Dia do ADVOGADO!

Advogado, profissional da justiça, Que defende os direitos com destreza,
Que estuda as leis com dedicação,
E usa a palavra com precisão!

Advogado, guardião da cidadania,
Que protege os fracos com coragem,
Que enfrenta os poderosos com ousadia,
E busca a verdade com honestidade!

Advogado, mestre da argumentação,
Que persuade os juízes com razão,
Que elabora as teses com rigor,
E expõe os fatos com clareza!

Advogado, amigo do cidadão,
Que respeita os deveres com honra,
Que cumpre as normas com ética,
E exerce a função com amor!

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Dia do MÉDICO ACUPUNTURISTA!

*Acupuntura! – Complemento.*

A acupuntura é uma técnica médica chinesa antiga para aliviar a dor, curar doenças e melhorar a saúde geral. Criada há mais de 2500 a.C. na China e, atualmente, está universalizada. A acupuntura consiste na inserção de uma ou várias agulhas metálicas pequenas na pele e nos tecidos subjacentes em pontos precisos do corpo. A acupuntura baseia-se na ideia de que um *bloqueio ou perturbação no fluxo da energia vital do corpo, ou qi*, pode causar problemas de saúde. Os acupunturistas inserem agulhas finas em pontos específicos por todo o corpo para equilibrar a energia do corpo, estimular a cura e promover o relaxamento. A prática pode ajudar a aliviar a dor e tratar uma série de outras queixas.

Os acupunturistas precisam de várias habilidades específicas para tratar os pacientes. Como técnicas de agulhamento, moxabustão e ventosaterapia. Os acupunturistas também precisam ter boa coordenação, mãos firmes e hábeis, sensibilidade e *amor por trabalhar com pessoas*.

Os benefícios da acupuntura às vezes são difíceis de medir, mas muitas pessoas acham útil como meio de controlar uma variedade de condições dolorosas. Vários estudos indicam que alguns tipos de acupuntura simulada parecem funcionar tão bem quanto a acupuntura tradicional. A acupuntura pode ajudar a controlar dor crônica, enxaqueca e dores de cabeça.

Em resumo, a acupuntura é uma técnica médica chinesa antiga que tem sido usada por milhares de anos para aliviar a dor, curar doenças e melhorar a saúde geral. Os acupunturistas precisam de várias habilidades específicas para tratar os pacientes efetivamente. Os benefícios da acupuntura às vezes são difíceis de medir, mas muitas pessoas acham útil no controle de uma variedade de condições dolorosas. *Feliz Dia do Acupunturista*!

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Dia do Policial Militar Morto em Servio! 08 Agosto

A morte de Valdeci de Abreu Lopes foi um episódio trágico e polêmico na história do Rio Grande do Sul. Ele foi um policial militar que foi morto em um confronto com manifestantes sem-terra no centro de Porto Alegre, em 8 de agosto de 1990. Segundo os relatos da época, o conflito começou quando a Brigada Militar tentou desocupar a Praça da Matriz, onde cerca de 600 colonos acampavam em protesto por reforma agrária. Os sem-terra reagiram com pedras, foices e paus, e a polícia usou balas de festim, gás lacrimogêneo e cassetetes.

O cabo Valdeci, que tinha 27 anos, estava sozinho na Esquina Democrática, a algumas quadras da praça, quando foi cercado por um grupo de sem-terra. Ele teria sido assassinado por um golpe de foice no pescoço, que lhe causou a morte. Seis pessoas foram condenadas como coautoras do crime, mas os autores nunca foram identificados.

A morte de Valdeci gerou uma grande comoção na sociedade e na imprensa, que retratou o caso como uma “degola” e acusou os sem-terra de serem assassinos.

A morte de Valdeci é lembrada todos os anos pela Brigada Militar. Há atos em sua homenagem na Esquina Democrática. Um monumento e placa foram erguidos no cruzamento da Avenida Ipiranga com Rua Silva Só, Porto Alegre/RS – Largo PM Valdeci de Abreu Lopes – em sua homenagem e aos brigadianos mortos em serviço. O dia 8 de agosto foi instituído como o Dia Estadual em Homenagem aos Policiais Mortos em Serviço.

Dia do MÉDICO PATOLOGISTA!

Reconhecimento.
Respeito.
Gratidão!

Parabéns!

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Dor! Dor de amor. – Edson Olimpio Oliveira. 01 Agosto 2023

Dor! Dor de amor.

[Dor de amor é difícil de curar | Ai como dói | Ai como dói a dor | Como dói a dor de amar] – Dor de Amor, com Beth Carvalho.

A Medicina sempre tratou de cotejar e hierarquizar as dores. Seria a dor de uma pedra encravada no rim (cólica renal)? Seria a dor de um infarto do miocárdio? Seria a dor de uma fratura? Treinamos no racional e teimamos em não nos aventurar demais pelo emocional. Dessas duas condições inalienáveis, razão e emoção, depende nossa existência material e, certamente, marcará nossa existência espiritual. Eis que a Medicina descobriu, catalogou e criou protocolos para tratar a “Síndrome do Coração Partido” ou Cardiomiopatia de Takotsubo (o coração esquerdo ficaria com aspecto de um vaso japonês de pescar polvos). Trata-se com o infarto e pode deixar as mesma sequelas. Causa? Severos transtornos emocionais/afetivos estaria na raiz da enfermidade.

[Eu sei que vou te amar | Por toda a minha vida eu vou te amar | Em cada despedida eu vou te amar | Desesperadamente eu sei que vou te amar.] – Eu sei que vou te amar, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

Essa maravilhosa música traz em seu seio um amor eterno e incondicional. Dizia-me um mestre: “O amor nasce em meu coração, passa pelo coração dela e retorna para mim!” Se a pessoa não se amar livre e puramente será incapaz de amar a outra. Observe que quando eu cito o homem ou a mulher, pode-se inverter tranquilamente as posições. A necessidade do amor encontrar outro coração que lhe ame nas suas condições estabelece a base do conflito inicial, quando não do drama perene. Sim ou não? A mulher exige o homem protetor, provedor, pleno de masculinidade para perpetuar a sua natureza em seus filhos. Entretanto, deve ser sensível e… Nem um, nem outro aceita viver somente com um ninja nos lençóis e que não seja exemplo de fidelidade, amor pleno e retidão, confiável e exemplar de fazer ciúmes ao entorno.

[Quando o inverno chegar | Eu quero estar junto de ti | Pode o outono voltar | Que eu quero estar junto de ti | Porque (é Primavera) |
Te amo (é Primavera) | Te amor, meu amor] – Primavera na potente voz de Tim Maia.

Buscar a “alma gêmea” – essa metáfora é real? É viável? Quem não pode oferecer o melhor de si ou é incapaz de tirar as cancelas do coração, encontrará o seu sonho? Ou o seu sonho é fruto de uma realidade inflexível. “Eu sou assim!” – Já escutaram isso? O mesmo aço forte que faz a adaga mortal, faz as molinhas flexíveis (stents) que permitem o fluxo de sangue, a vida rubra, pelas artérias do coração. O bambu flexível ou a árvore que baila com o vento suportam os tornados que destroem os fortes e que não se dobram. Como sou eu?

[Drão | O amor da gente | É como um grão | Uma semente de ilusão | Tem que morrer pra germinar] – Drão de Gilberto Gil, em homenagem a sua ex-esposa Sandra Gadelha.

Não precisamos morrer para germinar ou para renascer das cinzas. Cicatrizes são sequelas dolorosas. Entretanto, muitos necessitam da dor e até do desespero para evoluir. Como eu vejo e sinto a dor de amor?

E a “dor de cotovelo”? Em 1951, o gaúcho Lupicínio Rodrigues (o mesmo do hino do Grêmio) lançou “Vingança”, gravada por vários e famosos cantores. Ali reverbera o rancor e a raiva de alguém traído pelo seu amor e que planeja vingar-se. Poderosa ‘dor de amor’!

2023.08.01 – Dor! Dor de amor – Eds Olimpio

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia do MÉDICO ANATOMISTA. ANATOMIA.

A Oração ao Cadáver Desconhecido geralmente está num quadro nas Salas de Anatomia num sentimento de Respeito e Gratidão que deve ser basilar no acadêmico de Medicina e logo será MÉDICO!

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Etiqueta à Mesa! Edson Olimpio. 2023.07.25

Etiqueta à Mesa!

Outro dia fiquei meio assombrado com o xiru palitando os dentes com a ponta da adaga que quase deixei cair o facão que me coçava as costas!

O sulista entronado no garrão rachado do Brasil estropício da criminalidade reinante encontrou uma narrativa que se ajusta como uma guaiaca à cintura do dito cujo – agora a ignorância assumida, hábitos estrambólicos e outros apetrechos da grossura recebe a etiqueta de “raiz”, além de “bagual uma barbaridade”. Alegam alguns pesquisadores dessa faculdade crioula que é o machismo entranhado. Será mesmo?

Numa antiga e ancestral aurora do gauchismo jamais se bailava num CTG (Centro de Tradições Gaúchas) com chapéu cobrindo o melão. Ai de quem ousasse! Era interpelado pelo Patrão do CTG e se empinasse o queixo podia pegar uma sova de rebenque no lombo, quando não um “pranchaço”(pranchada) de facão no lombo. Hoje o animal come de chapéu na moringa e outros defenestrados da raça comem de boné. Pior aqueles de boné com o bico de pato cobrindo a nuca. Cristo não sentava à mesa com índio de telhado na cabeça – acreditava-se e respeitava-se. Era um tempo de respeitar professora e pai e mãe. Faz tempo isso!

Crônicas & Agudas!

Nesse ronco da acordeona encardida, o taura ajudava a prenda a acomodar-se no banco. Até estendia um pelego se fosse somente de respeito ou colocava o pala dobrado para a prenda saber do seu interesse e o resto da indiada parar com os olhares arregalados. A patroa servia o prato do marido e depois as crianças e demais povo da família. Ninguém falava de boca cheia, principalmente quando estava com muita farinha de mandioca. Carne mais macia para a piazada e para os veteranos – podia quebrar a ponte ou rachar a dentadura.

Somente os nenês e os muito veteranos (velhos não!) podiam soltar algum passarinho que não fosse muito fedido. Hoje é uma ‘vibe’, é ‘massa’ abrir a gaiola e soltar a passarinhada. A piazada respeitava o local, na cancha sagrada da refeição não havia griteiro e celular. O respeito era bom e bonito e os pais administravam as criaturas somente com os relâmpagos do olhar. As mães jamais “esperavam o teu pai chegar e aí tu vais ver”. Mãe era mãe e patroa da família desde antes das revoluções quando ficavam ‘solitas’ nas casas com o ‘filharedo’, a criação e a plantação – e Nossa Senhora de proteção!

Cr & Ag!

Antes da água encanada, uma bacia e uma jarra d’água ofertava uma higiene nas mãos antes da refeição ou xepa, boia. Depois da pandemia, as criaturas usam (quando usam!) álcool gel depois de visitar o Wanderley Cardoso (olhe no Google se não conhece essa criatura). Tem gente comendo de fiofó azedo que fede a metros de distância. Geralmente colocam a culpa no Totó, o cusco da piazada.

Alguns lugares oferecem um aperitivo (cachaça com butiá!) na entrada para o índio “abrir o apetite”. Como se precisasse, principalmente quando a boia é 0800 (de graça) ou é bufê livre como bombacha de taura desmamado cedo. Na real é para aliviar a fedentina dos bocas brabas. “Estou com probleminha na ponte!” – Alegou o animal ao ver o pessoal se abanando com os pratos e as tampas de panelas. Eis que alguém que não leva fedorento de compadre, sacou e atirou: “Deve ter uma família de mendigos morando debaixo dessa tua ponte!”. De início um silêncio de velório de bispo, depois o pessoal caiu na gargalhada. Até a sofrida mulher do índio fedido arreganhou as gengivas nuas como gomos de bergamota.

Que o honorável leitor dessa intrépida e bem humorada crônica me conte mais algumas situações à mesa!

2023.07.25 – Etiqueta à Mesa! – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia do Médico Cirurgião Geral! – 30 Julho

Reconhecimento.

Respeito.

Gratidão!

Parabéns!

Etiqueta à Mesa! Edson Olimpio. 2023.07.25

Etiqueta à Mesa!

Outro dia fiquei meio assombrado com o xiru palitando os dentes com a ponta da adaga que quase deixei cair o facão que me coçava as costas!

O sulista entronado no garrão rachado do Brasil estropício da criminalidade reinante encontrou uma narrativa que se ajusta como uma guaiaca à cintura do dito cujo – agora a ignorância assumida, hábitos estrambólicos e outros apetrechos da grossura recebe a etiqueta de “raiz”, além de “bagual uma barbaridade”. Alegam alguns pesquisadores dessa faculdade crioula que é o machismo entranhado. Será mesmo?

Numa antiga e ancestral aurora do gauchismo jamais se bailava num CTG (Centro de Tradições Gaúchas) com chapéu cobrindo o melão. Ai de quem ousasse! Era interpelado pelo Patrão do CTG e se empinasse o queixo podia pegar uma sova de rebenque no lombo, quando não um “pranchaço”(pranchada) de facão no lombo. Hoje o animal come de chapéu na moringa e outros defenestrados da raça comem de boné. Pior aqueles de boné com o bico de pato cobrindo a nuca. Cristo não sentava à mesa com índio de telhado na cabeça – acreditava-se e respeitava-se. Era um tempo de respeitar professora e pai e mãe. Faz tempo isso!

Crônicas & Agudas!

Nesse ronco da acordeona encardida, o taura ajudava a prenda a acomodar-se no banco. Até estendia um pelego se fosse somente de respeito ou colocava o pala dobrado para a prenda saber do seu interesse e o resto da indiada parar com os olhares arregalados. A patroa servia o prato do marido e depois as crianças e demais povo da família. Ninguém falava de boca cheia, principalmente quando estava com muita farinha de mandioca. Carne mais macia para a piazada e para os veteranos – podia quebrar a ponte ou rachar a dentadura.

Somente os nenês e os muito veteranos (velhos não!) podiam soltar algum passarinho que não fosse muito fedido. Hoje é uma ‘vibe’, é ‘massa’ abrir a gaiola e soltar a passarinhada. A piazada respeitava o local, na cancha sagrada da refeição não havia griteiro e celular. O respeito era bom e bonito e os pais administravam as criaturas somente com os relâmpagos do olhar. As mães jamais “esperavam o teu pai chegar e aí tu vais ver”. Mãe era mãe e patroa da família desde antes das revoluções quando ficavam ‘solitas’ nas casas com o ‘filharedo’, a criação e a plantação – e Nossa Senhora de proteção!

Cr & Ag!

Antes da água encanada, uma bacia e uma jarra d’água ofertava uma higiene nas mãos antes da refeição ou xepa, boia. Depois da pandemia, as criaturas usam (quando usam!) álcool gel depois de visitar o Wanderley Cardoso (olhe no Google se não conhece essa criatura). Tem gente comendo de fiofó azedo que fede a metros de distância. Geralmente colocam a culpa no Totó, o cusco da piazada.

Alguns lugares oferecem um aperitivo (cachaça com butiá!) na entrada para o índio “abrir o apetite”. Como se precisasse, principalmente quando a boia é 0800 (de graça) ou é bufê livre como bombacha de taura desmamado cedo. Na real é para aliviar a fedentina dos bocas brabas. “Estou com probleminha na ponte!” – Alegou o animal ao ver o pessoal se abanando com os pratos e as tampas de panelas. Eis que alguém que não leva fedorento de compadre, sacou e atirou: “Deve ter uma família de mendigos morando debaixo dessa tua ponte!”. De início um silêncio de velório de bispo, depois o pessoal caiu na gargalhada. Até a sofrida mulher do índio fedido arreganhou as gengivas nuas como gomos de bergamota.

Que o honorável leitor dessa intrépida e bem humorada crônica me conte mais algumas situações à mesa!

2023.07.25 – Etiqueta à Mesa! – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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La Petite France Hospedaria – Julho 2023

Amigas e Amigos, bom dia e bom final de semana!

No velho vocabulário gaúcho – campeei (procurei) e encontrei pelo http://www.booking.com um local que fugisse da liofilização das hospedagens. Encontramos La Petite France, Nova Petrópolis/RS. Essa é uma crônica e uma mensagem que com carinho, dedicação, amor ao ofício, sonhos em realização e melhores sentimentos fazem toda a diferença positiva em nossas jornadas de vida!

La Petite France! – Hospedaria.

Uma bela experiência sensorial.

Nesse mês de julho do ano da Suprema decadência brasileira, de um clima com o humor intempestivo alternando calor equatoriano, chuvas torrenciais, ventos de tornado e tantas situações ruins, há que se garimpar algo de bom. E foi assim, num garimpar, que encontramos nas brumas da internet imagens que nos cativaram – uma “hospedaria” nascida de um sonho romântico de algum século de outrora. Encontramos La Petite France em Nova Petrópolis, na serra do Rio Grande do Sul.

Numa rua tranquila do bairro Germânia, as galhos se abrindo, expondo suas flores, num abraço de boa acolhida. Jardim com flores diversas e perfumes sutis como saídas de uma pintura ou de um sentimento de Manet. Recebidos pela proprietária e Chef Zenaide Duarte, ali nos hospedamos por dois dias. Belos dias.

Simplicidade acolhedora. Carinho natural, espontâneo. Atenção aos detalhes. Ambiente saído do calidoscópio com a luzes da proprietária para encantar e motivar. Recantos a serem apreciados. A lareira que aquece e ilumina e aproxima as conversas. As janelas da nossa suíte traziam o sol matinal bailando entre as névoas dos vales e à tarde, flechas de luz do crepúsculo. Tudo embalado por uma orquestra que se alterna pelo cantos de diversos pássaros alegres e saltitantes. A personalização adequada e criteriosa está ao nosso dispor. Café da manhã ornamentado entre a beleza e a fartura com ramos e pétalas que se acomodam à mesa. Jantar especial na cave, um espaço sob a casa principal escavado na rocha basáltica, sob a luz de velas e sorvido um espumante de marca própria da Hospedaria. Talheres esculpidos na prata dos tempos. Tempo e espaço para um casal se reencontrar e avivar com seus cintilantes sentimentos. Tempo de amor para o casal!

Diferente, absolutamente contrastante com a padronização, a liofilização dos hotéis e com a maioria de pousadas. Essas diferenças são fundamentais numa experiência sensorial que aquece e trepida o coração e que ativa todos os nossos sentidos (alguns sonolentos do cotidiano), deixando uma marca luminosa em nós.

Parabéns Chef Zenaide Duarte e que continue a aprimorar esse seu sonho em benefício de nossos sonhos e da nossa realidade!

2023.07.20 a 22

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