Mensagem de Paulo Braga e Vera – Festa dos 35 Anos da AD76 MedCat! Amigos para Sempre – Vila Ventura

Caros Colegas,

Envio imagens de nosso encontro nesse final de semana.

Agradeço – em nome de todos – à Cledi e ao Tainha pela organização do evento, que estava impecável.

Vamos manter esses encontros pois neles além de recordarmos nos 40 anos de amizade conversamos sobre tudo, inclusive sobre Medicina.

Inclusive ontem na volta de Viamão descobri que um colega nosso está com uma empresa de turismo cfe. a foto anexa comprova.

Poderemos contatar com ele para futuros encontros!!

Um grande abraço a todos.

Paulo Braga e Vera

Agradecimento de Francisco e Paulina Pölking – 35 Anos AD 76 MedCat! Amigos para Sempre

Estimados Tainha e Cledi

Dizer que o final de semana foi extremamente agradável, que rever amigos , colegas com quem desfrutamos momentos importantes de nossas vidas, com quem iniciamos a construção da nossa vida profissional é reafirmar também o nosso agradecimento. Sabemos que a organização demanda tempo, e muita boa vontade, porém generosidade,iniciativa e entusiasmo são características de vocês … que são dos que fazem a hora e não ficam esperando acontecer.

A escolha do local foi um sucesso e acreditamos que a adesão também.Iniciamos a semana renovados, mais cheios de alegria pela vida, pelo trabalho e acreditando na força da amizade.

Um abraço dos amigos Francisco e Paulina

Orgia Gastronômica – Edson Olimpio Oliveira – Jornal Opinião – 1 6 Novembro 2011 e Poemas de Lúcia Barcelos

11 NOVEMBRO 16 – 2011 – ORGIA GASTRONÔMICA – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

Orgia Gastronômica

− Ediiinho! Sei que vais ficar abalado com o que eu fiz, mas cara tenho que te contar. – assim fui interceptado na calçada do Chico Barbeiro.

Continuou: − Sabe aquele exame que me mandaste fazer ali perto do Hospital Mãe de Deus? Pois é cara, fiquei em jejum desde as 7 da matina e o exame marcado pras 3 da tarde. Como tudo atrasa, começaram umas 4 horas. Tava roxo de fome. Quase desmaiando. Ainda que fizeram um soro na veia com um remédio que me esquentou os canos braço acima até a cabeça. Um horror. E…

− Então desmaiaste?

− Que nada cara, segurei a bronca e matei no osso do peito. Mas pra te encurtar o papo que deve ter gente te esperando no consultório, saí dali desatinado pra comer alguma coisa. Nessa hora lembrei dos trailer de lanches ali no Beira Rio, do lado do Gigante lembra? Faz quase um século que não como isso. Foi tu que me proibiste. Lembra? Estacionei na frente do trailer. Já de cara me apaixonei prum xis que a mulher serviu prum barbudo com uma gatinha de coxas brancas Parmalat.

− Então tiveste uma dor na consciência e resolveste ir embora?

− A gatinha era um prato cheio com muita maionese e ketchup, mas levei fé e tomei coragem e falei pra atendente: − Me dá um xis como o dele! Ela respondeu: − O dele é de filé com ovo! Isso aí, respondi. E me dá uma Coca bem gelada enquanto espero. Tomei aquela Coca num gut-gut vendo um jogo na TV e as cruzadas de pernas da gatinha. Era muita coxa praquele magrão barbudo, por isso que o cara tava se abastecendo.

− Dupla dor na consciência – a mulher dos outros e gordura sem limites…

− Cara, o inferno é aqui mesmo. A boca fala e o fiofó paga. Deus não dá caneta pra analfabeto? Então hoje é o dia. E a atendente largou aquele xis maior que um prato de sopa na minha frente. Cara, fotografei com o celular pra mostrar pra minha mulher e já te mostro… Pedi mais uma Coca. Não peguei no garfo e na faca, arrumei direitinho nas mãos pra não cair nada, larguei um ketchup e uma mostarda e mandei a primeira bocada. Cara, um orgasmo. Aquilo rolou na boca e te jurou saiu lágrimas dos olhos. Que sabor, cara. A primeira mordida empurrei rápido demais pra dentro, pois a fome me matava. Daí em diante, comecei a curtir o xis. Assim como fazer sexo… Morde aqui e ali. Chupa aqueles molhos de carne com sei lá o que de tão bom tem. Vem fazendo um barulhinho o tomate sugado pelos lábios. O nariz molhou a ponta um monte de vezes, já que eu enfiava no xis para cheirar aquela beleza. O filé desmanchava na língua. Sabe rolar a língua ali entre uma rodela de pão e a outra, sugando o contiúdo como dizia o tio Brizola… Tesão de bispo, Edinho.

− Meu Deus do Céu…

− Edinho, quando acabei só me faltava virar pro lado e tirar uma soneca cara. O jogo tinha terminado e nem lembrava que times jogaram. A gatinha coxuda e o barbudo tinham desaparecido e a frente do Beira Rio tava toda engavetada com carros buzinando por outro acidente com motoqueiro que descobri depois. Paguei o tio do caixa e voltei aqui pros Viamão…

− Meu amigo, vou contar essa tua epopeia na coluna, mas fica frio pois quando o prazer é absoluto a natureza ajuda e trabalha em favor da criatura…

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico – Cirurgião

Cronista Jornal Opinião de Viamão

Visite: https://edsonolimpio.wordpress.com

Pode ser

O poema pode ser êxtase ou dor,

espinho ou flor.

O poema pode ser lágrimas ou suor…

Pode ter cor,

calor…

Pode ser arrebatador

ou causar torpor.

O poema pode ser provocador,

norteador…

Desolador

ou salvador.

O poema pode ser escrito com ardor

e até ter sabor.

O poema pode ser um clamor…

Um louvor…

Pode ter o esplendor

do sol em dias de calor.

O poema desafia o poder criador:

é para ser escrito sem pudor

e para ser lido por um sonhador.

O poema ocorre ao poeta

ao cantar o amor!

Lúcia Barcelos

Musas

Minha alma escapa

e acorre à musa que anda tonta

porque precisa do caminho que ela aponta

para ancorar a lágrima fria.

Mais uma tarde morre

e a noite chega.

E seria,

a noite,

tão vazia,

não fosse a poesia

na boca do vento!…

Quando não estás,

é tão longe a primavera!

Mas a esperança,

derivada da espera,

ensina o coração

a banhar-se em qualquer luz.

E a recordação de ti

inquieta, seduz,

desacomoda as musas,

que – confusas –

escalam as muralhas da distância,

percorrem estradas sem parar,

recolhem saudade e ânsia

e constroem poemas p’ra te dar.

Lúcia Barcelos

Queimando Pneus

De: Alfeu Freitas Moreira [mailto:freitas@brigadamilitar.rs.gov.br]
Enviada em: sexta-feira, 7 de outubro de 2011 15:04
Para: Dr. Edson Olimpio Oliveira – Médico – Cirurgião
Assunto: Queimando Pneus

Caro Dr. Edson,

Ao cumprimentá-lo, venho até V. Sa., mesmo que possa parecer de forma intempestiva mas creio que ainda é oportuna, referenciar seu texto intitulado: Queimando Pneus, e agradecer a manifestação sobre a Brigada Militar motivo que na época, mandei afixar cópias nos murais das frações do 18º BPM – na parada 32, no centro e nos postos de Águas Claras e Itapuã para ciência de todo o efetivo e visitantes.

Finalizando, reafirmo minha consideração e apreço.

ALFEU FREITAS MOREIRA – Ten-Cel QOEM
Comandante do 18º BPM – Viamão

O quinto dos infernos – Edson Olimpio Oliveira – Jornal Opinião – 09 Novembro 2011

11 NOVEMBRO 09 – 2011 – O QUINTO DOS INFERNOS – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

“O quinto dos infernos”

“… e que tudo mais vá pro inferno!” – assim cantava Roberto Carlos embalando nossos corações em plena epidemia de Jovem Guarda. O inferno, assim como seu proprietário – ou seria administrador? – é tema recorrente da poesia à agressão. E “quinto dos infernos” o que significa? Se perguntarmos para um engenheiro: − Como para aprovar o projeto da construção do inferno, a prefeitura exigiu estacionamento com xis vagas para os carros e viaturas demoníacas, daí esses e outros andares! Se perguntarmos para um militar: − Graduações cidadão! Tudo é uma questão de hierarquia, cidadão! Quem sabe a resposta de algum religioso: − Caríssimos irmãos, aqui neste momento de angústia a nos perguntarmos sobre o “quinto dos infernos” devemos elevar nossos corações ao alto e deixar nas mãos de Deus! – Realmente nada melhor. Mas ainda estamos na mesma…

O Brasil colônia pagava impostos ao reino de Portugal. O imposto era um quinto de tudo que se produzia ou retirava da terra brasilis. Vintinho! Vinte por cento ou um quinto. Com a Corte no Brasil e após com a Independência, veio o Império brasileiro, o quinto permanecia ali firme e impávido colosso. Mesmo aqui no garrão do Brasil, disputado entre lusitanos, espanhóis e outros de raças pouco definidas, o quinto era cravado nos postos de passagem (como na ancestral cidade de Santo Antônio da Patrulha) e nos portos (como Laguna e Rio Grande). Revoltas minavam o espírito de quem trabalhava para sustentar parasitas engalanados. Aí veio a origem real do termo “quinto dos infernos” – pagar 20% para o diabo e sua corte.

Eis que o mundo evoluiu – alguns acreditam que evoluiu como cauda de cavalo. Criou-se o socialmente correto. Tudo em nome de uma anestesia coletiva ou um amortecimento dos sentidos e de uma permissividade sem fim. O Brasil é a mãezona que tudo acolhe e que tudo recolhe. E como recolhe. O impostômetro voa espavorido lá em Sampa, dando uma amostra da voracidade fiscal dos governos. A sociedade pagadora é tungada (N.E. – ou tugada como gíria de espoliada, mas tuga é sinônimo depreciativo de português, portuga) com dois quintos do inferno. Mais de 40% de impostos de toda ordem e desordem são arrancados de nossos bolsos, das nossas mesas, dos nossos lares, dos nossos filhos e descendentes para alimentar o fogo insaciável do inferno. – Tudo pelo social! – Balela, balaca, sacanagem legal. Tudo pelo social somente se salva no gigantesco bife à parmegiana ali no restaurante homônimo em Porto Alegre.

− Vamos tirar dos ricos para dar aos pobres! – outra expressão emblemática dos quintos infernais. O rico está cada vez mais rico. Jamais os bancos auferiram maiores lucros do que na última década – está na comunicação da greve dos bancários. Imposto extorsivo e inflação (ou inflaMAção da economia) penalizam sempre os mais pobres. Para o rico 40% num pote de caviar russo ou no vinho famoso dos políticos, significa um nada ou uma merreca. Mas 40% na mesa do assalariado significa menos comida em volume e qualidade. O ascendente social ou o emergente dos esgotos a céu aberto, das periferias e filas do SUS sente na carne nova, algumas já com Botox e plastificadas, a ganância dos governos do ainda império brasileiro. Mas por ignorância ou passividade ( ou bovinamente como alega ilustre jornalista) persiste no brete da ignorância e da visão ideológica. Há solução? Sim e passa por educação de qualidade e liberdade dos meios de comunicação. O resto vem no mesmo caudal.

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico – Cirurgião

Cronista Jornal Opinião de Viamão

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FINADOS – por Edson Olimpio Oliveira – Jornal Opinião – 02 Novembro 2011

11 NOVEMBRO 02 – 2011 – Finados – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

Finados

A nossa formação cristã e lusitana, ao contrário da espanhola, faz dos Finados uma data de reverência aos mortos, sejam amigos ou parentes, ídolos ou até pessoas estranhas. É uma época de sofrimentos em que as lembranças afloram e a falta ou a ausência dos entes queridos traz pesar e lágrimas. Aos milhares os cortejos buscam os cemitérios, ou o local do repouso final das pessoas queridas. Velas e flores são ali depositadas em preces dolorosas. A nossa solidariedade e respeito para todos que assim fazem dos Finados um rito de amor.

Mas vamos novamente ressaltar e chamar a atenção aos contingentes de futuros defuntos ou de mortos-vivos que caminham entre nós. O atilado e-leitor ainda esbugalha os olhos com essa chamada? Para a maioria talvez haja um amortecimento ou até uma anestesia para isso, pois tudo que se torna corriqueiro ou vulgar jamais causará o mesmo impacto quando não nos atinge pessoalmente. Quantos milhares de brasileiros perambulam pelos plantões de hospitais ou ali estão acampados em macas ou em bancos a espera de um melhor atendimento que muitas vezes não vem. Ou estão em alguma ambulância-táxi varando todo um Estado com filhos na barriga buscando um recurso que tarda e muitas vezes chegam com mortal atraso. Aos milhares de brasileiros em filas de espera por medicamentos, por exames, por cirurgias que os anos encarregam de sepultar.

Os milhares de brasileiros assolados por enfermidades julgadas extintas da moderna civilização tombam como abandonados combatentes em leitos fétidos de vilas e favelas com esgotos a céu aberto. E pelas balas que deixaram de ser perdidas por já terem encontrado algum corpo que as albergue e fazendo sinfonia com seus silvos mortais e o choro dos desamparados pela incúria e incompetência dos seus eleitos. Eleitos e não eleitos como Ministros que morrem no exercício pérfido dos seus cargos com a conivência quase geral na privatização ou terceirização da coisa pública em seus benefícios pessoais e de suas falanges políticas.

Os milhares de irmãos que como mortos-vivos ou zumbis entregaram o corpo e a alma à droga assassina e mutiladora. Legiões de seres que algum dia amaram e alguns ainda são amados, mas que tiveram a vida truncada e arrastam-se nas sombras da dor e da absoluta degradação. Seres de almas esfaceladas e de famílias em sofrimento sem fim. Uma insaciável fome-sede da maldita droga e o assédio constante dos anjos da morte.

Os brasileiros que aos milhares irão tombar todos os dias numa guerra insana e cruel chamada de trânsito brasileiro. Outros tantos com vida vegetativa e muitos mais com graves mutilações físicas e psicológicas.

Meu Deus, quantos de nós, eu e você, amigos e parentes ou simplesmente aquele ao seu lado ou na mesma fila que amanhã será lembrado – se for! – num outro Dia dos Finados. Quantos estarão recebendo as preces e as flores num ciclo de mortes anunciadas e que poderiam ser evitadas. Normalmente evitadas. Reflexão! Sentimentos e dor, mas também, ou antes, refletir e conscientizar-se; pois nem toda a morte é inevitável.

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico – Cirurgião

Cronista Jornal Opinião de Viamão

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Bipolaridade e Quarto Mandamento – Edson Olimpio Oliveira – Jorn al Opinião – 26 Outubro 2011

10 OUTUBRO 26 – 2011 – Bipolaridade – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

Bipolaridade

− Esse é um comportamento bipolar… – dizia sendo atalhado intempestivamente o médico.

− Eu não sou louca! – saiu atirando a paciente.

A bipolaridade é um dos temas mais presentes na via médica e psicológica e expande-se pelos programas de TV e na mídia em geral. Sanidade e doença – extremos em que gravitamos. A humanidade nossa de cada dia teme a enfermidade e principalmente a loucura. Loucura significa rejeição, afastamento, distanciamento do que se ama ou se deseja. Ainda, segregação em manicômios ou hospícios. Essa é uma das raízes da resposta agressiva. A vida é bipolar, mudam os graus ou níveis. O universo que conhecemos é bipolar. Céu e inferno. Deus e Diabo. Luz e escuridão. Amor e ódio. Positivo e negativo. Certo e errado. Enfim até na migração do DNA dentro das células germinativas iniciais da vida humana, alguns migram para um polo e outro para o outro.

Observem as crianças em seus extremos de bipolaridade quando dizem para a mãe: − Mamãe eu te amo! – entre beijos e abraços de pleno amor. Eis que alguns minutos depois: − Eu te odeio, tomara que tu morras! – Naquele instante esse é o real sentimento que logo poderá ser abalado pelo temor do desejo tornar-se realidade, gerando dor e culpa monumental. A maioria dos gênios da humanidade flutuou ou arrastou-se entre a mania e a depressão. Muitos doentiamente. Outros nessa variabilidade necessária à evolução e à iluminação do ser humano.

− Os polos se atraem e os diferentes se necessitam e encaixam! – reforça e alerta nos lampejos da sabedoria popular. Sintam os espiritualizados como o livre arbítrio, fundamental em nossas atitudes e em nosso crescimento espiritual que faz parte ainda deste ser em evolução que somos todos nós. Por que precisamos do livre arbítrio? Por que precisamos decidir entre o certo e o errado? O estágio evolucionário é variável no mundo visível e invisível ou corporal e etéreo. Ou ainda – físico e espiritual. Aqueles que já evoluíram ou iluminaram-se estão num estágio de pleno Amor. Entendam Amor como o sentimento de Cristo e de Buda, por exemplo. Para esses seres é absolutamente desprovida a necessidade de escolha entre o Certo e o Errado. Há somente o Certo – o Amor!

Estamos numa das fases de transição do planeta. – O Inferno é aqui mesmo! – sentenciou a paterna sabedoria. O planeta está superpovoado. Cada vez e mais consciente o homem é o algoz do próprio homem. No extremo oposto, cada vez mais pessoas, inclusive crianças, apercebem-se, conscientizam-se e caminham para o Amor. Jamais a magia negra sob as mais variadas dissimulações esteve tão presente no cotidiano dos incautos e dos vorazes. No outro polo, contingentes humanos nascem com o sentimento do Amor da ecologia à pessoa, como se pudéssemos separar o planeta de nós!

O nosso destino a nós ainda pertence e colhemos os frutos doces ou amargos do nosso Merecimento! Merecimento – outro tema instigante e… fica para outra vez.

Quarto Mandamento:

Honrarás pai e mãe!

Ainda significa algo? Qual a importância para você dessa ordem divina esculpida pelo Criador para a humanidade na rocha a milhares de anos? O mundo já não é mais o mesmo? Verdades absolutas e eternas que balizam a Vida fazem pouco ou nenhum sentido para Você? Eu devo ter a minha resposta e Você a sua. (Editor)

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico – Cirurgião

Cronista Jornal Opinião de Viamão

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DIA DOS MÉDICOS E MÉDICAS DA AD 76 MEDCAT! AMIGOS PARA SEMPRE

Edson,

Obrigada, te desejo tudo de bom, e agradeço por manteres unida esta turma por tanto tempo!!!
Um grande abraço

Graça

RES: Feliz dia do Médico!

Agradeço-lhe a lembrança, Eliandra.

Saúde

Do Edson

Att.

Eliandra Ramos

CREA – RS180931.
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Fone: 51 3043.3069 | 51 9951.9385
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LIBERDADE PARA O SEU ESTILO

Dia do Médico

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico – Cirurgião

Cronista Jornal Opinião de Viamão

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De: CCM Worldwide Medical Congresses [mailto:contato@ccmeventos.com.br]
Enviada em: terça-feira, 18 de outubro de 2011 18:29
Para: edsolimpio@hotmail.com
Assunto: Dia do Médico

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