Os grandes desastres da Medicina–Richard Gordon. Livro recomendado! .
12 dez 2017 Deixe um comentário
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Declaração de Amor! Edson Olimpio Oliveira. Série: Moto! Paixão Eterna. Crônica 13. Reedição–Dezembro 2017.
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em Crônicas & Agudas - O Livro!
"SAIBAM TODOS QUE LEREM ESTAS CRÔNICAS QUE EXISTIU UMA ESPÉCIE FANTÁSTICA DE HOMENS QUE PILOTAVAM MÁQUINAS MARAVILHOSAS CHAMADAS MOTOCICLETAS QUE RASGAVAM ESTE PLANETA COMO COMETAS RASGANDO O MANTO NEGRO DO CÉU."
DECLARAÇÃO DE AMOR.
Algumas pessoas desconfiavam. Outras sabiam. Certos amigos mais próximos desaconselhavam este relacionamento. Até achavam-no perigoso. Mas meu coração acelera e trepida a sua lembrança. A sua voz e corpo bem feitos continuam a deslizar em minha mente à lembrança dos momentos que juntos passamos.
Amanheceu um lindo dia de sol. Os raios de sol esgueiravam-se para entrar pelas venezianas. Havia sonhado com ela esta noite. Seu nome… Morgana. Minha esposa já havia se levantado e estava arrumando a casa e os filhos. Vesti-me apressadamente. Subtilmente saí de casa. Fui ter com ela. Abri a porta silenciosamente. Era penumbra em seu quarto. Ela ainda dormia. Coberta por um alvo lençol deixava entrever suas curvas sensuais. Braços abertos como a me esperar. Sua traseira firme e arredondada onde tantas e tantas vezes acomodei-me, trocando afagos e juras de amor. Deslizei a sua volta, admirando-a. Fui descobrindo-a lentamente. Acordei-a. Seus olhos grandes brilhavam de encontro aos meus em lampejos de paixão consentida. Havia uma marca de umidade no lençol… Certamente também sonhara comigo. Deslizei a mão por seu peito. Abri minhas pernas e acomodei-a. Mãos com mãos num toque de fusão absoluta de corpos e almas. E ela já bem acordada, ligada, sussurrava ritmicamente debaixo de mim. Todo meu corpo vibrava com ela. Sentia aumentar o calor vivo de seu corpo frenético. Nós nos consumávamos em amor pleno, total e eterno. Ela estava satisfeita. Pronta, convidando-me para passear. Eu estava esperando.
Então subitamente a porta do quarto abriu-se… Era minha esposa. Surpresa? Não! Nós a aguardávamos. Cumprimentou-a, abraçando e beijando amorosamente a Morgana, esse amálgama de feiticeira-amor. E juntos, abraçados, faróis ligados, capacetes na cabeça, saímos a rasgar as estradas da vida neste belo e harmonioso triângulo amoroso: eu, minha esposa e Morgana, a nossa motocicleta.
Nota do Autor: Crônica vencedora de Concurso Literário Nacional.
O século dos cirurgiões – de Jurgen Thorwald. Livro Recomendado.–2017-12
07 dez 2017 Deixe um comentário
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O homem mais inteligente da História de Augusto Cury. – Livro recomendado!
06 dez 2017 Deixe um comentário
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À ponta de faca! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 28 Novembro 2017.
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À ponta de faca!
A expressão também pode ser vertida como “à ponta de adaga” como uma das formas da sabedoria popular nos ensinar algo. Desdobremos em outra: “na marra”! Quer outra ainda que se arrasta pelo leito pegajoso para uns e natural para outros: “está no meu direito”! Há também nos Livros Sagrados os ensinamentos sobre não abusar das exigências de quem tem o poder ou está “com a faca e o queijo nas mãos” (o rei). No entanto, tantas vezes alguém confronta ou atropela quem tem o poder de decisão querendo para si algo que até pode ser justo, mas não é razoável da forma como é requerido. Jamais alguém gostará de ceder a alguma pretensão de outrem “com a faca no pescoço”. Em certas circunstâncias até se verá coagido ou obrigado a atender aquela exigência, mas a dano estará gravado no sangue vertido, mesmo que virtualmente.
Crônicas & Agudas
Creio que em Neemias, na Bíblia, estão assim esses ensinamentos. Leia ou consulte com seu mentor espiritual ou religioso. “Comer pela beirada” faz parte desse processo de convencimento e conquista. Até nos relacionamentos. “Tu tens que gostar de mim e vir pra mim porque eu sou o tal e tu precisa de mim e daquilo que posso te oferecer” – ruim começar um relacionamento assim. “Tu vais fazer sexo comigo, pois é meu direito e a tua obrigação”! – Donde ser primitivo? O processo de convencimento e de conquista deve ser gradual e que pontes sejam estabelecidas e reafirmadas a todo tempo e permanentemente. Na atividade profissional não é muito diferente. A criatura pode ser um ótimo funcionário, correto, ativo, disponível e eficiente e agora no final de ano precisa de um aumento de salário. Imagine-o atropelando seu diretor ou seu chefe ou o dono da empresa. Caso ele seja excepcional, vai conseguir algo pela conjuntura de final de ano, mas logo passado esse período o pontaço de adaga vai resultar na sua demissão.
Cr & Ag
A conjuntura deixada no país por Lula e Dilma e continuada por Temer e a escória escolhida a voto ou não é avivada pelos sindicatos e a manutenção da “luta de classes” e o estímulo à desgraça. “O patrão é rico e tem que me pagar”! Esse tem “que me pagar” pode embutir tudo que ele amealhou sendo sangrado continuamente pelos maiores impostos do planeta e a maior corrupção já identificada no mundo ocidental e que aquele ex-presidente “não sabia de nada”. Isso serve para setores ou segmentos do funcionalismo público que acreditam que o patrão é o prefeito ou o governador de plantão e jamais quem realmente paga a conta ao custo de seus impostos e da extorsão feroz que os cidadãos normais sofrem – da multa de trânsito ao imposto na comida e no remédio.
Cr & Ag
Muitos acreditam e outros querem iludir o cidadão para que abracem a sua causa. No entanto a qualidade dos seus serviços, como segmento da sociedade e jamais individualmente, é deplorável e os resultados são serviços de má ou péssima qualidade que não melhoram na razão do aumento de seus ganhos. Eles não sabem, não entendem ou querem negar que nenhum governante é dono do dinheiro do povo e o dinheiro do povo deve ser retribuído em serviços de boa qualidade e anualmente melhorando – acontece o contrário infelizmente! Se você está em disputa por emprego ou de se manter no seu emprego, pense como sendo o dono do negócio. Pense como aquele profissional liberal que se não tiver clientes, afundará e não colocará a comida na mesa de sua família e depende da sua capacidade de gerar resultados satisfatórios ou necessários ao seu chefe e cliente. Reflitamos onde estamos ou nos mais de 15 milhões de desempregados do Brasil!
2017 – 11 – 28 Novembro – À ponta de faca – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão
A Assustadora História da Medicina de Richard Gordon. – Livro Recomendado!
04 dez 2017 Deixe um comentário
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A Vida que pedimos à Deus! Edson Olimpio Oliveira. Crônica 12. Série: Moto! Paixão Eterna.
04 dez 2017 Deixe um comentário
em Crônicas & Agudas - O Livro!
A Vida que pedimos a Deus!
Segundo as mais recentes versões de pergaminhos encontrados no Mar Morto, o Criador, após o merecido descanso no Sétimo Dia, precisava dar um toque final a sua magnífica obra – e assim fez-se a Motocicleta. E desde imemoráveis épocas, a humanidade tem se dividido em duas, somente duas, espécies de seres humanos – os que amam motocicletas e os que ainda não sabem que amam!
O relato seguinte é uma querida rotina em nossa vida. E, certamente, similar nas existências de milhões de motociclistas.
A maioria de nós não sai de moto com a freqüência que gostaria. Alguns pelos “inarredáveis compromissos”. Outros “por medo da estrada, da chuva, da falta de companheiros, da distância, da…”. Outros, ainda, por não ter moto. E para qualquer caso, que isso sirva de incentivo, de fé e coragem. Uma mensagem de que o tempo continua passando e nós… Muitas vezes, perdendo tempo. Leiam Quem Mexeu no Meu Queijo!
A semana sempre fica muito longa quando o fim de semana nos levará a passear e viajar com a Morgana – nome dessa deusa que realiza nossos mais fantásticos sonhos. Trabalhamos com muito mais vontade. Nessa semana sairemos após o almoço na quinta-feira. Outras vezes saímos na sexta. Quando o destino é alguma região acima de Laguna, em Santa Catarina, o plano é sempre pernoitar no Hotel da Lagoa na histórica cidade de Anita e Garibaldi. Viamão foi a primeira capital do Rio Grande do Sul. Também uma cidade com um passado histórico a enobrecer os seus filhos.
Despedimos da família. Os nossos cães, chefiados pelo Peludo – idoso cão de três patas e um mestiço collie-pastor, acompanham-nos até o portão. Escutamos os seus latidos de “boa viagem” e “vão com Deus” por um tempo nos recônditos de nossos capacetes. Logo, eu, minha esposa e a Morgana, deslizamos pela RS 118. Os quase 20 km dessa estrada servem para aquecerem os pneus, sentirmos o funcionamento da Morgana e criarmos a nossa unidade. Logo estamos rasgando a BR 290, chamada de “Free-Way” pela gauchada. Aqui já começa uma sintonia com os demais veículos e seus tripulantes. Desde o deslumbramento de crianças até os gestos de dedos em V (Vitória) ou com o polegar erguido das demais pessoas. Quase ninguém fica indiferente. Osório, a cidade de todos os ventos, fica para trás quando tomamos a Estrada do Mar que nos levará até Torres.
Torres, a mais bela praia do Rio Grande, está na divisa com Santa Catarina. No Posto Ipirangão, já na saída de Torres, abastecemos a Morgana e esvaziamos os nossos tanques. As paredes da lanchonete são cobertas por adesivos de todos os tipos e tribos. Ali está o nosso – 1a. Capital Equipe. Temos por decisão distribuir decalcos a todas as pessoas que mantém um intercâmbio conosco durante a viagem. Além de estabelecer uma empatia, isso aumenta a nossa segurança em todos os aspectos. A Morgana (Kawasaki Nomad 1500cc) tem um porte que nunca passará despercebida. Se tivermos problemas sempre terá alguém a nos ajudar ou a identificar por onde passamos.
Três buzinadas e a Morgana atravessa a ponte do Rio Mampituba. A BR 101 que vai de Osório a Curitiba tem nesse trecho abaixo de Florianópolis o batismo tétrico de Estrada da Morte. Traçado superado. Pista simples e extremamente mal conservada. Tráfego intenso e permanente. Atravessa regiões densamente povoadas. Na temporada de férias, acrescentam-se milhares de automóveis e motoristas sem a experiência necessária para dirigir em uma estrada dessa importância e risco, são os motoristas de cidade ou de final de semana. Daí é fundamental termos o nosso equipamento pessoal e a motocicleta sempre nas melhores condições. A sintonia continua na BR 101. Sem forçar ultrapassagens exageradas ou de risco, os caminhoneiros são os primeiros e abrirem espaço para nós. E ao passarmos vem a buzinada curta de agradecimento e resposta. Rapidamente, deixamos para trás, Sombrio, Araranguá, Içara-Criciúma, Tubarão e outras cidades. Do alto do morro vislumbramos a Lagoa do Imaruí, estamos chegando à Laguna.
Um braço de aterro e uma ponte servem de travessia. Sempre planejamos a chegada durante o dia. Fim de tarde, mas ainda com pelo menos, uma hora de sol e luz. Cruzamos para o lado oposto da rodovia e estacionamos sob o Hotel. Sempre os funcionários nos recebem muito bem. Todos têm um especial carinho e curiosidade com motociclistas em viagem. Descemos parte da bagagem que é levada ao apartamento no andar superior e de frente para a lagoa. Tomamos um excelente banho. Bermudas. Chinelos. Camisetas. Os funcionários já estão com uma garrafa térmica com água no ponto para o chimarrão.
Pela janela, olhamos aquela bola de fogo no céu que parece teimar em não ir para outro local. A maresia da lagoa, fazendo marolas logo abaixo, é como música de relaxamento para nossos ouvidos. Chimarrão feito. Lata de biscoitos. Descemos. Conversamos um pouco com a Morgana e agradecemos a ela e aos nossos anjos protetores. Vamos para a margem da lagoa. Ali sentados, a conversa transcende a quantas vidas passadas? O sol continua pisando no freio e reduzindo a velocidade. Vai cambiando sua moto divina e deixando um rastro vermelho nas águas da lagoa. Ainda levará um tempo para cruzar a serra ao longe. O chimarrão que sempre juntou em torno de si gaúchos de todos os feitios em uma forma ancestral de terapia de grupo, integra-nos mais ainda. As garças flutuam nos céus. Algum biguá busca a derradeira refeição para os filhotes. As marolas continuam a cantar aos nossos ouvidos.
Logo os pescadores de camarão estarão singrando a lagoa em todos os sentidos. Ali estão eles… Eretos com o remo de taquara a empurrar a canoa para as armadilhas de camarão. A lagoa é mais um palco iluminado. O sol, por trás, esculpe cenas antológicas. O chimarrão vai terminando e a noite está começando. Os pescadores acendem lanternas em suas canoas. Lentamente a escuridão os envolve e o balé de vaga-lumes humanos coroa aquele formidável momento.
Vamos ao restaurante. Além da enorme quantidade de pratos do bufê, estão sempre prontos para uma tainha na brasa. Da nossa mesa temos a dupla visão – a estrada e seu trânsito frenético, com pessoas como cada um de nós com seus amores e destinos a traçar. De outro lado a lagoa e os pescadores, também com seus amores e destinos a traçar. Um jantar dos deuses. Um boa noite à Morgana. O retorno ao apartamento. A sinfonia da lagoa embalará nossa noite. Uma última visão da bandeja de prata já banhada pela deusa da noite, que com seu manto argentado cobre carinhosamente os atores terrestres.
Levantamos cedo. Um grande café nos espera. Geralmente há uma grande variedade de pastéis – carne, galinha, siri, queijo, goiabada, camarão e outros sabores por identificar. Todos abastecidos. A bagagem já havia sido reposta na Morgana antes do café. Equipados. Novos adesivos e despedidas. Do estacionamento do hotel saímos pelo Posto Texaco. Uma prece silenciosa ao protetor de todos os motociclistas. Completado o tanque da Morgana e… Estrada. Novos destinos, vencer dificuldades, principalmente nossas, para ter o direito à felicidade!
Observação. Lamentavelmente nos últimos tempos o proprietário do hotel e do restaurante da Lagoa tem praticado preços extorsivos e alimentos tipo refugo africano com o equipamento do hotel tornando-se decrépito. Esperamos que as reclamações façam retornar ao mínimo de qualidade e preço justo.
8 de Dezembro! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 21 Novembro 2017.
03 dez 2017 Deixe um comentário
8 de Dezembro!
Aguardava o Natal e a Páscoa com aquele sentimento um pouco interesseiro, pois tinha sido um “bom guri, bem educado, estudava e não faltava as aulas do Grupo Escolar Setembrina, não dizia nomes feios e obedecia aos pais e jamais respondia ou tratava mal aos mais velhos”, logo “eu deveria” ganhar algum presente nessas datas. Mas outra data falava bem alto no meu repertório de eventos importantes e esse era o dia 8 de dezembro. Sempre um grande feriado em Viamão City e uma festa que durava dois finais de semana, mais de dez dias. A praça da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a padroeira e mãe católica da nossa fé, tornava-se um palco iluminado, não somente pelas incontáveis lâmpadas coloridas estendidas em vários postes, como pela presença constante de parques de diversões com muitos brinquedos que iam da roda-gigante, passando pelo chapéu-mexicano, carrossel, tiro ao alvo, música de alto falantes com solicitações, missas diárias e procissão. E muito muito mais!
Crônicas & Agudas
Não tínhamos os pilas necessários para experimentar tantos brinquedos, mas havia um algo mais que sempre nos atiçava e iluminava mais vivamente. As gurias das escolas, todas as gurias da cidade, iam passear e namorar na festa. Certamente Nossa Senhora nos olhava acuradamente do seu altar ricamente adornado com flores, muitas flores, toalhas de um branco tão branco como a alma dos anjos e seu amor pela humanidade. Os guris circulavam acompanhados de outros amigos para estimular a coragem de olhar e piscar um olho, dizer um “que tal” ou até ensaiar uma conversa sobre “a escola” ou “será que vai chover”. As gurias com os braços enfiados umas nas outras riam. Riam muito e mais difícil era encontrar algum lugar para as mãos inquietas. As coisas não evoluíam muito mais que isso geralmente. Os olhos cansavam de tanto piscar, mas havia outra técnica esmerada de aproximação e demonstração de “to afim” – barracas vendiam bolas de serragem enroladas em papel celofane de várias cores, em gomos como bergamota, presas por um elástico que eram arremessadas nas costas das criaturas.
Cr & Ag
Equimoses ilustravam e listravam o “lombo das gurias”. Isso deveria ser algum resquício neandertal do macho nocautear a fêmea e arrastá-la pelos cabelos para sua caverna. Mas havia técnicas mais evoluídas, como solicitar ao serviço de alto-falantes uma “página musical com todo amor e carinho para aquela guria de vestido vermelho com uma fita branca nos cabelos, quem lhe dedica com respeito é seu admirador sentado na escadaria da igreja”. Também havia um pega-ratão de alguém dedicar algo para a pretendida de um amigo e sem que ele soubesse e marcar um encontro. Isso complicava a vida do outro caso ela tivesse algum irmão bom de briga. Havia quem caminhasse a procissão descalço para conseguir uma graça da santa – saúde, emprego ou até um casamento. Nós não entendíamos essa do “casamento”, além do mais esse era um esquema do Santo Antônio.
Cr & Ag
Nostalgia? Cada época com seus encantos e graça. Há que comparar e recordar com saudade de sair-se de casa com a certeza de que voltaria e os pais ficavam descansados com seus filhos se divertindo sadiamente. Essas festas desapareceram e talvez jamais retornem. Hoje o 8 de dezembro também é o Dia da Justiça. Sente-se que o cidadão honesto do Brasil tem vergonha de comemorar essa data no dia a dia de sua vida e de seu trabalho. Jamais generalizamos, mas lamentavelmente o espírito de corpo do judiciário protege e imuniza os que jamais deveriam representar a justiça e para muitos resta somente orar.
2017 – 11 – 21 Novembro – 8 de Dezembro – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião
