão remoto: meus tio Eninho (pai do Danilo), Álvaro (pai do Sílvio Boca) e Carlinhos, do Osvaldo Mulato, do Darci Sandália (pai do Elmo), do Nenê, do Waldeliro (meu sogro), do Zé Russo entre outros. Eram veículos grandes e sólidos, importados na época. Com o surgimento do fusca, esse se tornou a seguir o veículo dos taxistas brasileiros. E por longo tempo imperou o táxi de duas portas. Absurdo? Não para aquele contexto e ideias. O táxi é uma concessão pública, mas sempre simbolizou uma capitania hereditária, como aquelas depois do descobrimento do Brasil. E ninguém tinha coragem para mexer nesse ninho de ofídios (de algum tempo).
Cr & Ag
Agora os taxis são quatro portas para mais acesso e mobilização dos passageiros, muitos com ar condicionado escrito nos vidros e quase ou nunca ligados, e com as cores e logomarcas da cidade de Viamão. Um avanço necessário e significativo. Há muito que rodar nessa estrada, como cursos permanentes de reciclagem em direção e etiqueta funcional para segurança e bom trato com o passageiro. Controle das revisões veiculares. Indumentária adequada e limpa. Proibir-se o fumo no interior dos veículos, mesmo sem passageiros – muitas queixas do mau odor principalmente em dias de chuva. Organizar e disciplinar a venda da concessão onde fortunas se carreiam para os bolsos de alguns e nada para a municipalidade que poderia destinar para a saúde, por exemplo, gravado em lei complementar. Conta-se que o Barbaroti somente se ajoelha para o Pai do Céu e traz boa vontade e qualidade auditiva para escutar os anseios e necessidades da sociedade. Assim foi a troca de fluxo e reorganização das ruas centrais que ninguém conseguiu entender o porquê do ex-prefeito Alex Boscaini ser irredutível ou teimoso, ou ainda, não exercer o seu poder lhe dado pelo voto popular e persistir no erro.
Cr & Ag
A cobrança pelo estacionamento temporário nas ruas centrais é outra medida moderna e indispensável para romper o lacre de posse do estacionamento de alguns que se acham proprietários das vagas. Em 1981, quando então fiz parte do Lions Club de Viamão, mostrei que tal modelo de estacionamento já funcionava em Uberaba, terra do Chico Xavier, com jovens retirados da pobreza e da marginalidade para ofício honesto e complementar da escola, sempre com monitores por áreas. Os guardas municipais não precisam andar em tribo, no máximo seriam em duplas, muito menos acamparem em certas esquinas ou outros lugares durante o trabalho. Jamais generalizo e quem me acompanha aqui ou no site sabe que a generalização é a filha bastarda da burrice. Assim aqueles que se sentirem dodói certamente são os que não querem o bem da cidade, do seu povo e do seu ofício ou profissão.
Cr & Ag
E no consultório, a paciente diz ao seu médico:
– Meu marido é um pouco tímido, mas é muito mais fechado. Parece um cofre! Não se abre nunca. Quase nunca. E olha que eu tento.
– O ser humano precisa ser decifrado, entendido e ser amado. É da nossa essência. São os cofres mais fechados que trazem os maiores tesouros. Podes abrir como a assaltante – explodindo-o. Ou como o perito que busca entender o seu modelo, os menores sinais e tem a sutiliza e a delicadeza necessária para abri-lo. A chave está contigo e com ele, chama-se Amor. (Nota do Cronista: voltaremos ao tema. Visite nosso site e veja crônicas, lendas, contos e imagens e desejando receber textos anteriores, peça pelo e-mail.)
Viamonenses por opção e coração!
09 jun 2014 Deixe um comentário
em Viamão - Imagens Aleatórias
1 – Dirk Hesseling - natural da Holanda
2 – Baltasar Molina – natural do Uruguai
Uma reunião da ALVI – Associação Literária de Viamão com brasileiros de todas as paragens e dois caros colegas e amigos que nos enobrecem. Viamão é “uma pátria amada” por pessoas de todas as naturalidades que aqui vem trabalhar, residir e enriquecer a nossa cidadania e a nossa querida Terra Setembrina dos Farrapos.
Klaus Haus–restaurante em Morro Reuter / RS–Junho 2014
09 jun 2014 Deixe um comentário
Klaus Haus – Restaurante em Morro Reuter / RS.
Num sábado em que a temperatura despencava para 5 graus centígrados e recebíamos a dolorosa notícia do falecimento do grande cidadão e futebolísta Fernandão – Fernando Lúcio da Costa – este singelo restaurante na serra gaúcha oferece uma comida deliciosa inclusive com o fogão à lenha sendo reabastecido constantemente. Comida caseira e bom atendimento por custo real. Um bufê de sobremesas com 36 variedades. Observa-se que é uma construção muito antiga cuidada com carinho tradicional dos descendentes alemães.