Trégua de Natal – Primeira Guerra Mundial!

Durante a 1ª Guerra Mundial, em várias frentes de batalha, os soldados soltaram as armas na noite de Natal e aconteceram abraços e trocas de presentes, da barra de chocolate a um botão da farda. Os feridos eram recolhidos pelos exércitos adversários em comunhão de ajuda. As rações divididas nas trincheiras cobertas de lodo, neve e sangue. Abraços e apertos de mãos. Mostraram entre si as fotos de namoradas, esposas, filhos e mães. Geralmente não houve ordem superior para isso. Essa imagem do aperto de mãos e a fundo tênue dos soldados esteve em várias revistas e jornais na época.

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor

CREMERS 07720

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Médico Cirurgião Jubilado

Sociedade de Cirurgia Geral do Rio Grande do Sul – SOCIGERS

Conselho Regional de Medicina RGS – CREMERS

Associação Médica do RGS – AMRIGS

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Crônicas e Imagens!

Bom dia!

Um privilégio compartilhar contigo minhas Crônicas & Agudas.

Com as imagens e textos o cronista busca incitar o leitor a se aprofundar nos temas e formar seu entendimento pessoal e traçar suas rotas próprias na sua jornada de Vida. “Nascemos sem um manual de instruções”. As mais belas obras do homem e de Deus (natureza, etc) não nos ofertam instruções de uso ou entendimento. A curiosidade nos remete à sabedoria ou iluminação. E o equilíbrio do coração com a mente fazendo as melhores escolhas.

Abraço Você e lhe desejo Saúde e Harmonia!

Dr. Edson Olimpio Silva de Oliveira

Médico. Cirurgião. Escritor

CREMERS 07720

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A melhora (antes) da Morte!

A melhora (antes) da Morte!

Mito ou Realidade?

Após o nascimento, a única certeza que nos atordoa é… Que morreremos. “Ninguém fica para semente” – sabedoria popular. E “do pó ao pó” leva sábios e iletrados, poderosos e humildes, enfim todos ao mesmo momento terminal. Fala-se que nos momentos finais – chineses chamam de último raio de luz – a vida passa pelos olhos do moribundo. Será verdade?

Assim como é conhecida a “melhora da morte” – entenda-se como se a criatura melhore seu estado físico e mental. Na clausura do tratamento intensivo (UTI), da criatura conectada a vários sistemas de preservar a vida e postergar a morte, há uma menor visualização e percepção disso que a história nos traz.

Dentro do preciosismo, da exacerbação da certeza de canais médicos, diz-se que isso é somente um visão pessoal e fantasiosa dos familiares ou amigos e seus desejos que volte ao convívio.

Crônicas & Agudas

Outros investigadores e estudiosos relatam: um certo tempo antes do óbito, o corpo reage como numa situação de estresse máximo, muito mais que o homem primitivo sendo acossado por um dinossauro ou por outra fera. Toda essa tempestade hormonal, adrenalina e ativadores diversos, a hipóxia (escassez de oxigênio no cérebro e nos demais órgãos nobres) arremessa o corpo na sua derradeira batalha de preservação da vida e das funções. Seria assim que o cérebro busca seus arquivos de memória e suas experiências motivadoras e de combate para impulsionar suas funções conscientes e até inconscientes.

O semblante que se desanuvia com um esboço de sorriso, os últimos lampejos dos olhos como a visão de uma esperança de manter a luz pelas pupilas que se dilatam. A “melhora” é parte dessa reação natural do corpo ante a maior das adversidades – a morte? Ou o lado espiritual ativo e vigilante se sobressai

Crônicas & Agudas

*Corpo, mente e espírito! Nos meandros da espiritualidade e da religiosidade das pessoas, as explicações e entendimentos, talvez das observações, surjam lastreadas na fé e numa vida em outros planos existenciais. Nesse viés, algumas manifestações fazem da morte manifestações de dor suprema, outros de festividades. Contrastes! Respeitáveis contrastes.

Estaria o espírito se desprendendo da armadura física e já percebendo ou visualizando um comitê de boas-vindas – familiares, amigos, anjos de guarda, mestres de luz. No entanto, mostra aos que ficam, dos cuidadores às pessoas amadas, uma harmonia ou alegria do retorno ao plano espiritual. Também sua mente está escaneando seus arquivos de memória para confrontação no livro de sua vida e seu próximo destino. O primeiro balanço dos atos e omissões é consigo mesmo.

Crônicas & Agudas

Há uma importante similaridade nos relatos de todos os povos. Ressalto aqui outra situação peculiar – Estado de Quase Morte. Incontáveis relatos com o desdobramento do corpo-espírito – sensação de flutuar ou estar na mesma sala com os médicos tentando a ressuscitação ou familiares em intensa angústia. Nesse caminho uns observam “uma luz intensa no fim do túnel”. Ou sem túnel. Encontro com outros falecidos. Enfermos de trauma grave, internados e entubados, paradas cardíacas, entre muitos, relatam também seres angelicais. As expressões faciais se alteram durante a situação. Naqueles buscados pelo lado sombrio da força, dos entes malignos, é o inverso.

Creio que há um continente de fé e de amparo espiritual. Nos momentos finais, a face de Cristo se iluminou, o suplício doloroso arrefeceu e seus olhos observaram o Pai e as hostes de Luz. Algo similar como com aqueles que ele curou e trouxe dos braços da morte? Assim, jamais desdenhar.

Antes se preparar para o próprio momento e das pessoas amadas. Que seja o melhor possível! O perfume de rosas, de flores, no ambiente induz a compreensão do estado de proteção e a vida mais iluminada em planos existenciais superiores. O poder supremo da oração está entre as chaves de amparo e abertura.

2021.12.02 – A melhora da Morte – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Ano Novo! Metas e Procrastinao – Edson Olimpio Oliveira – Crnicas & Agudas – Jornal Opinio de Viam o – 23 Novembro 2021.

Ano Novo – Metas e Procrastinação!

[…| Deixa a vida me levar | Vida leva eu | Deixa a vida me levar | Vida leva eu | Deixa a vida me levar | Vida leva eu | Sou feliz e agradeço | Por tudo que Deus me deu | …] – Música de Zeca Pagodinho.

O Novo Ano está logo ali, após se abrir a porta do Natal e logo do réveillon. Habituamos a formular metas, estimular propósitos, ter novos e aspirar melhores resultados – “vou emagrecer”, “vou leu mais”, “vou parar de fumar”, “vou fazer ginástica”, “vou cuidar da saúde”, “troco de casa ou de marido?” e, assim, empreende-se uma nova, mas repetida balada que, geralmente, não produz música real e agradável. Nossa mente é nosso maior adversário. Por centenas de milhares de anos, procuramos habitar uma zona de conforto e de segurança. Nossos ancestrais escondiam-se numa gruta com uma fogueira à porta para sobreviver aos predadores e deixava ao encargo de outros a busca de comida. Hoje, muitos persistem procrastinando (nome feio para adiar, deixar para depois, quando der eu faço, etc).

Crônicas & Agudas

É comum o poeta habitar seu castelo onírico que nos encanta. Deixe a vida te levar e serás como um graveto na correnteza de um rio. Conquistamos por sorte ou mérito? Um dos primeiros mandamentos (da vida, do universo ou de Deus) é a Disciplina. Nada evolui sem disciplina – veja as organizações religiosas e os exércitos. Deus poderia ter feito o mundo num piscar de olhos? Entretanto, não criou os seres vivos antes de criar a luz e outros elementos necessários. Evoluiu criando e aperfeiçoando durante seis dias e no sétimo… Em qualquer povo ou etnia de qualquer tempo, há essa cadência da criação para a divindade, a terra e as criaturas. Crie metas dentro da sua capacidade de executar, caso contrário a luz vermelha acenderá dentro da sua cabeça “Não adianta, não consigo!” O insucesso abraça o fracasso e ambos corroem novos projetos.

Crônicas & Agudas

“Vou ler por 15 minutos cada dia”. Parece viável? Sim. O fracasso começa em querer juntar a semana que não leu numa só tacada. Quer melhorar? Leia junto com o filho/a, afastando-o do game. “Vou perder 5 kg antes de ir à praia!”? Ou perderei 2 kg até março – mais viável? Lembra-te do tempo que dura uma gravidez e a criança nascer e ir aos braços dos pais? Pois é – mulheres são heroínas onde os homens fugiriam das dores e do tempo. “Quando tiver um tempo vou fazer um check-up” – qual tempo, quando estiver com o pé na cova? No seu aniversário, presenteie-se com seu check-up. É o seu presente mais valioso – sua saúde. Sem saúde, adianta fortuna, poder e sexo selvagem? Naqueles 30 dias da janela do aniversário, busque seu médico. Tudo que fizer nesse período servirá de parâmetro para outros exames, sua saúde em outro tempo. Você não é faraó para construir uma pirâmide e sepultar sua fortuna e seus súditos juntos.

Crônicas & Agudas

Construa metas, estimule propósitos realizáveis por você. Cada pessoa é um universo único. Suas habilidades e capacidades são somente suas. Evite iludir-se ou viver os projetos dos outros. Orgulhe-se das pequenas escaladas e prepare-se para subir mais degraus da escada. Arrume a sua vida, começando a arrumar a sua cama, seu quarto, sua roupa, sua casa – lembra-te do quartel e dos seminários. A cama é a mãe da procrastinação – “vou ficar só mais um pouquinho | tá frio | tá escuro ainda | tô cansado do feriadão |” etc. Cama é para enfermos (menor tempo), dormir o necessário e sexo. Adiar, retardar, atrasar coisas simples cria raízes em todas as outras. Esse tema é vasto. Podemos evoluir em vários casos. Vida é movimento. Não evoluir é estagnar-se e regredir. Estabeleça uma sequência, uma cadência e a música final será harmoniosa – um exemplo para você mesmo e para os outros.

2021.11.23 – Ano Novo – Metas e Procrastinação – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Quem sou eu? – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão – 16 Novembro 2021

Quem sou eu?

É comum as pessoas imaginarem a porta do Céu com um velho barbudo – Pedro –, com as chaves numa das mãos e um enorme livro na outra. Então a criatura se apresenta e Pedro consulta o livro da vida daquela pessoa e determina seu caminho. Permita-me imaginar num jeito… Alternativo. Imagino que um mestre de Luz, como Pedro, encara a pessoa, olha em seus olhos, vasculhando sua alma, os mais sigilosos e obscuros cantos e cofres e faz essa pergunta: – Quem é você? Ponho-me nessa situação. Um suor gelado desce da fronte e nas costas da alma?

Sinta a gravidade. Nem de longe é como ser interpelado pela autoridade exigindo seus documentos e do carro. Mostra a identidade? Alguém na fila com um séquito de bajuladores que o exaltarão? Vai sacar atirando: – Sabe com quem está falando? – logo se identifica um brasileiro da gema (podre). A fila está crescendo às costas. Há um senador exigindo CPI e apelando para Ministro do STF ou até para os direitos humanos abonados pela Globo. Outro berra e se atira ao solo, digo, às nuvens e pede que “respeite minhas prerrogativas”. O mestre aguarda sua resposta e você engasga. Um filme da sua vida, em alta rotação, passa pelos seus olhos. E a coisa enrosca! Alguém berra ao fundo: – “Ferrou, se lascou, mano!” Outro ameaça numa capoeira e chama seu padroeiro: – “Sou inocente, vou recorrer!” A coisa desanda como num surungo, sem luz e com briga de facão.

[…“O homem que diz dou (não dá) | Poque quem dá mesmo (não diz) | O homem que diz vou (não vai) | Porque quando foi (já não quis) | O homem que diz sou (não é) | Porque quem é mesmo e (não sou / não diz) | O homem que diz tô (não tá) | Porque ninguém tá (quando quer)| …] – Canto de Ossanha de Vinicius de Morais e Baden Powel. Lembra na voz de Elis Regina?

“As pessoas são frutos do meio onde vivem”. Ou sobrevivem. Captamos, absorvemos, entronizamos aquilo que está a nossa volta. Seja do lixo midiático, das redes sociais em que a criatura se enredou, seja do seu círculo de relações, você repete e até acredita que aquilo que sai de seus lábios seja seu. Que tenha gerado esses filhos da mente coletiva. Na faculdade de Medicina havia uma chacota para cada especialidade médica. Para uma delas se dizia que o “normal constrói castelos”, o “neurótico constrói castelos no ar”, o “psicótico mora nesses castelos”, enquanto o terapeuta “cobra o aluguel”.

Nossa identidade real se faz com a ‘digital’ da alma de cada um. Do seu percurso e das marcas (ou rastros?) que deixou em sua passagem. Há pessoas que suas existências mudaram o curso da humanidade – para o bem ou para o mal. Você lembrará de várias. O ataúde, o caixão de defunto, a derradeira caverna do corpo não possui porta-malas ou reboque para carregar a riqueza e os bens materiais que fazem a marca, o nome e o poder. O poder é como a fachada que esconde uma obra perigosa ou decrépita. Os títulos e graus aumentam a responsabilidade da criatura com a sociedade.

[…“Quem é você? | Advinha se gosta de mim | Hoje os dois mascarados | Procuram seus namorados | Perguntando assim | Quem é você? | Diga logo | Que eu quero saber o seu jogo | Que eu quero morrer no seu bloco | Que eu quero me arder no seu fogo…”] – Noite dos Mascarados de Chico Buarque.

Crônicas & Agudas!

O escritor humildemente sobrevoa o corpo e tenta mergulhar no espírito, assim como diversos outros em busca da sua verdade. Como Buda ao abandonar a nobreza familiar, sua esposa e filho, despojar-se de todos os bens e varar campos, desertos, montanhas, mosteiros, sofrer as agruras da vida na busca da iluminação – a sabedoria eterna e universal. E Cristo, o melhor ser humano que já trilhou a Terra, o Médico dos Médicos, da mente, do corpo e, principalmente, da alma. Ele abriu-nos os portais para a eternidade de Luz e Amor e seus ensinamentos nos elevam ao Pai (“Ninguém vem ao Pai senão por mim…”)! Outras religiões e filosofias voltadas às mais nobres e dignas virtudes caminham a mesma jornada.

O que eu estou escrevendo no livro da minha vida? E você?

2021.11.16 – Quem sou eu? – Edson Olimpio Oliveira

Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

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Dia Mundial do Diabetes mellitus!

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